Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
No tempo em que vivemos, ter um coração solidårio em amar e ajudar alguém é sinÎnimo de missão em andamento.
Eu jĂĄ te procurei em outros amores, em outros abraços sem saber ao menos por quem eu procurava. Eu jĂĄ chorei a noite, pensando em alguĂ©m sem saber que esse alguĂ©m ainda nĂŁo era vocĂȘ. Eu segurei mĂŁos desconhecidas, eu julguei amar o sorriso de um estranho, talvez eu tenha me perdido mais do que deveria e prolongado o tempo de sua procura. Eu fiz planos equivocados e eu sentia que nenhum deles iriam se cumprir, mas nunca imaginei o motivo disso. Eu saĂ sem vocĂȘ, eu andei por ai sem saber que vocĂȘ nĂŁo estava em um copo de bebida, ou em um abraço vazio. Eu tentei te preencher. Mas o que eu nĂŁo sabia era que eu devia mesmo ter deixado seu lugar vazio, ter organizado tudo, ter aguardado a sua espera e nĂŁo encher de entulhos o lugar onde vocĂȘ habitaria. PorĂ©m, como saber que vocĂȘ ainda iria chegar, ou se jĂĄ tinha lhe perdido, se vocĂȘ tinha passado e eu nĂŁo tinha percebido? E quando te vi a pela primeira vez demorei a ver que finalmente havia chegado. Estava tudo tĂŁo bagunçado, tĂŁo lotado de equĂvocos e coisas supĂ©rfluas, mas de certa forma vocĂȘ veio pra aliviar. Antes de habitar vocĂȘ organizou seu lugar, talvez tambĂ©m nĂŁo soubesse que vocĂȘ era pra mim, mas sem hesitar vocĂȘ quis ficar, mesmo sabendo da bagunça em que eu me encontrava. E fui percebendo que era vocĂȘ, quando me perdi em pensamentos lembrando o seu jeito, quando chovia a noite e eu desejava ter seu corpo comigo pra abraçar, quando eu comecei a almejar amores pra vida toda e me vinha vocĂȘ na memĂłria, e eu soube principalmente quando me deparei com o medo de te perder, pois de tudo na vida que eu jĂĄ abri mĂŁo ou perdi, eu nunca pensei em parar um dia se quer por sentir tristeza, e quando me imaginei sem vocĂȘ eu jĂĄ nĂŁo tinha tanta certeza se pararia um dia, uma semana, ou uma vida toda.
A beleza encanta
Mas a alma desaparece
Tem rosto de santa
Mas se aprofundar escurece
Dona de coraçÔes partidos
Pois nunca quer nada com nada
Disse que era seu preferido
Mas riscou seu nome da chamada
Ela por cima se acha mulher
Tem atitude de garota mimada
O amor verdadeiro ela nĂŁo quer
Pois sempre vive em balada
Ela acha que todos estĂŁo por ela
Ha,mas se chamar ninguém ajuda
No rapaz ela deixou sequela
Mas em um dia na rua ela ficou muda
Viu o tal rapaz com uma moça bonita
Uma menina de cabelo cacheado
Ela tentou disfarçar
Mas chegou em casa e começou a chorar
A beleza pro amor Ă© sĂł uma ilusĂŁo
O que importa mesmo,é o coração.
Nunca troque a pessoa que ama por um momento de felicidade com uma pessoa qualquer. Com uma pessoa qualquer vocĂȘ pode ter prazer e atĂ© se satisfazer por alguns instantes, mas isso acaba! JĂĄ com quem vocĂȘ ama viverĂĄ muito mais que uma mera satisfação. VocĂȘ viverĂĄ muito mais que sĂł um simples desejo, um querer. VocĂȘ viverĂĄ uma vida de felicidade. Sei que a felicidade sĂŁo pequenos momentos, mas faça destes pequenos momentos os mais eternos... e prazerosos da sua vida.
Eu sei que vocĂȘ estĂĄ pensando em mim agora, exatamente agora. E vai estar todas as vezes que eu reler isto.
Perdido
Estou perdido nas lembranças dos bons momentos;
Nas sombras dos diferentes hĂĄbitos que aflige me.
