Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

Na Cruz, Deus revelou Seu amor sem reservas. Em Jesus, o pecado foi vencido, a culpa perdeu seu poder e o caminho de volta ao Pai foi aberto. Quem crĂȘ encontra perdĂŁo, reconciliação, esperança e a vida que nem a morte pode interromper.

O inferno é a recusa do Amor, cuja beleza só é compreendida quando a Graça jå não pode ser acolhida.

A salvação não é conquistada por quem somos, mas é a resposta ao amor e à graça de Deus. Esta graça nos alcança apesar da nossa natureza pecaminosa e nos capacita tanto a crer quanto a receber a salvação.

A busca humana por pertencimento encontra o seu lar no amor de Cristo.

Jesus proclama verdades duras porque a realidade do pecado é severa. O amor confronta com a verdade; a bajulação conforta para a destruição.

“NinguĂ©m tem maior amor do que este: de dar alguĂ©m a sua vida pelos seus amigos.”
(JoĂŁo 15:13)
Esta afirmação foi uma das maiores expressÔes de graça direcionadas ao nosso mundo decaído. Ela sintetiza o åpice do amor sacrificial que Ele próprio consumou logo em seguida na cruz.

Quem eleva a 'soberania' ao custo de anular o amor e a misericórdia de Deus, pregando um evangelho que exclui o mundo da reconciliação, ensina um falso sistema teológico.

A nossa plena satisfação e identidade nĂŁo derivam dos 'likes' do mundo, mas do amor soberano de Deus e do relacionamento autĂȘntico com o prĂłximo.

Senhor, ensina-me a remir o tempo curto que tenho, unindo piedade e obras de amor para testemunhar hoje a Tua glĂłria eterna.

Ah! O amor


Porque do amor sempre hĂĄ alguma coisinha a mais a ser dita
Ah! O amor...
O amor pode machucar...
seu coração magoar,
em mil pedacinhos estilhaçar,
e toda a paz de sua alma tirar...
O amor pode machucar,
com todas as suas alegrias acabar,
sem esperança sua vida deixar...
e um caminho de espinhos pra vocĂȘ caminhar.
O amor pode machucar,
como a brisa fria que corta a pele,
invadindo o peito com sua dor sutil.
Entre suas alegrias, doces e fugazes,
hĂĄ sempre um silĂȘncio que ecoa latente,
um vazio secreto que insiste em ficar.
Ele pode acabar, desfazendo os laços,
deixando a alma solitĂĄria a vagar,
sem esperança, sem cor, sem direção,
como folha ao vento num outono sem fim.
E mesmo assim, seguimos a caminhar,
num caminho de espinhos, mas também de luz,
pois no amor, mesmo na dor que ele traz,
hĂĄ uma beleza que nunca se desfaz.
O amor pode machucar assim...
fazer vocĂȘ nĂŁo querer mais nenhum começo
sĂł pelo medo do fim.
Ah! O amor...
Mas o que seria da vida sem o amor?
Diz pra mim!

JĂĄ amaste? JĂĄ te magoaram? Se nĂŁo, deixa de ensinar o amor como se soubesses o que ele Ă©.

As pedras no caminho
Vindas da dor
SerĂŁo guardadas com carinho
Pelo amigo do amor

Eu escolhi a verdade do amor, nĂŁo a verdade da dor. Isso nunca desaparecerĂĄ, mesmo que eu duvide.

Senti a tristeza e a dor. Foi por amor. Tudo Ă© por amor.

O amor, o tempo, o nada, não podem ser medidos, dissecados. A Verdade é a minha percepção, agora.

Eu amo meu amor. Sinto-me grato por ser agradecido. Sinto-me bem por ser quem percebe. A vida Ă© um presente que me dei.

O Buda constrĂłi um castelo na areia. As vagas o levam. O Buda o constrĂłi novamente. O amor nĂŁo pode ser vencido.

Amor incondicional. CompaixĂŁo infinita.

Eu escolhi a Verdade do amor, nĂŁo verdade da dor.

Soneto ao dormir


O amor Ă© o calor que estĂĄ escondido na brisa
Que ri sapeca atrĂĄs da pedra
Que sonha soturno mormaço
É o mel que se come e se dá, feito um ramalhete de borboletas