Ideia

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A magia é sagrada, usá-la para se exibir é uma ideia extremamente estúpida.

Não me entenda,

Que idéia essa de me prender pra você, eu não sou tua, não sou de mim mesma, não sou de ninguém, aqui estou mas logo vou, saio e deixo minhas marcas, minha bagunça ficou na tua casa, teu tapete de lado fui eu que mexeu, teu espelho embassado, tua cortina entre aberta, tua torneira ligada, teus cd's revirados, minhas digitais nas tuas taças, teu corpo arranhado, tudo coisa minha. Sinto desejo em te deixar a sós com meus rastros, te deixando pensar, fazendo você refletir minha presença e sentir minha ausência, te quero, mas não posso ter você pra mim, não admito minhas necessidades... então chego me entrego, te tenho inteiro pra mim e depois fujo, quando sinto tua falta faço uma loucura qualquer pra me encontrar com você outra vez.
Não me faça acreditar no amor, não minta histórias bonitas, não me venha com uma vida perfeita, não gosto de nada que me tire os pés do chão, não me fascine com esse olhar que me desnuda inteira, e que faz eu me trair, não sorria pra mim, não queria afagar meus cabelos que é covardia, é jogo sujo. Não resisto a um carinho mais intenso, portanto sai de perto,,, não te quero aqui. Não invente de me fazer massagem quando eu estiver sensível, não queira me agradar e dançar juntinho, perco a noção quando estou do teu lado. Pare de ser interessante que eu não gosto de perder o controle da situação, não me venha com muitos agrados, nem diga tudo que gosto de ouvir... Me faça um favor por favor.... não faço tudo o que eu quero, não me leve sempre a sério, não me mime sempre que senão eu fico mal acostumada.
Me deixe na escada a tua espera, me de um bolo, e só volte depois de uma semana, invente uma desculpa qualquer. Eu vou ficar com vontade de te matar, mas vai apimentar ainda mais o que eu sinto por ti. Capriche nas desculpas que serão esfarrapadas mas aceitas, me entenda, me deixe confusa, perdida, aflita, me irrite as vezes, confunda minha cabeça, me jure o impossível, me prometa o que ainda não existe, me espere chorar, e ria de mim, ria comigo, peça pra eu fazer de novo, me dasafie outra vez, tente ser um exemplo quando eu precisar de apoio. Tenha crises de ciumes em público, brigue por mim, me surpreenda as vezes, me ajude mesmo sem eu pedir, e aceite minha opinião mesmo que ela não mude muito as coisas. Valorize o que eu faço e admire meu bom gosto, critique os poemas que leio, escute as minhas histórias de amores e dores, me faça crescer me ajude a amadurecer, não tente ser melhor, não diga que é meu, não te quero pra mim, só te quero comigo agora, nesse instante, por esses tempos, não aceito ser tua pra sempre e nem te quero pra vida toda, sou assim, se quiser tem meu resumo, aproveite que estou por aqui, daqui a pouco eu sumo...


Dani Z

"Nenhuma ideia é simples, quando precisa inseri-la em outra mente."

Cada nova ideia que nos penetra irá desorganizar nosso sistema de pensar e derrubá-lo como a um castelo de cartas. Reconstituí-lo é avançar!

Quando o indivíduo se vê forçado a analisar algum sentimento, emoção, idéia, ação, conselho, sugestão ou ensinamento, deve sempre submetê-lo à pedra de toque da Positividade, perguntando a si próprio: “Isto me tornará mais forte, mais poderoso, mais eficaz, melhor?”

E enquanto estou conversando, a
ideia de perder Peeta de verdade
me atinge novamente e percebo
o quanto não quero que ele
morra. E não é sobre os
patrocinadores. E não é sobre o
que vai acontecer em casa. E não
é só porque eu não queira ficar
sozinha. É ele. Eu não quero
perder o garoto com o pão.

O segredo da persuasão é fazer com que as pessoas acreditem que a sua ideia é a melhor ideia a ser creditada.

Reflexões

Tenho uma ideia, cuido do seu coração e você cuida do meu.



Frases que foram para o caderninho.

A ideia de que um dia os humanos vão cuidar uns dos outros e criar uma sociedade melhor é muito inocente. Eu vejo uma sociedade que se preocupa em destruir os outros, uma sociedade egoísta, doente. A geração dos meus pais foi de guerra, dos meus avós foi de guerra. Então, de onde saiu essa ideia estúpida de que um dia vamos viver em harmonia se não há relatos de que realmente alguma vez aconteceu? A história de muitas nações começa a ser contada com sofrimento, já se passaram muitos séculos e o sofrimento evoluiu. Que geração viverá essa tão sonhada utopia que muitos clamam?

