Ilusão de Amor

Cerca de 3454 frases e pensamentos: Ilusão de Amor

Sentimentos são ilusões, são controlados por outros seres, outras mídias, são feitos só para te ferir.⁠

Inserida por maria_bomfim

⁠O livre arbítrio é uma ilusão

Inserida por maria_bomfim

⁠Podemos nos enganar com as pessoas
O que as vezes nos esquecemos
É que elas também se enganam
Conosco
E também
Com elas mesmas

Inserida por maria_bomfim

⁠De amor...

Se de amor eu viver,
de amor não irei morrer.

Anjos para sempre do alto...,
Unidos espiritualmente,
que errantes um dia,

Vagarão juntos pelo
céu de estrelas,
alumiando-o através
de esbarros em relâmpagos...

...e de amor e por amor,
haveremos, ambos,
de renascermos.

Jorge B Silva

Inserida por MarceloHB

⁠Antes de você...


Antes de você chegar eu não conhecia o amor,

Relutante e rebelde na crença da existência desse sentimento, acabei sendo surpreendido pelo teu doce atrevimento,

Em cada passo teu dado na minha direção era acrescentado mais um pouco de ar puro na minha respiração,

Vibrei ao descobrir o quão era bom soluçar de alegria só de pensar em você,

Na tua ausência brincar de te imaginar era o escudo para o meu consolo, na tua presença gozar da tua companhia passou a ter significados, passou a ser o meu bem querer pra vida,

De uma ilusão a um dom despejado de repente em meu coração, fui pego de surpresa por aquilo que amarra as almas, fui surpreendido por aquilo que chega do nada, se move em segredo, mas quando se revela por inteiro transforma o nosso mundo e muda para sempre os nossos corações.

Inserida por Ricardossouza

Falta algo

As aparências não enganam, os indícios são fortes, a nostalgia bateu na minha porta,
Sempre alucinado pelas iniciativas encaminhadas com vigor, busquei emergir no amor,
Carrego os medos sem destemperos,
Rego os sonhos sem desesperos,
Recordo com carinho do passado, mas vivo o hoje sabendo que existirá o amanhã,
A esperança não morre...

Inserida por Ricardossouza

⁠Fim de tarde, contemplo um azul intenso na vastidão celeste, contando a presença ilustre da lua, viveza cheia de graciosidade, que resplandece o poder divino como uma arte inexplicável, um amor profusamente expressivo, um refulgir de romantismo lá no alto, sem dúvida, um destaque incrível de um simples cenário, então, os meus olhos ficam sinceramente agradecidos por este breve momento de tanto significado.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠Engana facilmente mesmo sem nenhuma intenção por causa da sua beleza e jovialidade, aparentando ser muito frágil, ingênua e totalmente indefesa e ainda não costuma compartilhar todas as suas dores, muito menos as suas fraquezas,

Mas a verdade é que desde pequena tem sido forte, desenvolvido a sua resiliência como precisa fazer até hoje, enfrentando coisas que muitos não sabem e nem imaginam, cuidada por Deus de várias formas em todos os momentos da sua vida.

Emotiva de uma maneira bastante intensa, chega a ficar muitas vezes à flor da pele, vai do oito ao oitenta, sendo o mais discreta possível como se fosse uma autodefesa ou contida por achar que não vale a pena até não aguentar mais e romper feito uma represa.

O que não interfere nem um pouco na sua transparência, sua valiosa espontaneidade de achar graça, de não gostar, de dizer o que pensa, sem a necessidade de esconder a sua verdade, que a faz ser singular e mais madura do que outras da sua idade.

Geralmente, para manter a sua integridade, não se deixa afetar pelas críticas maldadosas ou infudadas que recebe, pois sabe bem o que lhe interessa, que tem relevância de fato e que ninguém irá criticá-la mais do que ela mesma, uma bênção e um fardo.

A sua teimosia representa perfeitamente esta peculiaridade que permite que não desista prontamente, por outro lado, deixa procrastinar o que não deve ser procrastinado, em todo caso, não tem o intuito de parecer perfeita, mostra que é feita de carne e osso, imperfeita.

Na hora certa, pela providência divina, encontrou um dos seus lugares mais seguros ao ser abraçada pela música, arte que se propaga por intermédio da sua linda voz com a emoção que habita a sua alma, expressada intensamente, juntando emocionalmente tons e palavras.

Visão poética e bem limitada, porém, honesta sobre uma pessoa maravilhosa, cuja delicadeza não deve ser subestimada, graças ao Senhor, tamanha é a sua força, uma rosa que floresce amor, que merece ser notada, uma cantora de bom tom ricamente emocionada.

