Hora
Saudade não tem distância, nem tempo, muito menos quantidade. Ela é exigente. Quer muito toda hora, pertinho.
O que sinto não tem tanta importância, quando há mais envolvidos no caso, pois é chegada a hora de fazer o que é certo, e esquecer da resolução momentânea do meu problema, chega de pensar no meu eu, e pensar no que pode acontecer contigo. Venha e agiremos agora com sabedoria e não com o coração
O coração está sempre disposto a amar, não deixe que o seu cometa o erro de amar na hora errada, as vezes é preciso fazer exatamente o contrário do que o coração pede, para impedi o sofrimento do próprio coração, pois o sofrimento de hoje pode parecer demais, mas lembre-se que poderia está sendo pior, afinal o importante não é só seguir em frente, e sim seguir pelo caminho correto.
na vida, muitas vezes somos esquecidos porque no ventre materno passa a hora do batimentos e a mãe esquece do batimentos do filho, assim é continua a vida
Há uma hora em que, realmente, tudo parece se movimentar ou meu redor de forma desfavorável.
As ações das pessoas e os acontecimentos parecem estar carregados de maldade contra mim, num horizonte sempre negro.
No fundo do meu coração estou pedindo socorro, uma mão forte que me dê força e me sustente, uma palavra vigorosa que traga o alívio, mas nem sempre encontro.
E nesse momento de dor e aflição, que para um pouco, me concentro firmemente na esperança e na força do pensamento positivo e acredito que tudo, no final sairá bem.
Olho para dentro e confio ainda mais em Deus Pai amoroso que ali esteve e estará sempre para me socorrer.
Ele é a força, é a proteção, é o meu único porto realmente cem por cento seguro ao meu alcance.
Pois sou um bom filho que buscando e se comunicando com um Pai tão amoroso e bom, e alcançarei o alívio protetor tão esperado...
Pois só ele sabe que não sou o que me julgam ser não sou prefeito sou falho como todos são mas esses defeito tanto eu como nosso Pai sabemos que não tenho.
Deus está comigo.
Um grande beijo em seu coração.
R&F Perazza.'.
Histórias que vão construindo uma vida. III
Ano 1981 - Fev.hora 8 da manhã. Local: Munck
Cheguei no horário para a reunião com o dr. Rubens. Conversamos sobre o ocorrido no dia anterior, quando então, ele me explicou a razão de ter marcado a reunião em uma outra empresa e não na Munck. Disse que foi em função de eu estar trabalhando, ele não queria ser deselegante com a outra empresa.
Na reunião não me senti muito bem. Parecia que eu estava solicitando o emprego
e não eles me querendo contratar. Quando falei da minha pretensão salarial, o seo Munck me disse que a empresa não poderia pagar aquele salário (primeiro impasse). Bem, então continuo no meu emprego e vocês procurem uma outra pessoa para o cargo. O serviço que eu iria fazer, e fiz, era junto à Cesp Centrais Elétricas de São Paulo: homologar um equipamento, denominado "Cesta Aérea”.(um guindaste montado sobre caminhão, que eleva os eletricistas e os coloca diretamente em contato a rede energizada, linha viva). Naquela época havia, por parte do governo brasileiro, um protecionismo muito forte para tudo que era fabricado no Brasil. Este equipamento, o que a Munck estava desenvolvendo, não passava nos testes mecânicos, exigidos pelas normas de segurança, mas o governo não liberava a importação e mais, havia um impasse: mesmo a Cesp querendo contribuir com a indústria nacional, ela precisava efetuar a compra com segurança.
Voltando a reunião, aquele dia, não houve acordo em minha contratação. Passado uns dois dias, a Munck me chamou novamente e aceitaram minha proposta, mas eu fiquei com a impressão que eu corria o risco de, após a aprovação pela Cesp, ser despedido. Era um risco que eu teria que correr. O desligamento do emprego que eu tinha com o sr. João foi traumático. Me lembro que ele me abraçou e disse: -- Vai ser melhor para você, vai, vai sim! E este serviço, linha viva, é o que você sempre quis. Se não der certo, é só voltar, as portas estarão sempre abertas. //
Foi nessa hora que Sidarta cessou de lutar contra o destino. Cessou de sofrer. Em seu rosto florescia aquela serenidade do saber, à qual já não se opunha nenhuma vontade, que conhece a perfeição, que está de acordo com o rio dos acontecimentos e o curso da vida; a serenidade que torna suas as penas e as ditas de todos, entregue a corrente, pertencente à unidade.
Por esses olhos
Fico mais cinco minutos.
Por teu cheiro
Fico mais uma hora
Pela sua voz que fraqueja
Perto da minha boca.
Eu fico a noite toda.
Pelo gosto de romance em teu beijo
Eu fico a vida toda.
O leitor não reserva um momento, uma hora ou um dia para ler, a leitura faz parte do seu cenário, do seu dia contínuo. Para o leitor, a leitura é como água para a vida. O leitor não tem um livro predileto, sua predileção é ler.
Se ninguém te chamou, não vá. Se ninguém te contou, não pergunte. Se te chamarem de última hora ou como segunda opção, diga que já tem algo marcado. Se perceber que não é bem-vindo(a), ausente-se.
Chega uma hora em que você não faz mais perguntas, é quando não se quer mais as respostas, não interessa mais. É o processo de desapego.
O mundo parece grande, mas é pequeno, redondo e gira! Portanto, não perca a ponta, pois uma hora você pode voltar e terá que arrumar tudo aquilo.
Se a primeira ofensa da pessoa que você está se relacionando aconteceu, esta na hora de você deixá-la. Você merece respeito.
Por um tempo a pessoa não expande nem contrai,mas uma hora ou outra a vida a obriga a não ficar mais estática. É preciso ser dinâmico para sobreviver.
Não é possível blefar no teu ser. Você pode encenar ser quem não é por alguns dias, mas, uma hora ou outra o seu verdadeiro ser aparece. Não se muda a essência.
Eu viajei para outra vida e fiquei nela por muito tempo. Está na hora de fazer as malas e voltar para a minha vida.
