Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
As semanas passam lentamente,
E nem o suspiro do seu sorriso, eu vi.
Meu coração bate vagamente,
Mas jĂĄ nĂŁo sou mais aquela sombra que vivi.
Ao te desejar, mudei sucessivamente,
E meus sentimentos em poemas transcrevi.
Meu amor arde infinitamente,
Por tudo que me deu e eu absorvi.
Ontem Ă noite excepcionalmente,
Sonhando vi vocĂȘ sorri.
Que Deus perdoe minha mente,
Mas até o final dos meus dias, queria te manter aqui.
(Nina Chan)
Triste Ă©poca em que o normal Ă© nĂŁo se preocupar com ninguĂ©m, vivemos definitivamente no auge do egoĂsmo humano.
Chegamos em um momento da humanidade que amar é algo raro, é a popularização do ódio. O pior aconteceu:o amor saiu de moda.
HĂstĂłrico das violĂȘncias cometidas contra as minorias
Começaremos essa retrospectiva dando ĂȘnfase ao quĂŁo atrasados se encontram os seres humanos, moralmente, desde as primeiras e remotas civilizaçÔes âorganizadasâ das quais temos registros. Ă importante observar a Ăłtica pela qual a humanidade enxerga, desde a antiga sumĂ©ria, o conceito de desenvolvimento: do passado ao tempo contemporĂąneo, seres humanos exploram outros seres humanos para adquirir o tĂŁo almejado e ilusĂłrio equilĂbrio social. Ă ilusĂłrio, pois que, pelo ponto de vista do conceito de justiça, nĂŁo hĂĄ distribuição de oportunidades justa e proporcional Ă condição de capacidade e circunstĂąncias nas quais cada um se encontra. Descartando a explĂcita realidade de que todos somos iguais, os que concentram o poder âesprememâ cruelmente os menos favorecidos, atravĂ©s da exploração exacerbada, ignorando e privando essas minorias das mĂnimas condiçÔes dignas de sobrevivĂȘncia. Fazem isso com o Ășnico intuito de conservarem seu podĂ©rio e massagear seus respectivos egos. AtravĂ©s dessa maquina social injusta, os monstros do poder direcionaram Ă s civilizaçÔes em avanços intelectuais, tecnolĂłgicos e arcaicamente culturais. Entretanto, prevalecendo a exploração e a desigualdade, nossa sociedade continua carente de desenvolvimento moral. O que mudou âde lĂĄ, pra cĂĄâ?
Iremos abordar, a seguir, o histĂłrico dessa exploraçao que Ă© cometida contra as minorias, analisando vagamente os fatos, no que tange o contexto mundial, e, dando destaque, no final, aos fatos ocorridos no Brasil. Comecemos pelo primeiro povo conhecido pela fundação de cidades-estado, construçÔes dos primeiros templos e palĂĄcios explĂȘndidos e, a descoberta da escrita, os sumĂ©rios. A hierarquia social era dividida entre escravos, âcidadĂŁosâ e âmonarcasâ, como existe ainda hoje, mascaradamente, na estrutura de alguns paĂses. Observemos que de 6 mil anos atrĂĄs, atĂ© os tempos atuais, o sistema de exploração continua nĂtido, camuflado em direitos fictĂcios que nĂŁo alcançam, na prĂĄtica, os menos favorecidos. Esse pseudo-desenvolvimento das civilizaçÔes arcaicas, com base na exploração da escravidĂŁo, perpetua nas civilizaçÔes posteriores, como: Egito, GrĂ©cia, Roma etc. Ainda no desenvolvimento do inĂcio de nossa civilização contemporĂąnea, encontramos o uso do trabalho escravo como principal fonte de rendimento das classes que concentram o poder e, de desenvolvimento das duras e bĂĄsicas funçÔes das civilizaçÔes.
