Ideia
Você tem idéia do quanto meu reino queimou apenas no século passado? - Hades - Percy Jackson e o Ladrão de Raios
Ah, como te amo... Você não tem ideia do quanto sinto sua falta... Dói tanto ver você com outra pessoa, saber que nunca mais vou poder te beijar, te abraçar... É incrível, como você consegue esquecer as pessoas rápido em... Queria ser como você... Sério, como você pôde esquecer tão rápido, nossos momentos juntos... Que saudade de acordar de manhã, olhar o celular e ter uma mensagem "Bom dia meu amor, eu te amo." É tão difícil pra mim... Eu fiz de tudo pra tentar de esquecer, já tive até outro namorado depois de você, eu até gostava dele, mas não era igual ao que eu sentia por você... Eu fiz de tudo mesmo! Mais não adiantou... O que você tem? Que me deixou tão "encantada" assim? Nem conseguindo seguir minha vida eu estou por sua causa... Mais eu vou tentar, e dessa vez vou conseguir. Sabe por que? Porque acho que você passou pela minha vida pra eu aprender uma lição… Tenho que aprender a valorizar as pessoas que amo... Porque, por causa do meu orgulho, eu já perdi muitas pessoas que amo. Mas enfim, obrigada por tudo que vivemos juntos, por me ter feito sorrir, por estar sempre comigo até nos momentos difíceis, e mesmo eu seguindo minha vida, tentando não olhar pra trás, eu nunca vou te esquecer, porque você marcou minha vida. Obrigada por tudo!
Sabe qual é a nossa diferença? Eu sei exatamente o que eu quero, e você não tem nem ideia. Eu optei por não levar nada a sério além de mim mesma, de não esperar demais e de não ter que definir sentimento nem relação nenhuma imediatamente. Escolhi me afastar de coisa antiga, eu quero novidade, quero crescer com isso. Não quis apagar nada, nem os sinais evidentes de que eu sentia falta eu fiz questão de esconder. Também não to com medo de apaixonar de novo, o que eu passei só me fez perceber que quem anda comigo nem sempre é meu amigo, de ver que não dá pra confiar em todo mundo, e que se entregar a uma pessoa por inteiro tem lá suas conseqüências. To afim de não pensar demais pra falar nem agir, quero pensar em mim primeiro e isso não quer dizer que eu vou passar em cima de alguém com interesses próprios. Não to afim de dar o troco em ninguém, não vejo necessidade mais disso e o desejo de vingança definitivamente não subiu a minha cabeça apenas por pensar que tudo que vai volta, e que a vida vai dar uma lição muito maior do que a que eu posso planejar. To dando mais valor pra quem se importa de verdade, to me importando menos com ofensas e dando mais ouvidos a críticas construtivas. To me vendo mais como pessoa do que como nós, to me sentindo mais livre, mais capaz. Percebi que sofrer por amor é passageiro e que cultivar raiva dentro de mim só me fazia ficar cada vez pior. Quero sofrer por algo que valha a pena, por coisas importantes de verdade. Eu amadureci. Aprendi uma lição, “antes de viver por alguém, viva por você mesma”.
Texto da leitora @fevieirapat
Qual a maior barreira para a criatividade e a inovação? (...) É o medo de lançar uma ideia e ser ridicularizado e menosprezado.
Se a vida não é do jeito que cê quis, a ideia é procurar o caminho que te deixa feliz. Ficar do lado do bem, eu fico também. Se o papo for atitude, não tem pra ninguém.
Conclusão de uma vida de estudos: se uma idéia não está pré-anunciada em Platão, em Aristóteles ou na Bíblia, provavelmente é besteira.
A ideia é que cada indivíduo possa refletir sobre suas atitudes e buscar sempre o caminho do bem e da perfeição, a sociedade vai caminhar naturalmente para o progresso... (Filosofia Maçônica)
"Vida" é noção que a gente completa seguida assim, mas só por lei duma idéia falsa. Cada dia é um dia.
