Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â A coroa da piedade jĂĄ estĂĄ preparada para aqueles que viverem piedosamente para glĂłria de Deus!
â DifĂcil descrever se quer
Menina, mulher, da brisa ao furacĂŁo
Desenhar Ă© fĂĄcil imaginar
Decifrar difĂcil explicar
De repente...
Espalha, junta, acolhe
Amor que nĂŁo se conta
Mulher...
NĂŁo Ă© do jeito que quiser
Se for preciso traz o grito
Senso de justiça e proteção
Salva sem medir limites
ImpossĂvel compreender em vĂŁo
Cria um universo Ă seu favor
Mulher...
NĂŁo existe resenha
Cada histĂłria Ă© um poema
VĂĄrias causas para se contar
Quem vĂȘ por fora, nĂŁo vai ver
Por dentro o que ela Ă© sem vĂȘ
SĂł se a alma tocar...
Arrisca-se quem resumir num tema
Mulher...
â Corre...
Corre contra o vento
Corre contra o tempo e com seu jeito peculiar, por favor continue a escrever a histĂłria de tudo que vocĂȘ tem a nos ensinar.
Não, não é um simples ato de devoção, acredito que a palavra certa seja admirar.
Admiro então a sutileza, a leveza, a força que te faz criar, que te faz correr, que te faz buscar e como mågica faz nascer do asfalto flores para cultivar.
NĂŁo sei quem inventou que o homem estava a sua frente e sua função Ă© a de servir, obedecer e procriar. No mĂnimo foi um macho destes frustrados que tem medo de se colocar no seu devido lugar,
Ah, seres divinos quisera eu ter a capacidade de mil coisas fazer e ao mesmo tempo cuidar,
Quisera eu descobrir a mågica de ser leve como o vento e de ter a força de um furacão que se encontra com o por do sol no mar
Quisera eu descobrir como se mistura o tempo, o vento, a liderança e a sutileza do olhar.
Coisa que vocĂȘs fazem muito bem e se a vida fosse uma competição, tenho certeza que estariam sempre em primeiro lugar.
Com vocĂȘs aprendi que nĂŁo Ă© com rispidez que se ganha, ganha quem tem sapiĂȘncia, dosa força e leveza para tudo isso misturar
Com vocĂȘs aprendi como pedir com voz mansa pra mais rĂĄpido conseguir o que naquela hora eu precisar
Com vocĂȘs eu aprendi como resolver mil coisas aqui, ali em todo lugar, e ao mesmo tempo aprendi a alquimia da mistura dos verbos lutar e amar.
Feliz dia das mulheres, feliz 8 de março, um dia entre tantos que são teus.
â Eu sabia que o momento estava chegando, vc Ă© a pessoa que mexe com meus sentimentos Custa muito, meu amor, estar aqui, tĂŁo distante de vocĂȘ, morrendo de vontade. A todas as horas eu fico imaginando nos dois, eu tive a certeza que estava fazendo a melhor escolha da minha vida quando escolhi esperar o momento certo. No seu olhar eu sentia a paz que queria para o meu dia a dia e a verdade Ă© que vocĂȘ superou as minhas maiores expectativas Se depois de tantos anos o sentimento que nos une continua ardente e crescendo, Ă© justo acreditar que assim serĂĄ para sempre.
â
a melhor parte de ti ausente
Ă© poder sentir-te
Ă© ter-te como te sinto iminente
a um passo de mim respirar-te
Ă© como num trilho seguir-te
em suaves tons tocar-te
da boca ao ventre inventar-te
na exuberĂąncia das cores possuir-te
como lubrica a noite Ă© de repente
a um suspiro que ai se evapora
sinto este corpo gemido e dormente
sem tempo sem culpa ou demora
ter-te assim tĂŁo iminente
nesta ausĂȘncia que me devora
â Ela nĂŁo se diz, Ela foi
não é alegria, que esvoaça e poisa
Ela engasga, suspende e cala
no tempo de um susto
no tempo de um espanto. e vai
nĂŁo falou, nĂŁo disse que ia
Felicidade, Ă© a coisa
nĂŁo se diz, sobrou
no travo a saudade
na sensação tardia.
e quando eu morrer, um dia
que se guardem, meus olhos
junto ao encontro do encanto.
