Houve um Tempo
Lembra que houve um tempo
em que era tudo imaginação?
E agora é real.
Imagine.
Quantas coisas lindas
começamos a tornar reais
no momento em que as ousamos
imaginar.
Houve um tempo em que o mal era tão grande que beirava a desumanidade.
Onde os seres humanos escravizavam outros seres humanos por ganância, arrogância e dominação.
Sua crueldade era tão grande que era capaz de destruir outros em busca de lucro e, em sua arrogância gananciosa, eles os submetiam a trabalhos desumanos sob a lei da injustiça e da imoralidade, sem qualquer ética.
Enriquecendo seu tesouro desonesto à custa de suor e sangue inocente, à luz do mal, este ser maligno se afirmava superior e, em suas festas luxuosas, era intitulado nobre em uma classe de nobreza onde uma nobreza infame e assassina competia entre seus cúmplices.
Um tempo de devassidão e imoralidade sem qualquer refinamento de humanidade.
Esmagando e explorando cruelmente outros seres humanos, eles eram submetidos à dor da tortura, punições, trabalho forçado e desumano, onde suas filhas e esposas eram estupradas, seus filhos maltratados e trabalhavam até tarde.
e homens exaustos viam em seus idosos pessoas morrerem de exaustão.
Um tempo em que nem Deus nem lei e justiça existiam
No tempo da escravidão.
Cativeiro
Houve um tempo em que você não sabia tudo o que sabe hoje. Lembre-se disso ao lidar com outras pessoas.
Tenha mais carinho e empatia com aqueles que ainda não conseguiram aprender aquilo que você gostaria que soubessem.
Não é fácil aceitar que tudo um dia acaba.
Houve um tempo que só em sentar ao teu lado
e segurar a tua mão, já me acalmava.
... e era um tempo tão bom!
Houve um tempo em que o tempo tinha hora e não passava.
Já hoje ele me engole voraz mais rápido do que amarelam as minhas fotografias.
Houve um tempo que eu quis revolucionar, tentar mudar o rumo da historia....creio eu que isso eh normal para qualquer um que se ver diante da liberdade e da possibilidade de poder fazer tudo que estiver ao seu alcance, mas esse tempo passou, como muitas outras coisas que estiveram junto a ele...Hoje uma hora ou outra não quero mais nada, não tento mais nada, chega de quebrar a cara, de fingir que dessa vez será melhor e diferente hoje espero o que o destino me reserva, não por preguiça ou por falta de vontade de alcançar meus objetivos pois sei que disso sou capaz, mas por cansaço mesmo, cansaço de lutar diversas vezes e morrer em um “não foi dessa vez”
TRECHO: DO QUE EU PRECISO
Houve um tempo em que minha felicidade vivia acorrentada à pessoas inconstantes e estava na depedência de coisas que sempre tinham um fim. E um fim trágico e doloroso, pelo menos para mim! Houve um tempo em que eu me importava e pensava demais nos comentários e opiniõe alheias, me privando de viver uma vida cheia de riscos, que eu sempre quis correr, dá a cara à tapa. Nunca gostei de uma vida comum mesmo! Por diversas vezes o zumbido das fofocas e a inveja das pessoas me afetaram e eu cheguei a ficar doente com tudo isso. Cheguei a pensar que de tanto veneno destilado em minhas veias, eu iria morrer. Morrer de desgosto, de nojo e de pena. E... eu morri! Na verdade, eu MATEI esta pessoa e fiz ressurgir um novo alguém dentro de mim.
Houve um tempo em que eu queria saber tudo.
E, quando não sabia, não me sentia inferior aos outros; me sentia inferior a mim mesma.
Colocava um fardo sobre os ombros, como se só valesse alguma coisa se pudesse provar, a mim mesma, que era capaz.
Capaz de quê?
De tudo, talvez.
De tudo ao mesmo tempo.
Eu me enveredei por caminhos difíceis não por vocação, mas por negligência comigo mesma.
Não parava para respirar.
Não me importava se estava bem.
O importante era vencer... mesmo sem saber exatamente o que ou quem eu estava tentando vencer.
Até que, por força de alguns acontecimentos, me vi de frente com o espelho da verdade, e descobri que não era capaz de tudo.
Na verdade, percebi que não era capaz de quase nada.
E não por fraqueza. Mas porque sou humana.
Teimosa como sempre fui, demorei para enxergar o óbvio.
Mas quando tirei o véu; aquele véu espesso da arrogância disfarçada de autocobrança, fui atravessada por um sentimento impossível de descrever.
Me vi pequena.
Uma formiga diante do universo.
Um grão de mostarda na palma de Deus.
E, paradoxalmente, foi ao me reconhecer tão pequena que comecei, enfim, a existir de verdade.
Vi-me como alguém. Alguém que erra... e continuará errando.
