Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
A vida sĂł começa de verdade quando vocĂȘ olha para vocĂȘ mesmo e diz: Hoje irei lutar para conquistar o meu futuro!
Em sua face existe o mais belo e puro sorriso do mundo, no seu sorriso existe o brilho dos anjos e uma perfeição que nunca foi encontrada antes, é injusto e me recuso ter que aceitar mas por favor me explique o porque; não posso viver à te amar!
Os meus sonhos nĂŁo sabem e nĂŁo entendem, minha mente nĂŁo sabe como expressar mas certamente se eu pudesse vĂȘ-la sei que todas as duvidas acabariam... SĂł tenho um Ășnico medo assim como Ă© a minha Ășnica duvida: SerĂĄ que vĂȘ-la me deixaria loucamente apaixonado?
Se inspirar Ă© uma honra mas poucos tĂȘm a certeza de sua capacidade. Acredite, acredite que no fim tudo serĂĄ incrĂvel pois com fĂ© tudo sempre serĂĄ possĂvel!
Onde vocĂȘ estĂĄ?
Os teus olhos nesse breu eu estou a procurar.
Diga alguma coisa para que tua voz eu possa escutar.
Ouça o silĂȘncio e as batidas do teu coração, porque nessa escuridĂŁo eu sei que vou te achar.
Vamos, prossiga não deixe que o medo a faça delirar.
NĂŁo consigo mais suportar saber que comigo vocĂȘ nĂŁo estĂĄ
Só imagino quando te encontrar, vou te abraçar e nunca mais soltar.
Ao teu lado vou ficar até que o mundo venha a acabar.
NĂłs iremos sonhar, e nossos objetivos conquistar.
ObstĂĄculos nĂŁo irĂŁo nos derrubar pois teremos um ao outro para que possamos levantar.
Nada e nem tudo irĂĄ mudar o sentido da minha vida que Ă© Te Amar.
Se voce Ă© daquele tipo que nĂŁo sabe o que esperar do futuro, lembre-se de que voce colherĂĄ amanhĂŁ o que planta hoje:
Ame e entregue-se de forma Ășnica, para que receba um amor verdadeiro e pleno.
Eu continuo te esperando, todos os dias, de braços abertos, mesmo que nunca tenha saĂdo da minha vida.
NO SILĂNCIO
No silĂȘncio da noite
Sinto-te chegar
Sinto o calor do teu corpo
Sussurras ao meu ouvido
Amo-te, desejo-te esta noite
O teu cheiro invade o meu ser
Entrego-me Ă s tuas carĂcias
NĂŁo consigo resistir-te
Ă mais forte que eu
Perco-me nos teus braços
Ă tĂŁo forte o amor que nos une
Tu Ă©s irresistĂvel
Ăs sedutor, um apaixonado
Mesmo casados hĂĄ tantos anos
Somos, seremos sempre
Eternos namorados.
VocĂȘ Ă© meu suporte em todos os momentos
Meu ponto de equilĂbrio que gosto de sentir
A razĂŁo da minha felicidade
O meu bem querer de todos os dias
VocĂȘ Ă© a minha equação, razĂŁo Ă© lĂłgica ...
O meu amor!
alheio ao lado da musa
começo a escrever
neste exato momento,
Ă s doze horas deste dia
seis de junho de dois mil
e dezoito, porém, alguém
Ă procura de alguma alegria
aproxima-se, trazendo biscoitos,
bom café com leite qual anestesia
velho frio desta manhã, gélida tersã.
quisera ter agora bela e divina mente sĂŁ.
Ă© intrusa gripe meu companheiro, atchim!
estĂĄ servido, meu amado leitor querido?
não é o espirro, é o café com biscoitos.
bem que podia ser um chĂĄ de alecrim,
apesar desta alegria gastronĂŽmica.
encontro-me em palpos de aranha,
a escrever anĂŽnimo pelo conselho
parecendo-me situação bisonha.
debaixo de relho, pois, minha cabeça
tropeça no avesso desse acontecimento
ao se ver num espelho a lhe espelhar
o movimento lento, deve ser
pela idade-bedelho.
devagar a divagar
vai-se ao longe
diz a musa
a qual do
poeta
usa.
