Imortal
Hoje, gostaria de ser imortal apenas para apreciar a beleza única de seus olhos verdes em todas as manhãs, o tom rosado de sua pele, e o cheiro único que emana.
Talvez, nossa história acabe após longas e doces primaveras, mas anoto aqui que o meu eu hoje, lhe ama com a força de uma imensidão de fagulhas incandescentes de uma fogueira de inverno, e para mim, nada é mais lindo que seu sorriso, meu querido amor.
Que a vida seja doce, gentil, e amigável contigo...
Desejo toda a sorte do mundo em seus passos.
Mesmo que em um dia a fúria tome conta de todos os meus sentimentos, nada será capaz de apagar tamanha admiração por você.
RESUMO
Após morrer de forma brutal e logo em seguida ser ressuscitado, Fel agora imortal e com o rosto desfigurado, tem como trabalho ajudar a humanidade.
E após acontecimentos que mudaram sua vida e quatro anos cumprindo seu dever, Fel agora ao lado de Alexandra, uma Anja da morte, deve descobrir como parar uma invasão de demônios na terra.
Palavras-chaves: Vida, Morte, Ressurreição, Amor, Ódio.
Fidelidade
Luiz Carlos Paiva
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Que não seja imortal,
Porque segunda a jura é até que a morte os separe,
Não se faz do outro propriedade, pela jura de fidelidade,
Enquanto juntos foi servil amou um amor sem igual.
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Que ama ou amou, num gostar dividido, será sempre leal,
A reciprocidade nasce e cresce em peitos de sentimentos,
Trocados na confiança reciproca de amar e respeitar,
Sem competição, qualidade, verdadeira de um amar.
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Hoje em dia a fidelidade ficou difícil de se encontrar,
Não é no amor que está a dificuldade, é no confiar,
Essa é a essência de se manter fiel, amor verdadeiro,
Se compartilhado, aceito em todos os sentidos.
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Fidelidade é a marca registrada do amor verdadeiro,
O amor não sobrevive, quando existe a traição,
Sobrevive sim quando há maturidades das partes.
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Ainda creio que a fidelidade é a maior prova de amor,
Necessário alicerce firmado em respeito e lealdade,
Sustentáculos dos elos da corrente e porto seguro.
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Luiz Carlos Paiva / Estiva – MG / 21-11-22
D. A. Reservados por Lei 8610/89 e Lei 9.610/98®©
...Poupe minha alma imortal da fatalidade do amor. Rogai o divina sábia Luzia pelos meus olhos que mesmo cerrados viram a luz que não se apaga, e o brilho que encanta de se ver. Salva me da cegueira dos que possam ver, e mesmo assim não compreende a beleza do que está adiante.
Aponte a saída para os perdidos, guie meus passos de volta, não abandone esse que foi tão longe. Guarde me sobre a sua sombra para que possa descansar um pouco dos desejos
Existe algo grandioso, eterno e imortal que transcende nossa compreensão limitada e temerosa. Mesmo sem conseguirmos nomeá-lo, podemos chamá-lo de "fé no amor". Essa força indescritível e poderosa nos conecta a algo maior do que nós mesmos, proporcionando-nos esperança, coragem e a certeza de que há um propósito maior guiando nossas vidas.
Parodiando o imortal poeta Raul Seixas, “eu nasci há dez mil anos atras”, e, tanta coisa eu sei e vi que preferiria não saber nem ter visto.
O amor é algo bom
Raro
Caro
Amargo?
Desejado
Mecere ser experimentado
Fato imortal
Do nosso caso jurado
Pelo tempo mudado
Aturado?
Farto de bonanças
Sem amarros
Com reparos
Do nosso fim felizardo
Tudo vira poema
Fina poesia
Pra quem sabe
Brilhantismo
Alta lisura
Fartura
Eu sou o enredo
E você é minha canção
Paixão
Que mora no meu coração
Experiência verdadeira
Emancipação do ser humano
Dom
Uma conquista
Entre linhas
Sem marcas
Fadadas ao sucesso
De ternuras
Eterno
Amor
Perfeito
Sem medo
Com certeza
O melhor
O caso verídico
Verdadeiro
Que merece ser finito
Rindo
De alegria
Digo de amor
São muitas emoções que moram no meu peito
Que são carregadas esperando o teu chegar
Até o mar
Com o brilho do luar
As estrelas vão me guiar
Bem é amar.
