Humanidade
Não precisamos de um sistema político novo que beneficie apenas uns poucos, mas algo que torne a humanidade numa única família.
O cientista que descobrir como reverter a entropia não só ganhará o prêmio nobel como salvará a humanidade da lenta morte do universo.
Imagine como seria o mundo se os trilhões de dólares gastos na produção de armas fossem utilizados para melhorar a qualidade de vida da humanidade.
Há inúmeras ideologias no mundo que foram criadas por indivíduos que achavam que as ideias que tinham concebido correspondiam à verdade e que com elas resolveriam todos os problemas da humanidade, mas o que se viu foi a ocorrência de genocídios, guerras mundiais, aumento das desigualdades sociais, a ameaça constante de um holocausto nuclear e de ataques terroristas. Então, por qual motivo você ainda se prostra diante das ideias de outrem ao invés de criar uma teoria para você seguir?
M DE MULHER
A mulher é uma flor
No jardim da existência.
Tem doçura e pudor,
Mas também saliência.
A mulher é amor;
É argúcia e inocência.
E dá brisa e frescor,
Alivia a ardência.
A mulher é primor
Num mundo em decadência.
Dá ao mundo sabor
Com sua doce influência.
A mulher é motor,
Mola mestra, eficiência.
Frigidez e calor,
Quietude e eloquência.
A mulher é favor,
Tato, inteligência.
Encanta e dá pavor.
É brandura e potência.
A mulher tem valor
De grandeza e opulência.
Deus é o seu autor:
Obra prima em essência.
A mulher é uma cor,
Ou muitas em frequência.
Vence o medo e a dor.
É mais que aparência.
Humanos: caga, mija, peida, fede, morre e apodrece
Se matam pela beleza, a procura da perfeição, alguns choram em frente ao espelho, outros debocham em frente ao feio
Mas no fim, todos morrem.
Eu prefiro a música, o café e a solidão.
Humanidade? Salve-se quem puder!
A sabedoria divina nos ensina que a língua é a vida e a morte; há pessoas que morrem precocemente porque padecem da síndrome da psicopatia linguística e adverbial, cujo CID171, provoca caos e aborrecimentos agudos. Por isso, o silêncio é sempre uma boa defesa imunológica para proteção contra o mal que assola a humanidade e viola com pena de morte o espírito de Francesco Petrarca da boa convivência
Ser humano não é ser sempre forte. É o amor que precisa ser forte, assim como a forma como você sente e age: com verdade e sabedoria.
Costumo afirmar que os seres humanos são o único projeto de Deus que falhou miseravelmente. Somos ingratos, arrogantes, desprovidos de empatia, mesquinhos, egoístas e, muitas vezes, cruelmente sádicos. Vivemos em um estado perpétuo de conflito, causando sofrimento indiscriminado aos outros, a nós mesmos e ao próprio planeta. Julgamos com uma crueldade voraz, indiferentes às dificuldades alheias, mas quando somos alvo de julgamentos, respondemos com veneno, raiva e ódio. Em vez de aprender com nossos erros, perpetuamos ciclos intermináveis de destruição e indiferença.
No entanto, essa dicotomia se torna ainda mais perturbadora quando observamos nossa capacidade de realizar atos de grande bondade, criatividade e amor. É como se estivéssemos eternamente presos em um teatro trágico, onde alternamos entre a brutalidade e a benevolência.
E sim, me incluo nesse circo grotesco como mais um ser humano que definitivamente não deu certo.
Silêncio
Há sabedoria no silêncio das pedras, No murmúrio quieto do rio que passa. Não falam as árvores, e ainda assim conhecem os segredos da terra e do vento.
O silêncio do campo é cheio de respostas, Que as palavras não conseguem dizer. A brisa suave que toca a face, Diz mais do que qualquer voz humana.
Vejo a verdade na luz da manhã, No balançar das folhas ao sol. Tudo fala sem palavras, Tudo responde sem perguntar.
Há um entendimento profundo No simples ato de não falar. O silêncio é a resposta mais pura, Que a natureza nos oferece sem cessar.
