Ideia

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Ela gostava da ideia de ser flor.
Nascer, brotar, aparecer.
Crescer, vicejar, desabrochar.
Florescer, enflorar, reflorescer.
Transformou sua alma em jardim e floriu.
A primavera nunca mais saiu dela.

Nâo sou insensível à idéia de que o homem deve buscar algum tipo de fé, basicamente, sou a favor de qualquer coisa que faça você dormir à noite, seja uma prece, tranquilizantes ou uma garrafa de Jack Daniel's

Não tenho um discurso bonitinho, apenas uma idéia do que seja este mundo que ainda não entendo.

É que eu tenho essa idéia de que em algum mundo paralelo você é o meu Chuck Bass e eu sou a sua Blair Waldorf. É que eu tenho essa coisa fixa na minha cabeça de que esse tanto de merda que a gente faz é amor. É que eu espero que no fundo você perceba que eu mereço alguém muito melhor mas que eu não poderia ser tão feliz com nenhuma outra pessoa além de você.

⁠Há tempos o sistema tenta apagar a ideia de Deus, substituindo seu nome por termos alternativos em diversos contextos. Onde antes se reconhecia a ação divina, se fala em "sorte", "destino", e, mais recentemente, em "energia" ou "o universo". No entanto, por trás de todos esses conceitos, a verdade permanece: é sempre Deus agindo — apenas não querem reconhecê-lo!

A palavra transmite, a ideia provoca e a atitude transforma

essa idéia
ninguém me tira
matéria é mentira

Paulo Leminski
Livro La Vie en Close

Você não faz ideia do quanto seu sorriso é lindo, de como escutar sua voz me faz bem, nem do tamanho da segurança que eu sinto ao te abraçar. Eu amo tudo em você. O seu cabelo bagunçado, o seu jeito de andar engraçado, a sua cara de raiva fofa. Você não tem a menor noção de como o piscar de seus olhos me agrada, da tamanha perfeição que é o movimentar dos teus lábios enquanto fala, e de como ouvir a sua respiração me acalma. Perdi as contas de todas as vezes que imaginei nós dois juntos, de quantas vezes eu já sonhei com você, de quantas declarações eu já preparei. Sei lá, eu penso tanta coisa, do tipo “como seria se você fosse meu”. Talvez poderíamos sair juntos aos sábados a noite e passear de mãos dadas. Você me abraçaria, me levaria para casa e namoraríamos no portão enquanto nos despedíamos. Nós dois iríamos passar madrugadas inteiras no telefone e logo ao acordar eu receberia mensagens suas em meu celular me desejando um bom dia. Nossas brigas poderiam ser caladas com beijos, iríamos viajar juntos e planejaríamos a cor do nosso apartamento beira-mar e o nome dos nossos filhos. Escreveríamos em uma árvore as iniciais dos nossos nomes, você roubaria uma flor do jardim do vizinho e me presentearia, eu iria adorar. Sonharíamos os mesmos sonhos, concordaríamos em algumas coisas, discordaríamos em outras. Quando estivéssemos tristes, sorriríamos juntos e faríamos cócegas um no outro, até a tristeza ser mandada embora. Você não faz idéia de como eu idealizo o nosso futuro juntos, mesmo parecendo um tanto impossível o que me conforta é poder te ter só pra mim, ao menos em um lugar. Nos meus sonhos. Lá eu sou sua, e você é meu.

Por que não nos deixam viver como a vida é proposta na sua ideia inicial, um dia após o outro, e não sofrendo por antecedência com ameaça de inferno e céu.