Ainda no descobrimento do Brasil, observamos a exploração e dizimação dos Ăndios. Vimos que, do Brasil colĂŽnia aos tempos atuais, ainda que abolida a escravidĂŁo, os menos favorecidos continuam atados e fadados ao trabalho duro e incessante, que mais favorece a concentração de Poder do Estado e a concentração econĂŽmica das classes dominantes, do que aos prĂłprios trabalhadores. Nesse desfecho egoĂsta, de ciclo vicioso, onde o homem explora o outro homem, essa exploração continua explĂcita atĂ© os dias de hoje. NĂŁo seria uma pseudo-escravidĂŁo? TambĂ©m devemos abordar os grupos de minorias que sofrem outros preconceitos, como os covardes crimes cometidos, ainda hoje, contra os indĂgenas e indigentes(moradores de rua), por concepçÔes preconceituosas de cunho cultural e interesses econĂŽmicos possuidos pelas classes dominantes. A classe burguesa, como sempre, massacrando e oprimindo os menos favorecidos por motivos estritamente fĂșteis. Absurdos como estupros cometidos contra jovens moças e mulheres da classe pobre, por burgueses, tambĂ©m sĂŁo um exemplo de violĂȘncia contra as minorias, visto que em vĂĄrios casos os burgueses sofrem penalidades brandas, com vĂĄrias regalias, recebendo rapidamente, de volta, a liberdade para transitar livremente nas ruas e exercer suas egĂłicas concepçÔes de liberdade. Vivemos a cultura do isolamento, onde, de geração em geração, os burgueses continuam em cima, e os pobres submissos, sem chances justas de ascenção econĂŽmica e cultural. TambĂ©m hĂĄ relatos de discriminação contra alunos que ingressaram na faculdade por meio de bolsas destinadas a estudantes de pouca renda, alĂ©m de vĂĄrios outros absurdos. Impera tambĂ©m o preconceito contra os homossexuais, como temos visto, em atos agressivos, fĂsicos e morais, de nĂtida homofobia. NĂŁo devemos deixar de expor, tambĂ©m, a intolerĂąncia religiosa nas quais minorias lutam contra outras minorias, resultando em desastres fĂsicos e morais. Ă importante enfatizar que os prĂłprios indivĂduos que fazem parte das minorias, acabam, por vezes, influenciados por ideologias que os abastecem de preconceitos e atitudes rigorosas contra outros grupos de minorias. EstĂĄ expresso e saliente no contexto atual que, vĂtimas da ignorĂąncia que decorre da falta de oportunidades de progresso educacional, financeiro e cultural, os oprimidos e menos favorecidos tem se confrontado, ao invĂ©s de se unirem. Isso tambĂ©m Ă© incentivado pela maquina parasita em que as classes dominantes transformaram o Estado, onde o sistema continua espremendo todos os recursos fĂsicos e intelectuais das classes inferiores, a fim de preservar de forma egoĂsta o seu podĂ©rio burguĂȘs, econĂŽmico e polĂtico. Por fim, a burguesia estruturou a sociedade de tal forma que, os pobres ficam isolados entre si e sĂŁo ludibriados por pseudo-ideologias(injetadas por burgueses) que os mantĂ©m na escuridĂŁo, lutando entre si, e, indiretamente, favorecendo, engrandecendo e zelando pelo egoĂco podĂ©rio das classes maiores.
Deixe morrer
Morte ao que te segura,
Morte Ă frase bonita na sepultura.
Deixe morrer...
Morte ao falso amor,
Morte para tudo que nos causa dor.
Deixe morrer...
Morte a ele, a ela, a vĂłs.
Morte para todos aqueles que nos deixaram sĂłs.
Deixe morrer...
Para que, finalmente,
vocĂȘ possa
viver.
No afĂŁ de te ter de volta eu suportei....
Suportei te ver com outras pessoas,
Suportei ver vocĂȘ adicionando outros caras da faculdade em suas redes sociais,
Suportei sua falta de importĂąncia para comigo,
Suportei todas as vezes a dor de ir atrĂĄs de vocĂȘ e tu me ignorar,
Suportei uma grande mudança para ser ignorado novamente,
Suportei todas as manhĂŁs a melancolia de acordar pensando em vocĂȘ,
Suportei as esperanças utĂłpicas de que eu poderia ser teu âcrushâ,
Suportei te ver todos os dias, e, mesmo assim, fingir que que te odiava,
Suportei te amar calado pros meus amigos nĂŁo me brigarem,
Suportei 1 dia se transformando uma dor de meses.
Eu suportei tudo issoâŠ.
Queria tanto aprender a odiar-te, seria tĂŁo mais fĂĄcil, seria tĂŁo melhorâŠ.
Ă foda gostar de vocĂȘ, Ă© foda fingir nĂŁo te conhecer, pra vocĂȘ eu sou mais um,
Pra mim vocĂȘ Ă© Ășnica!
