Ideia de Estado
A intolerância política e social são dois males absolutos que enfermam a sociedade e degradam o Estado Democrático e de Direito.
Um funcionário público é sempre alguém treinado para defender e lutar pelo Estado.
Desconfie sempre, pois qualquer pessoa é falha e defende primeiro seus próprios interesses corporativistas. E os interesses corporativistas de um funcionário do Estado passam obrigatoriamente por fortalecer o Estado em detrimento do cidadão comum, por mais que a narrativa seja o contrário.
Voltar ao meu estado (Vulgo Bahia) é:
Procurar o melhor acarajé da cidade; e tem que ser quente porque baiano que se preze come pimenta.
Visitar as melhores praias e cachoeiras pra se refrescar.
Ir atrás de siriguela, umbú, cacau, graviola e cajá.
Reclamar do calor de matar:
- Ventilador ou ar condicionado por favor kkk.
Matar a saudade de quem a gente ama.
Tomar banho de água fria no quintal.
Comer pitú, caranguejo e siri.
Matar a saudade daquele famoso pastelzinho de bacalhau e do suco de cacau com leite de Ipiaú.
É procurar uma pedra na rua para "pocar" os "licuris" na calçada, comer cocada de cacau, biscoitinho de nata, sonho de goiabada.
Visitar a Bahia é voltar pelo menos uns 5 quilos mais gordo, kkkk porque a comida tem sabor, cheiro e tempero de verdade.
É ter o sotaque automaticamente renovado.
É aprender novas palavras de um dialeto que é próprio de lá. (Barril Dobrado, Lá ele, gaiato, massa, oxe, ó paí ó). Kkkk
É ter momentos inesquecíveis para recordar, partir de coração partido, morrendo de saudades de Morro de São Paulo e planejando o próximo retorno.
Te amo Bahia.
O papel do Estado em programas de auxílio social deveria ser possibilitar independências de um indivíduo, não garantir sua dependência pelo mesmo.
Alagoas, que beleza,
o Caribe brasileiro!
Mar e sol, altos coqueiros,
onde toco a natureza,
onde só vejo riqueza.
Pra ti, faço esse repente,
e te digo, eloquente:
ó, Estado de Alagoas,
és lugar de coisas boas,
és terra de boa gente!
A melhor vista de todas
não está em um lugar,
a melhor vista de todas
é um estado de espírito,
este é, você feliz
encarando sua felicidade.
O princípio islâmico da tolerância para com os <<Povos do Livro>>, ısto é, os judeus e os cristãos. O Estado İslâmico tinha, portanto, a responsabilidade de os proteger na prática das suas crenças. [...] durante quase toda a sua história, o império (Otomano) mostrou ao mundo um modelo político eficaz de um sistema político multi-religioso. // Livro: O İmpério Otomano.
Não existe instituição e nem pessoa que tire minha liberdade, mesmo que me prendam no quarto mais escuro e sem janela, a minha liberdade quem faz sou eu, mais do que ir e vir minha liberdade é um momento de espírito. O que os Estatistas e os Capitalistas querem são posses, mas quanto mais você possui, mais você é possuído. Eu não possuo nada, apenas usufruo e deixo ir...
O povo é refém da incompetência e autoritarismo estatal, que multiplica a violência e mortes ao invés de resolver as raízes dos problemas sociais. Eliminar o resultado não altera o produto se os fatores ainda são os mesmos!
O Liberalismo é interessante, mas praticamente inviável devido as condutas dos humanos atuais. No Estado, legislações são importantes por imporem limites à aquelas pessoas que, desprovidas de conhecimento, se iludem por acharem estar fazendo o certo, mesmo estando erradas para a coletividade.
Eu olho o meu reflexo
E acho graça que até na selfie eu saio com aquela cara de quem debocha de si mesmo, só pra se fazer gargalhar.
É! Eu vivo com esse costume natural de materializar nas pessoas o que eu já estou previamente sentindo através do presente, do ato, do momento.
Sorrir não é diferente.
Porque no final vivemos em estado de paixão...seja lá a sinergia que nos acompanhe.
Certas pessoas não se alegram com nada, outras, com nada, são felizes.
Felicidade é um estado de espírito.
Se aceitarmos que Deus é infinito em sua bondade, amor e sabedoria, e que tais virtudes fazem parte de seu Ser, consequentemente aceitaremos que O referido deseja o bem para seus filhos, pois é algo natural e imanente. Logo, para absolutamente todos os seres humanos, em algum momento, o Senhor oferta o caminho correto, a luz, a oportunidade, o bem.
Agora, caso aceitemos que Deus de alguma forma se mantém inerte, impassível diante de sua natureza, podemos concluir, impreterivelmente, que sim, é possível existir algum ser que não tenha tido contato com o bem, o bom, que não saiba o que é exercer um julgamento bom, pois lhe falta o referente, a oportunidade, o bem. Mas isso não seria contra intuitivo, caso consideremos que o homem, como um Ser dotado de razão, espírito e alma, tenha ciência do bem e do mal de forma natural? Afinal qualquer criança consegue fazer essa diferenciação. Ora, uma vez tendo ciência da luz e trevas, bem e mal, o referido, logicamente, irá preferir que o bem seja feito para sua pessoa. O cerne aqui discutido é basicamente este: há alguma forma de comprovar que a Sociedade, o Estado, mutatio mutandis, o meio no qual o homem é criado o condiciona para o mal, retirando completamente essa ciência natural de certo e errado e o vitimizando perante suas ações?
Perceba. No fim. Todos nós somos responsáveis por nossos atos. Nossas falhas. Nossos vícios. Nossas idiossincrasias e mediocridades. O vitimismo narrativo moderno tenta retirar essa responsabilidade. Limita nosso ser. Cria indivíduos fracos e sedentos por uma figura salvadora e provedora, que impreterivelmente é preenchida pelo Estado, o novo messias mundano. Não seria esse o carimbo do passaporte para a tirania?
Estado de necessidade como excludente de culpabilidade. Na Legislação Castrense nãoé culpado quem, para proteger direito próprio ou de pessoa a quem está ligado por estreitas relações de parentesco ou afeição, contra perigo certo e atual, que não provocou, nem podia de outro modo evitar, sacrifica direito alheio, ainda quando superior ao direito protegido, desde que não lhe era razoavelmente exigível conduta diversa.
O estado depressivo vem quando a alma e o corpo físico deixam de estabelecer uma comunicação saudável e a alma se frustra com os atos que o corpo físico está praticando e/ou deixando de praticar. A inércia em dar seguimento à linha evolutiva culmina no vazio existencial persistente.
Estado vegetativo
É ver o tempo passar
Ter um coma induzido
Mergulhar no celular
Fugir do mundo real
Pra viver no virtual
É querer paralisar
