Humanidade
Quando criaram a humanidade deixaram-na imperfeita por diversos motivos, um deles é para que pudéssemos aprender a amar aqueles que estão ao nosso redor e dar o devido valor da maneira correta.
Muitos não percebem, mas todos os anos dezenas, centenas de pessoas passam por nossas vidas e poucas permanecem. Ou seja, mesmo com a nossa imperfeição, ainda conseguimos escolher quem nos faz bem e fazê - la ficar por perto. Isso porque aprendemos a amá - las.
Sempre defendi que o amor é um sentimento egoísta, seja ele fraternal ou romântico. O amor exige a doação, o retorno. Ele quer ser sempre o dono de todas as atenções. Por isso, devemos sempre nos lembrar que em um convívio temos de fazer a nossa parte também. Geralmente exigimos presença, exigimos ajuda nos momentos de aflição e exigimos só coisas boas vindas do outro. Mas nos esquecemos que o outro também precisa receber de volta o que nos foi dado.
Será que realmente nos doamos da mesma maneira que recebemos afeto de quem nos acompanha nessa vida? Será que somos realmente pessaos quem fazem o bem pra quem nos escolheu pra ficar perto?
Portanto, devemos nos lembrar que todos os anos pessoas e mais pessoas passam por nossa vidas e passam pela vida daqueles que nos rodeiam também e elas podem merecer bem mais o amor doado daquele que não estamos sabendo recompensar com o devido valor.
Se os Estados Unidos e a Rússia trabalhassem em prol da humanidade o mundo se converteria num paraíso.
Cada salvador da humanidade só se tornou um bem-aventurado por ter trilhado o próprio caminho e não uma senda traçada e sinalizada.
"O 'eu te amo' é patrimônio sentimental da humanidade. Deixa de vandalismos! Preserve-o você também".
"Somos leigos quando citamos a totalidade de Deus para com a humanidade na referida tarefa de amar, e implantamos nosso indiferente e vago amor como se assim fosse Deus!"
Acreditar nos sonhos das pessoas não é apenas otimismo, e sim acreditar que a humanidade ainda tem salvação.
Havia um tempo em que o espetáculo da humanidade era a própria vida, mas agora a vida se tornou espetacularizada e desumanizante. A vida não existe mais, porém, curiosamente, está a todo instante sendo filmada.
Eu acredito
na humanidade dos homens
e na divindade das mulheres
na humanidade da razão
e na divindade da intuição
na humanidade da arte
e na divindade do sentimento
acredito na vida toda
e na dúvida de cada momento
Bom seria se a humanidade olhasse
o mundo com os olhos de uma mãe.
Tudo seria mais amor e muitos aprenderiam
que somos todos irmãos e filhos do mesmo Pai.
As ideologias voltadas para a submissão da Humanidade se desmoronam, diante do inexorável avanço da evolução do ser humano.
Mentalidade!
Somos imitativos, e prescrevo a essa humanidade urgentemente que refaçam seus norteamentos com sutil pressa. Estamos sendo e criando seres de pensamentos oblíquos onde a noção fica em ultimo lugar, dando espaço ao que de pior aprendemos teleguiados por um algoz que desvencilha toda uma base de correto e sano.
Estamos nos distanciando de um algo pleno onde existem pessoas zumbizadas onde se quer imaginam caminhar para um poço sem fundo. Lotam igrejas, templos e sinagogas e repetem mantras e orações pra se darem bem, contentando-se em afirmações intimistas como: `` Hoje sou pior, mas estou aprendendo como ser melhor amanhã ´´.
Princípios como moral e bons costumes fazem parte apenas de contos relatados pelos nossos ancestrais, mas e o parecer de uma prestação de contas pessoais onde julgo primordial, aquele perseverar pessoal sem que venha esperar um acerto divino pois o mais relevante é ser o mais correto na medida de cada consciência. Porém a velha pergunta; será que temos esse barramento?
O fato é que estamos num replay desenfreado, copiado e imitativo por um rebanho de gente que cobra algo que nem os mesmos praticam. Será que se iniciou nos seres o tempo da desordem mental onde a aparência e a ostentação são antes de tudo o patamar de consciência banalizada por um sentimento chamado egoísmo? Não sei se até isto tem relevância para todos pois afinal oque se pensa é não esquentar e ficar como se diz por aí tranquilo e favorável ainda que isso nos custe a vida.
