Ilha
Certa vez enquanto morava na Ilha Comprida.. acho que umas duas semanas antes de mudar pra São Paulo. Eu não sabia vender coxinha, então vendia picolé na beira da praia e vendia tudo. Meu salário era o piso da classe, o pagamento era um picolé, mas eu continuava sem dominar a arte da venda pois todo mundo me procurava pra comprar picolé, o que não rolava com as coxinhas. Ninguém te para na beira praia e grita. "OWWW TO PENSANDO EM ENTRAR NO MAR, ME DA UMA COXINHA AÊ. ou "AE ACABEI DE PEGAR UMA ONDA DHORA, DEU ATÉ VONTADE DE COMER UMA COXINHA." Não importa o produto, eu não sei vender no mercado.
mas nesse certo dia, uma lição valiosa eu aprendi... Vendi todos os picolés e o meu salário (um picolé) eu caminhei pela areia ostentando e sem querer ele caiu.. Sem querer podemos perder coisas que não vamos recuperar.
Entendo. Entendo perfeitamente essa sua insaciável vontade re-amar e remar para uma ilha deserta, livre de tudo que possa te trazer de volta a essa tênue realidade.
Entendo perfeitamente essa sua insaciável vontade re-amar e remar para uma ilha deserta, livre de tudo que possa te trazer de volta a essa tênue realidade. Livre-se de toda essa bagagem sentimental, antes de embarcar em uma nova aventura. Não inicie pelo fim. Pois, todo fim vem sobrecarregado de intempestivas emoções, saudades e lembranças desnecessárias. Extravasa e liberta tudo que te prende nessa maleável linha chamada tempo. Sua vida é um livro aberto e inacabado. Risca, rabisca e se preciso arranca e joga fora. Deixa ir, partir o que não te pertence mais. Abandone esse insano vício de viver de estórias Permita-se recomeçar a mobiliar seu interior com novos pensamentos e leves emoções. Uma porção de sorrisos, abraços e uma doce e redecorada história.
Nesta ilha em que vivemos importante é deixarmos legados, não como pegadas na areia que a maré remove mas como ondas que o vento renova.
Deus é o meu porto seguro
como a ilha abraça o náufrago,me protege
Até a tempestade passar de uma vez
SEXTA FEIRA
Que fantasma é esse que persegue o Robson Crusoé?
Quando ele chegou à ilha
Podia imaginar sua existência,
Afinal, os índios habitam tudo.
Sexta-feira se acostumará.
A “civilização amedronta os selvagens”
Mas um dia ela se entenderá.
A hora chegará quando
Sexta- feira souber
que o sábado existe!
Copyright © 2007 by Jôsi Baraúna
Travessia da ilha para a Montanha
Autor:LCF
1
Inicia a viagem;
Com ou sem coragem;
As personagens anseiam por uma só passagem.
2
A travessia propriamente dita;
Principia-se numa atormentadora ilha infinita;
Mas a fé é pouco restrita.
3
Muitos obstáculos atravessam;
Até chegarem à límpida montanha;
O destino está alcançado;
Cumprida está a façanha.
4
O que teria a montanha de tão especial?
Ao que parece, era um sítio de riqueza;
Natural e pura;
Um sítio criado pela Natureza.
5
Pensaram que aquilo era uma dádiva;
Construiu-se um lema consciente e verdadeiro;
"Viver com inspiração;
Para eliminar qualquer maldição;
Pois eternamente permaneceremos;
Aqui, onde morreremos."
nenhum ser humano é uma ilha
mundo gira e vida continua
falsidade é veneno,
se queres o mal de uma pessoas
adula ela para que isso?
se tem divergências com minha pessoa
para que esta com amizade...
para mais traições comentários sem sentido
ou fazer o que?
compreendo mais os animais que ser humano
não sei tanto veneno inveja porquê?
ser o que sou porquê sou além do que sou.
que queres ser pois tu sois que és...
o mundo existe milhões de pessoas
viva tua existência, que sempre será...
nunca mudará, pois veneno
consome alma revela tudo.
o profundo da tua alma;
o mundo é uma evolução,
para o bem e o mal,
seja o que for seja você mesmo.
por ser amor o que sentimento puro
tenha o mais no coração
viva com ele seja amigo
mas nunca seja hipócrita.
mas cade conteúdo o vazio
que domina tua alma
não tem sentido!
a vida muito mais tudo amargo
que um coração frio...
a vida é extrema....
a vida é uma droga que vicia...
estar vivo é enigma que termina com a morte.
A ILHA DE VERA CRUZ
Média era, a época da descoberta
A coroa de Portuguesa, comerciava no mediterrâneo
A estrada das Índias Orientais,
Tomada pelos Turcos
Partiu então Pedro, deu-se uma volta pelo mundo
E essa estrada levou, a terras longínquas
Cabral viu e disse terra a vista, pisou na areia da praia
Que Índia estranha, e ao ouvir o canto dos pássaros disseram
Maravilhoso mundo novo,
Antes da colônia as aves eram belas,
Os índios eram livres e pequenos burgueses.
