Homenagem para meu Irmao de Sangue
“O mais rico e sábio entre os homens pagou com sangue e levou consigo os pecados da humanidade. Existe, sim, um valor inestimável nos erros quando aprendemos com eles e valorizamos o sangue que corre em nossas veias.”
"Suar sangue na construção de um ecossistema é o preço que se paga para não ser apenas mais um na engrenagem alheia."
Poema não é só falar, é pensar, guardar,
amar, sonhar.
Poema no sangue, nas noites de luar,
com versos que eu nem sei explicar,
e pra que explicar? sendo que é só ler, e
pensar
''Oque esse poema tem pra me falar?''
Quero poesia correndo pelas veias, quero sangue transformado em palavra e desabafo em verso. Quero que isso seja aquilo, e que de lá pra cá eu chegue onde nunca fui.
Alguns amores não cabem em laços de sangue, nem precisam ser explicados... apenas sentidos.
São presentes de Deus em forma de gente, que nos ensinam o significado de cuidar, permanecer e amar além das estações.
Ha...Se acha que vou desistir esta enganado,
eu sou sangue quente, não gosto de perder
uma luta, posso me machucar, cair, ralar o
joelho, mais eu não me dou por vencida, sei
o que quero e onde quero ir. E a melhor parte,
eu sei que você também não quer que eu desista.
Não é apenas beleza, é algo divino,
É o sangue que molda o próprio destino.
Uma prece em forma de mulher e de luz,
Que carrega o amor em seus braços de mãe...
E com um sorriso de quem sabe, enfim,
Que ser mãe é ser guerra, jardim e começo sem fim.
------------=- Eliana angel Wolf
Ela é a guerreira das asas de luz,
e no seu sangue corre a sinfonia da batalha.
Sua delicadeza é a precisão do seu compasso,
sua sensibilidade, a percepção do Som que a guia.
Não é apenas guiada; ela é o canal.
Da dor, ela faz verso; do amor, a sua arma.
E no compasso do seu coração, ela se torna a poesia.
----- Eliana Angel Wolf
Na dança do universo, todas as coisas estão entrelaçadas, como os laços de sangue que unem uma família. Cada evento na terra ecoa nos corações dos filhos da terra, pois somos parte do todo. O homem, em sua jornada, é apenas um fio na trama da vida, uma pequena parte do cósmico. Cada ação reverbera através do tempo e do espaço, tecendo consequências que retornam a ele como um eco. Seu toque na teia da existência é um toque em sua própria essência. É um lembrete de que somos todos interdependentes, ligados por uma rede invisível de conexão. Na consciência desse vínculo sagrado, reside o poder de nutrir e proteger, sabendo que cada ato de bondade é uma bênção compartilhada e cada dano é uma ferida infligida a si mesmo.
Somos herança… mas também ruptura.
Carregamos no sangue histórias que não escolhemos: medos antigos, crenças silenciosas, padrões repetidos como ecos de quem veio antes. A hereditariedade nos molda, nos inclina, nos sussurra caminhos mas não nos aprisiona. Porque há algo além.
Somos também o resultado das experiências que nos atravessam. Cada dor, cada escolha, cada queda… tudo esculpe camadas sobre o que já existia. Mas ainda assim, isso não nos define por completo.
Há uma centelha mais profunda: a consciência que observa tudo isso. Aquele ponto interno que percebe os padrões, questiona as origens e decide se vai repetir… ou transcender.
Não somos apenas reflexo. Somos também o espelho que pode se quebrar.
Existe em nós a capacidade de negar o destino imposto, de desafiar a própria natureza herdada. Onde muitos veem identidade fixa, há, na verdade, potencial de reinvenção.
Ser humano não é só carregar o passado.
É ter a ousadia de recriar a si mesmo, mesmo sabendo de onde veio.
E talvez a pergunta mais honesta não seja “quem somos?”
Mas sim: até onde estamos dispostos a ir para deixar de ser apenas o que fomos programados para ser?
Diante da unção de Deus,
Até a sua mentira pesará como sangue. De nada vale seu testemunho, são apenas palavras...
"A nobreza não se herda no sangue, mas cultiva-se no discernimento entre o que é fácil e o que é certo."
"A palavra dada deve ser um contrato selado com o sangue da honra; quem falha com a própria voz, falha com a sua humanidade."
