Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

Deus da floresta, me deixe voltar para ele. É minha Ășnica vontade. Meu Ășnico desejo.

-Que tal um beijo, Saumensch?
Ficou parado mais alguns instantes, com ågua pela cintura, antes de sair do rio e lhe entregar o livro. Tinha as calças grudadas no corpo e não parou de andar. Na verdade, acho que ele sentiu medo. Rudy Steiner ficou com medo do beijo da menina que roubava livros. Devia ter ansiado muito por ele. Devia amå-la com uma intensidade incrível. Tanto que nunca mais tornaria a lhe pedir seus låbios, e iria para sua sepultura sem eles.

Real maravilhoso!

Nossa vida flutuando em dois espaços,
um real – outro fantástico imaginário,
e nesse encontro do real maravilhoso
ficamos presos, partidos aos pedaços
estando em um, desejando o outro.
Vivemos entĂŁo o momento majestoso,
onde tudo Ă© possĂ­vel na fantasia criada,
e no equilĂ­brio dessa realidade virtual,
encontramos a felicidade imaginada
para amenizar a solidĂŁo do ser
esmagado na realidade do viver
buscando no fantĂĄstico irreal
as ilusÔes passadas e perdidas.

Todo o meu corpo entra em colapso quando te beijo. Minha alma carente renasce quando te abraço, e por entre seus afagos me sinto protegido, e te protejo com os meus. Pois seu sorriso me alegra, a sua voz me encanta, o seu cheiro me embriaga e a sua vida é a minha vida.

O difĂ­cil Ă© te esquecer sendo que os melhores momentos foram com vocĂȘ.

Quando alguĂ©m lhe disser "VocĂȘ Ă© importante pra mim", seja importante pra ela, um voto de confiança foi depositado em vocĂȘ. NĂŁo espere bons ou maus retornos, fazendo sempre o seu melhor, o futuro lhe trarĂĄ coisas grandiosas, quem nem mesmo a nossa mente humana Ă© capaz de compreender.

Parabéns, feliz aniversårio.
Desejo tudo de bom nessa vida, mas tambĂ©m te desejo forças para enfrentar os desafios de viver. Que vocĂȘ consiga plenitude em suas necessidades e vitĂłrias no seu plano superior.
Que tua virtude seja estimulada e continuada com açÔes de bondade. Que seu coração generoso bata por muitos e muitos anos, confirmando o que muitos jå sabem: que és uma pessoa de grande valor e, como tal, merece e deve ser muito feliz.

Uma mulher poderosa nĂŁo Ă© aquela que usa salto alto e batom vermelho. E sim aquela que se ajoelha diante de Deus, que tem amor, gratidĂŁo, usa da verdade. Quem abre as portas nĂŁo Ă© a vaidade e a beleza, mas sim Deus. Beleza acaba, mas Deus Ă© eterno!

Por que as tempestades significam coisas ruins, vocĂȘ jĂĄ viu como sĂŁo lindas as ondas quando furiosas?

Eu amei vocĂȘ primeiro, por que nĂŁo consegue ver?

Vida virtual

Quantas palavras vazias sĂŁo ditas
nesta ciranda de uma vida inĂștil
que, na verdade, nĂŁo dizem nada,
pois sĂŁo apenas frases mal ditas
de uma pessoa simplesmente fĂștil,
que melhor seria permanecer calada.

Na correria de uma existĂȘncia virtual
amor e amizade sĂŁo momentos iguais
Ă  previsĂŁo do tempo, falar o trivial
de coisas constantes e sabidamente banais.

A vulgarização de um forte sentimento
tornou-se desse modo tĂŁo corriqueira
que, talvez, em um pouquissimo tempo
seja apenas uma sensação passageira.

Errante

Sou como a ave
errante

sem ninho,
sem morada.
Meu caminho
liga ao nada,
e do distante
venho e vou,
pois sei que sou
errante

nada tenho,
nada guardo,
nem espero.
Venho e vou

distante.
Hoje, eu chego,
como cheguei um dia,
igual,
como partirei,
sem mais nada
que a dor gritante
de ir e vir,
errante.

Às vezes, Ă© bom sair de cena. Sentar na plateia. Ser o espectador de todos os que nos rodeiam. Foi o que eu fiz. Observei, com cuidado, os que mereciam minha empatia. Os que mereciam minha amizade. Meu respeito. Meu escĂąndalo, quando necessĂĄrio. E, com ainda mais cautela, observei os que sĂł mereciam o meu silĂȘncio.
E foram muitos.
NĂŁo Ă© o desprezo,
nem o mau desejo.
Muito menos vingança.
Mas o silĂȘncio.
Apenas.

Se vocĂȘ ama duas pessoas ao mesmo tempo, escolha a segunda. Porque se vocĂȘ realmente amou a primeira, vocĂȘ nĂŁo amaria outra. Sempre achamos horrĂ­vel quando o namoro termina ou quando nosso amor nĂŁo Ă© correspondido, mas esquecemos que Ă© por isso que aprendemos. HĂĄ quatro perguntas de valor na vida
 O que Ă© sagrado? De que Ă© feito o espĂ­rito? O que Ă© importante na vida, e por que vale a pena morrer? A resposta para cada uma Ă© a mesma: Apenas amor.

Ela: TĂĄ triste por quĂȘ?
Ele: TĂŽ quase desistindo de algumas coisas...
Ela: Posso te dar um conselho?
Ele: Claro...
Ela: Nunca desistas de nada que te faça feliz...
Ele: É por isso que eu ainda nĂŁo desisti de vocĂȘ...

