Inconsciente
a inocência do mundo vive naquele que vive inconsciente da sua consciência, pois ainda que a sinta, não a reconhece.
Eu sou
A emanação intemporal
Do amor incondicional
Um desejo permanente
No teu inconsciente
Um beijo molhado
Com sabor a pecado
A chama que te acende
A luz que te apaga
Sou o todo entre o nada
3 da manhã....
Cérebro inconsciente.
São três da manhã e a torre de controlo regista centena de voos deambulando pelos circuitos nervosos, inconstantes acelerações fazem com que os motores oscilem...
Pequenos beliscos são dados...
Informação passada...
Atenção! Motor em falha.
Muitos momentos tenebrosos ainda nos assombram em turbulenta viagem que parece não ter fim...
Se nas lágrimas misturam-se querosene, o voo torna-se mais difícil...
Ao longe,bem no meio daquela nuvem tem um anjo... Um anjo triste, um anjo em duvida... Um anjo caminhado sozinho a procura de um caminho desamparado com frio e sem qualquer vestes..
Ele recebe...
Ele recebe cada pulverização dos motores que vão poluído os céus...
Ho! Cérebro Cérebro inconstante... Respira...não belisca...
Não belisques respira... Ainda desligas o motor...
May Day .... May Day ... May day !!!
Ivan costa ....
Não existem verdades ou mentiras puras. Existe o inconsciente de cada um de nós querendo provar para nós mesmos que aquilo que acreditamos é a mentira mais verdadeira que pode existir. Afinal a mentira de hoje será a verdade de amanhã.
O caridoso é quem recebe a caridade de forma inconsciente como sinal de que precisa mudar internamente sua forma de perceber o mundo.
Pensamentos que vem
Mas nunca se vão
Coisas que chega na mente
Te deixa inconsciente
Transforma em uma corrente
Que um dia se quebra no chão
Transformando tudo em solidão
Aí como queria esquecer
Aquilo que um dia me fez sofrer
Pena que "Querer não é poder"
Lembranças do passado
Que quero deixar de lado
Isso tudo é tão complicado
Estou acorrentado..
Um dia vou saber
O verdadeiro motivo de viver
Vou poder descrever
Tudo aquilo que me fez crescer
Vou poder contar
A alegria de se renovar
Com um sorriso no rosto
Todo dia vou acordar
Vou gritar pro mundo todo escutar
Que dessa corrente conseguir me livrar
O escracham como louco
Acharam que estava inconsciente
Pois este foi um dos poucos
Que tirou as grades da mente
Holofotes o cercavam
Mas uma coisa o intrigava
O homem que tinha tudo
E ao mesmo tempo não tinha nada
Decidiu por vez
Experimentar a liberdade
Holofotes não o cercam mais
Porém hoje é feliz de verdade.
Abraça a noite, repousa e sente o teu sábio inconsciente.
Ele guia-te e faz-te crescer com consciência.
No rumo de decisões no inconsciente como oceano furioso e cálido a mente vaga do calor do deserto moribundo.
Colocamos tudo ou como:
``Não pode´´
ou como
``Pecado´´.
Mas vivemos um existir inconsciente do que é existir com praticas absurdas de amostragem retratando um eu fake
O Sistema Nervoso Autônomo, numa prevalência do inconsciente, seleciona aquilo de que alguém deve se proteger. A percepção consciente escolhe parte do que se deve evitar. Mas, às vezes, o SNA e a sensibilidade lúcida não percebem de onde vem o perigo que, se invisível, ainda é extremo. Você está vivo(a)? Então acredite em milagre e sorte.
Uma crença política ou religiosa constitui um ato de fé elaborado no inconsciente e sobre o qual, apesar de todas as aparências, a razão não tem influência. A crença chega às vezes a um grau de intensidade tal que nada pode se opor a ela. O ser humano hipnotizado por sua fé se torna então um apóstolo, pronto a sacrificar seus interesses, sua felicidade, mesmo sua vida, para o triunfo dessa fé. Pouco importa o absurdo de sua crença, ela é para ele uma verdade deslumbrante. As certezas de origem mística possuem esse maravilhoso poder de dominar inteiramente os pensamentos e de só serem influenciadas pelo tempo.
Pelo único fato de que ela é considerada como verdade absoluta, a crença se torna necessariamente intolerante.
Assim se explicam as violências, os ódios, as perseguições; cortejo habitual das grandes revoluções políticas e religiosas.
Tentativa de explicação
Quase que um manifesto do próprio inconsciente.
Uma forma tolerável da entrega sem explicação.
Incondicionalmente já nostálgico vou aderindo aos impulsos provenientes de euforias.
Seguindo a trilha do campo desconhecido e sentindo emoções inexplicáveis.
Nem idade nem experiência cuidam de nos alertar dos próximos passos.
Em derradeiro instante caio em abandono das minhas razões.
Sem medo algum, desconheço a sensação de fuga ou arrependimento.
Uma volta descontrolada da infância, em atos julgáveis por condutas irrelevantes.
Assim me perdi de todas as regras que formei,
Quando te encontrei, percebi que já te esperava, eu já te imaginava.
Nessa entrega só espero que o tempo não passe
Ou que eu me perca dele por uma eternidade.
