Incentivo a Leitura Lingua Portuguesa
Eu não me importo se eu escrevo, publico o que escrevo e (quase) ninguém lê.
Eu só quero
escrever, escrever, escrever.
Gosto de contos coloridos com começos negros e meios tempestuosos e finais de céu azul sem nuvens. Mas qualquer história serve.
Estou ciente de que, sempre que converso com um livro, me beneficio da decisão de alguém de lutar contra o silêncio.
Isso é o que os escritores por séculos chamaram de “melancolia”, mas porque você não lê livros, sua linguagem é limitada...
Eu adorava amaneira como Harriett amava seus livros. Eles a transformaramem algo diferente, melhor...
Às vezes, o lugar que a gente precisa para descansar o olhar cansado da mesmice do dia a dia está apenas a um livro de distância.
A literatura pode nos lembrar que nem toda a vida já está escrita: ainda há muitas histórias para serem contadas.
Um livro é uma colaboração entre quem lê e aquilo que ele lê. No melhor cenário, esse encontro é uma história de amor como nenhuma outra.
Um bom livro poderia transportá-la para muito, muito longe, para um mundo diferente, outro país, outra cultura, onde o clima era mais quente e a vida era mais fácil.
Cada livro publicado por mim, aflora um sentimento de expressar meus defeitos. Pois, a crítica vem no final de cada leitura. Por isso eu amo e
sempre procuro a perfeição, no desejo de ser bom. Mas, bom mesmo, só existe um: Meu Deus!
O que nos atrai para a literatura não é que ela seja familiar para nós, é podermos nos relacionar com o valor universal que existe nela.
Seu amor à arte tinha começado com aquele livro. Tinha aberto o livro e se deparado com as ilustrações maravilhosas, assustadoras, mágicas. Imaginara como seria fugir dos limites rígidos das palavras e se expressar por meio de uma linguagem tão fluida.
A vitória só vem depois de muita luta. Quando pensares que já lutou demais, continue lutando, pois o sinal que está próximo da vitória é a grande vontade de desistir.
Existem dois modos distintos de ler os autores: um deles é muito bom e útil; o outro, inútil e até mesmo perigoso. É muito útil ler quando se medita sobre o que é lido; quando se procura, pelo esforço da mente, resolver as questões que os títulos dos capítulos propõem, mesmo antes de se começar a lê-los; quando se ordenam e comparam as idéias umas com as outras; em suma, quando se usa a razão.
Pelo contrário, é inútil ler quando não entendemos o que lemos, e perigoso ler e formar conceitos daquilo que lemos quando não examinamos suficientemente o que foi lido para julgar com cuidado, sobretudo se temos memória bastante para reter os conceitos firmados e imprudência bastante para concordar com eles.
O primeiro modo de ler ilumina e fortifica a mente, aumentando o entendimento. O segundo diminui o entendimento e gradualmente o torna fraco, obscuro e confuso. Ocorre que a maior parte daqueles que se vangloriam de conhecer as opiniões dos outros estuda apenas do segundo modo. Quanto mais lêem, portanto, mais fracas e mais confusas se tornam as suas mentes.
E se ela passava mais tempo com o nariz em um livro do que era considerado ideal naquele tempo (ou qualquer outro), bem, pelo menos isso significava que ela sempre tinha uma história para contar.
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