Quando me calo, ouço o mundo, E nele encontro a paz que as palavras perdem. No silêncio há uma sabedoria tão profunda, Que transforma o vazio em plenitude.
Aquieto-me na sombra das árvores, E deixo que o silêncio me ensine. Pois há mais verdade na quietude, Do que na língua bífida da humanidade.
Nós fomos os últimos de nosso tipo extintos. Nós somos o passado, não somos os escolhidos, nem deuses e nem bestas.
Sentado,
é que o homem
começa a pensar em toda
a sua existência.
Sentado em seu sofá
ou em uma cadeira qualquer,
o homem começa a viajar para
o futuro ou relembrar seu passado,
mas esquece de vivenciar
seu presente.
Sentar pode ser mais prejudicial
para o homem,
do que qualquer
cigarro ou
qualquer copo de bebida.
Sentado.
Sentar pode ser
o ato de puxar o gatilho,
e ouvir o estrondo
de sua mente.
Deve ser por isso
que fazemos a maioria
das coisas sentado.
Trabalhamos sentados,
comemos sentados,
assistimos sentados,
aprendemos sentados,
e talvez
pensamos de mais,
sentados.
"Nos dias de hoje, humanos (religiosos) usam o termo deus para preencher a lacuna do tudo das coisas, pois na sua preguiça intelectual de questionar a autoridade, não descobrem o conhecimento científico e suas teorias racionais para explicarem os grandes questionamentos da humanidade".
Os SENHORES da GUERRA, em suas poltronas confortáveis, em nome de suas vaidades e demais interesses individuais, atentam contra a humanidade, a qual só clama por dignidade e paz.
Depois de muito tempo enrolando para assistir a segunda temporada de "Os Treze Porquês" ou "Thirteen Reason Why", finalmente iniciei, e logo de cara desconstruí um pouco aquela imagem de série romantizada e me deparei com uma série que veio instruir a cerca do bulling, dos mais tratos, da intolerância e me incomodou profundamente. O sentido da vida, sentimentos, ansiedade com o futuro, o quanto outras pessoas são responsáveis pelo que acontece em sua vida, me fez refletir sobre como tenho levado a minha vida diante dos meus pares, dos meus amigos, da minha famílias. E por mais que alguém diga que é uma série adolescente, me pego imaginando que algumas coisas aconteceram a pouco tempo e outras a mais de dez anos, mas as lembranças mais marcantes ainda estão claras, tanto as boas quanto as ruins, não dá para esquecer aquilo que marca. Há um pouco de sofrimento nas palavras, sem dúvidas, mas como um observador de tudo o que ocorre a minha volta sinto que podemos produzir muito mais, talvez as pessoas estejam realmente dando sinais e nós simplesmente ignoramos tentando procurar em nós unicamente o motivo de todos os erros. As vezes olhando o próximo descobrimos que somos nós que precisamos de ajuda. Por que estamos esquecendo de viver o lado doce da vida, a vida sem cobranças excessivas, a realização pelo simples fato de ser justo. Por que a justiça hoje é quem tem o melhor argumento, por que agora temos que depender de alguém para nos dizer como nos comportar em casa, na rua, na faculdade. Por que ser simplesmente um ser humano se tornou um exercício quase impossível sem surtar, a pressão de resultados, a vida perfeita dos outros e a necessidade de aceitação. Quando foi que perdemos a essência do amor. Por que há tantas vidas desestruturadas e mesmo assim não pensam em começar, aceitar ajuda, por que a arrogância tomou conta daqueles que só porque tem um pouco mais de conhecimento trazem a verdade embaixo do braço e impõe a qualquer um que sujeito a sua obediência são obrigados a aceitar e assim propagando mais e mais frustrações. Oh! vida, de um pouco de luz aqueles que buscam simplesmente viver.
Chegamos a um estágio de evolução enorme no sentido científico e tecnológicos, mas esquecemos do moral e do amor. Valorizamos muito mais o dinheiro e o ter, que a vida e o ser. Será o fim da humanidade? Ou um novo começar?
O idealista deseja que todos vivam em um mundo melhor. O ideológico deseja a sua visão de mundo para todos, supondo-se possuidor da verdade incontestável.
