Homenagem para meu Irmao de Sangue
Fumaça cobre o rosto, a máscara a dor,
No silêncio ardente, pulsa o sangue, o terror.
O ar pesado guarda o eco do temor,
Cada suspiro anuncia meu próprio horror.
"Queda "
Não compreendo porque
Meus olhos jorram
Palavras de sangue
Como desvio da água calma
Formentada da intrepidez
Da minha jaula
Pois sou como o vento
Que não tem forma
Mas é indescritível e destruidor
Sob a flácida arrogância
Movimentando ecos inexpremiveis
Como o som da água que se choca
Com as pedras
Despendacei-me abolida de mim.
“A mais bela flor do carmesim: O sangue escorre em suas pétalas. Os espinhos carregam a dor, e, a base, o caule, equilibra as memórias eternas da vida”
Eu sou uma mistura de... Calmaria, sangue quente, paz e adrenalina. Não é fácil me entender, e ainda mais difícil é permanecer na minha vida. Não poupo verdades, odeio mentiras, não disfarço o que sinto, não adio despedidas. Vivo intensamente, nos limites entre corpo, alma, coração e mente.
Penso, logo sinto
como o fluxo de um rio,
sangue que pulsa,
circula e arde,
invade,
silêncio que vira arte
percepção que transforma
cada gota molecular
na mônada do ser.
Sobe e desce dentro de mim,
toda a construção
circulando dentro de você.
Enquanto o mundo adorna-se
com conflitos, maledicências,
sangue e escândalos,
exibindo suas feridas
como diversão, hábito corriqueiro,
esporte preferido
e espetáculo cotidiano...
minh’alma poética,
simplesmente,
se veste de verde.
✍©️@MiriamDaCosta
“O mais rico e sábio entre os homens pagou com sangue e levou consigo os pecados da humanidade. Existe, sim, um valor inestimável nos erros quando aprendemos com eles e valorizamos o sangue que corre em nossas veias.”
"Suar sangue na construção de um ecossistema é o preço que se paga para não ser apenas mais um na engrenagem alheia."
Poema não é só falar, é pensar, guardar,
amar, sonhar.
Poema no sangue, nas noites de luar,
com versos que eu nem sei explicar,
e pra que explicar? sendo que é só ler, e
pensar
''Oque esse poema tem pra me falar?''
Quero poesia correndo pelas veias, quero sangue transformado em palavra e desabafo em verso. Quero que isso seja aquilo, e que de lá pra cá eu chegue onde nunca fui.
Alguns amores não cabem em laços de sangue, nem precisam ser explicados... apenas sentidos.
São presentes de Deus em forma de gente, que nos ensinam o significado de cuidar, permanecer e amar além das estações.
Ha...Se acha que vou desistir esta enganado,
eu sou sangue quente, não gosto de perder
uma luta, posso me machucar, cair, ralar o
joelho, mais eu não me dou por vencida, sei
o que quero e onde quero ir. E a melhor parte,
eu sei que você também não quer que eu desista.
Não é apenas beleza, é algo divino,
É o sangue que molda o próprio destino.
Uma prece em forma de mulher e de luz,
Que carrega o amor em seus braços de mãe...
E com um sorriso de quem sabe, enfim,
Que ser mãe é ser guerra, jardim e começo sem fim.
------------=- Eliana angel Wolf
Ela é a guerreira das asas de luz,
e no seu sangue corre a sinfonia da batalha.
Sua delicadeza é a precisão do seu compasso,
sua sensibilidade, a percepção do Som que a guia.
Não é apenas guiada; ela é o canal.
Da dor, ela faz verso; do amor, a sua arma.
E no compasso do seu coração, ela se torna a poesia.
----- Eliana Angel Wolf
Na dança do universo, todas as coisas estão entrelaçadas, como os laços de sangue que unem uma família. Cada evento na terra ecoa nos corações dos filhos da terra, pois somos parte do todo. O homem, em sua jornada, é apenas um fio na trama da vida, uma pequena parte do cósmico. Cada ação reverbera através do tempo e do espaço, tecendo consequências que retornam a ele como um eco. Seu toque na teia da existência é um toque em sua própria essência. É um lembrete de que somos todos interdependentes, ligados por uma rede invisível de conexão. Na consciência desse vínculo sagrado, reside o poder de nutrir e proteger, sabendo que cada ato de bondade é uma bênção compartilhada e cada dano é uma ferida infligida a si mesmo.
Somos herança… mas também ruptura.
Carregamos no sangue histórias que não escolhemos: medos antigos, crenças silenciosas, padrões repetidos como ecos de quem veio antes. A hereditariedade nos molda, nos inclina, nos sussurra caminhos mas não nos aprisiona. Porque há algo além.
Somos também o resultado das experiências que nos atravessam. Cada dor, cada escolha, cada queda… tudo esculpe camadas sobre o que já existia. Mas ainda assim, isso não nos define por completo.
Há uma centelha mais profunda: a consciência que observa tudo isso. Aquele ponto interno que percebe os padrões, questiona as origens e decide se vai repetir… ou transcender.
Não somos apenas reflexo. Somos também o espelho que pode se quebrar.
Existe em nós a capacidade de negar o destino imposto, de desafiar a própria natureza herdada. Onde muitos veem identidade fixa, há, na verdade, potencial de reinvenção.
Ser humano não é só carregar o passado.
É ter a ousadia de recriar a si mesmo, mesmo sabendo de onde veio.
E talvez a pergunta mais honesta não seja “quem somos?”
Mas sim: até onde estamos dispostos a ir para deixar de ser apenas o que fomos programados para ser?
Diante da unção de Deus,
Até a sua mentira pesará como sangue. De nada vale seu testemunho, são apenas palavras...
"A nobreza não se herda no sangue, mas cultiva-se no discernimento entre o que é fácil e o que é certo."
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