Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â Preencha o seu coração diariamente com alegria e com amor. Pois, caso nĂŁo faça isso, a vida torna-se insuportĂĄvel.
â Salmo 33
(Giovane Silva Santos)
1.Oh pai de amor, justiça, misericórdia.
Vidas e vidas que sĂŁo restauradas.
O pĂŁo que abastece o ĂłrfĂŁo.
O socorro para a viĂșva.
2.Anos se passam.
O homem continua eternizando uma dura natureza.
Que se inclina ao pecado.
Que machuca os semelhantes.
Que se rebelo contra os preceitos celestiais.
Também a própria natureza nos fazem fracos.
Os lares em desordem.
Muitos desastres nas famĂlias.
3.Porém teu poder majestoso.
Que faz o homem capaz de concretar sobre as ĂĄguas.
Que faz o homem desafiar o ar.
Capaz de colocar o homem adentrar a intimidade do sopro de vida.
Tanto, tanto Ă© teu adorno sobre o homem que este o faz cego.
Muitas vezes a ciĂȘncia ignora tua palavra.
O alcance tecnolĂłgico trilha o homem ao poder.
IncalculĂĄvel Ă© tuas bĂȘnçãos.
Mas grande também é a arrogùncia de nossa natureza.
4.Sei que os sonhos e devaneios desequilibram o homem.
Mas também sei que apesar do tudo, muito mais ainda pode fazer.
Meus Deus, sabendo eu que és verdadeiramente o infinito.
NĂŁo estĂĄ ao alcance de nosso conhecimento teu poder.
Humildemente pleiteio ter a tua migalha que me fartarĂĄ.
Olhe para este que clama e reconhece tua grandeza.
Incapaz eu sou, sozinho eu sou barco Ă deriva.
5.Tu senhor, frustra os planos inimigos.
Prospera no deserto.
Apresenta saĂda quando tudo parece perdido.
Liberta o oprimido do cativeiro.
EntĂŁo senhor, aos meus 42 anos de dor.
Ă que anseio, chamo.
Suplico teu EspĂrito.
Que ouço falar desse gozo e vida.
Que marcha para o altar com ousadia.
EspĂrito de coragem.
Oh senhor, serĂĄ que nĂŁo sei eu pedir.
Seria eu incapaz de alcançar.
SerĂĄ o pai, oh altĂssimo, ao nome de Jesus, santo, santo.
â "Tudo o que eu divido com o outro, eu multiplico para mim. Quanto mais amor eu distribuo, mais amor eu recebo!"
â Dois versos.
Um segundo ao teu lado, um sorriso dado.
Infinitas possibilidades, somente o amor de verdade.
â Seja o amor da sua vida.
Quando um potencial egoĂsta se aproximar,
vocĂȘ poderĂĄ se enganar,
até pagar um alto preço
por nĂŁo saber.
Mas se perceber,
cortarĂĄ a influĂȘncia
esfriando suas emoçÔes
e cessando sua intensidade.
Sua sensibilidade merece alguém
com intenção de regå-la
até o florescer.
â AMOR DO MEU AMOR!
Vilma Oliveira
Eu hei de suspirar os teus desejos
Em cĂąntaros perfumosos nos rosais
Eu hei de aventurar milhÔes de beijos
Em sopros de favĂŽnios nos pombais!
Eu hei de amainar os teus anseios
Em luas prateadas frente ao mar
Eu hei de evocar prantos alheios
Em campos de alvos véus a florear!
Fizemos do amor ondas de espuma,
A flutuar em nĂłs uma apĂłs uma...
A ilusĂŁo dispersa dos outeiros;
Ah! Se eu tivesse asas a ruflar os céus...
Um pĂĄssaro a sonhar os sonhos meus,
e beijar todas as flores do canteiro!
â AMOR, NOVO AMOR!
Vilma Oliveira
De onde vem esse amor que me abraça?
Aos poucos me envolvendo serenamente
Como um manto celestial és Dom divino
Que me acolhe em teus braços angelicais
Que me embala num cĂąntico harmonioso
Que me convida a sorrir, sonhar, viver!
De onde vem esse amor que me tonteia?
Que me desperta apĂłs a longa tempestade
Que me conforta o coração na ansiedade
Que me alimenta de esperança eternizada
Que me suporta nas horas vĂŁs de revelia
Que me ouve os lamentos, todos os ais!
De onde vem esse amor que me surpreende?
Que alivia a minha dor e se apieda...
Que massageia o meu ego em pleno dia
Que satisfaz a natureza dos meus afagos
Que entorpece em beijos a minha Alma
Que acalma com carĂcias meu corpo inteiro!
De onde vem esse amor brando e ordeiro?
Se nĂŁo te vejo, sinto de mim se aproximando...
Lentamente como quem vai invadindo...
Ao mesmo tempo o coração, o corpo, a alma,
E se agiganta em torno das minhas ilusÔes
Criando forma universal no espaço de mim
Vem em silĂȘncio como a brisa mansamente
Ă tua, minha coroa de flores em botĂŁo!
â RĂPLICA DO POEMA: AMOR, NOVO AMOR!
Sim, esse amor que te procura que te abraça?
Aos poucos vai te seduzindo mansamente,
NĂŁo Ă© um manto celestial, Ă© bem terreno,
Que quer te ver toda enlaçada nos meus braços
Que te balança em melodia das esferas,
Que te convida a viajar pelas estrelas!
De onde é que vem esse outro alguém que te entontece?
Que te desperta de um torpor, de uma aflição,
Que te oferece olhos e mĂŁos a cada dia,
Que dessedenta essa tua sede quase eterna,
Que bem te âescutaâ nas tuas horas de tristeza,
Que fica atento ao que reclamas, noite e dia!
