Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Era uma vez um quase-amor... Intenso, confuso, bonito, mas mal vivido. NĂŁo faltava sentimento â faltava coragem. Ela amava com presença, ele respondia com ausĂȘncia. E nesse vai e vem, perderam um ao outro sem nunca terem se tido por inteiro.
Ela foi embora pra se proteger. Ele ficou, tentando disfarçar saudade com distraçÔes. No fim, o que restou foi silĂȘncio onde havia conexĂŁo, e um âpoderia ter sidoâ que pesa mais que qualquer adeus.â
Ăs vezes, o destino nos ensina que nem todo amor Ă© feito para ser vivido lado a lado. HĂĄ pessoas que habitam nossos coraçÔes com uma intensidade silenciosa, mas que nĂŁo encontram lugar em nossa rotina, em nossos dias, em nossa vida. E Ă© nesse espaço invisĂvel â entre a lembrança e a ausĂȘncia â que elas permanecem: como saudade, como aprendizado, como um amor que nĂŁo coube no tempo, mas que jamais deixarĂĄ de existir dentro de nĂłs.
â VocĂȘ nunca me viu assim, desconhece meu eu sem a luz do seu amor. HĂĄ um lado de mim que repousa na penumbra, um ser quase estranhamente familiar, mas distante. Sou alguĂ©m que existe apenas na ausĂȘncia do seu toque, na sombra do seu olhar.
Quando nĂŁo estou apaixonado por vocĂȘ, meu sorriso Ă© menos frequente, meus olhos, menos brilhantes. As cores do mundo parecem desbotadas, o tempo se arrasta em vez de fluir. Sou como um inverno sem a promessa da primavera, uma noite sem estrelas.
Mas quando vocĂȘ estĂĄ perto, meu coração canta uma melodia que sĂł nĂłs conhecemos. Cada momento contigo Ă© uma pincelada de cor na tela cinzenta da minha vida. O ar se torna mais leve, e cada suspiro Ă© uma dança, um poema em movimento.
VocĂȘ Ă© o fogo que aquece meu ser, a musa que inspira minha alma. Com vocĂȘ, sou mais que uma simples existĂȘncia; sou um universo em expansĂŁo, um jardim em flor. NĂŁo conheço a plenitude de mim mesmo sem o reflexo do seu amor nos meus olhos.
EntĂŁo, peço-lhe que nunca desvie seu olhar, que nunca permita que o amor se esvaia. Pois, sem vocĂȘ, sou apenas uma sombra do que posso ser, um eco na vastidĂŁo do vazio. E na sua presença, sou luz, sou vida, sou amor em sua forma mais pura.
â Em 42 anos, meu coração sĂł soube de amor uma Ășnica vez. NĂŁo hĂĄ passado onde ela existe, pois o tempo, diante desse sentimento, perde o sentido. A lembrança de seu sorriso se confunde com o presente, como se estivesse aqui, ainda agora, acendendo em mim algo que o mundo nĂŁo apaga.
VocĂȘ foi, e ainda Ă©, o que define o raro. Em meio a tantas vidas que cruzei, foi no seu olhar que encontrei o infinito. E por mais que os anos tenham desenhado sua ausĂȘncia, meu amor nĂŁo conhece o esquecimento. Amar vocĂȘ foi como encontrar a essĂȘncia de todas as minhas buscas â e mesmo que o destino tenha seguido seu curso, vocĂȘ sempre serĂĄ minha verdade mais profunda.
O que Ă© raro nunca se desfaz, apenas se eterniza em silĂȘncio.
â Eu odeio o amor.
Odeio como os seus olhos brilham e me encantam... ao mesmo tempo ofuscam a sua alma de mim.
Odeio quando vocĂȘ diz que me ama, mas que nĂŁo me quer... fazendo-me te esperar por toda a minha vida.
Odeio como, mesmo de maneira inconsciente, vivo pensando em vocĂȘ... o que me faz sonhar acordado.