Ali, antes da saudade
entre o susto e o espanto.
â
hĂĄ um vendaval iminente
em cada passo que te aproxima
um arrepio que a pele sublima
nessa espera por ti urgente
nesse ar teu que faz do clima
um ranger gemido e quente
suave sentir roçar do ventre
como sĂł o mimo toca e mima
ah, o desespero de quem te sente
nesse vendaval que se aproxima
sem saber como se prende
se por entre por baixo ou por cima
este vendaval que demente me fustiga
como quem beija impunemente
â Mais uma vez disposta a entrega tudo de mim.ele estĂĄ partindo machucado mais ainda bate. E mesmo jurando que mais ninguĂ©m teria o melhor de mim,eu guardei no fundo onde todos pensavam que so havia gelo e escuridĂŁo. Ai chego vocĂȘ e mim fez acreditar novamente no amor, foram quebrados murros envolta de mim e vocĂȘ descobriu que agarota durona jĂĄ nĂŁo existia,tudo que havia era uma garota assustada e magoada,que sonhava ser amada. E agora eu sei que vocĂȘ jĂĄ chegou muito longe pra te manda voltar,sĂł te peço meu amor guarda e cuida de mim,pois eu preciso de fĂ©!.Se isso for tirado de mim o que restarĂĄ? AlguĂ©m fria ou sĂł escuridĂŁo.
â
vim, sĂł para te contar de mim.
de uma vez dizer-te quem sou.
e vou agora que vim
contar-te tudo num beijo sĂł
lento e profundo
com jeito de mundo
que nĂŁo pĂĄra, despe e suspira
tua pele, de sĂșplica vestida
que suplica no fundo
que meu beijo nĂŁo pare
nem que pare tudo
nem que o mundo acabe
e eu, sigo-te neste jeito
louco e profundo
de quem sĂł quer, no fundo
o mundo todo no teu peito
â Imagine-se em suspiro, a pele.
e num cĂĄlido halito em flor
a sustentação suspensa do sopro
onde levite ébrio, um olhar amante...
.
atente-se na estĂĄtua, em calma.
no arfar suave do peito
o angulo raro, em jeito de ave
no poiso encanto, da alma...
.
imagine-se em voo pleno, a pluma
como um susto que arde
como em suma, o desejo clama.
imagine-se, em chama, o beijo
â e se eu hoje pudesse
ser o que quisesse
seria tudo, num beijo
sem mĂŁos, nem chĂŁo
sem corpo que se perdesse.
apenas beijo
num desejo profundo
inebriante e tĂŁo fundo
que nem ver, se visse.
como se enfim, sentir-se
fosse o Ășnico meio
fosse o fim supremo
Ah, se eu hoje pudesse
â se um dia me sentires tatear-te
talvez, da luz, o olhar se tenha perdido
talvez, por nĂŁo ter desistido
eu mereça encontrar-te
â amar-te Ă© como se luz
(luzindo frĂĄguas
qual ågua até que fura)
morando nos teus olhos.
é dançar abraço dando
no piar de um ninho em cama
(que nos faz dançando
o chĂŁo fugindo)
pisar um céu de luz e chama
e o universo dançarå à volta
(enquanto a luz for brilho
envolta no piar do ninho)
no balançar de um riso à solta
â e foi sobre esse voar
(de alma e pranto)
que se viu chuviscar
o sol (amplo e nascente)
e foi desde e por entre
o desanuviar do espanto
que um quĂȘ de encanto
se esfumou crescente
quem sabe se nevoando
solidĂŁo sobre os beirais
se lembrando ais
no crepitar da saudade
quem sabe, quem sabe!
Eu amo vocĂȘ, minha menina, minha mocinha! O dom da sua vida Ă© maior presente divino que jĂĄ recebi.
Te amo, minha mocinha. Lembre-se de que vocĂȘ Ă© e sempre serĂĄ a maior fonte de orgulho da minha vida.
