Ideia
Prefiro mil vezes ser chamado de louco por inventar uma ideia mirabolante do que pertencer a essa legião de pessoas falsas que fingem apoiar o progresso, mas nos bastidores torcem com toda a força para que os outros afundem na lama da mediocridade.
A maldade humana se disfarça muito bem de bom senso quando tentam ridicularizar uma ideia mirabolante, mas no fundo o que existe é pura inveja de quem tem a ousadia de enxergar além do horizonte cinzento imposto por essa gente sem coração.
Prefiro mil vezes errar cem vezes tentando executar uma ideia mirabolante do que acertar a vidinha sem graça e cheia de falsidade dessas pessoas que só sabem falar mal de quem tenta fazer diferente.
Ter uma ideia mirabolante que desafia o óbvio é infinitamente melhor do que conviver com a falsidade de pessoas que sorriem na sua frente, mas passam o dia inteiro destilando veneno e inveja contra quem ousa tentar mudar a própria realidade.
É muito mais honesto e digno apostar em uma ideia totalmente mirabolante e fora da caixa do que ser cúmplice dessa corja hipócrita que prefere o comodismo da ruína alheia a ver alguém brilhar através da inovação e da coragem.
Quem tem a maldade enraizada na alma nunca vai conseguir compreender a beleza de uma ideia mirabolante, porque para eles o mundo precisa continuar cinza, previsível e habitado apenas por pessoas tão vazias quanto eles próprios.
Uma ideia mirabolante, por mais maluca que pareça no papel, carrega mais bondade, esperança e vontade de vencer do que a alma inteira de qualquer pessoa falsa que passa os dias julgando os sonhos dos outros.
Não há nada mais patético do que ver pessoas falsas, que nunca tiveram uma única ideia original na vida, unirem forças para criticar e tentar diminuir a grandiosidade de uma ideia mirabolante alheia.
Ter uma ideia mirabolante é um ato de rebelião contra um sistema que adora a previsibilidade, e é por isso que tanta gente falsa se une para tentar destruir qualquer um que ouse pensar fora da caixa.
Prefiro me arriscar mil vezes perseguindo uma ideia mirabolante do que me misturar com essa corja falsa que consome os dias torcendo para que os outros caiam na mesma vala comum de insucesso.
Uma única ideia mirabolante tem o poder de incomodar mais do que anos de discursos vazios proferidos por essa gente falsa que vive de aparências e tenta sabotar quem quer fazer a diferença.
Uma minoria reconhece a solidão. A multidão a teme. É perturbadora a ideia de estar sozinho, defrontar-se com as paredes e os pensamentos a divagarem. Esse é um processo de autoconhecimento, e a possibilidade de desapontar-se com o resultado é assombradora, talvez esse seja o motivo da maioria recear.
Há benefícios em não estar cercado de pessoas, embora poucos enxerguem isso. O tempo e a mente são dois fatores que unidos engendram a formação de opiniões, ideias e pensamentos críticos. Instigam o raciocínio e a evolução do intelecto.
Não conseguir um ponto fixo,não ter idéia de por onde andar , temer por fazer de novo...
As lágrimas estão caindo e pergunto ao tempo ,o porque de ser assim ?
Por onde andas ponto de equilíbrio ?
Agonizo a sua ausência . Preciso de você e de sua ilustre ajuda .
Ele já se partiu inúmeras vezes por culpa de quem o faz sofrer.
Ela se cercaria de angustia se um dia ele pensasse que ela não o ama .
Teria dúvidas em seu lugar,mas seu mundo se torna um cals toda vez que ela tenta acertar .
Lastima vezes por vezes mas isso não muda e não mudaria nada .
Tropeça em seu próprio sofrimento e culpa.
Perdão não é o suficiente.
Não há possibilidade de expressão alguma do que sente agora, seria inútil a tentativa .
A vida as vezes foge do planejado e a maior parte dessa culpa é de quem a vivi .
Quando crianças, nosso maior medo era a ideia de que o bicho papão sairia debaixo da cama para nos assustar. Nossa verdade absoluta era a de que fadas existiam e vinham trocar nossos dentinhos de leite por moedas de 25 centavos. E ansiávamos que o natal logo chegasse para ganharmos presentes do Papai Noel. E de repente crescemos e as circunstâncias fazem-nos ansiar por verdades que venham substituir os nossos medos.
