Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â Os hormĂŽnios da paixĂŁo sĂŁo responsĂĄveis pela uniĂŁo inicial e por um perĂodo determinado, enquanto o amor garante uma conexĂŁo duradoura e profunda.
â NĂŁo fique aĂ esperando a pessoa certa chegar, ache-a primeiro em vocĂȘ! DaĂ sim, vai conseguir encontrĂĄ-laâŠ
â JĂĄ fiz coisas que nĂŁo me orgulho, pessoas que queriam meu bem, feri o coração delas e hoje estou sem ninguĂ©mâŠMas ainda dĂĄ tempo eu aprendi a orar e pedi Deus minha histĂłria mudar!
â Gostaria de saber cantar mas como sou desafinada, eu escrevo esse poema pra dizer que estou com saudade das flores que vocĂȘ me dava..
Estou na pior fase da minha vida, mas vai passar porque sei que Deus comigo estå, desde a hora de acordar até na hora de descansar! Boa noite..
â
â VocĂȘ Ă© uma joia rara; reconheça seu brilho e deixe-o iluminar o mundo ao seu redor. Seja menos poluição e mais inspiração. Respire amor.
Perder grande tempo da sua vida por ficar se lamentando Ă© tolice, porque no fim foi uma decisĂŁo sua. Desde os primĂłrdios Ă© sabido que as pessoas vĂȘm e vĂŁo, nascem e morrem. Mas vocĂȘ estĂĄ sofrendo por algo que jĂĄ sabia, e mesmo sabendo, nĂŁo foi falar. Por isso, o tempo deve ser levado a sĂ©rio. Ele nĂŁo gira em torno de vocĂȘ. Faça o que Ă© preciso, faça sempre com amor; o prazer Ă© uma emoção muito momentĂąnea.
â O homem nasce bom, mas seus desejos logo o corrompem. Achas que ele Ă© sagaz? Ele consegue dominar naçÔes, mas Ă© submisso Ă s mulheres.
â Amar o conhecimento Ă© mais custoso do que se imagina; quem serĂĄ capaz de suportar tamanhas farsas e arrogĂąncia?
Saudade
â A saudade nĂŁo tem nome
Nem tempo, para se acabar
Ela maltrata o coração
E faz os olhos chorar.
A saudade Ă© o sentimento
Mais lindo no mundo
Pois nele contém o amor,
Desde a época de menino.
Dos amigos que nĂłs vĂamos
Mas hoje jĂĄ tem partido.
A saudade bateu no peito
E veio aos olhos embasar
Quando a vida tinha valor
E o homem, valorizar
Mas hoje por um simples olhar
HĂĄ de engatilhar uma arma
E a vida se acabar.
A saudade nĂŁo tem face
Mas sempre a vemos no tempo
A imagem da pele que tem a enrugar
Mesmo que o céu se escureça
Ela jamais irĂĄ deixar de existir
Alexandre C.
Poeta de Libra
â NĂŁo temos tudo que desejamos porque desta forma seria muito fĂĄcil, mas geralmente temos oportunidades para tudo...
SĂł precisamos agarrar elas.
Estou querendo sĂł uma oportunidade para te fazer muito feliz!..
â Conto: O sequestro
Preciso ser sequestrada desta selva de pedra.
Os dias cinzentos e caóticos da cidade grande enfim estavam chegando ao fim para Kayra. A correria constante, o barulho ensurdecedor dos carros e a falta de natureza ao seu redor estavam começando a sufocå-la. Ela sentia um desejo profundo de fugir, de se desconectar de toda aquela loucura urbana e se reconectar com a natureza, com ela mesma.
Foi entĂŁo que Kayra decidiu que precisava ser sequestrada. Mas nĂŁo um sequestro comum, feito por criminosos ou por necessidade de resgate. Ela queria ser sequestrada por algo maior, por algo que a libertasse da selva de pedra que a envolvia. Queria ser sequestrada por um lugar de paz, de beleza e de tranquilidade.
Para isso, ela estabeleceu alguns requisitos para o seu sequestro. Queria ser levada para um lugar de natureza exuberante, com ĂĄrvores centenĂĄrias, flores coloridas e aromas silvestres que enchessem seus sentidos de alegria. Queria ouvir o canto dos pĂĄssaros e o som suave das ĂĄguas correntes de um rio cristalino. Queria dormir em uma rede na varanda, sentindo a brisa fresca acariciar sua pele enquanto ela se entregava aos sonhos mais doces.
Kayra queria vestir trajes simples, feitos de materiais naturais, que a conectassem com a terra e com o universo ao seu redor. Queria saborear um café da manhã com frutas colhidas no pomar, almoçar e jantar com alimentos frescos e saudåveis da horta cultivada ali mesmo. Queria se alimentar não apenas o corpo, mas também a alma, nutrindo-se da simplicidade e da pureza da natureza.
E durante as noites, Kayra queria serenatas ao luar, com cançÔes suaves e romùnticas tocando em seu coração. Queria sentir o encantamento da noite, a magia do momento, e ter seus låbios beijados suavemente por quem a sequestrasse. Queria se entregar ao amor, à paixão, à beleza que só a natureza poderia proporcionar.