Alguém que sente; e cujos sentimentos influenciam tudo: o ritmo, o foco, o desempenho.
Alguém que não sabe de tudo, e o pouco que sabe, sabe porque Deus, em Sua graça, permitiu.
Quando entendi isso, o peso escorregou dos meus ombros.
Não era mais uma batalha por merecimento.
Era a busca por ser, ser quem sou, com limites, com dúvidas, com perguntas sem resposta.
E foi nesse dia que descobri o que tantos passam a vida tentando encontrar: descobri quem eu sou.
Para encerrar, adapto as palavras de Newton:
O que sabemos é uma molécula de água.
O que achamos que sabemos… é um oceano.
E como disse Sócrates, com toda a sabedoria de quem já mergulhou nesse mar:
"Só sei que nada sei."
A Providência Divina no Deserto e a Lição da Oferta
"Houve um tempo, logo após me casar, em que a vida me testava com uma dureza implacável. Eu ainda não tinha minha casa, nem meu filho havia nascido. O peso de prover para minha família caía sobre mim, e os trabalhos eram exaustivos e perigosos. Eu lidava com esterco, um serviço pesado que traz doenças e que poucos ousam fazer. Também carregava lenha para as cerâmicas, enfrentando riscos constantes. Lembro de uma cobra que chegou a morder minha calça, mas não era venenosa. No entanto, por ali, tive contato com outras, como cascavel e jararaca, o que mostrava o perigo constante.
A dificuldade de trazer comida para casa era imensa. Minha mulher recebia R$ 200 do Bolsa Família, e eu, trabalhando com esterco e lenha, ganhava cerca de R$ 500 por mês. Lembro dos momentos em que, em meio ao desespero, cheguei a proferir blasfêmias contra Deus. Eu não tinha quase nada, mas ainda assim me sentia 'obrigado' a dizimar e ofertar. Naquele tempo, eu não compreendia o real sentido da oferta, apenas via o sofrimento que passava.
No entanto, mesmo na escassez, a providência de Deus se manifestava. Nunca me faltou nada, e jamais precisei mendigar o pão. Deus me sustentava com o pouco que eu tinha.
Foi a necessidade que me levou à casa da minha sogra, na região de Salgueiro. Lá, tive um encontro transformador. Aprendi com um pastor o verdadeiro significado de ofertar e dizimar. Foi nesse período que comecei a dar valor a cada pequena coisa que eu possuía, percebendo que a maior riqueza não era material, mas a provisão e a fidelidade de Deus, mesmo nos momentos mais difíceis."
Houve um tempo em que eu acreditava em quase tudo que eu ouvia.
Hoje, preciso ter certeza, até do que eu vejo!
“O Corpo Como Templo, a Alma Como Caminho, Areté”
Houve um tempo em que o espelho era inimigo..
Onde o reflexo devolvia não a imagem, mas os ecos dos insultos, das zombarias, das dores, das feridas..
Um corpo rejeitado, uma alma partida..
Mas foi ali, no silêncio da dor, que a semente da excelência foi plantada..
Areté — diziam os gregos —
não é vencer os outros, é vencer a si mesmo..
É atravessar o campo de batalha interior,
e retornar de pé, mesmo coberto de cicatrizes..
É entender isso não só com o conhecimento, mas com o suor..
Treinando quando ninguém via..
Correndo quando a mente dizia “para”..
Cuidando do corpo não por vaidade cega,
mas como quem restaura um templo sagrado após anos de abandono..
A pele se fez mais clara..
Os músculos, mais firmes..
O peito, mais erguido..
E o prazer — ah, o prazer —
não mais como fuga, mas como celebração dessa evolução..
O toque íntimo tornou-se um ritual,
um gesto de amor próprio,
um diálogo entre corpo e alma,
entre carne e espírito..
Não para apagar o vazio, mas para preenchê-lo com sentido..
Enquanto outros sucumbem ao instinto, eu o domei..
Enquanto muitos se perdem no excesso,
eu aprendi a saborear a lentidão,
a respirar no meio do impulso,
a sorrir com controle e prazer..
Eu entendi que o prazer, quando consciente,
não é pecado — é arte..
Que o corpo, quando respeitado,
é um poema em movimento..
Que o suor nos treinos, a depilação atenta, a disciplina na alma,
são versos que você eu escrevo com o próprio existir..
E então veio o mais difícil:
não ser dominado por dogmas..
Questionar o altar..
Desconfiar do “amém” automático..
Buscar um Deus que fosse mais que grito —
que fosse presença, verdade, luz serena..
Não compreenderam..
Chamaram de ovelha negra..
Mas és carne de filosofia e espírito de superação..
Um guerreiro moderno, de espada invisível,
que combate não por fora, mas na consciência..
Areté..
É o suor da corrida e a paz do sono..
É o prazer limpo, sem culpa, sem maldade ou vulgaridade..