Nunca brinque com os sentimentos de uma pessoa, de forma alguma!
Você não têm ideia de quantas vezes ela teve que se erguer, nesta guerra chamada vida, para se manter firme e seguir em frente, lutando pela própria vida.
Machucar o sentimento das pessoas, simplesmente por diversão, é a pior agressão que se pode praticar.
Lembre-se. o mal que praticas hoje pode voltar contra ti amanhã.
Ainda existe a Lei do Retorno e será cobrado em triplo!

Sem a doutrina da Queda, toda a idéia do progresso é sem sentido. [...] A menos que haja um padrão, você não pode se dizer em ascensão ou em queda. Mas o ponto principal é que a Queda, tal como todos os outros largos caminhos do cristianismo, está embebida, invisivelmente, na linguagem comum.

Tentar mudar alguém porque seu comportamento não nos agrada, está longe de ser uma boa ideia. É na autenticidade que o verdadeiro caráter se revela.

Eu tinha uma regra: melhor se entediar sozinho do que acompanhado. E quase sempre seguia essa ideia. Talvez por isso não tivesse amigos.

Sou partidária da ideia de que por vezes é preciso desigualar para igualar.

A DISTÂNCIA QUE DENOMINAMOS “EU”
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
A ideia de que existe uma distância entre a criatura e o Princípio Divino não deve ser compreendida como afastamento espacial, mas como hiato moral e consciencial. Essa distância nasce quando o ser espiritual, dotado de razão e liberdade, passa a absolutizar a própria individualidade, convertendo-a em centro exclusivo de referência. O “eu” deixa de ser identidade legítima e transforma-se em eixo de autoexaltação.
À luz da Doutrina Espírita, o ser humano é Espírito em processo contínuo de aperfeiçoamento, destinado ao progresso moral e intelectual. A individualidade é condição necessária da responsabilidade. Sem ela, não haveria escolha, mérito ou aprendizado. Contudo, quando essa individualidade degenera em egoísmo e orgulho, instaura-se uma deformação psíquica que obscurece a percepção da realidade espiritual. O “eu” hipertrofiado passa a medir o mundo pela régua do interesse pessoal.
No campo psicológico, esse fenômeno manifesta-se como necessidade constante de reconhecimento, comparação e validação. O sujeito estrutura sua identidade sobre aplausos, conquistas ou ressentimentos. Desenvolve narrativas internas que reforçam a centralidade do próprio valor ou da própria dor. Tanto a superioridade quanto a vitimização são expressões do mesmo núcleo egocêntrico. Em ambos os casos, a consciência permanece fixada em si mesma.
A perspectiva espírita identifica no egoísmo a raiz dos conflitos humanos. Trata-se de resquício de fases primitivas da evolução, quando a sobrevivência instintiva predominava sobre a fraternidade. O progresso espiritual exige a sublimação desses impulsos. A lei de evolução impõe ao Espírito a transição do exclusivismo para a solidariedade. Cada existência corporal oferece oportunidade de reeducação das tendências inferiores.
A distância denominada “eu” é construída por pensamentos recorrentes que reforçam a autoafirmação desmedida. Afirmações como “eu mereço mais”, “eu não posso ceder” ou “eu estou sempre certo” erguem barreiras invisíveis. Tais construções mentais não apenas isolam o indivíduo dos outros, mas também lhe dificultam a sintonia com as leis superiores que regem a vida. A consciência torna-se turva, incapaz de perceber o valor do serviço e da renúncia.
Entretanto, a Doutrina Espírita não propõe a anulação da personalidade. A humildade não é autodepreciação. É lucidez quanto à própria condição evolutiva. Reconhecer-se aprendiz reduz a ansiedade de afirmação e dissolve a rigidez do orgulho. O exame diário da consciência, recomendado como disciplina moral, permite identificar tendências egocêntricas e corrigi-las progressivamente. Não se trata de cultivar culpa, mas discernimento.
A prática da caridade, entendida como benevolência, indulgência e perdão, constitui o antídoto direto contra a hipertrofia do ego. Ao servir, o Espírito desloca o centro da própria vida para além de si. Descobre que a verdadeira grandeza não reside em impor-se, mas em contribuir. Esse movimento interior produz serenidade, pois extingue a competição constante que alimenta tensões psíquicas.
Sob análise introspectiva, percebe-se que o sofrimento muitas vezes advém da resistência do ego às circunstâncias educativas da existência. Frustrações, perdas e humilhações funcionam como instrumentos pedagógicos. Quando o indivíduo compreende a finalidade evolutiva dessas experiências, a revolta cede lugar à aceitação consciente. A distância diminui à medida que a compreensão substitui o orgulho.
Em termos espirituais, jamais houve separação ontológica entre criatura e Criador. O que existe é desarmonia vibratória, resultante de escolhas morais inadequadas. À medida que o Espírito cultiva virtudes, essa desarmonia se reduz. O “eu” deixa de ser muralha e converte-se em instrumento de aperfeiçoamento.
Assim, a distância que denominamos “eu” é etapa transitória no itinerário da consciência. Ela se dissolve quando o ser compreende que sua realização não está na exaltação de si mesmo, mas na integração harmoniosa com a Lei que governa o Universo. E nesse processo silencioso de transformação interior, a alma descobre que a verdadeira elevação não consiste em afirmar-se acima dos outros, mas em elevar-se junto deles, sob a égide do amor e da responsabilidade moral.

