Incomodar Pessoas

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“Humildade não é se esconder pra não incomodar quem não fez.”

- Desculpe te incomodar tão cedo.
Com meus dilemas e preocupações
nesse arrastar de um triste enredo.
- Tomo um gole de fé
enquanto engulo a vida
e o dia me convida.
Parece tão clichê falar de dor.
Ao longe uma melodia, quem deu ao vento o som de poesia? Conhece bem meus lamentos. Abotoou um tempo de guerras e misérias, isolada em meu canto assistindo ao nascer de dias.

Quem deu voz aos poetas para expor sentimentos? Conhece bem a escuridão desses momentos. Quem me deu as asas e calçou meus sapatos
sabe bem a dor dos meus passos…

⁠-deixa eu te incomodar
por um momento
e desabar meus sentimentos
e emoção.
Sei que que vai me achar
uma maluca que esmurra
a mesma porta
sabendo que está trancada
e não vai conseguir entrar.


Deve me achar uma burra.
Por repetir a mesma cena
todos os dias,o coração
sem conseguir parar.


As vezes,tudo o que temos
são sonhos e uma pena.

Sempre que houver divisionismo
o poeta pelo fato de existir,
alguns com ele irão se incomodar,
sem mesmo por eles procurar.


Ele é quem tem a ousadia de fechar
a porta quando alguém fizer
a cortesia para a guerra entrar,
e muita inspiração para encorajar.


Ciente que a poesia é feita de pausa,
para a cada novo momento respirar,
o poeta quando cala a poesia vira mar.


Com ou sem licença poética,
não receia por nada a palavra partilhar:
como as sementes dos ipês a se espalhar.

⁠É muito difícil — quase impossível — a Sororidade incomodar alguém que não se identifique com o Machismo Estrutural.


Porque aquilo que nasce da empatia raramente pode ameaçar quem aprendeu a conviver com a igualdade.


O incômodo quase sempre surge quando a solidariedade feminina deixa de ser silenciosa, obediente ou ornamental, e passa a confrontar privilégios históricos tratados como naturais durante séculos.


Há quem confunda sororidade com blindagem moral, quando, na verdade, ela frequentemente nasce da necessidade de sobrevivência emocional, social e até física.


Mulheres aprendem cedo que o julgamento coletivo costuma ser mais cruel com elas, que a violência muda conformemente o ambiente, e que muitas disputas femininas foram incentivadas por estruturas que sempre lucraram com a desunião entre elas.


Talvez por isso tanta gente se incomode quando mulheres começam a se apoiar sem pedir autorização cultural para isso.


Porque o Machismo Estrutural não vive apenas em agressões explícitas; ele também se esconde nas ironias, nos desconfortos seletivos, nas piadas normalizadas e na estranha necessidade de deslegitimar qualquer movimento de acolhimento feminino como exagero, vitimismo ou ameaça.


Curioso é perceber que ninguém costuma se irritar com alianças masculinas historicamente normalizadas — políticas, econômicas, corporativas ou sociais.


Mas basta mulheres defenderem ou orientarem umas às outras com mais consciência para surgir a acusação de parcialidade.


Como se o privilégio pudesse se organizar livremente, mas a resistência tivesse obrigação permanente de se justificar.


No fundo, a sororidade não assusta quem acredita na dignidade humana compartilhada.


O que realmente incomoda é o enfraquecimento gradual das estruturas medonhas que sempre dependeram do silêncio, da rivalidade induzida e da submissão disfarçada de tradição.


E talvez seja exatamente por isso que ela continue sendo tão necessária.

⁠O curioso não são soldados do exército pintando meio-fio, mas isso incomodar só os especialistas de uma guerra só:
a Palavrosa.


Porque há algo profundamente revelador no tipo de indignação que escolhemos cultivar.


Não é a fome que escandaliza.


Nem é o abandono.


E nem é a corrupção cotidiana que envelhece o país antes do tempo.


O que incomoda é a estética da simplicidade.


Um homem com enxada parece digno.


Um operário com uniforme parece digno.


Um gari varrendo rua parece digno.


Mas um soldado limpando praça ou pintando meio-fio vira símbolo de humilhação nacional para quem aprendeu a confundir utilidade com discurso.


Talvez porque a guerra palavrosa precise desesperadamente parecer mais importante do que é.


Existe uma elite emocional que vive da liturgia da crítica.


