Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Amor Ă© algo imensurĂĄvel.
Ă infinito como o universo.
O calor do sentimento Ă© quente como o sol. VocĂȘ sera mais importante na minha vida do que o sol para o planeta.
NĂŁo ter vocĂȘ Ă© mais frio que a AntĂĄrtida.
VocĂȘ Ă© mais linda que a Aurora Boreal.
Mais bela e cheirosa que as flores da primavera.
Eu viajaria pelo planeta para te encontrar.
Viveria para sempre com vocĂȘ.â
â A pessoa carente quer atenção e carinho, mas isso nĂŁo Ă© amor. Ă verdade que o amor proporciona isso, mas a essĂȘncia Ă© outra. O relacionamento por carĂȘncia Ă© movido por interesses, pela utilidade da outra pessoa naquele momento. Quando ela deixa de ser Ăștil, deixa de ser "amada". O amor ama apensar da inutilidade.
â â Quando cobramos que o outro demonstre amor da mesma forma que a gente, estamos querendo algo que nunca poderemos ter.
â O grande problema da vĂtima, Ă© ansiar pelo cuidado e pelo amor do outro, quando necessita, na verdade, de um cuidado consigo. Permanece nessa inĂ©rcia, esperando ser salva. Em algum momento, a vĂtima precisa entender que sĂł ela pode ser o prĂłprio herĂłi.
â A ti que O AMOR perdesteâŠ
A ti, que O AMOR jĂĄ perdeste;
neste viver pra morrer;
nĂŁo fiques triste, pois, digoâŠ
Porque entender tal consigo!
daĂ devas entender;
que em vez de o perder, venceste.
Venceste em libertação;
de alguém que só te empatava;
esse em ti curto viverâŠ
Por ser melhor tal perder;
que a um viver que tĂŁo te encrava;
por tĂŁo sĂł, ser solidĂŁo.
Acredita PRIMO/A* e IRMĂO/Ă;**
que vivermos a empatar;
quer a nĂłs, quer a outro serâŠ
NĂŁo Ă© viver, Ă© morrer;
por ser viver onde O AMAR;
em AMBOS tais, jĂĄ nĂŁo estĂĄ.
Liberta esse em ti viver;
se nĂŁo consegues AMAR;
ou vĂȘs que nĂŁo Ă©s AMADO/AâŠ
Porque uma vida empatada;
por AMOR, nela nĂŁo estar;
nĂŁo tem viver, mas morrer!
Tu que ainda sofres em nĂłs ;
o sentir do abandonar;
ou o sentir, teres que a talâŠ
Liberta-te desse mal;
pois a ambos anda a matar;
nesse unir de a juntos, sĂłs!
Sim sós, e a desperdiçar;
quem sabe a oportunidade;
de a UM para a vida encontrarâŠ
Por isso acaba o chorar;
e sorri, pois, na verdade;
vais a VIVER começar!!!
Muito triste, fico aquando;
em nós vejo a alguém chorar;
por seu AMOR, lhe ter partidoâŠ
Mas tĂŁo sĂł, por ter morrido!!!
por nĂŁo dar pra reparar;
o que a morte estĂĄ levando.
Mas se ELE era PURO AMOR;
a mĂĄ sacana da morte;
separou-O, mas nĂŁo O matouâŠ
Porque ELE a viver ficou;
no/a vivo/a, que por sem sorte;
viu partir ESSE FAVOR.
Sempre que vejo alguém triste;
por ter tido esse sofrer;
de assim perder O seu AMORâŠ
Relembro O haver do SENHOR;
que em tantos ANDA a VIVER,
pois do VIVER, nĂŁo DESISTE!!!
Obs.Sempre que encontro viĂșvos/viĂșvas tristes, [que por tanto terem AMADO, tĂȘm receio de voltar a casar ou um novo AMOR encontrar, para se houver outro viver apĂłs este, esse seu AMOR nĂŁo perderem] conto-lhes o que certo dia JESUS respondeu a um dos seus apĂłstolos, que por o seu irmĂŁo ter falecido, deveria casar com a esposa do mesmo, [dado era o costume daqueles povos nessa altura] LHE fez a seguinte pergunta:
- âMestre, no Reino do Teu Pai, dado que a esposa era do meu irmĂŁo, quando deste mundo formos, entĂŁo com qual dos dois ela irĂĄ ficar???!â
Ouvindo tal, JESUS, retorquiu:
- âNĂŁo te preocupes com tal, pois no Reino de Meu Pai; nĂŁo hĂĄ solteiros nem casados, mas tĂŁo sĂł: UNIDOS por AMADOS.â
Logo, por tal; com o carinho do AMOR, a todos/as que se AMAM, dedico este poema em forma de redondilha maior.
*primo/a- por parte da de nĂłs mĂŁe natureza.
**IrmĂŁo/ĂŁ- por parte Do de todo o viver Criador
Amor nĂŁo Ă© sĂł amar, amar Ă© aprender a gostar de um certo alguĂ©m, alguĂ©m esse que a ama de verdade e lhe farĂĄ feliz para sempre.â
â Insanidade...
