Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
"Quando Ă© que o amor acaba? Se vocĂȘ disse que se encontraria com alguĂ©m Ă s 7 horas e chega Ă s 9, e ele ainda nĂŁo chamou a polĂcia, o amor acabou mesmo."
Independente de tudo o que existe, Ă© o amor que transforma, irrita, movimenta, embeleza, enfeia, impulsiona, destrĂłi, liberta e prende
E a doença que era o amor de Swann se havia multiplicado tanto, estava tĂŁo estreitamente emaranhada a todos os seus hĂĄbitos, a todos os seus atos, a seu pensamento, sua saĂșde, seu sono, sua vida, atĂ© mesmo Ă quilo que desejava para depois de sua morte, formava com ele tĂŁo praticamente um todo, que nĂŁo se poderia arrancĂĄ-la dele sem destruĂ-lo quase por inteiro: como se diz em cirurgia, seu amor nĂŁo era mais operĂĄvel.(Um amor de Swann).
A SORTE DO AMOR QUE EU TIVE
Eu queria ter a sorte de poder cantar por toda a vida
a dĂĄdiva de ter sempre ao meu lado
a mulher que eu amo
Mas por que convém aos påssaros que voem
e nĂŁo que fiquem presos em ninhos,
hei de colocar no lugar de minhas lĂĄgrimas
um sorriso
e cantar por toda a vida
a sorte do amor que eu tive.
O amor aparece quando menos se espera e de onde menos se imagina. O amor Ă© que nem tesourinha de unhas, nunca estĂĄ onde a gente pensa.
Afastarei vocĂȘ com o gesto mais duro que conseguir, e direi duramente que seu amor nĂŁo me toca nem me comove, e que sua precisĂŁo de mim nĂŁo passa de fome. Acho que Ă© isso que vocĂȘ nĂŁo Ă© capaz de compreender, que as pessoas, um dia, passam a nĂŁo querer mais o que tĂȘm. E a gente esquece sabendo que estĂĄ esquecendo.
Amor Ă© o que se aprende no limite,
depois de se arquivar toda a ciĂȘncia herdada, ouvida.
Amor começa tarde.
Pra Rua Me Levar
NĂŁo vou viver
Como alguém que só espera um novo amor
HĂĄ outras coisas no caminho onde eu vou
Ăs vezes ando sĂł trocando passos com a solidĂŁo
Momentos que sĂŁo meus e que nĂŁo abro mĂŁo
JĂĄ sei olhar o rio por onde a vida passa
Sem me precipitar e nem perder a hora
Escuto no silĂȘncio que hĂĄ em mim e basta
Outro tempo começou pra mim agora
Vou deixar a rua me levar
Ver a cidade se acender
A lua vai banhar esse lugar
E eu vou lembrar vocĂȘ
Ă, mas tenho ainda muita coisa pra arrumar
Promessas que me fiz e que ainda nĂŁo cumpri
Palavras me aguardam o tempo exato pra falar
Coisas minhas talvez vocĂȘ nem queira ouvir
SĂł que nĂŁo sei usar amor: Ă s vezes parecem farpas.
Eu estou cansada dessas mĂșsicas de amor,
Ă tudo pura ilusĂŁo.
Elas nĂŁo falam do buraco que vocĂȘ deixou,
Dentro do meu coração.
Eu sei que ainda nĂŁo entendo,
Minhas amigas falam
Que eu gosto de sofrer
EstĂĄ cada vez mais velha
Essa histĂłria de nĂłs dois
Eu nĂŁo consigo esquecer
Eu sei vocĂȘ estĂĄ namorando,
E eu não sei porque não consigo achar ninguém
Pra fazer que nem vocĂȘ.
Ă que pra mim nĂŁo Ă© tĂŁo fĂĄcil
Fingir que eu superei,
Acho que eu nĂŁo sei mentir bem.
Se nĂŁo for vocĂȘ, eu nĂŁo quero ninguĂ©m
O tempo passa e as coisas mudam,
VocĂȘ faz graça e eu prefiro ignorar.
Ă que nĂŁo vale a pena
Acreditar sempre em vocĂȘ.
EntĂŁo eu vou deixar pra lĂĄ
Mas agora eu jĂĄ aprendi
E dessa vez, eu sei que eu nĂŁo me engano.
NĂŁo vou me iludir,
SĂł vou esperar a gente crescer
Te vejo daqui mais alguns anos
Eu sei vocĂȘ estĂĄ namorando,
E eu não sei porque não consigo achar ninguém
Pra fazer que nem vocĂȘ.
Ă que pra mim nĂŁo Ă© tĂŁo fĂĄcil
Fingir que eu superei,
Acho que eu nĂŁo sei mentir bem.
Se nĂŁo for vocĂȘ, eu nĂŁo quero ninguĂ©m
...nĂŁo se interrogava em saber se o amava. O amor, no seu entender, devia surgir de repente, com ruĂdos e fulguraçÔes, tempestade dos cĂ©us que cai sĂŽbre a vida e a revolve, arranca as vontades como fĂŽlhas e arrebata para o abismo o coração inteiro. Ela nĂŁo sabia que nos terraços das casas a chuva forma poças quando as calhas estĂŁo entupidas, de maneira que se pĂŽs de sobreaviso, atĂ© que subitamente descobriu uma fenda na parede.
No céu a aurora jå resplandecia,
Subia o sol, dos astros rodeado,
Seus sĂłcios, quando o Amor divino um dia
A tais primores movimento hĂĄ dado.
Em amor, se é preciso explicar, então jå não se deu o entendimento profundo, a adivinhação da verdadeira necessidade do outro.
Primeiro tira as fraldas. Depois pode falar de amor. Desculpa, Ă© que acho que pra amar de verdade Ă© preciso ter muita maturidade emocional.