A DISTÂNCIA QUE DENOMINAMOS “EU”
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
A ideia de que existe uma distância entre a criatura e o Princípio Divino não deve ser compreendida como afastamento espacial, mas como hiato moral e consciencial. Essa distância nasce quando o ser espiritual, dotado de razão e liberdade, passa a absolutizar a própria individualidade, convertendo-a em centro exclusivo de referência. O “eu” deixa de ser identidade legítima e transforma-se em eixo de autoexaltação.
À luz da Doutrina Espírita, o ser humano é Espírito em processo contínuo de aperfeiçoamento, destinado ao progresso moral e intelectual. A individualidade é condição necessária da responsabilidade. Sem ela, não haveria escolha, mérito ou aprendizado. Contudo, quando essa individualidade degenera em egoísmo e orgulho, instaura-se uma deformação psíquica que obscurece a percepção da realidade espiritual. O “eu” hipertrofiado passa a medir o mundo pela régua do interesse pessoal.
No campo psicológico, esse fenômeno manifesta-se como necessidade constante de reconhecimento, comparação e validação. O sujeito estrutura sua identidade sobre aplausos, conquistas ou ressentimentos. Desenvolve narrativas internas que reforçam a centralidade do próprio valor ou da própria dor. Tanto a superioridade quanto a vitimização são expressões do mesmo núcleo egocêntrico. Em ambos os casos, a consciência permanece fixada em si mesma.
A perspectiva espírita identifica no egoísmo a raiz dos conflitos humanos. Trata-se de resquício de fases primitivas da evolução, quando a sobrevivência instintiva predominava sobre a fraternidade. O progresso espiritual exige a sublimação desses impulsos. A lei de evolução impõe ao Espírito a transição do exclusivismo para a solidariedade. Cada existência corporal oferece oportunidade de reeducação das tendências inferiores.
A distância denominada “eu” é construída por pensamentos recorrentes que reforçam a autoafirmação desmedida. Afirmações como “eu mereço mais”, “eu não posso ceder” ou “eu estou sempre certo” erguem barreiras invisíveis. Tais construções mentais não apenas isolam o indivíduo dos outros, mas também lhe dificultam a sintonia com as leis superiores que regem a vida. A consciência torna-se turva, incapaz de perceber o valor do serviço e da renúncia.
Entretanto, a Doutrina Espírita não propõe a anulação da personalidade. A humildade não é autodepreciação. É lucidez quanto à própria condição evolutiva. Reconhecer-se aprendiz reduz a ansiedade de afirmação e dissolve a rigidez do orgulho. O exame diário da consciência, recomendado como disciplina moral, permite identificar tendências egocêntricas e corrigi-las progressivamente. Não se trata de cultivar culpa, mas discernimento.
A prática da caridade, entendida como benevolência, indulgência e perdão, constitui o antídoto direto contra a hipertrofia do ego. Ao servir, o Espírito desloca o centro da própria vida para além de si. Descobre que a verdadeira grandeza não reside em impor-se, mas em contribuir. Esse movimento interior produz serenidade, pois extingue a competição constante que alimenta tensões psíquicas.
Sob análise introspectiva, percebe-se que o sofrimento muitas vezes advém da resistência do ego às circunstâncias educativas da existência. Frustrações, perdas e humilhações funcionam como instrumentos pedagógicos. Quando o indivíduo compreende a finalidade evolutiva dessas experiências, a revolta cede lugar à aceitação consciente. A distância diminui à medida que a compreensão substitui o orgulho.
Em termos espirituais, jamais houve separação ontológica entre criatura e Criador. O que existe é desarmonia vibratória, resultante de escolhas morais inadequadas. À medida que o Espírito cultiva virtudes, essa desarmonia se reduz. O “eu” deixa de ser muralha e converte-se em instrumento de aperfeiçoamento.
Assim, a distância que denominamos “eu” é etapa transitória no itinerário da consciência. Ela se dissolve quando o ser compreende que sua realização não está na exaltação de si mesmo, mas na integração harmoniosa com a Lei que governa o Universo. E nesse processo silencioso de transformação interior, a alma descobre que a verdadeira elevação não consiste em afirmar-se acima dos outros, mas em elevar-se junto deles, sob a égide do amor e da responsabilidade moral.

Tentar mudar alguém porque seu comportamento não nos agrada, está longe de ser uma boa ideia. É na autenticidade que o verdadeiro caráter se revela.

Eu tinha uma regra: melhor se entediar sozinho do que acompanhado. E quase sempre seguia essa ideia. Talvez por isso não tivesse amigos.

Não amar nenhuma vez na vida
é o mesmo que não ter se quer
a idéia abstrata do que é o inferno.
É nisso que consiste a verdadeira felicidade.

Nada afasta mais as pessoas da agradável e cobiçada sensação de liberdade do que as belas idéias falsas. A luz renasce para as pessoas que não se obrigam mais a ser o que não são apenas para estarem de acordo com certas convicções e teorias que desprezaram a verdadeira natureza humana...

Tenho uma ideia, cuido do seu coração e você cuida do meu.



Frases que foram para o caderninho.

"A ideia de que a liberdade é mera habilidade de um sujeito em fazer valer os seus caprichos é um tanto quanto rasa, e mal consegue capturar as complexidades da existência humana; um homem cujos apetites são sua lei nos chama a atenção não como alguém liberto, porém escravizado. E quando uma liberdade tão estreitamente concebida transforma-se no critério das políticas públicas, a dissolução da sociedade estará próxima. Nenhuma cultura que tenha na autoindulgência publicamente sancionada o seu mais alto bem pode sobreviver por muito tempo, e um egotismo radical será desencadeado, no qual quaisquer limites sobre o comportamento pessoal serão experimentados como infrações contra direitos básicos. Perceber as distinções entre o importante e o trivial, entre a liberdade de criticar ideias recebidas e a liberdade para se consumir LSD, por exemplo, é o tipo de discernimento que mantém as sociedades livres do barbarismo."

A ideia de que um dia os humanos vão cuidar uns dos outros e criar uma sociedade melhor é muito inocente. Eu vejo uma sociedade que se preocupa em destruir os outros, uma sociedade egoísta, doente. A geração dos meus pais foi de guerra, dos meus avós foi de guerra. Então, de onde saiu essa ideia estúpida de que um dia vamos viver em harmonia se não há relatos de que realmente alguma vez aconteceu? A história de muitas nações começa a ser contada com sofrimento, já se passaram muitos séculos e o sofrimento evoluiu. Que geração viverá essa tão sonhada utopia que muitos clamam?

Nunca brinque com os sentimentos de uma pessoa, de forma alguma!
Você não têm ideia de quantas vezes ela teve que se erguer, nesta guerra chamada vida, para se manter firme e seguir em frente, lutando pela própria vida.
Machucar o sentimento das pessoas, simplesmente por diversão, é a pior agressão que se pode praticar.
Lembre-se. o mal que praticas hoje pode voltar contra ti amanhã.
Ainda existe a Lei do Retorno e será cobrado em triplo!

Sem a doutrina da Queda, toda a idéia do progresso é sem sentido. [...] A menos que haja um padrão, você não pode se dizer em ascensão ou em queda. Mas o ponto principal é que a Queda, tal como todos os outros largos caminhos do cristianismo, está embebida, invisivelmente, na linguagem comum.

E enquanto estou conversando, a
ideia de perder Peeta de verdade
me atinge novamente e percebo
o quanto não quero que ele
morra. E não é sobre os
patrocinadores. E não é sobre o
que vai acontecer em casa. E não
é só porque eu não queira ficar
sozinha. É ele. Eu não quero
perder o garoto com o pão.