Odeio que, depois de 14 anos, vocĂȘ tenha dito que ainda me ama... jĂĄ que desperdiçou os melhores anos da minha juventude.
Odeio que vocĂȘ esteja tatuada na minha pele... externando o que hĂĄ muito estĂĄ tatuado na minha mente e no meu coração.
Odeio como magoo as demais mulheres... sĂł por nĂŁo poder e nĂŁo querer te esquecer.
Odeio quando vocĂȘ me liga... sĂł pra dizer que nĂŁo quer mais falar comigo.
Odeio que vocĂȘ nunca me esqueça... mas diga que nĂŁo quer ter um vĂnculo eterno comigo.
Odeio que vocĂȘ tenha vindo me ver e me beijado... me deixando novamente apaixonado.
Sobretudo, odeio nĂŁo conseguir te odiar nem por um segundo... embora seja um misto de amor e dor, eu ainda TE AMO! â€ïžđ
â E se um dia este amor nĂŁo passar de lembrança, que seja uma lembrança eterna, pois prefiro ser condenado Ă saudade de ti do que absolvido de te amar.
O amor Ă© uma prisĂŁo sem muros que eu possa ver, mas cujas correntes sinto em cada batida do coração. Ele me prende a vocĂȘ desde os meus vinte anos, e mesmo apĂłs dezenove invernos separados, nenhuma distĂąncia conseguiu enfraquecer sua força. Pelo contrĂĄrio, ela cresce dentro de mim, feroz e silenciosa, como um fogo que queima e ilumina, me mantendo vivo e, ao mesmo tempo, aprisionado.
Cada lembrança sua Ă© um sussurro que ecoa pelos corredores dessa cela invisĂvel, cada memĂłria um muro que nunca consigo transpor. A dor Ă© intensa, mas nela hĂĄ uma lição escondida: aprender a amar sem possuir, a sofrer sem me quebrar, a sentir sem esperar reciprocidade, a existir plenamente mesmo na ausĂȘncia. Ă um aprendizado cruel, mas sagrado, e a prisĂŁo se revela como uma escola silenciosa.
O destino inscrito nas estrelas nunca quis que estivĂ©ssemos juntos; ele quis que eu me confrontasse com minha prĂłpria alma. Saturno me ensina a esperar, PlutĂŁo me força a me transformar, Netuno me revela a beleza de um amor que transcende a razĂŁo. E assim, lentamente, a dor se torna consciĂȘncia: o amor que me prende tambĂ©m pode me libertar, desde que eu aprenda a aceitĂĄ-lo tal como Ă©.
Aceitar que não posso tocå-la, que não haverå reencontro, que não hå espaço para a posse. Aceitar que este amor eterno é também uma lição eterna, que ele existe para me ensinar sobre mim mesmo, sobre a intensidade, sobre a profundidade de sentir sem limites, e que, paradoxalmente, a maior liberdade se encontra dentro desta prisão.
O amor Ă© uma prisĂŁo que me prende a vocĂȘ, e, ironicamente, Ă© nela que me descubro inteiro. Mesmo carregando um sentimento que nunca serĂĄ correspondido, mesmo sentindo a ausĂȘncia como um abismo, percebo que posso viver, que posso crescer, que posso me transformar. A prisĂŁo nĂŁo me destrĂłi; ela me revela. E assim, aprendo que amar para sempre, mesmo sem ter, Ă© a forma mais pura de eternidade.
Por que o amor nunca se esquece?
Porque o amor verdadeiro nĂŁo Ă© apenas memĂłria, Ă© marca. Ele se imprime nos gestos mais simples, nos silĂȘncios cheios de significado, nas mĂșsicas que surgem sem aviso e nos cheiros que atravessam o tempo, fazendo o coração reconhecer antes mesmo que a razĂŁo consiga explicar.