E assim, Kayra se viu sendo sequestrada da selva de pedra, levada para um refĂșgio de paz e harmonia, onde podia finalmente respirar fundo, sentir-se viva e em paz consigo mesma. Ali, entre as ĂĄrvores centenĂĄrias, as flores coloridas e os rios cristalinos, ela encontrou a liberdade que tanto buscava, a felicidade que tanto almejava.
E naquele lugar mĂĄgico, Kayra descobriu que o verdadeiro sequestro nĂŁo era feito por mĂŁos criminosas, mas sim pelo desejo profundo de se entregar Ă natureza, de se reconectar com sua essĂȘncia, de se libertar das amarras da vida urbana. Ali, ela encontrou o seu lugar de pertencimento, o seu refĂșgio de paz e amor, onde finalmente podia ser quem realmente era.
E assim, entre as ĂĄrvores centenĂĄrias, as flores coloridas e os rios cristalinos, Kayra viveu feliz para sempre, sequestrada pela beleza e pela magia da natureza, sequestrada por sua prĂłpria vontade de ser livre. Porque, afinal, o verdadeiro sequestro Ă© aquele que nos liberta, que nos faz sentir vivos, que nos faz amar a vida como nunca antes. Kayra encontrou seu verdadeiro sequestro, e nele encontrou a si mesma.
Conto: Noite de Inverno
â Era uma noite de inverno, o vento gelado soprava lĂĄ fora, fazendo com que as chamas da lareira dançassem alegremente. Dentro daquela casa antiga e acolhedora, as almas iluminadas se reuniam em torno do fogo, compartilhando histĂłrias e boas energias.
A anciĂŁ da casa, com seus cabelos prateados e olhos sĂĄbios, olhou para seus convidados e sorriu. "Boa Noite almas iluminadas", ela começou, sua voz suave enviando ondas de serenidade pelo salĂŁo. "Venho aqui lhes desejar uma doce, encantada, tranquila e aprazĂvel noite."
Os presentes sorriam, sentindo o calor do amor e da amizade que os envolvia naquela noite especial. As velas espalhadas pela sala lançavam uma luz suave e mågica, iluminando os rostos sorridentes e os coraçÔes cheios de gratidão.
Enquanto o tempo passava, as histĂłrias se desenrolavam, algumas reais e outras imaginĂĄrias, todas tocando os coraçÔes de quem as ouvia. As emoçÔes fluĂam livremente, trazendo risos, lĂĄgrimas e suspiros de admiração.
E então, como se por encanto, a velha anciã começou a cantar uma antiga canção de ninar, cuja melodia envolvente acalmou as mentes agitadas e trouxe paz aos coraçÔes cansados. Os presentes fecharam os olhos e se deixaram levar pela magia do momento, sentindo-se transportados para um mundo de sonhos e fantasia.
E assim, naquela noite de inverno, as almas iluminadas foram abraçadas pela magia do amor e da amizade, encontrando conforto e alegria na companhia uns dos outros. Que neste inverno eles estivessem docemente aquecidos, não apenas pelo fogo da lareira, mas também pela chama da amizade que ardia em seus coraçÔes para sempre.
â Me deixe
Me deixe sorrir
Mesmo que meu sorriso
Esteja carregado de lĂĄgrimas
Me deixe sorrir
Mesmo que a fome
Venha me atormentar
Me deixe dormir
Assim como o sol
A noite se pÔe
Me deixe partir
Se assim meus olhos
Se fecharem
E Deus exigir minha presença
Apenas me deixe
Pois ainda vou sorrir
Irei chorar
Guardar mĂĄgoas
E o mundo questionar
Pois nessa vida por mais que cresçamos.
Para Deus
Sempre seremos eternas crianças.
Alexandre C.
Poeta de Libra
â Enquanto eu encontro um imenso oceano em seus olhos em nenhuma parte de vasto oceano eu me encontro
â â MĂSERO MOMENTO
MĂsero momento meu, cheio de desalento
de um coração partido, emoção ressentida
rimas de ira, nostalgia e suspiroso lamento
- Como nĂŁo sentir a estĂĄ poĂ©tica tĂŁo doĂda?
Padece a prosa e poeta todo o sofrimento
a flagelar o soneto numa agonia possuĂda
rude, sim, mas nĂŁo simulando sentimento
é dor, é rasgar, uma sensação desmedida
Chora o versar, versa o choro, excessivo
Ă© intenso, Ă© amargo, farto de argumento
e que fica a perseguir, por qual o motivo
VĂłs, testemunheis, Ăł poema, o tĂŁo lento
pesar. Ah! quanto amei, e o quĂŁo Ă© vivo
este mal, que apoquenta o pensamento.
© Luciano Spagnol â poeta do cerrado
29 junho 2024, 20â11â â Araguari, MG
â Dor
A dor Ă© algo que bate no peito
Caminha conosco sem jeito
Molda um novo guerreiro.
Dor que faz as lĂĄgrimas dos olhos caĂrem.
O coração palpita e do peito quer saltar.
Dor nĂŁo se explica, se sente
No peito e as vezes nem o tempo
Consegue apagar.
Alexandre C.
Poeta de Libra