Os portugueses curiosos, exploraram a terra
Se perdiam por ela, e diziam
Maravilhoso mundo novo.
Com o intuito de encontrar jóias raras
Valiosas, bonitas e preciosas, descobriram o ouro, e
No litoral, a pequena ilha guardava
Sua magnífica árvore em forma de semente
Para então, as caravelas viajarem mar à frente
Os índios o branco escravizou,
Seu pagamento era em base de trocas, o escambo tornou escravos os filhos da pátria
Sua mão-de-obra era um futuro perverso,
Em cada verso se esconde as sementes vermelhas
A coroa com o monopólio delas, fez tamanha destruição
De Janeiro até o Grande Norte, matou-se a mata
Os Franceses inimigos invadiram a nova terra
Em busca do pau-brasil
A coroa resistiu até o fim da pré-era.
E assim se foi, os emigrantes deram origem à nova terra
João o país pintou de verde e vermelho
Do verde o lucro clareou, e o vermelho sangue dos filhos fizeram
Com que a terra de indigentes,
Porém também gente, fosse sua humilde serva...
Maravilhoso mundo novo
Era Vera Cruz...
A tirania da vida nos priva muitas vezes de amar, mas o pensamento sempre ousa em sua "ilha" o pensar. Se movem montes e mares e o amor ainda inquietante não dorme, apenas cochila no pensar!
Minha Princesa...
Havia uma vez uma ilha, na qual viviam todos os sentimentos e valores do homem: o Bom Humor, a Tristeza, o Saber... Como também todos os outros, incluindo o Amor.
Um dia avisaram os sentimentos que a ilha estava prestes a afundar-se. Então, todos prepararam os seus barcos e partiram. Unicamente o Amor ficou, esperando sozinho, até ao último momento. Quando a ilha estava a ponto de desaparecer no mar, o Amor decidiu pedir ajuda.
A Riqueza passou perto do Amor num barco luxuosíssimo e o Amor disse-lhe: “Riqueza, podes-me levar contigo?”
“Não posso porque tenho muito ouro e prata dentro do meu barco e não há lugar para ti.”
Então, o Amor decidiu pedir ao Orgulho que estava passando numa magnífica barca: “Orgulho, rogo-te, podes-me levar contigo?”
“Não posso levar-te, Amor...” respondeu o Orgulho: “Aqui tudo é perfeito, poderias arruinar-me a barca”.
Então, o Amor disse à Tristeza que se estava aproximando: “Tristeza, peço-te, deixa-me ir contigo.”
“Óh, Amor” respondeu a Tristeza, “estou tão triste que necessito estar só”.
Logo, o Bom Humor passou em frente ao Amor; mas dava gargalhadas tão altas, que não ouviu que o estavam a chamar.
De repente uma voz disse: “Vem Amor, levo-te comigo...” Era um velho o que havía chamado. O Amor se sentiu tão contente e cheio de alegria que se esqueceu de perguntar o nome ao velho. Quando chegou a terra firme, o velho desapareceu.
O Amor deu-se conta de quanto devia ao velho e, assim, perguntou ao Saber: “Saber, podes dizer-me quem me ajudou?” “Foi o Tempo”, respondeu o Saber.
“O Tempo?”, perguntou-se o Amor, “Porque será que o Tempo me ajudou?”. O Saber, cheio de sabedoria, respondeu: “Porque só o Tempo é capaz de compreender quão importante é o Amor na Vida”.
Minha Ilha Coração
Me doeu ver você partir,
e foi essa dor
que me fez correr atras,
me fez nunca desistir de ti.
Atravessei mares
fiz amizades com meus inimigos,
em certo tempo fui um foragido.
Voei, corri,
gastei sola de tanto andar.
Pensei que nunca outra vez
sua boca iria beijar.
Até que na Ilha Coração,
achei onde tu estavas enterrada.
A alma sempre fica onde a pessoa é enterrada.
Deveras incertezas se aglomeraram em pensamentos, faz-me sentir como em uma ilha deserta almejando por socorro, esse tal medo que aflige a alma.
VIDA SOLITÁRIA.
Ninguém é uma ilha pra viver completamente só. Sem reciprocidade, não pode haver doação. Qualquer palavra de afeto, de carinho ou demonstração de amor será o bálsamo de reconhecimento do valor da outra parte.É a angústia da incerteza, que sempre nos leva a lugar algum.
Se tece a palha nesta vida
Do barro molda o coração
Na ilha de Marajó se faz da arte o artesão
Palácios de fé, do Carmo e da sé
Ver-o-peso da paixão
O cheiro que sinto do teu paladar
Tem maniçoba, açaí e tacacá
"Nazinha" os teus filhos choram em devoção
A corda avança no meio da multidão
É gol no mangueirão, tem tecnobrega no paredão
Traz na bagagem sonhos de felicidade
É hora de gritar comunidade
Junta o povo de lá, com o povo de cá
Aqui tem Pará, o show vai começar