Dá vontade de amar. De amar de um jeito "certo", que a gente não tem a menor idéia de qual poderia ser, se é que existe um.
Onde moral e ética são pequenas, ou inexistentes, a ideia de felicidade não passa de ilusão semelhante a bolhas de sabão.
O desejo, acompanhado da idéia de satisfazê-lo, chama-se de esperança; despojado de tal idéia, desespero.
A ideia de que todos nós somos tão capazes de amar mas ainda assim escolhemos ser tóxicos.”
( Outros Jeitos de Usar a Boca)
Você não me ama! Você ama a ideia de me ter. Ama me ter por perto. Ama me ouvir dizer o quento eu te amo. Ama o poder que seu olhar tem sobre mim. Ama me ver com ciúmes, mostrando o quanto eu sou entregue a você. Ama provocar o pior em mim. Ama como meu corpo se entrega fácil a você. Ama o simples fato de que não importa aonde eu esteja eu largo tudo pra fazer a sua vontade. Então não ouse dizer que me ama, sendo que você nunca soube o significado disso.
Por que não nos deixam viver como a vida é proposta na sua ideia inicial, um dia após o outro, e não sofrendo por antecedência com ameaça de inferno e céu.
O eterno retorno é uma ideia misteriosa e, com elas, Nietzsche pôs muitos filósofos em dificuldades: pensar que um dia tudo vai se repetir como foi vivido e que tal repetição ainda vai se repetir indefinidamente! O que significa esse mito insensato?
O mito do eterno retorno afirma, por negação, que a vida que desaparece de uma vez por todas, que não volta mais, é semelhante a uma sombra, não tem peso, está morta por antecipação, e por mais atroz, mais bela, mais esplêndida que seja, essa atrocidade, essa beleza, esse esplendor não têm o menor sentido. Essa vida é tão importante quanto uma entre dois reinos africanos do século XIV, que não alterou em nada a face do mundo, embora trezentos mil negros tenham encontrado nela a morte depois de suplícios indescritíveis.
Será que essa guerra entre dois reinos africanos do século XIV se modifica pelo fato de se repetir um número incalculável de vezes no eterno retorno?
Sim: ela se tornará um bloco que se forma e perdura, e sua brutalidade não terá remissão.
Se a Revolução Francesa devesse se repetir eternamente, a historiografia francesa se mostraria menos orgulhosa de Robespierre. Mas como ele trata de algo que não voltará, os anos sangrentos não passam de palavras, teorias, discussões, são mais leves que uma pluma, já não provocam medo. Existe uma diferença infinita entre um Robespierre que apareceu uma só vez na história e um Robespierre que voltaria eternamente para cortar a cabeça dos franceses.
Digamos, portanto, que a ideia do eterno retorno designa uma perspectiva em que as coisas não parecem ser como nós as conhecemos: elas aparecem para nós sem a circunstância atenuante de sua fugacidade. Com efeito, essa circunstância atenuante nos impede de pronunciar qualquer veredicto. Como condenar o que é efêmero? As nuvens alaranjadas do crepúsculo douram todas as coisas com o encanto da nostalgia: até mesmo a guilhotina.
Não faz muito tempo, surpreendi-me experimentando uma sensação incrível: folheando um livro sobre Hitler, fiquei emocionado com algumas fotos dele; lembravam-me o tempo de minha infância; eu a vivi durante a guerra; diversos membros da minha família foram mortos nos campos de concentração nazistas; mas o que era a sua morte diante dessa fotografia Hitler que me lembrava um tempo passado da minha vida, um tempo que não voltaria mais?
Essa reconciliação com Hitler trai a profunda perversão, moral inerente a um mundo fundado essencialmente sobre a inexistência do retorno, pois nesse mundo tudo é perdoado por antecipação e tudo é, portanto, cinicamente permitido.
(A Insustentável Leveza do Ser)