Casulo Efêmero
A alma, imortal e etérea,
Em casulo se abriga, exulta,
Como se na terra, efêmera,
Preparasse a sua volta.
Como o casulo que se forma,
A vida passa, se transforma,
Deixa marcas e ensinamentos,
Nos corações, em sentimentos.
E ao deixar a casca vazia,
A alma alça voo, serena e livre,
Deixando um legado para os seus,
Que ao longo da vida gerou e viveu.
Deixa para trás a morada,
E segue com a alma lavada,
Pois viveu plenamente, deixando marcas,
Nas almas tocadas, nas vidas abarcadas.
Borboleta que encanta, brilha,
É a alma que agora voa, trilha,
Transformada pelas asas do amor,
Em um ser de luz, com cheiro de flôr.
Assim, a morte não é fim,
É uma nova fase, um recomeço,
A alma livra-se do casulo enfim,
E segue sua jornada com apreço.
Que possamos entender a mortalidade,
Como uma oportunidade de crescimento,
Aprender, deixar saudade,
E viver cada momento com sentimento.
Que a borboleta de cada alma,
Deixe rastros profundos na história,
E que a morte, não seja só um trauma,
Mas uma passagem para a eternidade da glória.
No coração do Planalto Central,
Uma cidade erguida para ser imortal.
Brasília, ícone da modernidade,
Mas a natureza clama por mais piedade.
O cerrado, um bioma rico em vida,
É vítima da ganância humana sem medida.
Os incêndios, fúria descontrolada,
Devastam a flora e a fauna desprotegidas.
Mas a luta pela proteção do meio ambiente,
É uma batalha constante, incansável e urgente.
Defensores da natureza se unem,
Para que a destruição não vença, mas se contenha.
Proteger a terra é proteger a vida,
Garantir um futuro sem tristeza ou despedida.
Cuidar da natureza é um dever humano,
Que não pode ser ignorado ou deixado de lado.
Brasília, cidade gigante e forte,
Deve ser modelo para a proteção da sorte.
Não deixar que o fogo consuma o que é vivo,
Mas sim, que a vida seja um objetivo.
Cuidar do meio ambiente é cuidar de nós,
Do presente e do futuro, sem perdas ou nós.
Não permitir que a ganância nos vença,
Mas sim, que a preservação seja nossa crença.
A natureza é nossa maior riqueza,
E cabe a nós cuidar dela com delicadeza.
Protegê-la é um dever inerente,
Para que a vida siga, forte e persistente.
O que significa ser imortal? Muitas pessoas podem pensar que é um dom, uma benção, uma forma de escapar da morte e do sofrimento. Mas será que é mesmo assim? Será que a imortalidade não traz consigo um preço muito alto, uma maldição disfarçada de graça?
Imagine viver para sempre. Imagine ver tudo mudar ao seu redor, enquanto você permanece o mesmo. Imagine perder todos os seus entes queridos, um por um, e nunca poder se despedir. Imagine testemunhar as guerras, as tragédias, as injustiças e as crueldades da humanidade sem fim. Imagine se cansar de tudo, de todos e de si mesmo.
Esse é o destino dos imortais. Eles estão cheios de vazio. Eles não têm nada pelo que lutar ou esperar. Eles não têm propósito ou sentido na vida. Eles estão entediados e esvaziados. Eles não sentem mais nada: nem alegria, nem tristeza, nem amor, nem ódio, nem dor nem prazer.
Eles estão saturados na superfície. Eles já viram tudo o que há para ver, já fizeram tudo o que há para fazer, já sabem tudo o que há para saber. Eles não têm mais curiosidade ou interesse pelo mundo. Eles não têm mais desafios ou surpresas pela frente.
Eles são atemporais. Eles não se importam com o passado ou com o futuro. Eles vivem no presente eterno e monótono. Eles não têm memória ou expectativa. Eles não têm história ou destino.
Eles estão além da compreensão e da imaginação. Eles não conseguem se relacionar com os mortais nem com os outros imortais. Eles são solitários e incompreendidos. Eles não conseguem criar ou inventar nada novo.
E eles devaneiam no silêncio. Eles se isolam do mundo e de si mesmos. Eles se perdem em pensamentos vazios e sem sentido. E eles esperam por algo que nunca vai acontecer: o fim da sua existência.
Inascível, imortal e imutável é o amor que sentimos. Mesmo quando golpeados pelas pessoas que nos rodeiam, depois de um tempo determinado ressurgi trazendo esperança de algo perfeito e permanente.
Ricardo Baeta.
