Homenagem para meu Irmao de Sangue
Mas você não consegue ver o seu sangue.
Não é nada além de sentimentos
Que este velho cão despertou.
Tem chovido desde que você me deixou,
Agora estou me afogando no dilúvio.
Sabe, eu sempre fui um lutador,
Mas sem você, eu desisto.
E eu te amarei, querida, sempre,
*E eu estarei lá, para sempre e mais um dia, sempre.
Estarei lá até as estrelas deixarem de brilhar,
Até os céus explodirem e as palavras não rimarem.
Sei que quando eu morrer, você estará em minha mente,
*E eu te amarei, sempre. *
Se você me dissesse para morrer por você, eu morreria.
Dê uma olhada no meu rosto,
Não há preço que eu não pague.
As pessoas entregam sua liberdade, seu sangue e seus anos a deuses construídos por homens, morrendo em nome de uma promessa enquanto seguram as mesmas chaves que poderiam libertá-las.
O sangue ferve na mesa de jantar. Irmãos de leite viram as costas uns para os outros, casamentos de décadas desmoronam em gritos e amizades antigas são sepultadas em um clique de bloqueio. Tudo por causa de nomes estampados em santinhos políticos, por figuras distantes que vestem ternos sob medida e sorriem em palanques iluminados. Enquanto o cidadão comum perde o sono, a saúde e os seus laços mais sagrados defendendo esses supostos salvadores da pátria, os mesmos líderes brindam juntos nos bastidores. Eles jantam nos mesmos restaurantes caros, fecham acordos com risadas sonoras e compartilham uma indiferença absoluta pelo destino de quem os colocou lá. Para eles, o povo não passa de um degrau, uma massa de manobra estatística útil a cada quatro anos.
Essa cegueira coletiva alimenta o monstro do egoísmo contemporâneo. As pessoas trancaram-se em bolhas ideológicas intransigentes, onde a empatia foi completamente extinta. Julga-se o caráter de um pai de família ou a dignidade de uma mãe trabalhadora unicamente pela cor da bandeira que eles defendem. Virou rotina apontar o dedo com crueldade, destilar ódio nas redes sociais e desejar o pior para quem pensa diferente. A solidariedade virou artigo de luxo. Ninguém quer saber se o vizinho está passando fome, se falta o remédio da criança ou se a depressão está corroendo aquela alma; importa apenas saber em quem ele votou para decidir se ele merece ou não um pingo de respeito.
Essa hipocrisia social disfarçada de falso moralismo é uma doença que consome a nossa humanidade. Discursa-se sobre justiça, igualdade e amor ao próximo com a boca cheia, mas desvia-se o olhar quando um necessitado estende a mão na calçada. Criamos barreiras invisíveis para isolar quem nos incomoda. Esquecemos que o teto de vidro da vida é frágil demais e o mundo dá voltas caprichosas. Aquele que hoje se sente poderoso no topo de sua arrogância partidária, humilhando quem discorda, pode amanhã acordar desamparado na fila de um hospital sucateado, descobrindo da pior forma que nenhum político vai abandonar o conforto do gabinete para segurar sua mão na hora da dor.
A grande lição que a existência nos impõe, muitas vezes pelo sofrimento, é que a nossa única salvação real está no cuidado mútuo. Os governantes passam, as promessas evaporam e as estruturas de poder mudam, mas a dor do seu semelhante continua ali, real e pulsante. Quando o sopro da vida se esvaziar, não restará o orgulho das discussões vencidas, muito menos o aplauso de militantes virtuais. Restará apenas o vazio desesperador do afeto que economizamos e o peso dos corações que quebramos pelo caminho.
Olhe nos olhos das pessoas ao seu redor hoje mesmo, antes que o tempo apague as oportunidades. O seu familiar, o seu colega de trabalho ou o desconhecido na rua não são inimigos a serem abatidos; eles são o espelho da sua própria capacidade de amar. Enquanto houver mais prazer em defender privilégios de tiranos distantes do que em estender a mão para aliviar o fardo de quem está perto, continuaremos sendo apenas uma sociedade de estátuas de sal: rígidas, frias e estéreis. Mude o foco da sua indignação. Deixe de ser escudo para quem já tem tudo e passe a ser o cais de proteção para quem perdeu o chão.
É de chorar sangue perceber que a mão que hoje limpa as suas lágrimas e acaricia o seu rosto pode ser a mesma que, amanhã, apertará o seu pescoço até roubar o seu último fio de voz. A dor mais profunda na alma de uma mulher é descobrir que o seu pior inimigo dormia ao seu lado, fingindo ser o remédio para as suas dores enquanto secretamente planejava o seu fim. Nunca confunda a obsessão de um homem com amor, pois o amor de verdade gera vida, enquanto o falso afeto constrói o seu caixão em silêncio: escute o seu estômago quando ele gritar perigo, porque a sua intuição é o único escudo que impede que o seu príncipe se revele o seu assassino.
