Indignação

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Indignação

Eu fico indignada gente..
com esses políticos que num faz nada
A cada tempo que se passa
Nosso país fica uma calamidade
Oh lastimável,realidade.

Em nosso cotidiano há a violência urbana,
Em que se extrapola a cada dia
Muitos já foram vítima
Não nos sentimos mais seguros
Ela está dominada
Sentimos medo de seguir a jornada

Maior parte de parcela de culpa é de quem?
Dessa politicagem!

Se existisse uma educação de vergonha
Talvez os malandros não fariam tantas artimanhas
Os líderes tomariam uma decisão
Uma boa ação
Poriam dentro das cadeias a EDUCAÇÃO

Ao observar a pobreza ao redor
Admito que tenho dó,
Sinto uma angústia
Por saber das situações precárias
Que algumas pessoas vivencia
Agraço a Deus pelo meu pão de cada dia.

Eu não nasci pra omissão, porque no meu sangue corre indignação.

Há duas coisas que causam impacto nas redes sociais:
a indignação e o humor.

Eu tenho uma coleção de textos....
Entre eles há expressão de amor, indignação, esperança, amizade e até de dor...
Penso, por que os tenho!? Se quando escrevi algo de amor foi com todo o meu coração e alma, e no final recebi apenas ingratidão e desprezo... Quando eu escrevi sobre coisas que me deixaram indignada, relembro o quanto vale uma vida a alguém, pois, são pessoas assassinas que matam a pureza e nobreza de um coração. Agora quando falo de esperança sinto me refeita, fortalecida, e volto a dar meus passos, são bem pequenos confesso, quase que me arrasto, mas a esperança, me energiza e vou aos poucos me refortalecendo. A quando paro para ler sobre a amizade, é muito reconfortante, pois os verdadeiros amigos sempre estão na hora certa em nossas vidas. Quando falo da dor, é o momento de meu sepulcro, pois me enterro em minha tristezas, me grudo a solidão, e esqueço o quanto vale a minha vida.
Contudo faço um levantamento, e uso tudo como equilíbrio, pois a balança da vida, me passa nesse processo que: O mal existe para nos ferir e matar aos poucos, mas em compensação, nos deixa alertas, nos faz ver o que não queremos nos transformar, automaticamente nossa fé em Deus se renova e ai começa a funcionar o lado da balança do bem, pois nessa etapa já sabemos que a grande tempestade que passamos se dissipou, que o mal pode urrar com todas as suas forças, mas nossa confiança não se abala.
Queria saber para que serve a maldade, o que o ser que executa esse mal, ganha? Porque para mim ficam mais pobre de alma.
Ouço tanto blá blá blá poeticamente sobre o amor, mas e a pratica? Pois é... são só os blá blá blá mesmo... pois muitos desses poetas nunca conheceram o amor real, vivem somente construindo sonhos inacessíveis, pois para tudo há um limite. Quão bom seria se essas pessoas saíssem do módulo sonhar, e entrassem no módulo praticar.
Então, chegaríamos ao nosso fim, sabendo que realmente amamos no sentido real, e não ficamos somente vivendo de ilusões e grande perda de tempo.
Oh ilusão, passe para longe de mim, pois quero saborear a vida real, enquanto é possível.

Há dois tipos de pessoas que não sentem uma indignação sufocante: as coniventes por burrice e os cegos pelo favorecimento.

A indignação que apenas grita é fumaça que cega o próprio dono; a indignação que constrói é o fogo que forja a ferramenta. Não gaste a sua nobreza combatendo o absurdo com a mesma moeda da desordem. A resposta mais devastadora que você pode dar ao caos é a solidez impecável do seu próprio progresso.

A visão e a indignação seletivas dizem muito menos sobre o mundo
e muito mais sobre quem olha para ele.


Pensar isso é reconhecer que, muitas vezes,
a indignação não nasce da injustiça em si,
mas da conveniência.


Indigna-se quando dói no próprio território,
silencia-se quando o dano beneficia, protege ou confirma crenças.


