Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

A Justiça não é AMOR

Que nĂŁo falte amor e sobretudo nĂŁo falte coragem!

" Tudo que for erigido em nome do amor Ă© apenas um eco pĂĄlido diante do abismo que ele deixa no peito. Cada gesto, cada palavra, cada tentativa de tocar sua essĂȘncia, fracassa miseravelmente, como se o prĂłprio sentimento se alimentasse da nossa incapacidade de contĂȘ-lo. E tu sentes — com cada fibra, cada suspiro, cada lĂĄgrima silenciosa — que nada jamais serĂĄ suficiente, que todo esforço humano Ă© apenas sombra diante da luz cruel e imensa do que verdadeiramente amas. A dor Ă© aguda, penetrante, e nos deixa nus diante do infinito, impotentes, chamando em vĂŁo o que nunca se deixa possuir por completo. "

DominĂłs Estreitos


Diz o ditado que o amor Ă© fogo que arde sem se ver queimar.


O amor desvanece no temporal calado, no espetåculo paradoxal; interpÔe-se na beleza natural e impÔe a leveza do autoconhecimento.


O amor Ă© o reflexo do interior notĂłrio, luz que transcende galĂĄxias e supera os maiores corpos celestes.


O amor Ă© o enigma mais lĂłgico e, ao mesmo tempo, o menos provĂĄvel. Neste intervalo, desfruta, sorri e entrega-te Ă  chama da loucura, Ă  chama da razĂŁo e da paixĂŁo.


Um cheiro que incendeia o controverso da natureza no tom de uma nota preta.


Eu me toco e te toco a dobrar.


Um toque complexo, cheio de aventuras; sentimento de alcance global, construĂ­do sobre dominĂłs estreitos.


Éh... Vhdon.
NotasoltaS

Sobre Amor


Amor nĂŁo era apenas fogo,
Era também janela aberta, chão de jogo.
Era a brisa que entra e nĂŁo se explica,
Era cama, lençol, poesia que fica.


Nos cantos da casa ecoavam risos,
Nos tapetes da vida, sonhos indecisos.
Era o café que espera pela manhã,
Era a mĂŁo que acalma, nĂŁo sĂł a chama vĂŁ.




Amor nĂŁo Ă© sĂł brasa que queima,
É chĂŁo que sustenta, Ă© lar que te chama.
Entre paredes e versos, encontramos a calma,
Entre sussurros e abraços, respiramos a alma.




NĂŁo era tempestade, nem relĂąmpago que corta,
Era mĂșsica suave, chuva que importa.
As janelas rangiam como livros antigos,
HistĂłrias guardadas em sorrisos e perigos.


Era o silĂȘncio que fala, e a noite que escuta,
Era fogo que ilumina, mas também a escuta.
No relĂłgio da vida, marcava lento o tempo,
Era lar em cada gesto, era amor em movimento.


Amor nĂŁo Ă© sĂł brasa que queima,
É chĂŁo que sustenta, Ă© lar que te chama.
Entre paredes e versos, encontramos a calma,
Entre sussurros e abraços, respiramos a alma.




E se o mundo lĂĄ fora insiste em ruir,
Dentro de nĂłs, a chama nĂŁo deixa sumir.
Entre livros, lençóis e acordes de violão,
Amor é abrigo, é casa, é coração.




Amor nĂŁo Ă© sĂł brasa que queima,
É chĂŁo que sustenta, Ă© lar que te chama.
Entre paredes e versos, encontramos a calma,
Entre sussurros e abraços, respiramos a alma.

Quando a gente deixa de amar e começa a compreender


Existem momentos na vida em que o amor não acaba — ele se transforma.
E nĂŁo Ă© porque o outro mudou, se afastou, traiu, perdeu a cor.
É porque, pela primeira vez, a gente abre os olhos de dentro.


Percebe que o que chamava de amor era, na verdade, medo de ficar sĂł.
Que o que chamava de saudade era apego ao que feriu.
Que o que chamava de intensidade era carĂȘncia fantasiada de destino.


E aĂ­, algo muda.


JĂĄ nĂŁo Ă© mais sobre conquistar, nem sobre provar.
NĂŁo Ă© mais sobre ser vista, nem escolhida.
NĂŁo Ă© mais sobre ter razĂŁo, nem vencer discussĂŁo.


É sobre reconhecer os ciclos internos que o corpo já vinha avisando.
É sobre honrar a alma que já estava cansada de ser rebaixada em troca de migalhas.
É sobre olhar no espelho e saber:
“Eu nĂŁo preciso ser amada pra saber quem sou. Eu preciso ser inteira pra reconhecer o que Ă© amor.”


E entĂŁo a gente percebe:


Aquele “eu te amo” que mexia com a gente
mexia muito mais com o ego
do que com a essĂȘncia.