O amor nunca se esquece porque nĂŁo habita somente a mente. Ele mora no que fomos enquanto amamos e no que nos tornamos depois disso. Mesmo quando termina, permanece. Ăs vezes como saudade mansa, Ă s vezes como aprendizado duro, Ă s vezes como um sorriso que aparece sem pedir licença.
Aquilo que tocou a alma nĂŁo se apaga. O amor nĂŁo desaparece com o tempo... ele se transforma, muda de forma, mas continua ali, silencioso e eterno, lembrando que houve verdade, entrega e sentimento.
Eu nĂŁo renego o que sentimos. Honro. Mas aprendi que amor que nĂŁo encontra destino precisa, ao menos, encontrar fim. NĂŁo como castigo, e sim como respeito. HĂĄ silĂȘncios que nĂŁo sĂŁo ausĂȘncia... sĂŁo maturidade. HĂĄ despedidas que nĂŁo negam o que foi, apenas impedem que a dor continue sendo regada.
EntĂŁo que o silĂȘncio faça o que nĂŁo conseguimos: nos aquietar. Que ele nĂŁo grite por rancor, mas por paz. NĂŁo por esquecimento, mas por libertação. Eu paro de regar nĂŁo porque nĂŁo houve raiz, mas porque jĂĄ entendi que nem toda raiz foi feita para dar fruto no mesmo solo.
ĂâŠ.. ser humano Ă© esse paradoxo ambulante.
Aquilo que nos eleva tambĂ©m nos atravessa. O amor dĂĄ sentido, mas cobra o preço da perda; o apego aquece, mas queima; a esperança sustenta, mas tambĂ©m cansa. Parece que tudo o que torna a vida mais viva Ă©, ao mesmo tempo, o que a torna mais difĂcil de suportar.
Talvez o problema nĂŁo seja sentir demais, mas sentir sabendo que nada Ă© permanente. Ainda assim, a gente insiste porque, no fundo, uma vida sem amor dĂłi menosâŠ.. mas tambĂ©m significa menos. E entre a dor vazia e a dor cheia de sentido, quase sempre escolhemos a segunda.
#Ele #morreu...
NinguĂ©m sabe o porquĂȘ...
Overdose de amor...
Talvez por sofrer...
Desde a tenra idade foi criança solitåria...
Brincava sempre sozinho...
Seus sonhos era seu ninho...
De vontade forte...
"Diabo louro" era chamado...
Muito tĂmido...
Algumas vezes confundido...
Com moleque mau-criado...
Era diferente...
Brincava sozinho de pique-esconde...
De Deus ele se escondia...
E rindo como podia...
Desafiava a divindade...
Para lhe encontrar naquela folia...
Imaginava que o mundo era todo seu...
Estranha e grande fantasia...
Inocentemente feliz...
Enquanto crescia...
Ele dizia que era tĂŁo bom...
Quando o pai lhe carregava em seus ombros...
Seu avĂŽ o chamava de "bolinha"...
E quando sua mĂŁe preparava guloseimas...
NĂŁo saia da cozinha...
Brincava no barro...
CaminhĂŁo...
Casinha...
Brincadeiras de roda...
Era sĂł alegria...
Jogava peĂŁo...
Sempre ganhava na amarelinha...
Mas foi crescendo...
E triste foi ficando...
Descobriu o chorar...
Quando muitos no céu foram morar...
As peraltices deixaram saudades...
Quando se apaixonou pela primeira vez...
A criança foi embora...
O rapaz apareceu...
E na paixĂŁo nĂŁo correspondida...
Sofreu...
Sonhou, um dia, ir embora...
O mundo descobrir...
Dizia que queria viver...
Fazer por merecer...
Continuar a crescer...
NĂŁo mais sofrer...
EntĂŁo...
Na ilusĂŁo presente...
Conheceu muita gente...
Acreditando que tudo era bom...
Se perdeu...
O espelho lhe enganou...
