Incomodar Pessoas
"Se ao mentir ou omitir a verdade sua intenção é não me incomodar... Pois estará, sim, me incomodando!"
Frase Minha 0054, Criada no Ano 2006
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
É muito difícil — quase impossível — a Sororidade incomodar alguém que não se identifique com o Machismo Estrutural.
Porque aquilo que nasce da empatia raramente pode ameaçar quem aprendeu a conviver com a igualdade.
O incômodo quase sempre surge quando a solidariedade feminina deixa de ser silenciosa, obediente ou ornamental, e passa a confrontar privilégios históricos tratados como naturais durante séculos.
Há quem confunda sororidade com blindagem moral, quando, na verdade, ela frequentemente nasce da necessidade de sobrevivência emocional, social e até física.
Mulheres aprendem cedo que o julgamento coletivo costuma ser mais cruel com elas, que a violência muda conformemente o ambiente, e que muitas disputas femininas foram incentivadas por estruturas que sempre lucraram com a desunião entre elas.
Talvez por isso tanta gente se incomode quando mulheres começam a se apoiar sem pedir autorização cultural para isso.
Porque o Machismo Estrutural não vive apenas em agressões explícitas; ele também se esconde nas ironias, nos desconfortos seletivos, nas piadas normalizadas e na estranha necessidade de deslegitimar qualquer movimento de acolhimento feminino como exagero, vitimismo ou ameaça.
Curioso é perceber que ninguém costuma se irritar com alianças masculinas historicamente normalizadas — políticas, econômicas, corporativas ou sociais.
Mas basta mulheres defenderem ou orientarem umas às outras com mais consciência para surgir a acusação de parcialidade.
Como se o privilégio pudesse se organizar livremente, mas a resistência tivesse obrigação permanente de se justificar.
No fundo, a sororidade não assusta quem acredita na dignidade humana compartilhada.
O que realmente incomoda é o enfraquecimento gradual das estruturas medonhas que sempre dependeram do silêncio, da rivalidade induzida e da submissão disfarçada de tradição.
E talvez seja exatamente por isso que ela continue sendo tão necessária.
O curioso não são soldados do exército pintando meio-fio, mas isso incomodar só os especialistas de uma guerra só:
a Palavrosa.
Porque há algo profundamente revelador no tipo de indignação que escolhemos cultivar.
Não é a fome que escandaliza.
Nem é o abandono.
E nem é a corrupção cotidiana que envelhece o país antes do tempo.
O que incomoda é a estética da simplicidade.
Um homem com enxada parece digno.
Um operário com uniforme parece digno.
Um gari varrendo rua parece digno.
Mas um soldado limpando praça ou pintando meio-fio vira símbolo de humilhação nacional para quem aprendeu a confundir utilidade com discurso.
Talvez porque a guerra palavrosa precise desesperadamente parecer mais importante do que é.
Existe uma elite emocional que vive da liturgia da crítica.
Não produz ponte, não recolhe lixo, não organiza fila, não constrói muro, não protege fronteira, não assenta tijolo — mas comenta tudo como se governasse o universo pela força do vocabulário rebuscado.
E, quando vê alguém executando uma tarefa simples, concreta e visível, reage com ironia, porque o concreto expõe a esterilidade do excesso de abstração.
Há gente que prefere um país perfeitamente teorizado e completamente abandonado a um país imperfeito, mas funcionando.
A tragédia moderna talvez esteja nisso: transformamos toda ação em símbolo, ideologia e todo símbolo em guerra moral.
Já não perguntamos se algo ajuda, organiza, melhora ou serve.
Perguntamos apenas se aquilo alimenta a narrativa que escolhemos.
E assim, pintar um meio-fio deixa de ser manutenção urbana e vira tese acadêmica improvisada.
Enquanto isso, o país real continua existindo longe dos debates performáticos.
Porque o país real pega ônibus cedo…
Troca de turno.
Limpa-chão.
Carrega peso.
Conserta rede elétrica.
Desentope outras.
Entrega comida.
Bate continência.
E, no fim do dia, entende uma verdade silenciosa que os sacerdotes da guerra palavrosa raramente suportam admitir:
Toda civilização depende muito mais de quem faz do que de quem só tenta diminuir quem fez.
Eu não ligo...pro que falam de minha pessoa...mas seu começar a me incomodar...daquilo que...falam de mim...é porque... eu estou deixando de ser mesma...mas isso não acontecerá...pois...tenho a minha base forte no caráter.
Sou pequena... mas a minha ferroada poderá lhe incomodar e muito...isso quer dizer que...não me provoque...terei a resposta a altura...e sempre sairei com classe...não vou morrer como as abelhas...ao lhe picar com minhas palavras.
A pior parte de você se incomodar com a atitude alheia, é que enquando você perde tempo se irritando e se incomodando, as outras pessoas continuam desfrutando da vida e fazendo suas coisas normalmente.
Calo-me para não incomodar teu silêncio,
porque sei que é dele que precisa para escutar
minha voz.
Se te tocar com palavras é entrega desvairada,
sem medida...
É desejo incontido, animal.
Somos feras encurraladas, aprisionadas por
este sentimento louco, insane sem igual.
Desejo que queima,fere, machuca,
desconcentra.
Se palavras, não podem ser ditas
se olhares não podem se tocar,
a nós resta quase nada
ou quem sabe, quase tudo.
A nós, resta sonhar !
resta quase nada ou quem sabe tudo.
A nós, resta sonhar !
Quando a luz é muito brilhante, ofusca os olhos da escuridão;
Sempre a escuridão irá se incomodar e tentará apagar essa luz.
O que eu falo não deveria incomodar..
Se incomode com o meu silêncio, por que ele sim tem grande peso em tudo que eu poderia tentar te dizer!
Viver é uma arte incrível e que deve ser aproveitada ao máximo e o artista não deve se incomodar com a crítica, a crítica gera a projeção para o espetáculo ser bem sucedido.
Ser imitado não pode nos incomodar, o que tem que nos incomodar é ser desprezado!!! Se nos imitam é por que temos algo de bom pra ser copiado, se nos desprezam é por que não fazemos a diferença!!!
