Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Eu olho pra vocĂȘ e me vejo pulando pra onde for
De amor
Saltando leve contra o ventilador
Quer saber? Tira vantagem de mim
Eu olho pra vocĂȘ e me vejo dançando onde for
FaĂscas do camarim
Levitando em qualquer corredor
O verde dos seus olhos e os dois lados do abraço
Esse amor machuca tal como espinho de cacto
NaÌo posso viver sem, mesmo que eu queira naÌo te largo
Te amo cacto, temos um pacto
NaÌo tem contrato, amor de cacto
Ela mistura a fantasia com a vida, dia a dia
Vai embora sem nem me avisar
Mas sinto que com ela longe
Tudo fica complicado, ela sim me faz voar
â NĂŁo hĂĄ de haver autoridade maior na terra e nem no cĂ©u do que o amor, pois quem ama recebe a maior de todas as autoridades, o privilĂ©gio de ser amado por Deus. â
O amor Ă© a base. Um pensamento positivo coloca um tijolo no lugar certo, um abraço acolhedor ergue uma coluna, um elogio espontĂąneo faz o reboco. Assim, as boas atitudes constroem lares com estrutura indestrutĂvel.
đ„"Se todas as pessoas tivessem amor pelo prĂłximo,
a semelhança de flores perfumadas e belas, exuberantes
que exalam sua essĂȘncia em todos os campos e jardins".đżđ„đżđ„
Ă impressionante quando percebemos, tratamos e enfrentamos com amor nossas fraquezas nos tornamos mais bonitos. Ricos de humanidade.
O começo, meio e fim disso tem um nome, contexto e liberdade:
"a nunca desistĂȘncia de si prĂłprio."
DiĂĄrio de uma terapia.
#MariaZenithAndradeBrandĂŁo
E agora estou aqui, na madrugada, escutando hiosaki, hoje vai ser sĂł um desabafo...
Meu amor me magoou, eu amo tanto aquela morena.
Apareceu uma viagem para ela ir sem me, e ela ficou feliz para ir, disse que tava com vontade. Ela ia mais o avĂŽ, mais ela tava tĂŁo empolgada, com tanta vontade, que eu simplesmente tentei fingir ao mĂĄximo que estava feliz por ela viajar. Eu fiquei, afinal o vĂŽ nĂŁo vai viajar sozinho. Mais o triste Ă© saber que ela aceitou a viagem, sabendo que eu passaria o natal sozinhoâčïž eu nĂŁo podia ir pq trabalho.
Eu jĂĄ tinha contado para ela que o dia de natal jĂĄ foi importante para me, mais que se tornou triste, pq desde a separação dos meus pais, eu comecei a passar o natal sozinho, abandonado, e ano passado eu passei com ela, foi diferente, achava que esse ano nĂŁo passaria sozinho. Mais jĂĄ tĂŽ vendo que vai ser mais um dia, que nĂŁo vai ter o noite feliz đ¶
E ainda pediu para me evitar sair de casa, para ela nĂŁo ficar com ciĂșmes, e vou evitar, mais que me senti um cachorrinho, quando o dono vai viajar, e deixa amarradinho, sofrendo com saudade.
Fiquei triste, pq ela sabia que a viagem seria longa, ela sabia que eu sentiria ciĂșmes.
E eu lembro que teve uma viagem, que eu fui, uma viagem perto, que ela nĂŁo quis ir.
E eu foi para fazer companhia a pé.
E ela achou chato, pq podia ser que nĂŁo desse para me chegar no mesmo dia, e tbm pq ela ia passar o domingo sozinha.
E lembro que fui e logo sem quase falar com meu pai, vim embora correndo para dar tempo de chegar, sĂł para nĂŁo ficar longe dela por muito tempo , sĂł para cuidar dela, sĂł para ela nĂŁo ficar sozinha.
EntĂŁo Ă© isso, sĂł fiquei magoado.
Mais tĂŽ feliz, pq tenho a garota mais linda a amo, queria sĂł estĂĄ com ela, e que bom que ela foi, afinal, nĂŁo queria ver o vĂŽ dela sozinho. Eu nĂŁo liguei tanto pq ela viajou, sĂł fiquei magoado em uma parte, mais que a viagem seja Ăłtima, e que ela volte para me soltar.