A visão seletiva é uma forma sofisticada
de cegueira:
olha, mas não vê;
vê, mas escolhe esquecer.


E o que dizer?


Que a indignação seletiva não é ética,
é estratégia.
Não é consciência,
é cálculo moral.
Não é empatia,
é espelho.


Ela grita contra certos absurdos
enquanto cochicha cumplicidades
diante de outros.


Aponta o dedo com uma mão
e tapa os próprios olhos com a outra.


Talvez a frase mais honesta seja esta:


Quem escolhe quando se indignar
já escolheu de que lado não está.


✍©️@MiriamDaCosta

A indignação seletiva
não nasce da justiça,
mas do interesse
bem vestido de virtude.


Quem se indigna por conveniência
não defende valores,
defende posições.
✍©️@MiriamDaCosta

Critica-se a Lei Rouanet em nome de uma suposta “indignação ética”, sem sequer compreender que ela não é esmola,
não é “dinheiro dado a artistas”,
mas um mecanismo de renúncia fiscal , dinheiro que já sairia do bolso público e que passa a ser direcionado, com regras, para cultura, educação simbólica, memória e pensamento crítico.


Os mesmos que se arvoram como “cidadãos do bem”:


receberam auxílio emergencial indevidamente,
vivem de benefícios estatais históricos,
defendem privilégios corporativos (militares e suas viúvas e filhas eternamente pensionistas),


e jamais questionam isenções fiscais bilionárias concedidas a bancos, igrejas e grandes empresas.


A indignação, portanto, não é moral , é seletiva.


Ela escolhe alvos simbólicos fáceis: artistas, intelectuais, escritores e produtores culturais vários.


Porque cultura incomoda, questiona, expõe contradições, desorganiza certezas e encenam a história que tentam apagar.


Não se trata de repúdio ao uso do dinheiro público.
Trata-se de repúdio àquilo que pensa, cria e revela.


Em resumo:
Não odeiam o Estado beneficiador,
odeiam o Estado quando ele não os beneficia diretamente; e odeiam ainda mais quando ele financia ideias, sensibilidade e pensamento crítico que são contrários às próprias ideologias politicas, religiosas e culturais.
✍©️@MiriamDaCosta

⁠Talvez Culpar a Vítima seja a maneira mais Covarde que a Indignação Seletiva encontra para
passar pano
para a Injusta Agressão.


Porque é mais fácil distorcer a dor do outro do que encarar a própria omissão.


Mais confortável questionar a roupa, o horário, o comportamento — qualquer detalhe periférico — do que admitir que o problema mora, de fato, na mentalidade que Naturaliza o Desrespeito e Romantiza o Controle.


O Machismo Estrutural, muitas vezes, não grita — ele sussurra.


Ele se esconde em comentários “inofensivos”, em julgamentos disfarçados de conselho, em críticas que nunca recaem sobre quem agride, mas sempre sobre quem sofre.


É uma lógica bastante perversa: transforma a vítima em ré e absolve o agressor com a cumplicidade silenciosa de quem prefere não se indispor.


E assim, a indignação deixa de ser justiça e vira conveniência.


Escolhe lados não pela ética, mas pela identificação, pela ideologia, pelo conforto de não confrontar aquilo que exige mudança interna.


É seletiva porque não é sobre o que aconteceu — é sobre com quem aconteceu.


Mas toda vez que se culpa a vítima, reforça-se impreterivelmente o ciclo.


Toda vez que se relativiza a agressão, legitima-se sua repetição.


E toda vez que se silencia diante disso, constrói-se um ambiente onde o medo fala mais alto que a dignidade.


Romper com isso exige muito mais do que discursos à pronta entrega — exige coragem.


Coragem de reconhecer privilégios, de rever crenças e de se posicionar com firmeza mesmo quando é desconfortável.


Porque justiça de verdade não escolhe conveniência.


E respeito não admite exceções.