O sangue apenas dita quem tem o mesmo DNA; o caráter dita quem merece o seu respeito. A maior mentira social é achar que o sobrenome anula a maldade.
O sangue pode até ser igual, mas o tratamento muda conforme o seu bolso. Parentes hipócritas são os primeiros a te humilhar pela sua classe social e os últimos a estender a mão no sufoco.
Antes sozinho e em paz do que cercado por parentes soberbos, que transformam o laço de sangue em um tribunal de classe social e chamam o próprio preconceito de conselho familiar.
Eleição segundo o Pai, santificação
pelo Espírito, fé obediente no sangue de
Cristo, batismo como testemunho e vida perseverante em oração e doutrina.
📖 1Pe 1:2; Mt 28:19; Rm 6:3–4; At 2:42
Embora guarde o segredo do sangue real, o Santo Graal não é um cálice de ouro a ser encontrado na terra, mas o reflexo da própria alma que se purifica na eterna busca pelo divino.
Reno Fioraso
Labirinto Interior
As pedras falam,
mas ninguém escuta.
O sangue quente escorre
entre sombras que dançam na cabeça.
Há vozes que me atravessam,
rasgam o silêncio,
e deixam rastros de carvão no peito.
Não sei se é noite ou tempestade,
se o chão queima ou se sou eu,
ou se o vento carrega minhas mãos,
incapazes de segurar o que foge.
Senhor, você que vê meu coração no meio da confusão,
guarda-me da própria sombra
sem apagar o fogo que me lembra que existo.
Que eu não me perca
entre a brasa e a bruma,
entre o toque que destrói
e a mão que quer abençoar.
Que eu seja labirinto e mapa,
raiva e silêncio,
pesadelo e oração,
até que a manhã me reconheça
entre os escombros do meu ser.
Existem histórias, estórias, story...
Nada mais...
Além de sangue nos jornais
e formigas que transitam por aí,
nos arredores da existência...
Somos de todas as cores pela palheta da criação mas com um único sangue, e ele é amarelo.O amarelo é a cor da vida.
O sangue humano só é vermelho devido à hemoglobina, que transporta oxigênio e contém ferro. Ele varia entre vermelho vivo quando arterial e vermelho escuro quando venoso. No entanto, o plasma, que é a parte líquida que compõe mais de 56% do sangue, é amarelo claro.Logo o sangue puro é amarelo. Por conta disto, que amo tanto a cor amarela, entre flores, passarinhos e bichinhos. O amarelo é a verdadeira cor da vida.
“Nem todo sangue é abrigo. Às vezes, a família que fere exige silêncio como prova de amor — mas amadurecer é entender que nenhuma lealdade vale o preço da própria alma.”
O conhecimento é como o coração que bombeia sangue para o corpo, mantendo o ritmo certo e a vida em movimento ao longo de toda a nossa jornada.
A natureza nos faz bode.
O Sangue nos faz cordeiro.
A obediência nos faz ovelha.
Em qual fase você estacionou?
O Testamento do Sangue
Não houve papel, selo ou assinatura,
Nem bens de valor para se partilhar.
A herança veio em forma de amargura,
Num silêncio antigo, difícil de quebrar.
É um eco que habita o corredor da alma,
Um medo herdado de quem já se foi,
Uma tempestade que rouba a calma,
Uma ferida velha que ainda dói.
Levamos no sangue o que o tempo não apaga:
A fome de ontem, a dor do antepassado.
A linhagem segue, como uma onda, uma vaga,
Arrastando o presente pro peso do passado.
Mas quem carrega o fardo também tem a mão
Que pode, enfim, soltar a velha corrente.
Para que o filho não herde a solidão,
E o futuro floresça, enfim, diferente.
Nunca há despedidas fáceis, sobretudo daqueles que não tem o nosso sangue, mas tem aquele que o bombeia.
É mais fácil convencer um vampiro a doar sangue do que arrancar um sorriso de quem não gosta de fazer amigos
Quando a Lua de Sangue
cruzasse o Sarv já era
a promessa da última
guerra da Humanidade,
O final desta guerra
nem eu nem ninguém sabe,
Matar um povo desarmado
é coisa de gente covarde.
Não posso fingir que nada
está acontecendo ---
Daqui a pouco será espalhada,
e levará muito tempo:
Não diga que não foi avisada.
Quero que entenda que
toda guerra é anunciada,
Ela chega quebrando tudo
dentro como prelúdio
da aberrante entrada,
Não quero jamais que abra
refúgio para a ideia de guerra
fazer a tua essência capturada.
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