Promessas falsas lhe fez...
Maldade o circundou...
Sua fé pereceu...
Sorriso perdeu...
Teve medo de abraçar...
Teve medo, de mais uma vez, se doar...
Anos foram passando...
E ele sempre lamentando...
Pelo mundo mĂĄgico que um dia acreditou...
Pela magia que terminou...
Nunca mais confiou...
Nunca mais amou...
Nunca mais sentiu...
Tudo esfriou...
As pedras azuis podem testemunhar...
Mas sĂŁo caladas...
NĂŁo querem essa histĂłria contar...
As ĂĄrvores jazem mortas...
Foram seus pais que plantaram...
Disseram a ele que, em suas sombras, teria abrigo...
Quando, jĂĄ nĂŁo mais aqui estivessem...
Tudo se foi...
Restou para ele o testemunho vazio dos tijolos...
Da casa que em dias passados...
Felicidade fazia morada...
Das belas flores de sua mĂŁe...
TĂŁo perfumadas...
Do colo do pai...
Abrigo escondido....
Descobriu lentamente...
O tempo Ă© um professor...
A amadurecer...
Superar a dor...
"- Assim Ă© a vida... " Dizia...
Aprendeu...
Acostumou...
A colecionar alegrias...
E guardar as tristezas também...
Do cĂĄlice da amargura...
Ele nĂŁo bebeu...
Mas também não temia...
Sabia...
Que tudo nessa vida Ă© efĂȘmera...
Que termina um dia....
Desde a grande alegria...
Até a torturante agonia...
Ele confiou em Seu Criador...
Pois ter fé...
Ă aceitar sem realmente saber...
O que estĂĄ para acontecer...
E sempre vale a pena viver...
Sandro Paschoal Nogueira
O amor chega sem avisar...
Ă um desejo ardente...
Que nĂŁo se admite...
NĂŁo se faz por esperar...
Ă uma magia...
Que abre a concha da vida...
Faz a vida ser mais sentida...
Toma conta de nosso coração...
E repousa em nossa alma...
De forma que nĂŁo se imagina...
Em insistĂȘncia permanece....
E nos joga em redemoinho...
Faz de cada nascer do dia...
Caleidoscópio de sedução...
Um convite a viver...
Loucura, alegria...
â em ConservatĂłria Pousada Chic Chic Casa do
#Um #brilho #incerto #e #louco...
Amor, amor, me diz que pode...
Me envolver no fogo da paixĂŁo...
Gentilmente...
Domar meu coração...
Amor...
Pelo azul do céu...
Meus sonhos criaram asas e fugiram...
Fiquei então sem fé...
Fiz de minha vida uma ilusĂŁo...
Apenas isso e mais nada!
Amor...
Sinto que não sou alguém...
Grande vazio...
Imensa tristeza...
Minha alma Ă© aquilo que nĂŁo tem...
Olhe em meus olhos...
Bem no fundo em segredo...
Tudo o que hĂĄ de melhor e de mais raro...
Minha imensidĂŁo tem mil estrelas...
Asas grandes de esperanças...
AceitarĂĄ o amor como eu o encaro ?...
Mas se nĂŁo queres me amar...
Compreenderei...
Vou apenas seguir em frente...
Sem olhar para trĂĄs...
Sem pedir muito...
Sem pensar demais...
Buscarei meus horizontes...
Partirei jĂĄ com saudades...
E em silĂȘncio tranqĂŒilo...
Mesmo com meu coração partido...
Seguirei em paz...
Sandro Paschoal Nogueira
â Podemos classificar o Amor de varias formas: Uma delas Ă© o pĂłlen que foi lançado ao vento assim como as flores que se multiplicam no campo, alguns se perdem por nĂŁo encontrar um ambiente propĂcio para florescer e outras crescem e se multiplicam, se caso o pĂłlen do Amor cair no seu coração que encontre um terreno fĂ©rtil e deixe florescer e se multiplicar. O mundo precisa de Amor para viver.