De onde Ă© que vem esse parceiro que te espanta?
Que traz conforto, lenitivo quando sofres...
Que satisfaz o necessĂĄrio ao dar afago,
Que te atordoa toda a alma em beijos longe,
Que te dĂĄ calma ao corpo inteiro com carĂcias!
De onde Ă© que vem, feitio de gente, mas Ă© anjo?
Se nĂŁo me vĂȘs, sentes, contudo, uma presença...
Lenta, silente, pouco a pouco te invadindo...
A um só tempo, o coração, o corpo, tudo,
E ganha forma, cresce em torno de ilusÔes
Criando espaço em teu espaço, todo em ti,
Vem calmamente, leve pluma como a brisa,
Pra te tomar, depois, inteira, para mim!
Não vem de longe, de tão longe, de além-mar!
Sem pedigree, é teu vizinho, pé-no-chão.
Ă caipira, nordestino, Ă© sofredor.
Ă brasileiro, fala a lĂngua que aprendeste,
Mal veio ao mundo, em tudo somos muito afins.
E sendo assim, meio poeta se diz ser,
Tem romantismo, tem carinho para dar,
NĂŁo vende, oferta, do que tem dĂĄ para mim.
â "O amor Ă© um paradoxo!
à o mais perverso dos sentimentos, mas também é nobre demais para ser mendigado."
Se o amor for o teu lema, jamais te faltarå a força e a inspiração para encarar qualquer problema.
â Ă Rodrigo Donato
Recordação de cada dia
Onde vocĂȘ estava Presente
Dedicando carinho e amor
Riamos muito sempre felizes
Imaginando um futuro tranquilo
Gastando em quanto se podia
Onde Deus sempre nos mantia.
Durante toda sua vida
O tempo era pouco para viver
NĂŁo havia nenhuma tristeza
Amava a vida, a musica e a beleza.
Todos os dias bem vividos
Onde para sua MĂŁe era delicadeza.
A. R. Bezerra 25/05/20
Ter absoluta certeza do amor por alguĂ©m... Ă tĂŁo libertadorâ .. VocĂȘ nĂŁo se faz questionamentos.. SĂł faz afirmaçÔes.. DĂșvidas geram incertezas.. ansiedade... Mas o amor te gera esperança de que tudo dĂȘ certo...
â Renovo
O amor Ă© leve,
Sentimento lindo e puro,
LĂmpido feito neve,
Deve ser confiĂĄvel e maduro.
A sensação de ter,
à ofuscada pela dor da intuição,
O medo de se perder,
Anda junto à decepção.
A dor,o Ăłdio e o medo,
O fogo, a ĂĄgua e o calor,
Escondem a força de um segredo,
O qual,se chama amor.
Ninguém vence sozinho,
Nem tampouco, ama sem carinho,
O alimento quente, no ninho,
Sempre darå força à um passarinho.
Livre para voar,
Mente aberta Ă sonhar,
Estrada deserta Ă caminhar,
Para no futuro encontrar.
Encontrar a solução,
Tapar esse enorme buraco,
EntĂŁo, levantar Ă s minhas mĂŁos,
E agradecer,por nĂŁo ser mais fraco.
Lourival Alves
Doce Veneno
â O amor Ă© como um veneno doce.
Pode até ser agradåvel ao paladar, mas no final te mata.
E comigo foi assim inĂșmeras vezes.
Dizem que o amor Ă© uma droga, eu provei dele, me permiti viciar.
Ă como um alucinĂłgeno, vocĂȘ vĂȘ e ouve coisas que nĂŁo existem.
Prefiro chamar de ilusĂŁo, a ilusĂŁo Ă© como um Ăłculos de realidade virtual.
Por mais real que possa parecer diante de seus olhos, nĂŁo existe.
à algo que criamos na nossa cabeça, um alguém completamente oposto daquilo que estå diante da nossa realidade.
O amor é como uma canção melancólica, mas com uma bela melodia.
A melodia faz bem aos ouvidos, mas a canção é triste, fala sobre dor, amargura e decepçÔes.
DecepçÔes essas que somos vĂtimas diariamente.
A decepção Ă© como um dia de inverno, vocĂȘ se cobre com roupas quentes, mas o frio continua presente ao seu redor.
Digamos que a decepção é o frio, e roupas quentes são a ilusão.
VocĂȘ pode se vestir de ilusĂŁo, mas isso nĂŁo anula o fato de que a decepção esteja ali, ao seu redor. E quando vocĂȘ for tirar as roupas quentes (ilusĂŁo), vocĂȘ vai sentir a decepção.
Voltando ao fato de que o amor Ă© como um veneno doce.
Eu me permiti beber, me permiti embriagar.
Por fim, esperei a morte, e inĂșmeras vezes ela nĂŁo me ocorreu.
Pois em um momento, eu senti que jĂĄ estava morta.
NĂŁo haviam qualquer sinal de vida.
O amor Ă© como um veneno doce, que te leva a morte do seu eu, antes mesmo de vocĂȘ provar dele.
Pois vocĂȘ se mata, para criar alguĂ©m capaz de aceitar a ilusĂŁo, a decepção e atĂ© mesmo a morte, por algo que diz ser amor...
â Com o tempo eu descobri que amor nĂŁo gera amor
Atenção e carinho não gera reciprocidade
Sinceridade e carisma nĂŁo sĂŁo tĂŁo valorizados
E que de fato, a um erro em tudo que tento fazer pra dar certo nessa vida, o problema Ă© que ainda nĂŁo encontrei esse erro...