Não produz ponte, não recolhe lixo, não organiza fila, não constrói muro, não protege fronteira, não assenta tijolo — mas comenta tudo como se governasse o universo pela força do vocabulário rebuscado.


E, quando vê alguém executando uma tarefa simples, concreta e visível, reage com ironia, porque o concreto expõe a esterilidade do excesso de abstração.


Há gente que prefere um país perfeitamente teorizado e completamente abandonado a um país imperfeito, mas funcionando.


A tragédia moderna talvez esteja nisso: transformamos toda ação em símbolo, ideologia e todo símbolo em guerra moral.


Já não perguntamos se algo ajuda, organiza, melhora ou serve.


Perguntamos apenas se aquilo alimenta a narrativa que escolhemos.


E assim, pintar um meio-fio deixa de ser manutenção urbana e vira tese acadêmica improvisada.


Enquanto isso, o país real continua existindo longe dos debates performáticos.


Porque o país real pega ônibus cedo…


Troca de turno.


Limpa-chão.


Carrega peso.


Conserta rede elétrica.


Desentope outras.


Entrega comida.


Bate continência.


E, no fim do dia, entende uma verdade silenciosa que os sacerdotes da guerra palavrosa raramente suportam admitir:


Toda civilização depende muito mais de quem faz do que de quem só tenta diminuir quem fez.

Pare de pedir licença para existir.


Você já adiou muitos começos
tentando não incomodar.


Mas a sua vida não foi feita
para acontecer nas margens.


Você não nasceu para assistir de longe
à história que Deus escreveu para você.


Essa inquietação no peito,
esse desejo de mudar,
essa vontade de ser mais inteira...


talvez já seja o sinal que você tanto esperava.


Levante-se.


Escolha-se.


E vá viver a vida
que também está esperando por você.


— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

"O desprezo dos grandes é o sinal de que sua luz já começou a incomodar quem vive de aparências."

A música que diz: "Sentimento ilhado, morto e amordaçado, volta a incomodar". É uma realidade que ninguém está livre de tais sentimentos. Quando caímos na real e saímos dos devaneios, entendemos um pouco daquilo que somos. Por isso, o coração só encontra paz quando é colocado nas mãos de Deus e isso também, não é tão fácil, mas é possível!

Às vezes Deus usa nossa presença para incomodar o que precisa ser tratado.
Isso não te torna responsável, só obediente.
Você não é refúgio emocional de ninguém. miriamleal

Sustento um pedido de socorro mudo e polido. Ele não grita para não incomodar a vizinhança, mas sua existência é um ruído ensurdecedor.

Encolhida para caber, calada para não incomodar.

Eu não ligo...pro que falam de minha pessoa...mas seu começar a me incomodar...daquilo que...falam de mim...é porque... eu estou deixando de ser mesma...mas isso não acontecerá...pois...tenho a minha base forte no caráter.

Inserida por beladonilo

Sou pequena... mas a minha ferroada poderá lhe incomodar e muito...isso quer dizer que...não me provoque...terei a resposta a altura...e sempre sairei com classe...não vou morrer como as abelhas...ao lhe picar com minhas palavras.

Inserida por beladonilo

Por hora, posso te dar carinho. Me avisa quando incomodar.

Inserida por NatalyBarreto

Não deixe as lágrimas incomodar os seus olhos....elas aliviam o pesadelo de quem as originou.

Inserida por BALSAMELO

O que devo fazer quando a paixão vem aqui me incomodar?

Inserida por NatheAndrade

Não gosto quando essas coisas acontecem, essas coisas chatas de não saber se vou te incomodar.

Inserida por TsomaR

A pior parte de você se incomodar com a atitude alheia, é que enquando você perde tempo se irritando e se incomodando, as outras pessoas continuam desfrutando da vida e fazendo suas coisas normalmente.

Inserida por fabiotnt

Calo-me para não incomodar teu silêncio,
porque sei que é dele que precisa para escutar
minha voz.
Se te tocar com palavras é entrega desvairada,
sem medida...
É desejo incontido, animal.
Somos feras encurraladas, aprisionadas por
este sentimento louco, insane sem igual.
Desejo que queima,fere, machuca,
desconcentra.
Se palavras, não podem ser ditas
se olhares não podem se tocar,
a nós resta quase nada
ou quem sabe, quase tudo.
A nós, resta sonhar !

resta quase nada ou quem sabe tudo.
A nós, resta sonhar !

Inserida por LeoniaTeixeira