Deus Ă© Amor.
Amor, não doença
NĂŁo era para chamar isso de amor ,
NĂŁo era para ter um nome muito menos uma cor ...
NĂŁo era para ser assim, nem tĂŁo pouco durar esse tempo todo.
NĂŁo era nem para escrever um poema , sobre ti , sobre nĂłs...
Mas quando dei por mim foram tantos e tantos versos que me perdi na contagem
Um sentimento que um dia foi puro , agora é uma doença que me destrói
Uma obsessĂŁo que nĂŁo me larga e me faz questionar minha prĂłpria sanidade.
Queria poder saber como resistir aos teus encantos,
Queria poder dizer que sim , essa Ă© a Ășltima vez que me deito nessa tua cama.
Mas ambos sabemos que Ă© mentira,
Eu Sempre volto,
Eu Sempre quero, mesmo quando nĂŁo quero ...
Ă loucura !!!
Eu sei , nunca fui tĂŁo louca em toda minha vida.
Por Guifilda Cruz , julho de 2025.
De certa forma, os anjinhos de Deus sĂŁo autistas, vieram para esta vida com hiper foco de amor, luzes, caridade e bondade, muitas vezes incompreendidos pela maioria da sociedade, mas nunca os maculem com as coisas rasas e mundanas, como dinheiro, aparentes valores e vaidades de serem iguais. Cada qual veio a vida por uma missĂŁo personalĂssima, sendo assim devemos aquietar nossas finitas compreensĂ”es e comparaçÔes e amar o que Deus pai, por sabedoria nos presenteou de diferente.
Todos somos responsĂĄveis por mais amor, carinho e acolhimento aos pequenos " neurodivergentes". Cabe a sociedade civil ativa, a constante analise e a reflexĂŁo nos processos investigativos para a pedagogia especial e integral. A democracia existencial, sĂł existe, quando todos zelam pelo bem estar e a melhor qualidade de vida de todos.
Ter empatia e dar acolhimento da melhor forma por amor, a todos aqueles que sofrem por questĂ”es fĂsicas, mentais, neuro divergĂȘncias e espirituais, Ă© exercer a plena liberdade de vida e sanidade, e com isto receber a personalĂssima validade sem vaidade, de ida e vinda para qualquer lugar, no humanitĂĄrio passaporte pessoal.
Empatia, acolhimento e inclusĂŁo Ă© o trĂplice comportamento aceitĂĄvel, combinado com muito amor, para aprendermos e desmistificarmos um pouco mais, sobre todas as condição adversas do neurodesenvolvimento, entre as crianças e os adultos. Colocar-se no lugar do outro, que Ă© diferente envolve ouvir mais ativamente, sem julgamentos dentro de nossa tosca compreensĂŁo e mera suposição, para entender os movimentos do mundo, atravĂ©s dos olhos e do espirito, do prĂłximo. SĂł assim, consegue se lentamente, pouco a pouco, desmontarmos antigas barreiras e camuflagens imunizadoras construĂdas, que sĂł nos afastam da verdade deste universo tĂŁo puro, gentil e particular.
A natureza da perfeição, do conceito mitolĂłgico de amor perfeito, do ser homem mulher pelo comportamento AndrĂłgino, sempre foi questionado dentro de um mundo compacto, regido categoricamente por regras e conceitos sociais severos nas filosofias e religiĂ”es, que outorgaram, por uma humanidade imperfeita, incompleta e dividida. NĂŁo permitindo que ela seja, mesmo que conceitualmente amorosa, superior e binaria. A eterna qualificação imposta entre a divisĂŁo de gĂȘneros, em ser o sol masculino ou em ser a terra feminina, impediu durante muito tempo o aparecimento do ser completo estĂ©tico, a lua andrĂłgina. A contemporaneidade resgata e resinifica velhos medos e conceitos.
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