Incerto
Nenhum passo é incerto,
quando está certo o querer IR.
O problema é acertar a direção,
compreender a trajetória,
e se situar nos desígnios do destino.
Mas vamos nessa, não viemos pra temer,
viemos pra conquistar.
Sim...
Anos e anos de relacionamento, é depositar todo um glorioso passado e um incerto futuro, a amizade adquirida e a angústia das decepções, a confiança conquistada e as desilusões, as alegrias vividas e as tristezas compartilhadas, em um triturador no qual se brota a reciclagem do verdadeiro AMOR!!!
Terra prometida
Lentamente gotas caem...
Caminho incerto.
Chuva???
Sofrimento.
Ó lágrimas! Lágrimas solitárias!
Deserto infinito.
Fuga!
Labirinto.
Ó sal! Sal dos mórbidos!
Lábios...
Há tempo selados.
Mortos.
Ó lágrimas salgadas!
Corpo oco.
Lugar sem vidas.
Martírio.
Ó coração seco!
Que não temes mais a seca.
Da chuva não se escuta o eco.
Alimenta-se da busca pela terra: esperança.
Os casos de casas que se abrem ao paraíso incerto não é tão perto da vida que separa as raras peças de um luar claro.
O passado não volta, o presente é curto e o futuro é incerto. Por isso não deixe pra fazer depois o que pode fazer agora.
Meu querer
o meu objetivo faz parte do meu querer
e vejo tão longe e tão incerto
que deforma todo meu ser
ao mesmo tempo, torna-se mais perto
quando é do nosso querer
Viva o tempo real do presente, Pois o tempo a seguir é incerto e não se sabe o qual será a pérola do trabalho no futuro.
Em se tratando do incerto e do inusitado, a dúvida se apresenta como única alternativa inteligente. Reduzir-se toda a existência à microscópica dimensão cognitiva de nossa ciência não revela apenas excesso de pretensão: passa atestado de ignorância travestida de sapiência.
Talvez tudo ainda seja muito incerto
As vezes pensamos muito no passado
Nesse pensar esquecemos do futuro
Inviabilizando nossa felicidade
Amor, vamos viver sem medo.
quem nasce do espirito, tem um destino incerto.
a quem é posto um espirito, lhe é posto o destino.
que espirito, que destino?
Por estar no âmbito da expectativa todo futuro é incerto até que vire passado, por isso qualquer absoluta certeza só pode ser obtida pelo que passou e não pelo que virá.
O Fardo do Sucesso: Uma Reflexão Urgente Sobre o Brasil Atual…
No panorama incerto do Brasil, a prosperidade individual, em vez de ser celebrada como motor de avanço, parece converter-se em um fardo cada vez mais pesado. A cada novo amanhecer, a nação se vê enredada em uma teia de tributos crescentes, que se estende insidiosamente sobre aqueles que ousam buscar e alcançar o êxito. É como se, em terras tupiniquins, a contramão se tornasse a via principal, onde o esforço e a iniciativa são recompensados não com incentivos, mas com o peso sufocante de uma carga fiscal exorbitante.
Nesse cenário paradoxal, o espírito de iniciativa e a criação de valor, em vez de florescerem livremente, enfrentam uma miríade de obstáculos que parecem erguidos para tolher o ímpeto criativo. Cada passo em direção à inovação e à construção de novos negócios é recebido com a burocracia labiríntica e a onerosidade de um sistema que parece punir o dinamismo. E, no entanto, é justamente nesse ambiente adverso que a capacidade de gerar progresso se destaca como uma força vital, indispensável para o avanço do país.