Amar por favor me deixa viver...
MĂĄgoa que defere o amor...
Dei me entrar nos vales escuros do amor...
Centelhas de tais momentos seriam o amor?
Bondade perdida sob controle do espĂrito...
Destino sombrio...
Sorriso lindo que fere a alma.
â tudo que criamos um dia acaba, como o amor, o carinho, mas o que nunca acaba e Ă© uma coisa a levamos para a vida inteira Ă© a tristeza Ă© a solidĂŁo, a depressĂŁo Ă© uma coisa que recentemente todos estĂŁo, como a solidĂŁo e o desprezo, ambos o resultado final Ă© fatal
â AMOR ETERNO
Moça dos olhos bonitos,quantos
anos foram passados para agora,
nos reencontrar-mos e juntos enfim
ficarmos.
Quantas vezes, em vidas tĂș por
mim passastes.
Quantas voltas, o mundo deu.
Em nenhuma ficastes.
Em voltas, volta o mundo.e de novo,
cĂĄ estamos nĂłs, mostrando a todos
que amor quando nasce marcado,pode
o mundo girar,mas nĂŁo consegue apagar
o que Deus jĂĄ havia anotado.
RoldĂŁo Aires
Membro HonorĂĄrio da Academia Cabista
Membro HonorĂĄrio da Academia de Letras do Brasil
Membro dda U.B.EAcadĂȘmico Acilbras - RoldĂŁo Aires
Cadeira 681 -
Patrono- Armando CaaraĂŒra- Presidente
â "Algum dia quando nĂŁo tiver nada, quando o amor se for, quem sabe nesse dia vocĂȘ vai entender tudo isso!
Entender o que vocĂȘ estar perdendo aos poucos.
São migalhas sendo arrancada todos os dias do meu corpo, de pouco a pouco, de grão a grão, essas migalhas estão caindo e caindo, até chegar um dia que não existirå mas nada!
E de repente vocĂȘ se ver com outra pessoa, e vai perceber que aquele que vocĂȘ tirou as migalhas nĂŁo estĂĄ mas lĂĄ, e esse qur vocĂȘ estar Ă© diferente, e vocĂȘ vai sentir falta!
Mas nunca mais me encontrarĂĄ, porque todas as migalhas, cada pedaço refletia algo, um perdĂŁo, uma chance, uma desculpa, um eu te amo... Cada pedacinho tinha seu significado! E vocĂȘ perdeu todos os pedaços!
VocĂȘ se perdeu, e me perdeu, e essas migalhas nĂŁo voltam mais"
â Se vocĂȘ me chamasse e pedisse para voltar,
talvez o amor diria que sim.
Mas a minha mente nĂŁo acredita mais em vocĂȘ,
Mesmo se algum dia vocĂȘ dissesse a verdade,
Porque eu não a reconheço dos seus låbios.
â NĂŁo, nĂŁo vou te pedir um pouco do seu amor,
Principalmente quando sei que o tive por inteiro.
Tive e o perdi.
Me dĂłi pensar que nĂŁo hĂĄ culpa na perda,
Não além da minha doença.
Eu o tive aqui, mas muito de vocĂȘ escapou pelos meus dedos.
Nos momentos mais difĂceis, acreditei que nos fortalecerĂamos,
Mas a verdade Ă© que vocĂȘ cedeu muito,
Deu tudo de si e acabou tirou um pouco de mim.
Entendo que vocĂȘ se resguardou da dor que eu te infligi,
Porém, agora, sóbria,
Sinto falta de tudo o que eu tive, tudo que vocĂȘ me entregou.
Minha mente, agora, em tempo real,
EstĂĄ presa neste sentimento de impotĂȘncia,
Da perda do seu amor.
Eu sĂł queria algo que me tirasse daqui,
Tirasse minha mente de mim,
Porque meus pensamentos sĂŁo inseguros.
Talvez um dia nos reconectaremos
E, juntos, calibraremos aquele amor, sabe?
Aquele em que amĂĄvamos igual.
Sem o meu medo de te amar demais
E o seu medo de me entregar.
â A delicadeza do amor sempre estĂĄ a nos provar que ele Ă© o nosso maior diamante e para tanto temos que lapidar a todo momento!
â ACHACADO DE AMOR
Quisera eu, possuir uma poesia com encanto
Pra carrear minha poética pra onde tu estejas
Adornado de carinho e de surpresas no canto
SĂł pra celebrar o quĂŁo o meu amor te desejas
à poética cheia de sentimento, sede de estar
Portanto saiba, que me tomou por completo
O coração. Eu só tenho vontade de te beijar
E na ternura, querer-te ao lado do meu afeto
Na prosa nĂŁo mais sei ser um bardo sedutor
Pois, cada verso nos versos sĂł quer lhe falar
Do que sente por nĂŁo te ter ao lado no amor
Bem sabes, cada penitĂȘncia, aflita remissĂŁo
O querer que brada, e sobrevive a te esperar
TĂŁo achacado de amor, e de saudosa paixĂŁo...
© Luciano Spagnol â poeta do cerrado
28/09/2021, 15â53â â Araguari, MG