Talvez eu nunca mais vou poder pegar por atrĂĄs dos teus cabelos,
Talvez eu nunca mais vou retirar seus Ăłculos para beijar-te melhor
Mas eu sei que se suportei atĂ© aqui, conseguirei suportar, nĂŁo sou orgulhoso, mas nĂŁo posso ser trouxa mais uma vez. JĂĄ feri tanto meu amor prĂłprio indo atrĂĄs de vocĂȘ, e vocĂȘ nunca valorizou isso.
Se suportei tudo acima, eu sei que suportarei todo o resto. NĂŁo, nĂŁo vai ser pra sempre que irei gostar vocĂȘ, mas sei que vocĂȘ serĂĄ a Ășltima que irei gostar desse jeito.
Eu nunca mais quero me doar pra ninguém.
A solidão me tornou um ser um pouco feliz, um pouco melancólico porém revezo entre esses paradoxos.
Eu suportei, Eu suporto, Eu suportarei. Mas enquanto isso nĂŁo passar, te amarei.
A beleza de uma pessoa nĂŁo estĂĄ no que ela Ă© (fisicamente), mas, no que ela representa pra vocĂȘ.
Da Ășltima vez que alguĂ©m falou a mim que me ama mais que tudo, caiu uma prateleira na minha cabeça.
Vivamos o milagre da vida!
podemos escrever nossa histĂłria
e viver cada momento.
Durante nossa existĂȘncia
Fazemos nossas escolhas
e podemos decidir o que seremos.
EntĂŁo que vivamos !
Vivenciando o Amor e a Alegria!
NĂŁo sabemos quanto tempo
a chama, do milagre de nossa vida,
permanecerĂĄ acesa.
EntĂŁo, que saibamos aproveitar
e desfrutar de toda a beleza desse mundo,
vivendo intensamente cada segundo.
Não adianta fingir querer ou não querer, não adianta querer que alguém nos ame. Queira ou não queira!
Procure ser amado! E se nada der certo, apaixone-se!
Futuro Ă© uma coisa difĂcil de se falar, vocĂȘ sempre planeja, ou ao menos sonha com o que quer que aconteçaâŠâum dia essa menina vai ser minhaâ âum dia vou ter istoâ, mas a verdade Ă© que tudo Ă© uma ilusĂŁo, nunca aconteceu cara, eu tentei mil vezes e sĂł percebi que tenho que parar de sonhar.
-Do geral ao pessoal.
Chamam de egoĂstas
aqueles que amam a si mesmos
e choram em silĂȘncio.
Mas do que chamam
aqueles que negligenciam sentimentos
e dilaceram coraçÔes?
Monstros vivem dentro da sua imaginação e geralmente, eles tornam-se reais. Se fortalecem a cada decepção e a cada sentimento negligenciado. Vivem das memĂłrias e insistem em assombrĂĄ-lo a cada choro. Vivem da sua sanidade e das suas escolhas, da sua percepção e das suas palavras, de quem foi e de quem ficou. Escolhem cuidadosamente o momento certo de retornar. Abraçam-lhe com ternura para logo depois, lançå-lo num calabouço de desespero e solidĂŁo. Ouvem cada voz interior sua e ignoram cada possibilidade de lucidez. Ignoram seu cansaço, ignoram seu vazio. Apenas nĂŁo se importam. Despedaçam sua alma como se fossem donos dela. Residem em sentimentos como lealdade e honestidade, em sorrisos que nunca lhe pertenceram e deduçÔes que vagam na eternidade. Insistem em dizer que tudo ficarĂĄ bem uma, duas ou trĂȘs vezes. O tempo Ă© eterno, o passado Ă© irreal. Monstros vivem de⊠ilusĂ”es.
Existem rumores de que um estranho, uma subespécie de monstro habita as condutas de esperança da alma.
Muitos repudiam aqueles que dançam com lĂąminas de barbear ou dormem com granadas de mĂŁo. Embora esses mesmos seres humanos nĂŁo percebem que enquanto dilaceram coraçÔes e manipulam sentimentos, transformam-se no verdadeiro repĂșdio da nossa sociedade.
EvidĂȘncias e traços misteriosos cercam a mente humana. O ser humano Ă© duvidoso e excecional, fugaz e magnĂfico, poĂ©tico Ă sua forma doente de ser. ImperfeiçÔes sĂŁo evidĂȘncias, traços perfeitos daqueles que acreditam em si.
Não existem monumentos em minha homenagem, nem mesmo cançÔes em meu nome, mas reconheço no mais sublime amanhecer que o pesar dos sentimentos e o clarear das emoçÔes não serão em vão, pois eu sei que possuo um sonho.
