Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

Antes de entrar no amor verifique se o mesmo encontra-se parado neste andar.

VocĂȘ quer brincar de amor
Eu quero sĂł te amar
VocĂȘ quis por um momento
E eu sempre quis ficar
Mas em nossas diferenças
Nada Ă© mais igual
Do que nĂłs dois
Da certeza desse amor
Eu nunca duvidei
Porque tudo era bonito
Eu eu me acostumei
Às palavras de amor que eu nunca
Acreditei mas aceitei...

Ah! VocĂȘ tem coisas tĂŁo difĂ­ceis de entender
Um jeito ausente tĂŁo presente no olhar
Como quem ama e sente medo de gostar
Ah! Eu nĂŁo entendo esta paixĂŁo
Que eu vivo com vocĂȘ
Que esquece o tempo e deixa a cama por fazer
E esse ciĂșme que eu nĂŁo queria ter
Ah! VocĂȘ tem coisas tĂŁo...

Eu senti na pele o que me falavam sobre o amor deixar as pessoas mais idiotas, atrapalhadas e bobas.

I

Que este amor nĂŁo me cegue nem me siga.
E de mim mesma nunca se aperceba.
Que me exclua do estar sendo perseguida
E do tormento
De sĂł por ele me saber estar sendo.
Que o olhar nĂŁo se perca nas tulipas
Pois formas tĂŁo perfeitas de beleza
VĂȘm do fulgor das trevas.
E o meu Senhor habita o rutilante escuro
De um suposto de heras em alto muro.
Que este amor só me faça descontente
E farta de fadigas. E de fragilidades tantas
Eu me faça pequena. E diminuta e tenra
Como sĂł soem ser aranhas e formigas.
Que este amor sĂł me veja de partida.

II

E sĂł me veja
No nĂŁo merecimento das conquistas.
De pé. Nas plataformas, nas escadas

VII

Sabenças? Esqueci-as. Livros? Perdi-os.
Perdi-me tanto em ti
Que quando estou contigo nĂŁo sou vista
E quando estĂĄs comigo vĂȘem aquela.

VIII

Aquela que nĂŁo te pertence por mais queira
Saber-se pertencente Ă© ter mais nada.
É ter tudo tambĂ©m.
É como ter o rio, aquele que deságua
Nas infinitas åguas de um sem-fim de ninguéns.
Aquela que nĂŁo te pertence nĂŁo tem corpo.
Porque corpo é um conceito suposto de matéria
E finito. E aquela é luz. E etérea.
Pertencente Ă© nĂŁo ter rosto. É ser amante
De um Outro que nem nome tem. NĂŁo Ă© Deus nem SatĂŁ.
NĂŁo tem ilharga ou osso. Fende sem ofender.
É vida e ferida ao mesmo tempo, “ESSE”
Que bem me sabe inteira pertencida.

IX

Ilharga, osso, algumas vezes Ă© tudo o que se tem.
Pensas de carne a ilha, e majestoso o osso.
As mĂłs do tempo vĂŁo triturando
Tua esmaltada garganta... Mas assim mesmo
Canta! Ainda que se desfaçam ilhargas, trilhas...
Canta o começo e o fim. Como se fosse verdade
A esperança.

NĂŁo importa o quanto eu escreva, o quanto eu fale. Nada descreve o amor que eu sinto por vocĂȘ.

Ó Deus, não permitas, que eu morra
sem ter vivido plenamente o amor.

NĂŁo era amor de verdade, era daqueles amores que jĂĄ vem pronto, embalado, adiciona ĂĄgua quente e espera amolecer. Mas nĂŁo tem gosto e esfria rĂĄpido.

O amor de Deus para sempre eu quero viver


Ninguém sabe explicar o que é o amor, ninguém vai ser feliz sem ser amado...

AusĂȘncia - a cura comum do amor.

Amor: uma palavra em duas mentes.

"No amor cansei de ser diarista. Tava querendo que alguém assinasse minha carteira!

A paixão exige gritos; o amor, porém satisfaz-se com palavras, enquanto a simpatia pode ser silenciosa.

Eu cheguei Ă  conclusĂŁo que se o amor Ă© verdadeiro, nĂŁo existe sofrimento.

Beijos d'amor que vĂŁo de boca em boca,
Como pobres que vĂŁo de porta em porta!

De todos os jogos, o do amor Ă© o Ășnico capaz de transtornar a alma e, ao mesmo tempo, o Ășnico no qual o jogador se abandona necessariamente ao delĂ­rio do corpo.

O amor, tal como o desejo, se expressa melhor em açÔes do que em palavras.

Antes a inquietação de um amor, que a paz de um coração vazio...

Tudo o que vocĂȘ precisa Ă© de amor.

Porque, no momento em que partirmos em busca do amor, ele também parte ao nosso encontro