JEOVANIA VILARINDO (Diga-se de passagem)
Estou correndo, sempre correndo
é uma ideia me corroendo
quero chegar rápido lá na frente
e pra chegar, tenho de ser persistente.
Lá no futuro está meu aqui e agora
num ponto que estou fixando
algo que quero
e está demorando.
O que me aguarda?
O que estou esperando?
Ou o que sequer estou imaginando?
Não sei... só sei que seja lá o que for
vai me encontrar sozinha... vazia
no anseio de lá chegar vou perdendo pedaços
a cada passo me desfaço...
Hoje só amanhã
quanto desperdício
e eu sei disso desde o início.
Então, me diga, o que faço?
Uma vez amei uma ideia que tomou a forma de uma mulher, outra, eu amei uma mulher que não passava de uma ideia.
Antes de seguir com mais uma ideia, preciso que vocês entendam o que realmente estão lendo para que não aconteçam confusões. Na minha opinião a vida não tem sentido. Calma, não sou suicida, de jeito algum, o que quis de dizer é que ela já tem um cronograma a seguir: nascer-crescer-morrer. Todos estamos sujeitos à isso, então não há muito o que questionar (para os que gostam de questionar sobre o que acontece depois da morte, parem de bater a cabeça e esperem só mais um pouco!). Como o tabuleiro já estava construído quando eu nasci, ao invés de simplesmente jogar, eu decidi fazer do jogo que é a vida meu laboratório de estudos sobre o que realmente estou gastando meu tempo. Tudo o que vocês leram com o título Apenas outras ideias são resultados de minhas observações, indagações e experiências que fui adquirindo ao longo do tempo. E como os tempos mudam minhas ideias também estão sujeitas a mudanças. O meu objetivo é fazer com que o leitor perceba que viver não é um ato inconsciente, mas que tudo o que ocorre na esfera social apresentam uma razão para ser/acontecer. (V.H.S.C.)
Apenas outras ideias
Instinto, razão e cultura, o triangulo amoroso mais antigo que conheço. Ah, vou utilizar um pouco da minha lírica para desenvolver essa ideia, mas depois retomo de uma maneira mais cientifica. Quando a razão e a cultura estão muito íntimas, o instinto se isola sentindo-se desnecessário. Se a relação entre o instinto e a cultura é intensa, a razão se sente ofendida. E digamos que a razão e o instinto têm uma relação de amor e ódio. Se eu fosse resumir séculos de estudos sobre relações humanas, utilizaria essas três palavras. Pense no conceito de sociedade, que independente do dicionário utilizado, baseia-se nas relações humanas que têm como base a cultura de certo grupo em conjunto com a razão e o instinto dos indivíduos. E é importante salientar que tanto a razão quanto o instinto e a cultural são dinâmicas, variando assim de acordo com a história e pautando tanto a relação entre seres humanos quanto a relação homem e natureza. O homem da caverna tinha seu instinto que era responsável pela sua sobrevivência, apresentava uma cultura que depreendia o modo de como se comportavam, e a razão da qual ajudava na percepção de mudanças no meio, no uso do natural para facilitar a caça, entre outras coisas. Se formos analisar as civilizações, os impérios, ou as potencias econômicas de hoje, notaremos que cada qual se difere nessas três palavras.
Se as pessoas entendessem isso, teríamos menos preconceito e mais compreensão sobre o convívio social. Ao longo da história sempre tivemos expansão de povos sobre outros povos, concomitantemente a tentativa de subjugar a cultura, a razão e o instinto dos outros, como por exemplo, a ideia novo mundo para as Américas, eurocentrismo, ou até mesmo a escravidão. Ideais que foram perfeitamente aceitos em suas épocas, mas contemporaneamente podem acarretar espanto.
Este texto é apenas uma reflexão para gerar outra e assim por diante como um efeito dominó, mas se precisarem de uma conclusão, pensem! Se o homem pode realmente alcançar algum equilíbrio interno (eu), ou externo (ele, ou ambiente), por que não começar por essas três ideias que nos acompanharam tanto tempo, até mesmo antes de se tornarem palavras?
