Hospital
1. O problema é que bem antes de acontecer a primeira crise e você ir parar no hospital. Você tem estado sem dormir e sem comer direito você continua a sorrir mas não tem mais forças para continuar.
2. O problema é que que não ensinam inteligência emocional desde a pré escola , e é tão difícil pedir ajuda quando você vive o presente com o medo esmagador do futuro tão presente quanto a sua realidade isso é viver com ansiedade
3. O problema é que a gente não sabe que tá tudo bem parar às vezes, tá tudo bem desistir , às vezes . poxa ter andado até aqui não foi em vão, você pode voltar atrás também .
4. A única coisa que você não deve esquecer, é o quanto você vale à pena, e que nada mais Vale tanto à ponto de desistir de você.
5. Casa , carro , emprego ,relacionamento,nada é tão importante para que a vida não lhe valha a pena .
6. A crise vem quando o corpo fala não dá mais para mim e pede ajuda acima da sua voz . Seu corpo, não está morrendo , embora pareça seu coração, não vestá falhando, embora a dor só cresça
7. Isso é o seu corpo pedindo ajuda
Isso é o seu corpo virando a mesa
Isso é o seu corpo corpo gritando já chega
Tentando se fazer ouvir
Acima das vozes na sua cabeça .
@Sobreapam -pam Pacheco
Quatro coisas que o diabo pôs na terra e que dá muito dinheiro: cemitério, hospital, prisão e manicômio.
Que adianta sair recuperado do hospital quando, sem Jesus, não podem se livrar da condenação de Deus, porque ainda continuam recusam o remédio da salvação?
Quem fica em cima de uma moto, tome muito cuidado para não ficar em cima de um leito de hospital, onde passará muitos dias sofrendo, refletindo no valor da economia e das vantagens.
Quem não ouve o Evangelho em cima de um púlpito, ouvirá mais tarde em cima de um leito de hospital ou de pé diante do Tribunal de Cristo.
O mundo não é hospitaleiro, mas hóspede no leito de um hospital que precisa de amor, abrigo e saúde para se levantar.
Na hora do sofrimento, no leito de um hospital, o pecador lembra-se de que a vida inteira ele, desrespeitando a Deus e deixando de ouvir os Seus santos conselhos, agora precisa sair de lá com orações, recuperado, cheio de fé, para entrar na vida eterna.
As maiores organizações que acolhem a queda do homem como cemitério, prisão, manicômio e hospital foram inventadas depois que a primeira transgressão nasceu no coração do homem e passou a todas as gerações da humanidade.
Deus não colocou no Planeta Terra estas quatro organizações: prisão, manicômio, hospital e cemitério; elas existem graças ao avanço do pecado.
Da prisão do quartel
para a prisão do hospital,
Levaram o General,
Da prisão do hospital
para a prisão do quartel,
Deixaram o General,
Há uma tropa que sofre
um calvário igual,
Mas nenhum interessado
de fato viu o General.
Não entendo
como em cada
hospital não
há ao menos
um gerador,
Há quem
continua preso
e nem notícia
sobre não há,
Me explica
como em grito,
prosa e poesia
não se queixar?!
Mesmo
a Pátria
não sendo minha
eu deixei por
ela me afetar
pois sem luz,
água, remédio
e sem comida
não há quem
consiga aguentar.
O autoproclamado
perdeu a imunidade,
E tudo segue do jeito
que você bem sabe,
E pela liberdade
da tropa e do General
Não me canso de rogar,
pois nenhum deles
tem perigo a ofertar,
Devolvam eles vivos
cada um para o seu lar!...
Muitas pessoas dão entrada no hospital antes do tempo marcado, quando deveriam dar entrada primeiro com Jesus no coração.
Hospital São Roque
No Médio Vale do Itajaí,
aqui na cidade de Rodeio,
havia um lugar que o povo
era recebido com amor,
carinho, respeito e louvor.
