Igualdade Filosofo Grego
"O máximo que o filósofo pode fazer é tentar dar aos seus ouvintes aqueles momentos de lucidez que são a expectativa da Vida Eterna. Lembrar a Vida Eterna é a função máxima do filósofo: entender a vida transitória, o momento que passa e a situação real em que se vive, e puxar a alma da consciência viva da situação para a recordação da esperança da Vida Eterna (que é mais que esperança, é certeza)."
"Quanto ao filósofo da comunicação Marshall McLuhan, concordo com ele quando afirma que ‘a mensagem é o meio’; no entanto, discordo quando ele diz que ‘o mundo se tornará uma vila gigante da comunicação’. Acho que o mundo será composto por milhares de aldeias de comunicação, cujos habitantes estarão espalhados pelo planeta.”
Nada aterroriza mais um escritor ou um filósofo do que a ocorrência de um hiato.
Seja no papel, seja na vida.
A vida é um campo enigmático. Cheio de incógnitas... Pois já dizia o grande filósofo Sócrates... "Só sei que nada sei", ou seja, não sabemos o bastante para viver. Estamos sempre em constante aprendizado com a vida, e com os nossos semelhantes, por isso precisamos sempre ter resiliência. Para que quando cairmos... Possamos saber levantar com êxito.
Um filósofo moderno que nunca suspeitou ser um charlatão deve ser uma mente tão superficial que provavelmente não vale a pena ler sua obra.
Até um Filósofo , como Socrátes, acreditava que todo homem tem seu anjo para lhe acompanhar. E sentenciava: ¨sábios são aqueles que atendem ao seu sinal ¨
como um grande filósofo dizia: mesmo o homem mais frio e sem remorso, tem um gatilho para expor os mais puros sentimentos.
Todos, exatamente todos possuem um filósofo dentro de si, entretanto, eles pedem pra sair, e o mundo não deixa.
O filósofo que afirma que o tempo não existe nunca deve ter tido uma conta atrasada ou um boleto a vencer.
Hoje, lendo Espinosa (Baruch,1632/77), em bom português, o filósofo racionalista que voltou ao pó, aos 44 anos, devido ao do vidro bem manipulado qual às ideias. A Natureza é Deus, não Antropomórfico, que nos cria e guia! Maletictus, excomungado aos 24 anos. É pela imanência do corpo e mente, em vez da transcendência da alma mortal. Deus Sive Natura,(Deus ou Natureza)! Os seres humanos, união de corpo e a mente, são modos finitos de Deus ou partes da natureza infinita. Deus não é uma causa transcendente, separada dos seres singulares, mas é imanente a eles, pois eles são expressões do ser Absoluto. A mente humana não é uma substância anímica independente, uma alma meramente alojada no corpo para guiá-lo, dirigi-lo e dominá-lo. A liberdade é o ser em si consigo mesmo, no corpo e da mente. “Não há meio mais eficaz para dominar a multidão do que a superstição”. O Novo Testamento trata da salvação individual: Jesus é o Messias que redimiu os homens do pecado original e os conduzirá à glória da vida eterna, se se amarem.
REFLEXÃO COM FILÓSOFO
Nossa maneira cotidiana de chegar à realidade, é muito conservadora: empenhamo-nos, inconscientemente, para manter as coisas exatamente como estão e rechaçamos com horror tudo o que supomos ameaçar a estabilidade da ordem vigente. "Narciso acha feio tudo o que é espelho."
Só nos momentos de crise, como ocorre hoje em nossa civilização, o espelho de Narciso começa a romper-se, oferecendo-nos a chance de reorientar o olhar para além da própria imagem, da própria classe, da própria cultura, do próprio mundo. Ao que tudo indica, esta mesmíssima inércia ideológica, esta necessidade visceral de segurança, esta busca insistente do mesmo, este medo inconsciente à diferença, ao novo e ao devir deslocou, sub-repticiamente, a reflexão filosófica grega da abertura pré-socrática ao enclausuramento metafísico da idéia e da substância.
Platão e Aristóteles teriam expresso, em suas respectivas obras, este talvez mais do que aquele, o ensaio tão radicalmente humano, de ordem, segurança e proteção. Depois de mais de dois mil anos de civilização ocidental, no momento em que se consuma a interpretação metafísica do ser, o homem vive a necessidade histórica de reinterpretar a realidade, de romper a funcionalidade sujeito/objeto, de abrir-se novamente ao mistério de si mesmo e das coisas. " Viver é muito perigoso " - , eis a divisa que poderia figurar no pórtico do novo mundo que se avizinha.
Nilo Deyson Monteiro Pessanha COM FILÓSOFO
Nossa maneira cotidiana de chegar à realidade, é muito conservadora: empenhamo-nos, inconscientemente, para manter as coisas exatamente como estão e rechaçamos com horror tudo o que supomos ameaçar a estabilidade da ordem vigente. "Narciso acha feio tudo o que é espelho."
Só nos momentos de crise, como ocorre hoje em nossa civilização, o espelho de Narciso começa a romper-se, oferecendo-nos a chance de reorientar o olhar para além da própria imagem, da própria classe, da própria cultura, do próprio mundo. Ao que tudo indica, esta mesmíssima inércia ideológica, esta necessidade visceral de segurança, esta busca insistente do mesmo, este medo inconsciente à diferença, ao novo e ao devir deslocou, sub-repticiamente, a reflexão filosófica grega da abertura pré-socrática ao enclausuramento metafísico da idéia e da substância.
Platão e Aristóteles teriam expresso, em suas respectivas obras, este talvez mais do que aquele, o ensaio tão radicalmente humano, de ordem, segurança e proteção. Depois de mais de dois mil anos de civilização ocidental, no momento em que se consuma a interpretação metafísica do ser, o homem vive a necessidade histórica de reinterpretar a realidade, de romper a funcionalidade sujeito/objeto, de abrir-se novamente ao mistério de si mesmo e das coisas. " Viver é muito perigoso " - , eis a divisa que poderia figurar no pórtico do novo mundo que se avizinha.
Nilo Deyson Monteiro Pessanha
Friedrich Nietzsche (1844-1900), filósofo, filólogo, crítico cultural, poeta e compositor prussiano. Assim, para este, os ideais arquetípicos são a vontade de verdade, a vontade do escravo, do ressentido. No entanto, quem de nós pode ser plenamente livre desses ideias? A ideia de além-homem, super homem, é também um ideal arquetípico, uma utopia de uma mente desesperada. Não tem como, não há como fugir realmente: ou cremos que há uma transcendência ou vivemos na ilusão arquetípica do nosso próprio desespero.
É próprio do filósofo em sua existência, contemplar a natureza, observando com admiração para entender a si mesmo.
O homem que se torna filósofo para pilhar das pessoas, distancia-se daquilo que é o objecto da filosofia.
Daniel Perato Furucuto