A capacidade de inovar e criar é, de fato, a espinha dorsal da economia brasileira, um vetor incansável de progresso. Sua relevância transcende o mero ato de fazer negócios; ela se materializa na criação de empregos, que oferece dignidade e sustento a inúmeras famílias, contribuindo significativamente para a redução do desemprego. É através da iniciativa de mercado que novos produtos e serviços surgem, impulsionando a inovação e promovendo o desenvolvimento de soluções eficazes para os desafios prementes da sociedade. Essa força não apenas injeta dinamismo no mercado, mas também se revela fundamental na geração de riqueza, elevando o Produto Interno Bruto (PIB) e fortalecendo as bases econômicas da nação. Sua capacidade de descentralização é um diferencial notável, promovendo o crescimento em regiões menos desenvolvidas e equilibrando as disparidades que frequentemente caracterizam o território nacional. Adicionalmente, essa força de mercado atua como uma poderosa ferramenta de inclusão social, capaz de empoderar grupos historicamente marginalizados, proporcionando-lhes acesso a oportunidades de trabalho e a serviços essenciais. Ela é um agente propulsor da competitividade, introduzindo novas tecnologias e estimulando um ciclo permanente de modernização do tecido empresarial, e seu impacto se estende ao campo social e ambiental, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e sustentável, ao abordar problemas e buscar soluções inovadoras.
É imperativo, então, que se erga um brado por uma transformação substancial. A premente necessidade de reduzir os gastos públicos não é apenas uma questão de eficiência administrativa, mas um clamor por justiça e por um futuro mais equânime. Diminuir a dívida pública não é somente um imperativo econômico, mas um alívio para as gerações presentes e futuras, que hoje carregam o ônus de desmandos passados. E, acima de tudo, aliviar a carga tributária não é um privilégio a ser concedido, mas uma condição fundamental para que o talento e a capacidade produtiva da nação floresçam sem amarras.
A política atual, com sua predileção por extrair cada vez mais daqueles que produzem, assemelha-se a um navio que, em vez de velejar com o vento a favor, tenta avançar contra uma tempestade crescente. É uma visão que asfixia a inovação, desestimula o investimento e, em última instância, mina a própria base do progresso. Essa pressão fiscal não atinge somente o setor produtivo; ela recai diretamente sobre o cidadão comum, erodindo seu poder de compra à medida que o custo de produtos e serviços básicos se eleva. Todos os contribuintes, sem exceção, arcam com o peso dessa conta.
O mais alarmante é que toda essa arrecadação crescente e a escalada de impostos não se revertem em serviços essenciais e de qualidade para a sociedade, que tem direito a eles. Pelo contrário, observamos uma deterioração contínua de todos os serviços públicos. O que realmente se vê é um aumento desproporcional nos gastos estatais, muitos dos quais, chocantemente, foram protegidos por um sigilo de cem anos, uma medida amplamente criticada no passado recente. Que país é esse, que exige tanto de seus cidadãos e oferece tão pouco em retorno, enquanto suas próprias contas são envoltas em tamanha opacidade? A nação merece e exige uma virada de rumo, uma política econômica que celebre o esforço, que estimule a criação de riqueza e que reconheça no ímpeto produtivo não um alvo a ser taxado, mas o motor vital para um futuro próspero e justo para todos os brasileiros. É tempo de reflexão, mas, sobretudo, é tempo de ação para que o Brasil não continue a punir o sucesso, mas sim a cultivá-lo como o mais precioso de seus bens.
"O futuro sempre foi incerto, e as profecias sempre falharam.As bolas de cristal nunca foram tão opacas.Só existe uma certeza, a gente nasce,a gente vive e a gente morre. O resto? bem o resto é um entreter os dias."
"incerto como o proprio destino,ou tao viavel quanto a propria vida,mas nao imaculada como a propria esperança."
MUNDO INCERTO
Demétrio Sena, Magé - RJ.
A mente formiga
de tantos planos,
eis a pulga
atrás da orelha,
sofro meus danos
e roo rosca,
porque tem mosca
em minha sopa...
Baratinado
com tais minhocas
na cabeça,
com tantos grilos
aqui na cuca,
engulo sapos
ou camundongos,
isto machuca
e me cansa...
Mas também cuspo
meus marimbondos,
tenho esperança
no coração,
sei que lagartas
dão borboletas,
tal como sou
camaleão,
mais pra leão
do que pra cama...
O mundo incerto
é feito insetos
ou outros bichos
que dão no ser,
e nos convidam
a refletir...
depois crescer...
Se o futuro é incerto, eleja prioridades, persiga os objetivos de uma maneira a lhe assegurar mais a frente sucesso. Ele pode não ser radiante, mas certamente não lhe dará motivos para se arrepender.