Amor Amor ou Vinícius de Moraes


Há uma ideia do amor exclusivo. Como se houvesse uma única chance na vida de amar. Ou é o amor eterno, ou era mentiroso. Ou acontece pela vida inteira, ou não funcionou.

E, quando acertamos um casamento, as opções anteriores são consideradas falsas – necessitamos apagar o passado. E, quando erramos um casamento, as opções anteriores são vistas como legítimas – desperdiçamos romances melhores.

Trata-se de uma visão limitada, de contar apenas com um endereço para o nosso coração. Mas amor é cigano, amor é mambembe, amor é viageiro.

Mas amor é tentativa, amor é insistência, amor é rascunho, amor é esboço, amor é esgotar as possibilidades e se recriar diante delas.

Só porque você amou antes, não significa que não pode amar de novo. Ou, só porque você amou antes, não significa que o próximo amor é falso e está fingindo. Só porque você se declarou a alguém, isso não compromete as próximas declarações.

Só porque você disse que era para sempre e terminou, não quer dizer que é um fingido.Todos os amores podem ser verdadeiros. Todos podem ser influentes.

Haverá um maior, sim, um amor decisivo, um amor transformador, um amor real, honesto e justo: o Amor Amor.

O Amor Amor não é egoísta, não vai isolá-lo da convivência. Você se duplicará para os próximos. Passará a amar os amigos como nunca. Passará a amar a família como nunca. É tanto amor, que sobrará para muitos.

O que deve prevalecer no temperamento é não desistir, não se entregar para o ressentimento, não defender os sentimentos parados condenando os outros que permanecem em movimento.

Eu acredito que quem casa ou namora várias vezes não é carente. Quem casa e namora várias vezes não é desesperado. Está se moldando à alegria, a superar as diferenças, a se separar, a recomeçar, a sangrar sozinho, a entender as dores e as imperfeições. Apresenta mais chance de ser feliz. Pois a felicidade é maleável, é macia, é elástica. A felicidade é feita para quem tem coragem de sofrer.

Desesperado e carente é aquele que não tenta e vive reclamando, praguejando, amaldiçoando os demais. Desesperado e carente é aquele que se esconde tão bem, que não se encontra e não se dá de verdade.

Desesperado e carente é aquele que não namora ou não casa para não ter que trabalhar emocionalmente e não se decepcionar. Alimenta-se de sombras, de sobras, de rancores.

Amor não é uma vez, são várias vezes até encontrar a pessoa predileta. A pessoa necessária. A pessoa fundamental. A pessoa que supera sua idealização, que lhe devolve a vontade de atravessar suas idades e tempos.

Daí, você descansa por estar andando, como diz minha mãe.

Amor é descansar em estar andando. E andar de mãos dadas jamais cansa.

A grande tolice da humanidade foi fazer do amor uma idéia. O amor é o instinto. Dar-lhe cérebro é entristecê-lo.

Primeiro Deus criou o homem... Depois teve uma idéia melhor.

As pessoas têm uma ideia diferente dos políticos. Até votar neles.

"A ideia de que a liberdade é mera habilidade de um sujeito em fazer valer os seus caprichos é um tanto quanto rasa, e mal consegue capturar as complexidades da existência humana; um homem cujos apetites são sua lei nos chama a atenção não como alguém liberto, porém escravizado. E quando uma liberdade tão estreitamente concebida transforma-se no critério das políticas públicas, a dissolução da sociedade estará próxima. Nenhuma cultura que tenha na autoindulgência publicamente sancionada o seu mais alto bem pode sobreviver por muito tempo, e um egotismo radical será desencadeado, no qual quaisquer limites sobre o comportamento pessoal serão experimentados como infrações contra direitos básicos. Perceber as distinções entre o importante e o trivial, entre a liberdade de criticar ideias recebidas e a liberdade para se consumir LSD, por exemplo, é o tipo de discernimento que mantém as sociedades livres do barbarismo."