Inserida por jefferson_freitas_1

Você parece ser frágil pela delicadeza da sua estrutura, o que é um grande engano, então, surpreende pela sua força, um doce atrevimento, a sua aparência bela cada dia se confirma, chega a ser enganosa para quem subtisma a sua capacidade, a intensidade dos seus sentimentos, acha que a fragilidade da sua pele é sinônimo de fraqueza, mas a sua perseverança é surpreendente entre outras qualidades que vão além da sua beleza aparente, portanto, meu olhar não deve ser limitado para eu possa de fato admirar a sua existência, olhando de uma maneira sensata, que transceda a sua natureza atraente e chegue até a sua alma ou pelo menos uma parte da sua essência, o mínimo de uma mulher intensa, onde amor divino se propaga.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠Dose de intensidade, em uma noite bastante calorosa, na tua ilustre companhia, mulher deslumbrante que preserva sua verdade, um amor de fato abundante, além de uma delicadeza atraente em cada detalhe que torna este simples momento marcante.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠O que vou dizer a seguir
tem um possível exagero,
um devaneio inoportuno,
entretanto, o fato é que
um dia senti-me semelhante
a um anjo caído
por eu ter ficado sem o zelo dela
como se tivesse sido expulso do paraíso
e perdido parte da minha alegria,
pois provocar o seu riso
conquistar os seus beijos,
ter o seu respeito e a sua atenção eram coisas de bastante valia,
queria tê-la sempre por perto,
mas na verdade, estava cego de amor,
havia o desgaste de ambos,
os sinais do desastre se continuássemos juntos
já estavam evidentes,
todavia, preferidegustar o dissabor
de uma insensata teimosia.
Considero prudente ressaltar
que não sou nenhum inocente,
cometi alguns erros,
logo, mereci e precisava
passar por isso
para amadurecer e despertar
ainda mais o amor por mim mesmo
e graças aos planos do Senhor,
aos poucos tenho restaurado
as minhas asas para voltar a voar
e, quiçá, alcançar um outro paraíso.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠Admirando atentamente um lindo quadro,
fui transportado através da minha mente
para uma ilusão de época.

Era uma manhã no início do outono,
as folhas das árvores estavam
ficando secas, um clima agradável
tomando conta e estava ventando
um pouco,
quando eu estava de saída
de uma casa grande,
na minha carruagem
para voltar ao trabalho,
mas logo precisei parar
por alguns instantes,
pois avistei uma linda jovem
usando um lindo chapéu,
bem vestida, de pele delicada,
uma aparência expressiva
e apaixonante.

Penso que ela estava longe
em pensamentos, distraída,
já que nem percebeu a minha presença.

Não sei se chamaria de amor
a primeira vista,
tendo em vista que não acredito,
entretanto sei que senti uma emoção
forte e distinta de qualquer outra
que havia sentido outrora.

Ainda extasiado, despertei
e para não assustá-la,
antes que percebesse,
fui embora
e volteipara minha realidade
após provar um dos efeitos
que a arte provoca.

Inserida por jefferson_freitas_1

SOBRE O ORGULHO E A ILUSÃO DO DOMÍNIO INTERIOR.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

O orgulho não caminha sozinho por virtude mas por carência. Ele busca companhia porque teme o silêncio onde a consciência poderia interrogá lo. Trata se de um afeto desordenado que se apresenta como força quando na verdade é fragilidade não confessada. Onde o orgulho se instala a segurança não é real mas simulada e o eu passa a representar um papel diante de si mesmo.

Convém recordar que os defeitos não são senhores autônomos da alma. Eles não nos governam por natureza mas por concessão. O erro fundamental do orgulhoso está em inverter a relação entre sujeito e atributo. O homem não é possuído pelo defeito ele o abriga o alimenta e o preserva como se fosse parte essencial de sua identidade. Essa confusão gera servidão moral pois aquilo que poderia ser corrigido passa a ser defendido.

A lucidez ética começa quando o indivíduo reconhece que possuir um defeito não equivale a ser definido por ele. O vício é acidente e não substância. Enquanto essa distinção não é compreendida o orgulho seguirá mal acompanhado pois se alia à negação à rigidez e à insegurança. Quando enfim a razão reassume o governo interior o orgulho perde o trono e revela se apenas como um hábito que pode ser superado.

Assim a verdadeira elevação não nasce da exaltação do eu mas da coragem serena de reconhecê lo incompleto e perfectível pois somente aquele que se conhece sem ilusões caminha com firmeza rumo à imortalidade do espírito consciente.