É o respeito às mulheres e à própria natureza..
É o riso depois da dor..
É a nudez sem vergonha.
É o corpo cuidado como uma escultura viva..
É a evolução de todos os aspectos da vida, sem se corromper..
É desfrutar do prazer sem fazer o mal, é treinar sem ser excessivo, é cuidar do corpo sem ser vulgar, é brincar junto com a inocência sem fazer o mal..
Não é perfeição —
é sério inteiro, é ter disciplina e auto controle, é ser lúcido, não fugindo do estinto, mas o dominando..
E essa completude, rara e forte,
é a própria definição da verdadeira excelência..
Houve um tempo em que caminhávamos juntos pacificamente. Mas, ao longo dos séculos, vimos como o medo do que é diferente pode transformar homens bons em cruéis.
Houve um tempo em que eu tomava raiva das pessoas e ficava remoendo minhas dores, minhas mágoas, hoje eu tomo distância e tento manter-me longe mesmo a vida me obrigando a estar perto.
Houve um tempo em minha vida em que o trabalho não me completava. Tinha uma boa remuneração, mas aquilo estava longe de alimentar o que se entende por satisfação profissional.
Tinha um pensamento, quase sempre constante:
"Aguenta mais um pouco, em três anos, ou um pouco mais, economizando e com os bônus, 13o, etc, quito o financiamento da casa e daí as coisas ficam mais tranquilas para fazer um bom pé de meia..."
E lá vinha um novo modelo de carro, viagens, os imprevistos... e os 3 anos passavam para 5, 7...
Os domingos eram deprimentes, pensando na semana vindoura.
Foi quando eu fiz 40 anos... e ganhei de presente meu primeiro óculos... que, ironicamente, me permitiu enxergar o quanto estava insatisfeito profissionalmente.
A distância e disciplina exigida pelo trabalho distanciou de forma irreversível o meu casamento.
Foi quando caí no maior período de reflexão da minha vida.
Aos 13 anos, meu pai me aconselhou a fazer ciências contábeis, pois dificilmente eu ficaria desempregado.
Venho de uma família onde todos os 6 irmãos do meu pai, incluindo ele próprio, são funcionários públicos.
Um pouco mais velho descobri que Ciências Contábeis era, na verdade, um direcionamento do meu pai para facilitar o meu ingresso na vida pública.
Mas, como se inspirar em meio a tantas repartições abandonadas, enraizadas numa burocracia sem fim, ingerível.
Só para ter a tal estabilidade?
Acreditei e amei a iniciativa privada.
Logo na faculdade, comecei a trabalhar como auditor da Deloitte e desde então a carreira deslanchou.
Auditor Externo de Contabilidade, Controles Internos, Gerente de Contabilidade, Gerente Administrativo Financeiro, Controller, Diretor Financeiro, até chegar no cume da carreira... o pico da montanha.
Mas.. o que acontece quando você chega no cume?
E se o cume só alimenta o seu bolso e não sua alma?
E se você acredita que tem algo a mais?
Que você pode ser ainda melhor, fazendo algo que faça mais sentido?
Só que você já está no cume...
O que fazer?
Descer?
Começar tudo de novo?
Por onde?
Sair da zona de conforto, do certo e ir em busca daquilo que vc "acredita ser possivelmente" melhor...?
Não há escola de descida, de separação, de frustração.. Tudo o que sempre aprendemos é dando tudo certo e indo sempre pra frente...
Na época, eu tinha sido contratado para implementar um Centro de Serviços Compartilhados numa empresa em Brasília... Após quase 2 anos, o serviço se concluiu e voltei para casa.
E em casa, encontrei essa profunda reflexão e o iminente divórcio.
Quase um ano a beira de uma depressão, fazendo entrevistas, buscando oportunidades e vendo a Terra girar ao redor da minha descartabilidade.
Só quem já viveu um desemprego sabe o que estou falando.
Mas, e quando o desemprego vem de dentro de você?
Eu olhava para as oportunidades mas não me enxergava mais.
Você não se vê mais fazendo aquilo que sempre fez...
As vezes é necessário ir ao fundo do poço para que ao retornar você perceba o quanto a água é límpida e o céu azul... Mesmo que debaixo d'agua...
E quando você pensa que está no cume, mas acorda no fundo do poço? Tudo que vc realmente quer é chegar à superfície!!
Foi quando um amigo que tem uma indústria me chamou e disse...
- Alexandre, acho que tenho um trabalho pra você...
Ele, um dentista, que gere a sua clínica há mais de 30 anos e também era responsável pela área comercial da indústria.
O projeto se iniciou como uma consultoria, com o intúito de tirar um raio x da empresa.
Algo razoavelmente fácil para um ex auditor com ampla bagagem em finanças.