Para queridas Irmãs
da Divina Providência
para tudo sempre
arrumavam um jeito
de colocar tudo perfeito.
O saudoso Hospital
São Roque nem o tempo
apagou do meu peito,
Irmã Demétria ainda vive
na memória e para elas
preces sempre dedico
para obter bênçãos no destino.
"A igreja não é um clube social para pessoas perfeitas, mas um hospital para pecadores em busca de cura e redenção."
Se tem uma coisa que eu diria para quem está entrando em um relacionamento é, não mude suas crenças, não mude sua religião, não mude o seu feijão por cima do arroz.
Relacionamentos se vão e todo o esforço que você fez se torna em vão, o motivo da sua mudança se vai e você entra em um labirinto de desespero e ansiedade a visita ao bar ou ao hospital se torna frequente, você não sabe como se fala, você não sabe mais se o feijão vai por cima ou por baixo do arroz, você não se conhece mais, o motivo da sua mudança se foi e levou junto o seu você!
O desafio de uma boa escala no serviço de urgência e emergência é equilibrar a necessidade imediata e disponibilidade desse serviço, com a capacidade de resposta do profissional responsável pela execução dela. Nisso, existe uma linha tênue entre atender uma vítima, e gerar outra.
Com essa campanha de sarampo agora, todo mundo se vacinando, lembrei da vez que eu tive, contava com os meus 8, 9 anos. Só sei que o sarampo recolheu, acredito que significa que se alastrou pelos orgaos internos devido a um filme de Tarzan que eu assisti a tarde... Quer que tem a ver Tarzan con sarampo? Pera, vou explicar... Tava quase bom, dias num quarto escuro me recuperando, milho jogado embaixo da cama e tudo, como manda a crendice, aí de repente fui pro sereno, vento entrando e eu na sala, no sofá recebendo o impacto, assistindo tazan o rei da selva, naquela tarde de domingo e mamãe reclamando e meu pai dizendo: deixa o menino assistir Tarzan, já tá Bom! Tava bom, que nada, pura precipitação. So sei que depois bateu uma fraqueza em mim, as pessoas parecendo um sonho distante na minha visão embassada, minha cabeça aquela leseira. Fui internado no hospital evangélico, conhecido como matadouro. Meu pai e minha tia, ficavam se reversando, minha tia de dia, meu pai a noite, se sentindo culpado, o pobre, talvez, foi ele que deixou eu assistir Tarzan. No hospital parecia que estava num hotel 5 estrelas, o hospital nao era particular, de plano bom, mas o que eu pedia era atendido. Uvas traziam as visitas, oh! Das boas, verdes, docinhas. Revista da coleção os bichos, brinquedos, coisa boa! Comi uma papa de um tal de Neston, gostei! Quero mais disse, tá certo seu pequeno Príncipe, seras atendido, Neston todo dia (Depois descobri que era meu pai que trazia e pedia pras cozinheiras do hospital fazerem). A noite tia Leta me conduzia, segurando pelo braço, pra olha da rampa do hospital a Fecin, um parque de diversões instalado no Parque da Jaqueira, onde do outro lado do rio, pontilhado das luzes refletifas, um brinquedos se destacava, o enorme e colorido tobogã. Sem noção da delicadeza da situação em que me encontrava, dos litros diários de soro no braço e os molambos da perna sem vida, perigo de ficar pra sempre sequelado, tem caso que fica cego. Quando não mata anleija, como se diz. Mas, aos poucos, graças a Deus fui me recuperando e após um mês, depois de terem tirado água da espinha, uma seringa de um líquido branco da coluna, recebi alta e atravessei triunfal de barco o trecho de rio que separa o hospiral da Avenida Rui Barbosa, ainda hoje é assim. Cheguei em casa de noite, nao podia ter chegado em ocasiao mais bonita era natal, a árvore toda enfeitada com lâmpadas pisca-piscas coloridas, cheia de algodão. Agora sim, totalmente recuperado. (15.02.2020)