Inserida por marcelo_monteiro_4

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO - O ORGULHO E A VAIDADE.
SOBRE O ORGULHO E A VAIDADE E A ILUSÃO DO DOMÍNIO INTERIOR.

ORGULHO E VAIDADE COMO DESAFIOS DA VIDA MORAL.

Procuremos examinar com serenidade e método dois dos defeitos que mais frequentemente se manifestam no psiquismo humano o orgulho e a vaidade. A análise desses estados morais exige disposição sincera para conhecê los em profundidade sem mascarar lhes os impulsos nem justificar lhes as expressões. A tolerância verdadeira inicia se no trato que dispensamos a nós mesmos pois ninguém se reforma por meio da autopunição mas pelo esclarecimento progressivo da consciência. O trabalho de prospecção interior portanto deve realizar se com brandura vigilante evitando tanto a complacência quanto a censura destrutiva.

Trazer aos níveis conscientes as manifestações impulsivas que ainda nos governam parcialmente é condição indispensável para que possamos educá las e controlá las. Não se trata de negar os defeitos mas de compreendê los em sua origem e dinâmica reconhecendo que o domínio interior não é fruto de repressão violenta mas de lucidez moral constante.

O ORGULHO À LUZ DA DOUTRINA MORAL

O orgulho constitui uma das mais antigas e persistentes imperfeições do espírito. Ele manifesta se quando o indivíduo passa a condicionar sua felicidade à satisfação do amor próprio e dos apetites grosseiros tornando se infeliz sempre que não consegue impor sua vontade ou preservar a imagem idealizada de si mesmo. Segundo os ensinamentos apresentados em O Livro dos Espíritos por Allan Kardec no exame das penas e gozos terrenos aquele que se prende ao supérfluo sofre intensamente diante das frustrações enquanto o espírito que relativiza as aparências encontra equilíbrio mesmo em situações adversas.

O orgulho induz o homem a julgar se mais elevado do que realmente é a rejeitar comparações que lhe pareçam rebaixadoras e a colocar se acima dos outros seja por inteligência posição social ou vantagens pessoais. Conforme se esclarece em O Evangelho Segundo o Espiritismo no capítulo dedicado à cólera o orgulho gera irritação ressentimento e explosões emocionais sempre que o eu se vê contrariado ou questionado.

Entre as características mais recorrentes do indivíduo predominantemente orgulhoso destacam se a hipersensibilidade às críticas a reação agressiva a observações alheias a necessidade constante de centralidade e imposição das próprias ideias a recusa em reconhecer erros e a dificuldade em abrir se ao diálogo construtivo. Soma se a isso o menosprezo pelas opiniões do próximo a satisfação presunçosa diante de elogios e a preocupação excessiva com a aparência exterior com gestos calculados e com o prestígio social.

O orgulhoso frequentemente acredita que todos ao seu redor devem girar em torno de si e não admite humilhar se por considerar tal atitude sinal de fraqueza. Recorre à ironia e ao deboche como instrumentos de defesa nas contendas e acaba por viver numa atmosfera ilusória de superioridade intelectual ou social que lhe impede o acesso honesto à própria realidade interior.

Na maioria dos casos o orgulho funciona como mecanismo de defesa destinado a encobrir inseguranças profundas limitações formativas conflitos familiares não resolvidos ou frustrações relacionadas à imagem social que o indivíduo construiu para si. Em vez de enfrentar tais fragilidades o sujeito identifica se com o papel que escolheu desempenhar no cenário social tornando se prisioneiro da própria representação.

VAIDADE COMO DESDOBRAMENTO DO ORGULHO

A vaidade deriva diretamente do orgulho e com ele caminha de forma próxima e complementar. Enquanto o orgulho se estrutura como convicção interna de superioridade a vaidade manifesta se como necessidade externa de reconhecimento e admiração. Em O Evangelho Segundo o Espiritismo ao tratar das causas atuais das aflições ensina se que o homem muitas vezes é o responsável pelos próprios infortúnios mas prefere atribuí los à sorte ou à fatalidade para poupar a vaidade ferida.

Entre as expressões mais comuns da vaidade encontram se a apresentação pessoal exuberante no vestir nos adornos e nos gestos afetados o falar excessivo e autorreferente a ostentação de qualidades intelectuais físicas ou sociais e o esforço constante para destacar se aos olhos dos outros mesmo ao custo de provocar antipatia. Observa se ainda intolerância para com os que possuem condição social ou intelectual mais humilde bem como aspiração a cargos e posições que ampliem o prestígio pessoal.

O vaidoso revela dificuldade em reconhecer a própria responsabilidade diante das adversidades e tende a obstruir a capacidade de autoanalisar se culpando a má sorte ou a injustiça do destino por suas dores. Essa postura impede o amadurecimento moral e favorece a cristalização do defeito.