Imagino cada coisa
enquanto te escrevo,
que nem te conto...
e nem te conto,
cada coisa que
nem te escrevo,
enquanto te imagino.

Quando eu aprendi a viver - ou nĂŁo
“Na verdade, eu não sei quem eu sou"e blá blá blá

Sim, uma frase clichĂȘ, que ninguĂ©m consegue responder com tanta certeza.
Ou vocĂȘ consegue?

Quem Ă© vocĂȘ? Fico me perguntando isso hĂĄ 21 anos e alguns meses e nunca tive a real certeza de quem eu sou, do que eu quero, do que vivo, qual a minha meta, qual meu desafio, o que eu quero, onde quero chegar, entre tantas perguntas... Acabo respondendo a mais fĂĄcil: apenas vou vivendo.

Confesso, jĂĄ culpei vĂĄrias pessoas inocentes apenas pela minha indecisĂŁo de saber quem eu realmente era, jĂĄ briguei com pessoas que eu amo pela desconfiança em seu sentimento por nĂŁo ser igual, ou melhor, que o meu, jĂĄ fiquei perdido em uma tarde de domingo no silĂȘncio apenas para tentar meditar sobre esta questĂŁo. Afinal, quem eu sou?

É mais fĂĄcil ficar com o Ăłbvio e responder apenas as coisas que eu acho ser, digo, apenas minhas qualidades. Às vezes eu sei, Ă s vezes nem sempre. Hoje Ă© um dia que nĂŁo sei quais sĂŁo minhas qualidades, mas tambĂ©m nĂŁo sei meus defeitos. É um turbilhĂŁo de sensaçÔes dentro de mim, vĂĄrios pontos a se colocar na balança sĂŁo como se eu vivesse de acordo com a vida dos outros, dos conselhos das pessoas, das dicas e opiniĂŁo, como se eu nĂŁo tivesse a minha prĂłpria opiniĂŁo para mim mesmo, mesmo sabendo de tudo. É como se estivesse brincando de esconde-esconde, mas nĂŁo conseguindo me encontrar. Nestes estados de crise tudo estava imperfeito, por mais que todos Ă  minha volta tentava fazer perfeito. Me pergunto, como uma pessoa pode se perder de vocĂȘ mesmo? Quais sĂŁo os verdadeiros sintomas para esta angĂșstia ou insegurança que me prende?

As perguntas ficam me atormentando hĂĄ tempos. Em uma determinada noite consegui as respostas que o mundo me perguntava, descobri que ser sincero para mim mesmo Ă© a melhor forma de sinceridade que eu poderia ter, descobri que nĂŁo adianta quanta beleza uma flor tem se ela nĂŁo consegue amadurecer a raiz, que nĂŁo adianta a liberdade de um pĂĄssaro se ele nĂŁo possa voar, que nĂŁo se brinca com sentimentos alheios e, principalmente, com o meu prĂłprio.

Naquela noite descobri tantas, mas tantas coisas, que acordei em uma terça-feira diferente, determinado a encontrar minha raiz e resumi minha vida em uma flor. Ela é bela, tem suas estaçÔes: às vezes caem pétalas, às vezes nascem pétalas, às vezes fica seca e se não tiver uma raiz fixa e eståvel pode chegar à morte. Preciso encontrar minhas raízes antes de querer ver o mundo florido, preciso me amadurecer se quero ser reconhecido.

Fazer minha vida rimar com tantos versos soltos pelo mundo, aprender em quem se deve confiar e por que motivo confiar nĂŁo Ă© que eu esteja desconfiado com o mundo. Mas apenas quero para o meu jardim, o verdadeiro, o enraizado, o florido e o sincero. Neste meio-tempo vivi muito sem me ‘amar’ e dar-me o valor que eu sei que eu mereço, mas estou de boa, as coisas Ă s vezes nĂŁo dĂŁo certo e pronto, sem motivo nem maiores consequĂȘncias, pois nĂŁo adianta gastar todo o dinheiro que se tem e dizer que ganha pouco e assim quero viver: economizando saliva para um amanhĂŁ enraizado ou nĂŁo.

A colheita

Um relĂąmpago
Azul de ilusĂŁo
Riscou, no negro
De um cĂ©u de dĂșvidas,
O branco de seu nome

Afago
De nuvens,
CarĂ­cias,
Derramadas
Em grandes gotas,
Que cresceram
E inundaram a vida.
Onda de ternura
TĂŁo pura
TĂŁo querida!
Mas, quando o sol
Brilhou no horizonte
As ĂĄguas
Tinham lavado a terra,
E nĂŁo mais vinham
Do alto rolando,
Os risos das mĂŁos
Que plantaram as sementes
Das juras
Do amor eterno.
E a terra lavada
Secou ao sol,
Partiu-se,
Pedaço por pedaço,
Desfazendo-se
A ilusĂŁo engano,
Passo a passo
No caminho
De um outro ano.

A verdade machuca na hora,
a mentira apenas adia a dor
com a verdade permanece a CONFIANÇA
com a mentira se termina um grande amor.

TREVAS

Como Ă© triste a noite sem luar,
tudo imerso nas trevas, sem cor
e como é triste também ficar
na vida desiludido do amor

Procurando sempre sem achar
alguém, um só carinho que for.
Sentir na vida um vazio, amar
e sĂł, da solidĂŁo sentir horror.

Ainda sigo procurando a minha lua
que posso achar aqui ou talvez na rua,
ou nunca achar e continuar no escuro.

Porque faz tanto tempo que procuro
e nessa busca infeliz eu nĂŁo me curo
nem consigo esquecer aquela imagem tua