E assim, dei início ao job, passando por todos os departamentos da empresa... e, ao final, identifiquei que, ironicamente, o departamento que mais demandava ações era o comercial.
Expus o que havia levantado, eles gostaram e me foi oferecido o cargo de Gerente Geral da Indústria, tendo como foco principal a área comercial.
É interessante, que com o nosso amadurecimento pessoal e profissional, passamos a ter plena percepção do que nos faz bem, o que não faz e, o que não faz mais tão bem à nossa vida.
E, tão interessante quanto, é perceber que podemos ter essa sensibilidade e agir no sentido de buscar coisas que nos façam bem, ou permanecer acreditando que isso um dia irá melhorar.
Ali, naquele momento, eu não sabia o que seria da minha vida pessial ou profissional, mas eu sabia o que eu não queria mais fazer dela.
Eu nunca havia trabalhado na área comercial, mas sabia rezar a cartilha.
Certa vez, quando ainda trabalhava como Diretor financeiro, fui almoçar com um amigo que também ocupava um cargo similar em outra empresa e estava compartilhando com ele algumas dificuldades que estava vivenciando. E ele me disse:
- Alexandre, você sabe o que você precisa fazer... Simplesmente acredite e faça!
Aquilo, obviamente, foi um incentivo para que eu me destacasse ainda mais na minha carreira financeira, mas soou como música para que eu aceitasse o desafio.
A empresa estava há 4 anos mantendo o mesmo nível de faturamento, sendo quase engolida pelo tempo.
É engraçado que o conhecimento é algo sempre agregador..
Você é exatamente as experiências que viveu, o que você estudou, não importa o caminho que tome...
Tive carta branca para realizar as modificações necessárias e comecei a fazer exatamente aquilo que acreditava ser correto, sempre tendo em mente a perspetiva de um cliente satisfeito...
30 % de crescimento no primeiro ano
20 % no segundo..
Fortalecimento técnico da equipe
Estabilização do turn over de colaboradores.
Treinamento
Abertura de novos mercados
Repaginacão da forma de se colocar no mercado, mantendo a essência de sua fundação.
Gestão de clientes, plano de marketing, etc, etc , etc...
Se existe uma coisa positiva em um divórcio é que você tem o espaço e o tempo necessário para reencontrar aquele "você", que foi esquecido em prol de uma construção que já não mais existe.
É sempre difícil, triste, mas o Alexandre que fui reencontrando era apaixonante...
E quando a gente se ama, é difícil demais não atrair alguém que esteja vivendo um mesmo momento.
Era exatamente o que eu precisava para voltar a sonhar.
Um dia, no meio desse turbilhão de coisas boas, meu telefone toca... Era um Head Hunter me perguntando como estava meu momento profissional, pois ele tinha em mãos uma vaga para Diretoria Financeira, que tinha o meu Perfil, fomos tomar um café e eu expliquei a ele de forma resumida, talvez em 30 ou 40 minutos tudo o que trouxe nesse texto até aqui.
Ele não conseguiu segurar suas emoções e deixou escapar o quanto é lindo ver verdadeiros profissionais aflorando.
Muitas vezes a persistência leva à perfeição, ou o mais próximo possível disso, mas se você não foi feito pra isso... nem sempre essa entrega, esse reconhecimento estará alimentando sua alma, você estará longe de sua essência.
Não pude deixar de compartilhar a maravilha de ter nascido de novo após os 40 anos, viver um novo amor, e a satisfação em ser convidado a ingressar no quadro de acionistas da empresa.
Houve um tempo onde o diálogo era para solucionar as desavenças,mas hoje nem em diálogos podemos confiar,eles se transformaram em estratégias .
Houve um tempo, uma hora, talvez apenas um instante em que ele pensou em abandonar o ódio. Naquela hora ou instante, ele estava ciente que ele poderia simplesmente aceitar o que era.
Embora seja bom imaginar que houve um tempo em que o homem vivia em harmonia com a natureza, não está claro se isso aconteceu alguma vez.
MEU SONHO
Eu tenho um sonho, hoje ficou mais no campo dos sonhos...Contudo, houve um tempo, antes da pandemia, quando me dedicava totalmente à literatura, esse sonho era como um projeto de vida, e muitas vezes o vi realizado.
Hoje tenho dedicado muito tempo à música, que é, de fato meu primeiro projeto de vida dentro da arte como um todo...
Ah, vocês querem saber qual era meu sonho-projeto? Tenho pensado nele ultimamente, parece um sonho, para alguns beira à loucura, mas há sempre razão na loucura, e a minha, nesse campo, é ganhar um Nobel de Literatura.
Você deve se perguntar: Que obra tem este cara presunçoso para almejar tão delírio?
Bem, procurem meus livros, mas leia-os com verdeira motivação, e, se for bom conhecedor de literatura saberá, desde já, que meu sonho é algo provavelmente factivo.