Alicerce e Sangue
Há um laço que não se explica em palavras,
Que nasce no silêncio do ventre e ecoa na alma,
Uma força antiga, feita de renúncia e entrega,
Que sustenta o meu mundo e me traz a calma.
Teu amor não é apenas porto, é a própria corrente,
É o sangue que corre, a memória que fica.
Em cada gesto teu, sinto a vida presente,
Nessa entrega constante que me sacrifica e me edifica.
Mãe, você é a raiz que mergulha no fundo da terra
Para que eu possa tocar as estrelas e o céu.
É a paz absoluta no meio da guerra,
O rosto do sagrado sob o mais humano véu.
Se hoje sou luz, é porque você foi o farol,
Se hoje caminho, é porque você me ensinou o chão.
Teu nome é o meu mantra, meu norte, meu sol,
Gravado pra sempre no centro do meu coração.
Escrevo sangue com o próprio sangue que saiu do coração, passa na mente e o seu destino está com Deus. Desenho essa passagem com um lápis de cor verde.
Na terra onde nasceram profetas,
o chão ainda se cobre de sangue.
Muros se erguem, crianças choram,
e a esperança se esconde nas ruínas.
Homens armados chamam-se guardiões,
outros, combatentes da liberdade.
Mas no olhar do povo comum,
só há medo, perda e saudade.
Ajuda humanitária é barrada,
como se pão fosse ameaça.
E cada bomba que cai do céu
desfaz lares, apaga abraços.
Jesus disse: “A paz esteja convosco”,
o Islã responde: “Assalamu alaykum”.
Palavras que deveriam unir,
mas que se perdem no som dos tiros.
O verdadeiro terror não tem bandeira,
não veste uniforme, não fala uma língua só.
Ele mora no ódio que divide,
na indiferença que deixa o fraco só.
Ó verme de sangue frio…
O raiar do dia se aproxima,
teu fim não tarda em chegar
Mas não me abandones nesta noite fria,
pois sem ti também não consigo respirar
Por favor, não me abandones,
por favor, não te esqueças de mim,
apenas lembra que sempre fui fiel a ti
Zela-me,
protege-me,
do meu próprio sangue
banha-me
E toma de mim
tudo quanto tu
precisas para existir
Se possível, leva-me às estrelas,
faz-me sobrevoar outro mundo,
onde eu possa te glorificar e amar
sem a obrigação de justificar-me
Permite-me vibrar
ao ritmo de tua voz,
sentir teu beijo gélido
perder-se entre minhas curvas,
e contemplar teu olhar sedento
pelo pouco que de mim ainda resta
Meu amigo…
Meu amor…
Ó meu verme de sangue frio…
Não tenhas piedade de mim —
teu amor é razão bastante
para que eu me deixe consumir
Nunca me acordes,
nunca me cures,
porque de mim já nada resta
senão a carniça do que foi meu lar
Ó verme de sangue frio…
O raiar do dia se aproxima,
teu fim não tarda em chegar
Mas não me abandones nesta noite fria,
pois sem ti também não consigo respirar
Por favor, não me abandones,
por favor, não te esqueças de mim,
apenas lembra que sempre fui fiel a ti
Zela-me,
protege-me,
do meu próprio sangue
banha-me
E toma de mim
tudo quanto tu
precisas para existir
Se possível, leva-me às estrelas,
faz-me sobrevoar outro mundo,
onde eu possa te glorificar e amar
sem a obrigação de justificar-me
Permite-me vibrar
ao ritmo de tua voz,
sentir teu beijo gélido
perder-se entre minhas curvas,
e contemplar teu olhar sedento
pelo pouco que de mim ainda resta
Meu amigo…
Meu amor…
Ó meu verme de sangue frio…
Não tenhas piedade de mim —
teu amor é razão bastante
para que eu me deixe consumir
Nunca me acordes,
nunca me cures,
porque de mim já nada resta
senão a carniça do que foi meu lar
ALMA NA JANELA
A cada suspiro, o sangue respinga no abismo de dor onde se encarcerou, tinge de flores rubras a cortina, lúgubre saudade na própria sina. Ouve risos vãos de vultos, por estar só, que rodopiam em zumbidos, formando um nó. Debruça-se à janela, escura como breu, até que o anjo surja e a leve para o céu.
Lu Lena
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