Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
O amor nunca sai de cena...
Ă s vezes fica adormecido,
num canto esquecido,
reprimido,
indefinido.
De repente ele volta,
preguiçosamente se espreguiça,
e vocĂȘ o vĂȘ acordar.
Ele se faz lembrar
ao trazer alguém bem definido
pra vocĂȘ de novo amar...
O amor nĂŁo fica simplesmente parado, como uma pedra. Ele precisa ser feito, como um pĂŁo, refeito o tempo todo e reinventado.
CHAMO-ME AMOR...
Quando, nas horas de Ăntimo desgosto, o desalento te invadir a alma e as lĂĄgrimas te aflorarem aos olhos busca-me: eu sou aquele que sabe sufocar-te o pranto e estancar-te as lĂĄgrimas;
Quando te julgares incompreendido e vires em torno a indiferença, acerca-te de mim: eu sou a luz;
Quando se te extinguir o Ăąnimo e te achares na eminĂȘncia de desfalecer, chama-me: eu sou a força;
Quando, inclementes, te açoitarem os vendavais da sorte e jĂĄ nĂŁo souberes onde reclinar a cabeça, corre para junto de mim: eu sou o refĂșgio;
Quando te faltar a calma, nos momentos de maior aflição, e te julgares incapaz de conservar a serenidade de espĂrito, invoca-me: eu sou a paciĂȘncia;
Quando te abateres na dore tiveres a alma ulcerada grita por mim: eu sou o bĂĄlsamo, que te cicatriza as chagas e te minora os padecimentos;
Quando a tristeza e a melancolia te povoarem o coração, clama por mim: eu sou a alegria;
Quando, um a um, te fenecerem os ideais mais belos e te sentires no auge do desespero, apela para mim: eu sou a esperança;
Quando a impiedade se recusar a relevar-te as faltas e experimentares a dureza do coração humano, procura-me: eu sou o perdão;
Quando duvidares de tudo, até de tuas próprias convicçÔes, e o ceticismo te avassalar a alma, recorre a mim: eu sou a crença;
Quando jĂĄ nĂŁo provares uma afeição sincera e te desiludires do sentimento de seu semelhante, aproxima-te de mim: eu sou a renĂșncia;
Quando, enfim, quiseres saber quem sou, pergunta ao riacho que murmura e ao påssaro que canta, à flor que desabrocha e à estrela que cintila, ao moço que espera e ao velho que recorda.
Chamo-me AMOR
o remĂ©dio para todos os males que te atormentam o espĂrito.
Amor, vocĂȘ Ă© tĂŁo importante quanto o ar que eu respiro, quanto a ĂĄgua que eu bebo. Pois se eu ficar sem algum desses trĂȘs, eu nĂŁo sei se sobrevivo.
Se ao sol do Amor abrires a tua alma,
E afastares do egoĂsmo a sombra escura,
Vivendo em alegria, paz e calma,
alcançarås a Suprema Ventura.
AMOR SIMPLES
Venho de um amor simples,
daqueles que nascem na fila do pĂŁo,
onde um sorriso vira destino,
e duas vidas se dĂŁo a mĂŁo.
Meu pai se apaixonou na padaria,
minha mĂŁe guardou o amor no olhar.
E desde entĂŁo, caminham juntos,
sem pensar em se separar.
Hoje, o amor virou pressa,
supérfluo, raso, sem raiz.
As pessoas desaprendem o laço
que um coração fiel sempre diz.
Dizem por aĂ: âquem casou, casouâ,
como se fosse sĂł insistĂȘnciaâŠ
Mas eu aprendi foi resistĂȘncia,
foi amor de verdade, com paciĂȘncia.
Se hĂĄ algo que quero levar comigo,
Ă© o que vi no lar onde cresci:
nunca durmam brigados,
nĂŁo deixem a mĂĄgoa dormir ali.
Quem ama resolve antes do amanhecer,
porque o amanhĂŁ merece paz.
E o que pode ser curado hoje,
nĂŁo se deixa para nunca mais.
- Iani Melo <.>
Certas coisas na vida foram feitas para serem experimentadas â nunca explicadas. O amor Ă© uma destas coisas.
A conquista
Tudo que tenho
Fui conquistando
Através da fé do tempo e do espaço
Com amor e determinação
Com serenidade e uniĂŁo
Nada se conquista sozinho
E nada Ă© por acaso
A conquista sĂł Ă© completa
Se for material e espiritual
Junto com os amigos e a famĂlia
Derramando pelo caminho
A paz e a fraternidade
O respeito e os valores
Obtendo crescimento
A sabedoria
A humildade
E naturalmente
A felicidade.
Melhor uma lĂĄgrima...de um falso amor...que foi embora...do que lĂĄgrimas vividas em cativeiro...por um falso amor...que nunca lhe trouxe o verdadeiro sentido de ser...''o amor''
Larga a mĂŁo de ser bonzinho, meu amigo, ainda nĂŁo aprendeu
Que se dar a mão querem o pé, dar amor querem a fé
Te jogam em campo e exigem que cĂȘ seja o pelĂ©
Pelo amor, com uns amigos sangue-suga até o fim
Vai dizer que nĂŁo Ă© chato quando o seu amor platĂŽnico resolve ficar a fim de vocĂȘ? Pronto. CabĂŽ a graça da brincadeira. Depois que a pessoa passa a te corresponder, seu sentimento por ela acaba praticamente na mesma hora. Fato, nĂ©?
Por isso eu utilizo um sĂĄbia frase, de um soneto. O Soneto da Fidelidade de Vinicius de Moraes, mas altero o finalzinho dela. Que nĂŁo seja imortal, posto que Ă© chama. Mas que seja infinito enquanto PLATĂNICO.
LUZES D`ALMA
(Ademir Ladislau)
Quando o amor nasce da alma;
Trås em seu esboço, um sonho lindo;
Que num foco de luz, vai construindo;
Uma fonte de prazer, que nos acalma!
Acelera o coração e nos embala;
Numa viagem de paz, doce e divina;
Onde o aprendizado, nos ensina;
Que o amor... Ă© a voz que nĂŁo se cala!
E sĂł produz amor, quem sente amor;
Com toda intensidade e fulgor;
Na concepção mais ampla da verdade!
NĂŁo hĂĄ um sentimento mais profundo;
Capaz de encantar e elevar o mundo;
Gerando em cada ser... felicidade!
Eu quero que as brigas virem desculpas, que
a guerra vire paz, que o Ăłdio vire amor, que o
desamor vire carinho, e que a violĂȘncia vire amor a Deus.
Como vocĂȘ nĂŁo sabe quantas estrelas tem no cĂ©u,vocĂȘ tambĂ©m nĂŁo sabe o tamanho do meu amor por vocĂȘ.