E que a saudade dele ou dela
nĂŁo era de quem a pessoa era,
mas de quem a gente queria acreditar que ela poderia ser.


E aĂ­ vem a virada.


Quando a gente deixa de amar como dependĂȘncia.
E passa a compreender como consciĂȘncia.
Quando o desejo deixa de ser “volta pra mim”
e se torna “se encontre, por favor”.


Porque o verdadeiro amor — o amor final —
não é aquele que força reencontros,
mas o que deseja cura.
Mesmo que seja longe daqui.


E quando isso acontece, nĂŁo dĂłi mais.
NĂŁo arde mais.
NĂŁo prende mais.


SĂł devolve paz.


Porque o amor que fica,
depois que o apego vai embora,
nĂŁo Ă© sobre posse —
é sobre presença.

O que fica




O que fica depois do tempo,
É o toque que não foi vento,
É o amor que fica mesmo
Quando o corpo jĂĄ se foi...




Fica o som da tua risada
Pendurada na varanda,
Fica o cheiro na lembrança,
Fica o rastro do que eu fui...


Fica o gesto em tua xĂ­cara,
O café que nunca esfria,
Fica a calma e a ventania,
Fica o canto que te inclui...




Fica o que a pressa nĂŁo levou,
O que o tempo nĂŁo varreu,
Fica a fé no que restou,
Do que Ă© teu, do que Ă© meu...




Fica o sol na tua sombra,
O abraço que desdobra,
Fica o sim que o medo ouvia
Mas fingia que nĂŁo via...


Fica a paz no improviso,
Fica o passo sem aviso,
Fica o amor que nĂŁo precisa
De promessa pra existir...




Fica o que a pressa nĂŁo levou,
O que o tempo nĂŁo varreu,
Fica a fé no que restou,
Do que Ă© teu, do que Ă© meu...




E se um dia eu me perder de mim,
Segue o som, segue o jardim...
A flor sĂł floresce onde hĂĄ espera,
E o amor sĂł vive se for primavera...




Fica o que a pressa nĂŁo levou,
O que o tempo nĂŁo varreu,
Fica o amor que resistiu,
Mesmo quando tudo ardeu...




O que fica depois do tempo
É o toque que não foi vento...
É vocĂȘ.

As palavras vĂŁo diminuindo e com elas o amor e a saudade, ate que um dia sĂł vai restar a dor da alma essa vai demorar sair da cabeça. As palavras diminuem mas a "frequĂȘncia, sempre vĂŁo soar como passa logo"...

Foram as pequenas alegrias que juntei pelo caminho,que me fizeram colher amor.

VocĂȘ: Ă© o meu melhor verso em forma de amor.

"O ministĂ©rio da saĂșde adverte
Confundir carĂȘncia com amor,pode causar danos emocionais irreversĂ­veis."

E mesmo eu sendo um ser imperfeito, Deus cuida de mim com todo amor.

Em tempos de baixa humanidade, nĂŁo poste terror e medo, viralize o Amor.

⁠E tem aquele amor que não importa quanto tempo passe, sempre vai estar guardado no seu peito, e vez ou outra vai fazer surgir um sorriso bobo só de lembrar, deixando saudade sua espalhada em todo o lugar.

⁠VocĂȘ me lĂȘ nas entrelinhas.
Me transforma em poesia.
Nosso amor Ă© assim.
Pura inspiração.
Eu por outro lado desnudo sua alma.
Mostro sua melhor faceta.
E te faço revelar o que tentas ocultar
O que o coração não aguenta mais calar.
E insiste, persiste em afirmar.
Que sempre e para sempre irĂĄ te amar.

⁠Estou pedindo a Deus que a próxima pandemia seja só de Amor.
E ele hĂĄ de me atender.

Amém!

⁠Tem dias que vocĂȘ nĂŁo consegue evitar aquela furtiva lĂĄgrima de amor que teima em cair.
E quando ela chega, Ă© porque a insistente dona saudade, jĂĄ nĂŁo cabe mais no peito, e escorre silenciosa pelos olhos.

⁠Meu coração ta bombeando tanto amor, que a pressão subiu.
E a culpa Ă© toda sua.
Agora o Ășnico remĂ©dio Ă© vocĂȘ me pertencer.
E me amar até o fim.
Infinitamente.

⁠Saudade é um jeitinho lindo, que o amor encontrou de estar perto de quem se ama.

⁠Pensando em vocĂȘ.
Escrevi "te amo" nas migalhas de pĂŁo.
SerĂĄ que Ă© amor?
Desses que arrebata, invade, e completa?
Sim, nĂŁo tem mais como negar.
Agora, vocĂȘ mora em mim.
Por toda a vida.
E além dela.