A vaidade atua de modo sutil infiltrando se nas motivações aparentemente nobres. Por essa razão constitui terreno propício à influência de espíritos inferiores que se aproveitam da necessidade de destaque para gerar perturbações nos vínculos afetivos e sociais. Todos trazemos em nós alguma parcela de vaidade em diferentes graus o que pode ser compreensível até certo limite. O perigo reside no excesso e na incapacidade de distinguir entre o idealismo sincero voltado a uma causa elevada e o desejo oculto de exaltação pessoal.

DIMENSÃO PSICOLÓGICA E MORAL DA VAIDADE

As manifestações externas da vaidade revelam quase sempre uma deformação na relação do indivíduo com os valores sociais. Quanto mais artificiais se tornam a aparência os gestos e o discurso maior costuma ser a insegurança íntima e a carência afetiva subjacente. Muitas dessas fixações originam se na infância e na adolescência quando modelos idealizados de sucesso e felicidade são assimilados sem discernimento crítico.

O vaidoso frequentemente não percebe que vive encarnando um personagem. Seu íntimo diverge da imagem que projeta e essa dualidade produz conflitos silenciosos. Há sofrimento interior e desejo de encontrar se mas também medo de abandonar a máscara que lhe garantiu visibilidade e aceitação. Com o tempo essa dissociação pode gerar endurecimento emocional frieza afetiva e empobrecimento do sentimento.

O aprendiz do Evangelho encontra nesse processo vasto campo de reflexão. A análise tranquila das próprias deformações permite identificar as raízes que as originaram e favorece o resgate da autenticidade interior. Despir se da roupagem teatral e assumir se integralmente constitui passo decisivo rumo à maturidade moral e à disposição sincera de melhorar sempre.

ORGULHO VAIDADE E DOMÍNIO INTERIOR

O orgulho não caminha por virtude mas por carência. Ele busca companhia porque teme o silêncio no qual a consciência poderia interrogá lo. Trata se de um afeto desordenado que se apresenta como força quando na realidade é fragilidade não confessada. Onde o orgulho se instala a segurança é simulada e o eu passa a representar um papel inclusive diante de si mesmo.

Convém recordar que os defeitos não são senhores autônomos da alma. Eles não governam por natureza mas por concessão. O erro fundamental do orgulhoso consiste em inverter a relação entre sujeito e atributo. O homem não é possuído pelo defeito ele o abriga o alimenta e o preserva como se fosse parte essencial de sua identidade. O que poderia ser corrigido passa a ser defendido e dessa confusão nasce a servidão moral.

A lucidez ética inicia se quando o indivíduo reconhece que possuir um defeito não equivale a ser definido por ele. O vício é acidente e não substância. Enquanto essa distinção não se estabelece o orgulho seguirá mal acompanhado aliado à negação à rigidez e à insegurança. Quando a razão reassume o governo interior o orgulho perde o trono e revela se apenas como um hábito suscetível de superação.

Assim a verdadeira elevação não nasce da exaltação do eu mas da coragem serena de reconhecê lo incompleto e perfectível pois somente aquele que se conhece sem ilusões caminha com firmeza rumo à imortalidade do espírito consciente.

Inserida por marcelo_monteiro_4

"A liberdade começa onde termina a ilusão de controlar o que nunca nos pertenceu."

Inserida por marcelo_monteiro_4

Devaneios da Paixão!

De tanto te querer me perdi...
Meu corpo arde em febre por ti
Já não sei mais o que fazer...
Sinto que estou pra enlouquecer!

De paixão estou cego por você...
Os meus olhos em cada rosto te vê.
São os devaneios da minha paixão,
que fazem com que eu perca a razão!

Minha alma congelou sem teu calor...
Meu coração sangra a falta do teu amor!

Inserida por MartaGouvea

Foi uma ilusão, passou e você sabia que era assim. Pense que o vento soprou e ele está partindo em outra direção. Há um coração igual ao seu e o destino realmente será fabuloso.

Inserida por zekyfyllen

⁠Cada um escolhe onde deposita sua fé… uns se agarram à ilusão, outros se perdem na confusão… eu me agarro em Deus, onde o acesso é direto e o amor é garantido.

Inserida por JaniceRocha

" O ego, quando governa, prefere a ilusão da segurança à verdade do crescimento. "

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠O sol reflete nas folhas da goiabeira, enquanto a brisa passa lentamente.
Teu rosto amoroso repousa na esteira, com palavras soltas na mente.
As delícias do paraíso de outrora transformam-se em devaneios de agora.

Inserida por yonnemoreno