Homem Esperto
Ame a si mesma e seja feliz. Homem nenhum vai poder te fazer sentir feliz se o que for importante pra ele não significar nada pra você.
O homem que te ama quer saber o que você pensa, de que forma você vê o mundo, quais são os seus objetivos de vida e entender as suas razões. Ele vai valorizar a sua opinião sempre, por mais que discorde de você. Ele vai respeitar as suas opiniões e não vai querer mudá-las.
Quanto à antiga maneira de viver, vocês foram ensinados a despir-se do velho homem, que se corrompe por desejos enganosos, a serem renovados no modo de pensar e a revestir-se do novo homem, criado para ser semelhante a Deus em justiça e em santidade provenientes da verdade.
O homem não será feliz se viver apenas cultivando os prazeres carnais ou o intelecto, mas, sim, se desenvolver e encontrar todas as suas capacidades e possibilidades.
O homem criou todos os nomes que definem significados apenas desta criação.. Meras criaturas em seus próprios dilemas criados.
A miséria não busca o homem, mas o homem a busca. Ele caminha sob o sol, mas não se detém por causa de uma nuvem; confiante, ele segue seu caminho, até a tempestade que, ao se aproximar, ele poderia ter evitado, irrompe sobre sua derrotada cabeça. Assustado e surpreso, ele se arrepende de sua temeridade. Ele pede ajuda, mas é tarde demais; ele corre, mas é o trovão que o segue! Assim é a presunção do homem, assim é ao mesmo tempo a arrogância e a superficialidade de sua natureza!
”Assim como o homem é semente, a mulher é terra fértil. Mas nem toda terra acolhe, e nem toda semente está pronta. O florescer exige o encontro certo.”
“O homem precisa mais do que instinto para florescer. Precisa de vínculo, reciprocidade e um solo onde sua essência encontre cultivo.”
Sob o véu da noite sombria,
um homem caminha em solidão,
carregando o peso do mundo em seus ombros,
enquanto o brilho de seu jaleco enfrenta o inexorável destino.
A chuva, como uma dança melancólica,
derrama suas gotas como confissões silenciosas,
lavando não apenas o asfalto encharcado,
mas a alma cansada e sobrecarregada.
Luzes tímidas iluminam seu trajeto,
como faróis de uma esperança distante e tênue.
O chão úmido reflete sua solitude,
enquanto seus passos ecoam em um ritmo pausado e incerto.
Aqui se revela o retrato de um herói anônimo,
cabisbaixo, mas inquebrantável.
Ele carrega a vida e as dores de muitos,
mas quem, afinal, se encarrega de carregar as suas?
“Quando o homem se torna o próprio perigo e o medo já não mais o habita, a consciência cede lugar ao instinto e a humanidade se dissipa.”
