Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â Meu quarto ainda tem seu cheiro de vazio, eu entendo.
â Se apoie em amigos que olham pra vocĂȘ, acredita em vocĂȘ e motiva vocĂȘ a nĂŁo desistir.
Pois os que falam mau, simplismente nunca te conheceu de verdade. e nĂŁo sĂŁo seus amigos, sĂŁo simplismente conhecidos.
â Ela nĂŁo pedira para que tudo volte a ser como era antes, nĂŁo dirĂĄ aos amigos q sente saudades tuas, nĂŁo vai lembrar de ti ao ouvir uma musica, nĂŁo sentirĂĄ ciĂșme ao ver te com outras, nĂŁo vai passar horas no seu perfil para saber o que tens feito da vida, ela vai oferecer te silĂȘncio insurdecedor...
â Porque a mĂșsica Ă© uma questĂŁo de envolvimento. Ou vocĂȘ se envolve; ou nĂŁo serĂĄ envolvido!
A mĂșsica para mim Ă© como uma espĂ©cie de poção que toca a minha pele e faz acender o Fogo da Minha Alma. NĂŁo sei se estou na MĂșsica ou se Ela estĂĄ em mim.
Essa fusĂŁo que me coloca no meu Mundo Ideal! Me descubro em cada movimento que a mĂșsica faz acontecer... Ali eu me realizo como um verdadeiro Ser. O Ser sem temores, sem pudores, sem censura, sem regras!
Ali eu me faço!
Sou a Dança que a prĂłpria MĂșsica faz Acontecer. Os movimentos sĂŁo ela que produz enquanto viajo nas cores que suas notas exprimem em minha mente. Eu as vejo coloridas, e posso senti-las se dissolvendo em meus poros que as absorvem, fazendo meu coração bater acelerado, levando-me ao ĂȘxtase que somente quem se entrega dessa forma, Ă© capaz de compreender essa tĂŁo minuciosa tentativa de descrever o que de fato Ă© indescritĂvel!
Texto de Rubi Olindo @rubyolindo
â Quero olhar nesses olhos,
Me perder na imensidĂŁo,
Que nĂŁo se perdeu nem seguindo caminhos opostos,
Te mostrar tamanha a minha gratidĂŁo,
Ter vocĂȘ ao meu lado e sonhar com nosso futuro,
Beijar esses lĂĄbios que me fazer flutuar,
Repousar nesses braços que deixam seguro,
E seguir a te meu Ășltimo suspiro a te amar!
â Acredito cegamente aos que fazem promessas, sĂŁo por si sĂł conjurados hipĂłcritas, pois os que deflagram tal
injuria por castigo deviam ser punidos.
Devendo haver uma congruĂȘncia cientĂfica das nescessidades com os necessitados, sem a extensĂŁo de pecĂșlios.
â Parece-me que pouco a pouco o tempo consumiu o que existia entre nĂłs dois,
Parece que agora o silĂȘncio Ă© a nossa melhor forma de se declarar, e que a nossa virtuosa aliança hoje apenas comprime os nossos sentimentos.
Talvez estivéssemos tão focados em sermos novatos apaixonados, que esquecemos que o tempo existe, e que ele consome tudo que tem vida.
â TROVA
Tantas barreiras, querida,
mas decidimos lutar
e a teimosia da vida
sĂł nos fez aproximar !
â Quero lhe cuidar por todo tempo que se passar,
sentir tuas dores, enxugar suas lĂĄgrimas e nas horas mais difĂceis abraçar bem apertado juntando seu coração com o meu â€â€
Asas do Amor
â Aquelas reaçÔes aparentemente malucas das pessoas que sempre te incomodavam. Nunca foram Ăłdio, pois, sĂł existe o amor, a emanação da luz. Aquelas pessoas estavam apenas expressando a carĂȘncia de amor. Por isso, dizemos que alguns amam (brilham amor) e outros clamam (sentem falta).
â Sentir-se sozinho pode ser difĂcil, mas tambĂ©m pode ser difĂcil amar as pessoas, pois hĂĄ uma linha tĂȘnue nesse paradoxo, pois quando vc decide amar Ă© onde a armadilha encontra-se. Ou seja, ao ter a consciĂȘncia de que a solidĂŁo nĂŁo deve ser romantizada e sim a solitude, a qual serĂĄ um caminho transitĂłrio para amar, passamos abrir caminho para o amor. Sendo assim, entende-se que precisamos da outra pessoa, mas, ao mesmo tempo, isso pode nos destruir devido a dependĂȘncia e, principalmente, se o que idealizamos Ă© realmente a realidade daquilo que nossos olhos enxergam.