Voo a procura do aconchego, sossego e paciĂȘncia;
Como um grande påssaro nas graças dos ventos.
Carente dolente e sĂł no esplendor da aurora;
Perdido Voo na calma das asas da saudade.
Ă cruz ĂĄspera do martĂrio, das amargas nostalgias;
JĂĄ nĂŁo sei mais o que neste meu jardim chora.
Pela saudade que aflige e cega minha alma?
As tramas vivas dos teus espinhos, que enfeitavam
Com teus,os doces beijos a minha ossada?
Ou os loucos desejos, que fez meu corpo ser devorado?
Que dor. Ăł cruz que atrĂĄs de mim encravada encontra se
Hoje meu cadåver de braços abertos sobre ti deito;
Estremece a brisa, as pĂĄlpebras cessam se para sempre;
Por fim adormecem meus castanhos olhos na escuridĂŁo.
JĂĄ nĂŁo sei mais quem sou eu ou o quem jĂĄ fui;
Debruço minha alma sobre o jardim dos moribundos;
Enquanto seu amor sob a mansidĂŁo da delicadeza;
Cortinada vejo sobre um coração paladino repousar.
Minha garganta grita
Frases sem sentido.
Meu coração esbanja
Sentimento ilĂcito.
à morfina dentro da circulação.
Coração estĂĄtico que nĂŁo vĂȘ nem sente
A tal tormenta em mente
E assim me afogo em outra dimensĂŁo.
Ă abstinĂȘncia sentimental
Num mar sem salva vidas
ImensidĂŁo de tuas idas sem vindas
Sucumbindo em uma dependĂȘncia emocional.
Em meio a dores e vĂrgulas
LĂĄbios jĂĄ nĂŁo medem palavras
Floreciam em ĂĄcido histĂłrias macabras.
VĂtimas do desejo descartadas em valas.
Me situo no castigo
Em meio a céu e inferno
Quero-te eterno.
Gosto de vocĂȘ, perigo.
O mundo desenhou nossa histĂłria trĂĄgica
Cada segundo passado, estranhamente épico
Doses da inconsequĂȘncia mĂĄgica
Sobrepostas por meu pensamento cético.
O muro entre nĂłs se declarou teu sĂșdito.
Fiz-te meu refĂșgio,
Tornei-te meu abrigo,
Meu amor.
Um dia vocĂȘ vai ler
A benesse divina nos providencia a fascinação
que vacina a contradição assassina de formação.
Ao se criar a Internet, onde se posta à emoção,
então meu irmão um dia vai ler com inspiração
essa mensagem poética ao seu bom coração.
Qual amarfanhado livro de antanho
de peso e envelhecido tamanho.
Ah... Ă no âFacebookâ que se mete o âlookâ...
O Face fica dentro da Internet como e-book.
Pra um bom entendedor
isso cheira como flor.
O tempo Ă© o templo que guarda com fidelidade
e aguarda a sua leitura com natural fraternidade.
Um dia feliz, quiçå, se encontre aqui por um triz
Ă sua escritura em lenimento ao seu penariz.
à pra isso que serve a mensagem do amém.
Ao esperĂĄ-la com paciĂȘncia na ciĂȘncia do bem!
Pressa pra quĂȘ, se na eternidade hĂĄ de se viver
com benefĂcios, ou resquĂcios de malefĂcios,
no exercĂcio de se aprender a morrer tambĂ©m,
na criação de vida afora num saber além do além
e no crepuscular da velha senhora: Dona Aurora
jĂĄ vem a sorrir com seus lĂmpidos dentes aquĂ©m...
Todos os seres moram na inconsciĂȘncia astral.
PorĂ©m, alĂ©m de seus pareceres, paciĂȘncia,
amar o bem Ă© a verdadeira ciĂȘncia
qual não se entende também
ou se entende bem mal.
Um dia vocĂȘ vai ler!
jbcampos
NĂŁo queria que fosse assim
Tento tirar vocĂȘ de mim
VocĂȘ volta mais uma vez
E aqui estou eu perdida
Procuro achar uma saĂda
Mas jĂĄ nĂŁo tenho pra onde correr
Meu coração ainda chama por vocĂȘ
Prefiro aceitar que seja assim
Do que morrer de amores dentro de mim.