e a gripe, minha deusa?
vamos desengripar
primeiramente
a sua mente,
o resto
vamos
deixar
para o
ar quente.
claro, se ele
nĂŁo estiver
ausente.
escrevendo apenas uma
estrofe por semana,
conquanto, seu
conteĂșdo seja
autĂȘntico
Ă© andar
Ă galope.
preste
atenção
a musa
nĂŁo diz:
trote, de pura ilusĂŁo.
estarĂĄ lentamente
cumprindo a sua
missĂŁo, assim
fala a musa,
ao pensar
pelo meu
pensar,
porém,
de coração!
e a musa acrescenta: quer ser poeta
entĂŁo escreva, escreva,
quem sabe seâŠ
porém, da gripe não falou mais nada
pareceu-me completamente desinteressada,
porém, uma coisa eu sei ela nunca fica estressada.
jbcampos
Com um assovio respondo ao nada,
Com bocejos ao tedio,
Com lågrimas ao peso das emoçÔes,
Com suor à compensação da vida,
Com o corpo sujo Ă s reais alegrias,
Das alegrias ĂĄs tristezas,
Com brilho nos olhos ao seu olhar.
Com mais beijos aos seus beijos.
Confirmo a felicidade.
Sempre a te beijar.
Se eu gosto de vocĂȘ?
NĂŁo sei.
Mas sempre quando estou triste, quero estar com vocĂȘ. VocĂȘ nĂŁo precisa fazer nada, nem dizer algo que faça me sentir melhor. Sendo vocĂȘ jĂĄ estĂĄ bom...
Se eu gosto de vocĂȘ?
NĂŁo sei se Ă© gostar.
Mas sempre quando estou com medo quero aquele abraço que vocĂȘ me dava quando eu acorda assustada dos pesadelos.
Se Ă© gostar?
Quem sabe?
Mas eu sei que sempre quando estĂĄ tudo bem, eu quero que vocĂȘ esteja comigo, sĂł pra gente rir e falar sobre nada, como a gente sempre fez.
Se Ă© gostar?
TALVEZ.
Porque, as vezes, atĂ© sinto falta de vocĂȘ me cobrando pra demonstrar mais meus sentimentos.
EntĂŁo nĂŁo sei dizer se Ă© amor, se Ă© paixĂŁo, se Ă© carĂȘncia.
Eu nĂŁo sei.
Mas no final de qualquer coisa que eu diga que Ă©, sempre terminarĂĄ com seu nome.
E o bom, ou ruim, Ă© que nĂŁo tem como alterar.
Mas tudo bem.
Eu estou tĂŁo ocupada ultimamente.
Ocupada seguindo em frente.
As vezes, sou sabotada.
Mas tudo bem, jĂĄ decorei o caminho.
Sempre volto, as vezes, tropeçando no caminho... mas volto!
Quem serĂĄ que sempre tento enganar?
Porque atĂ© minha consciĂȘncia estĂĄ gritando desesperadamente pra que eu faça o oposto.
Tudo bem se eu nĂŁo tiver mais nada.
Mas tem algo dentro de mim, que ficou, que ninguĂ©m pode arrancar. Nem mesmo vocĂȘ!
Vai vĂȘ que a vida Ă© assim:
VocĂȘ vive tentando descobrir o propĂłsito, e chega uma hora que vocĂȘ consegue. E estĂĄ feliz.
Porém, ela é må.
E quando vocĂȘ descobre rĂĄpido de mais, ela faz escapar pelos seus dedos, e deixa com aquele gosto de quero mais...
Amar? Amo.
Mas isso nĂŁo define que preciso estar perto.
NĂŁo define que quero a infelicidade com outras pessoas.
NĂŁo...
Eu aceito.
Eu quero que seja feliz, e muito.
Assim eu nĂŁo tenho que ficar esperando.
Assim eu nĂŁo preciso ter que dizer a mim mesma que nĂŁo pode, que nĂŁo dĂĄ.
Sabe o quanto Ă© doloroso?
Seu sonho saindo pela porta, e vocĂȘ dizer adeus com um sorriso nos lĂĄbios...
E dizem que quando estamos destruĂdos, choramos.
Iniciantes!