â Salve-me rainha
Salve-me dessa dor sem fim
Apenas salve-me
VocĂȘ nĂŁo pode me dizer que Ă© o fim
Eu nĂŁo quis que fosse assim
SĂł salve-me
E um dia, podemos sorrir?
TEU SORRISO
â Teu sorriso
Tirou uma dor
Mas foi esse teu sorriso
Que um dia me livrou
Desse meu dia, que sĂł teve dor, sem nenhum amor
Mas... foi esse
Teu sorriso que me alegrou
E dia eu falei, eu gosto muito te ti, amor
Esse teu sorriso
Tem um sabor
Misturado com acordĂŁo doce, e o mundo mĂĄgico do amor
E esse teu nome, Levi
Um dia, me alegrou.
â ZĂ BARRIGĂO
Apreciem, meus leitores
Uma forte discussĂŁo
Que tive com ZĂ© barrigĂŁo
Um cantador do sertĂŁo
O qual, no tanger do verso
Vencia qualquer questĂŁo
Um dia, determinei
A sair do QuixadĂĄ
Uma das belas cidades
Do estado do CearĂĄ
Fui atĂ© o PiauĂ
Ver os cantores de lĂĄ
Me hospedei na Pimenteira
Depois em Alagoinha
Cantei no Campo Maior
Na Bahia e na Baixinha.
De lĂĄ eu tive um convite
Para cantar na Guilhermina
E foi lå que eu vi, uma moça
Linda, com os olhos sem melanina
Me apaixonei de repente
O Ășnico problema, eu nĂŁo sabia o que falar
NĂŁo sou bom com as palavras
EntĂŁo um cordel eu fiz, e eu comecei a recitar
A alegria tomou conta, e as lågrimas começou a rolar
â DOR
Dor, apenas dor
por um alguém que nunca chegou
dor, apenas dor
por um alguém que me deixou
dor, apenas...
desculpa nĂŁo posso continuar
tua partida foi grave e eu nĂŁo consigo nem terminar
era pra ser uma coisa com dor
mas simplesmente fiquei sem amor.
â VocĂȘ me contou a Ășnica coisa que eu nĂŁo poderia ouvir, agora me vejo guardando a sete chaves o segredo que me dĂłi a alma. Por certo, sufocarei em minhas confusĂ”es, mas jamais contarei sem que antes vocĂȘ exponha ao mundo. Suponho o por que me fui ao teu encontro, por que busquei me afogar em teus olhos, por que insisto andar em cĂrculos, se sou apenas um quadrado.
â Ă DERIVA
Faz 20 anos que nĂŁo sei
mais o que é amar alguém.
E 10 que nĂŁo me apaixono.
SerĂĄ que o tempo-oceano,
que naufraga céus e sonhos,
foi me afogando também?
â SENTIMENSO
O sol, ao longe, namora
a rosa que lhe quer bem.
A distĂąncia os dois nĂŁo poda,
porque amar é ir além.
â QUEM NUNCA?
Me desculpe a poética e os poetas
Se meus versos nos contos sĂŁo iguais
Com prosa e prioridades tĂŁo formais
Com saudades de outrora, inquietas
Pois, minhas sensaçÔes são repletas
De narraçÔes, e cadĂȘncias musicais
Do coração, como ilusórios cristais
Um clåssico, com emoçÔes diletas
Deixai a literatura com seu lirismo
NĂŁo roubemos o amor do emotivo
Deixai-o com seu sentimentalismo
Hå mutação, pois, nada é definitivo
Em cada prosa, em cada verbalismo
Quem nunca? De estĂłrias foi cativo!
© Luciano Spagnol â poeta do cerrado
03/09/2022, 17â04â â Araguari, MG
â Lembro do labirinto de â Quem Ă© vocĂȘ, Alasca? â, mas nunca foi revelado o sentindo completo do labirinto. Ele poderia ser sobre a vida, a morte, mas acredito que ele seja sobre o amor. O amor Ă© uma das coisas mais embaraçosas e cheio de caminhos, possibilidades e dificuldades, para mim o labirinto Ă© sobre o amor incondicional, o amor nĂŁo correspondido, o amor perfeito, o amor impuro, o amor incerto, o amor certeiro e todas as outras formas bilhĂ”es de formas possĂveis de amor.
