Indomável
Minha mente é um tornado indomável. E a única coisa que da pra sentir é a brisa que libero quando escrevo minhas ideias
Percebo que sou indomável
Sem regras ou políticas que governe
Com promessas não cumpridas;
Apenas com desejos...
Mas com atitudes
Impensadas, porém
Resolvidas e abusadas;
Recomeço
Que saudade doida
Nesse coração indomável
Louco para se jogar
Pra se deixar levar
Bem longe, a voar...
Sem medo ,
Nem se guardar
Por onde quer que vá
Sempre a procurar
Luzes ou brilho delas
De forma bem insondável
Misteriosa...
Guardadinhas em um lugar
Que só a alma sabe onde está
E depois poder deixar
A vontade desembalar
Pelo mundo a galopar
Levando em tudo que há
O perfume da flor da coragem
Do amor e da vontade
De ver tudo recomeçar...
Prefiro o fulgor
O incêndio que se alastra
Indomável, intransigente
Veemente...
Tal o ardor fervoroso
Caloroso, doloroso
Da madeira
Na fogueira
Que desaba e acaba
Ao desatino de nunca ter sido chama.
Não preciso que digam quem sou, minha personalidade define meu caráter e meu coração indomável reflexo do meu espírito livre!
SONETO INDOMÁVEL
Ó pranto! À dor, quando, entranho
Fico sem rumo certo pelo cerrado
O anoitecer, quando, chega calado
Tudo é solidão, e em nada é ganho
Tristura, fria, que pesa no passado
O vento é poeira de ardor estranho
E a hora lenta e tão sem tamanho
Que o olhar vazio, alheia, fissurado
No meu alvo silêncio, rude insônia
Clamo por todo o arrimo, em vão
Nada escuta, indigente cerimonia
Invento um verso, tento, e tento
E rasgo-o, continuas sem demão
Tudo é indomável no sentimento
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
04 de março de 2020 – Cerrado goiano
Eu sou uma hiperbólica rebeldia, uma desconstrução constante.
Sou indomável, solitário e até um pouco intolerante.
Meu humor, indecodificável, transcende até meu próprio conceito.
Nasci para ser humano, nunca pensei em ser perfeito!
Minha vaidade eu ostento para desenvolver meu autorrespeito.
Sua crítica eu não ligo, ela não paga nem o creme em meu cabelo.
Fera fora do Ar.
Fera indomável...
Águia caçadora...
Unhas reforçadas
Unhas afiadas....
Que acolhe coleções....
Coelhos e corações...
Mais não maltrata....
Sonhos derramados....
Que um dia escorreram lágrimas....
Desejo louco de ouvir...
O uivo da loba na mata fechada....
Abafada e enjaulada.....
Fêmea Alfa...
Dona da minha caçada...
Mulher da pele macia e nutrida...
E por mim devorada...
Acariciada pelos meus beijos...
Açoita desvairada....
Fêmea da garganta rasgada...
Sussura alto...
Estampido agudo...
Espoleta que estoura...
Que atinge meus tímpanos....
Indecente e coerente....
Febre que me dilacera....
Desmedida e enlouquecida...
Ao meu ponto e desatada...
Hora exata de minhas carências..
Válvula de escape dos meus desejos...
Meu banquete de pecado...
Salivando me implora de olhos fechados...
E me pede pra ser usada....
Amo-te com minhas brasas...
Trinca mais não se desfaz...
Loucura insana....
Respira profundo em murmuros...
Fome insaciável...
Que nunca é matada....
Olhos latejando...
Marejando de alegria...
Rendida humilhada....
Cortejada por minhas caricias....
Selvagem na mata...
Fera atrevida...
Um dia esteve comigo...
Fiz de seu animal....
Mas não sou bandido...
E nem arisco...
Apenas um Poeta....
Que sabe voar...
E lhe deixar de antena quebrada...
E fora do ar....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Tenho um coração arisco e indomável.
Desinquieto por natureza. Desgovernado!
Não é ritimado em suas batidas...
Quase capota, feito um louco
Alucinado!
As curvas que a minha caneta traça,
são endoidecidas.
Trajectos das loucuras de um poeta.
Livre diante da solitária solidão das praias desertas... Um coração selvagem de um homem indomável a presenciar o pôr do Sol no horizonte daquela tarde.
Infeliz felicidade!
Felicidade
Busca indomável do inalcançável
Latejo na cozinha de Chica
Sossego no Sossego da esquina
Felicidade
Alma pura e caduca
Do caduco de 20 anos
Que não lembra nem donde está seu nome
Felicidade
De portas fechadas
Que não abri para nada
A não ser pra deixar o lixo na escada
Felicidade da infeliz que me cuspiu
Foi, somente onde, confrontou com algo tão feliz
“ Céu Estrelado “
Me queimei na fogueira do silencio
Eu...fera indomável
Em busca do teu corpo moreno, perfeito insaciável
Será sagrado o teu olhar?
Será pecado ti amar?
A minha pequenez, me fez selvagem criatura
Mas entregue ao domínio do homem amado
“MANTRA” meu corpo todo canta, sob o céu estrelado
(Cleonice Ap. Iori Rosa)
Estar sozinho não justifica dizer que o amor não existe. Ele é vivo, indomável e inspirador. E mesmo negado centenas de vezes ele acontece nos mínimos detalhes.