No fim, a pergunta que fica não é sobre o que a Vítima poderia ter feito diferente — mas sobre o que nós, enquanto sociedade, ainda insistimos em não mudar.

⁠A Indignação Seletiva, nascida da confusão, ainda faz os indignados confundirem Vingança Apressada com Justiça Célere.


Há uma pressa muito perigosa em responder ao que revolta.


Uma ânsia quase instintiva de punir, de devolver dor com dor, como se a velocidade da resposta fosse suficiente para legitimar sua justiça.


Mas justiça não é sobre rapidez — é sobre precisão.


E, sobretudo, sobre responsabilidade.


A indignação seletiva escolhe seus alvos com base na conveniência emocional, não na coerência moral.


Ela grita “alto demais” quando o erro vem de um “inimigo”, mas silencia quando o mesmo erro nasce em território conhecido, protegido ou admirado.


É uma indignação que não busca justiça — busca confirmação.


Nesse cenário, a vingança se disfarça com descarada facilidade.


Veste o discurso da urgência, da ordem, da necessidade de resposta imediata.


Mas, no fundo, é apenas a satisfação momentânea de ver alguém pagar — não importa como, nem sob quais critérios.


E, quando isso acontece, o que se perde não é só o equilíbrio… é o próprio sentido de justiça.


Justiça de verdade exige tempo, escuta, critério e, muitas vezes, desconforto.


Exige aceitar que nem toda resposta será rápida e que nem toda punição virá na intensidade desejada.


Porque justiça não é espetáculo, nem moeda de troca emocional.


É construção — lenta, imperfeita, mas necessária.


Confundir Justiça com Vingança é abrir mão daquilo que nos diferencia do erro que condenamos.


E a indignação, quando não é acompanhada e pautada na reflexão, deixa de ser ferramenta de mudança para se tornar apenas combustível de mais injustiça.

Uma personalidade divina que depende da indignação de seus seguidores mortais para proteger sua reputação está mais do que morta: está decomposta.

Inserida por DamVob

É da sensibilidade que vem a força de nossas ações. Aquilo que nos causa indignação nos mostra ao que somos sensíveis.

Inserida por sueligarcia

Prefiro sofrer a indignação de ser injustiçado ao ser condenado por minha consciência pela vergonha de cometer injustiças!

Inserida por emaildosamuka

Vamos viver a mística.Pois, a mística é o que distingue a nós militante dos ativistas, a indignação e a sensiblidade constroi um homem mais forte e capaz de transformar a realidade com um ardor que só um homem profundamente místico do ponto de vista da solidariedade pode ser.

Inserida por zewilson51

Desculpa gente, mas apenas postar coisas que demostram indignação e falar mal do país não resolve nada. Agora se você começar a mudança por você e for o exemplo de quem lhe rodeia, aí você estará fazendo alguma coisa para ajudar.

Inserida por RogerStnkvcz

"Calem os meus gritos de dor, a minha expressão de indignação e as minhas lágrimas de saudade... mas, não me calem as palavras que fazem de cada um destes sentimentos música".

Inserida por lavinialins

"Não me indigno, porque a indignação é para os fortes; não me resigno, porque a resignação é para os nobres; não me calo, porque o silêncio é para os grandes. E eu não sou forte, nem nobre, nem grande. Sofro e sonho. Queixo-me porque sou fraco e, porque sou artista, entretenho-me a tecer musicais as minhas queixas e a arranjar meus sonhos conforme me parece melhor a minha ideia de os achar belos.

Só lamento o não ser criança, para que pudesse crer nos meus sonhos." "Eu não sou pessimista, sou triste.

Inserida por AmandaMartucelli

Não permita que a sua própria auto-indignação impeça você de enxergar a GRAÇA e a MISERICÓRDIA de Cristo para com você.

Inserida por tgrulha

o dia da indignação do Senhor, está chegando. A cada dia, podemos senti-lo. A cada dia, podemos recebê-lo. A cada dia, temos dores e certa ansiedade de que tudo termine e que voltemos a nossa origem.

Inserida por imexmech