Eu amo ela e amarei para todo sempreâ€ïž
Eu sigo com meus sonhos e meu violĂŁo
Foste embora da minha vida
Jurando amor sincero e infinito
Inebriaste-me em seu perfume paradisĂaco
Com poéticas declaraçÔes de amor
Mas eu sobrevivi naquele jardim, agora sem flor
Desejava conhecer o mundo dos desenganos
E feito cigano partiste sem nenhum apego
Ao encontro do vazio das reticĂȘncias
Peito aberto de encontro ao vento tempestuoso
Se aventurando na sorte da imaturidade
Seus negros olhos perderam-se na cor da noite
E nessa obscura fusão deixaste sangrando meu coração
Levaste na bagagem apenas a coragem, nada mais
Queria para si o indecifrĂĄvel talvez um pingo no i
Quando a noite desce sobre o sol ouço soluços algures
Hoje absorta em tantas reminiscĂȘncias
Invade meu sonho repousante para falar de amor
Enquanto o dia me deixa em estado de vigĂlia
Velando contra os pensamentos de outrora
Que faz de mim refém de uma inacabada história
Deixa pois, esta sĂŽfrega alma voar pelo azul
E retecer uma nova histĂłria de amor
Cujo personagem central nĂŁo tem medo de ser feliz
E pintar o recomeço com todos os tons e oferece nova cor
Enfim, sobreviver longe dos riscos, desafios e desamor
Se ainda continuo viva é pela arte da reinvenção
De alimentar o sonho de ser estrela em outra constelação
E deixar nascer à flor no terreno ainda årido desse coração
NĂŁo volte, por favor, um dia saĂste livre seguindo seus passos
Por Zeus deixe-me em paz repousar no meu regaço
NĂŁo perturbe o silĂȘncio das minhas madrugadas
Reinvente seu mundo e seja muito feliz
Eu sigo com meus sonhos e meu violĂŁo
Feliz na estrada compondo belas cançÔes
E na linha do horizonte darei novo alento ao meu coração
Do livro: A Ăltima Valsa
COMBINADO
Adormeceu o meu amor, e sonhou como eu sonhei.
Sonhamos a mesma coisa, Ă© que os pensamentos
se comunicam por ondas, evidente o teu e o meu
combinaram coisas, que nem imaginamos.
Mas convenhamos, foram coisas bem pensadas,
depois de realizadas que maravilha de sonho,
com a mulher amada.
Pedaço maior da minha alegria, quem me dera ter-te
noite e dia, para que os dias fossem sempre leves, alegres
e calmos, e a vontade enorme de viver, a toda hora
imperasse, e que isto nunca cessasse.
RoldĂŁo Aires
Membro HonorĂĄrio da Academia Cabista R/J
Membro HonorĂĄrio da Academia de letras do Brasil
Membro da U.B.E
Se Ă© pra morrer quero morrer de amor.
Se Ă© pra morrer, vou morrer de tanto beber!
Quero morrer de cansaço, e viver até cansar.
Se Ă© medo da morte o problema, vou viver atĂ© a Ășltima gota sangue, pra que a morte sĂł leve o que a vida nĂŁo consumiu.
Vou morrer de saudades, morrer de felicidade e por mais que a morte um dia chegue, quero inspirar até nas memórias póstumas a arte de viver sem medo.
Se pra morrer basta estar vivo, vou viver até morrer! E que morra os problemas, morra o vitimismo, morra a falta de fé. E eu viva.
O amor sem atitudes e sĂł com palavras bonitas nĂŁo vale nada, nĂŁo cresce nem se fortifica e nĂŁo dĂĄ frutos!
Ah!
O amor,
O amor estĂĄ acima de tudo,
nada supera sua grandeza
e o seu poder.
Ah!
O amor,
O amor Ă© o que faz
a gente viver.
O amor?! Ă um sentimento fantĂĄstico mas ao mesmo tempo perigoso, Ă© como um vĂrus, Ă© dificil curar depois de sofrer por causa dele, Ă© fantĂĄstico porque sentimos que somos as melhores pessoas, mas serĂĄ que podemos confiar na palavra "amor" ? Ă uma pergunta que hoje em dia ainda nĂŁo tem resposta.
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