Hoje me Vi Sozinho
UMA DEUSA.
Nas águas da cachoeira,
Vi refletir sua imagem,
Tão bela linda e faceira,
Parecia uma miragem.
Um botão de rosa vermelha,
Colado ao peito trazia,
Seu olhar doce espelha,
De brilhos que reluzia.
Roupa branca angelical,
Com ternura, parecia,
Algo sobrenatural,
Era uma Deusa que eu via.
Enquanto olhava pra ela,
Parecia me dizer,
Pra correr para os braços dela,
E neles me envolver
Nas águas que se banhava,
E no belo corpo escorria.
Era uma Deusa que rezava,
E a rosa me oferecia.
Foi um momento tão lindo,
Quase não acreditei,
Sua imagem foi sumindo,
Era apenas um sonho, ACORDEI.
Amor eterno
Te vi assim
Tão sublime
Tão fatal
Tão em mim...
Refiz em mim
Todos os sentidos
Que pensei perdidos
Ou mesmo nunca nascidos
E foi você
Quem despertou em mim
Entre o desejo e a paixão
Um grande e derradeiro amor
Já vi o brilho do sol, das estrelas, e até mesmo o brilho do luar, mais jamais um brilho igual ao seu.
Ainda lembro...ainda lembro de muitas coisas, dos sorrisos que eu vi, e dos que eu senti, da sensação de esperar, e ver chegar...era bom, era perfeito, como o sol que se deita sobre o mar ao chegar das 18:00, ou como aquela estrela no céu, aquela lá que brilha mais, ofuscando a atenção das outras, e foi na busca dessa estrela que me descontraí, fui voraz, fui atrás, e quando dei por mim, me perdi. Se eu soubesse que essa estrela, não brilhasse o tanto quanto parecia, talvez eu olhasse para o lado e reparasse nas estrelas mais escondidas, aquelas mais simples, e que eu cego, não reparei que elas estavam um dia olhando pra mim.
De novo o sol eu vi
Nascendo de manhã
Então você surgiu
Trouxe esperança
De novo eu contei
Estrelas lá no céu
Meu coração ficou como papel
Balançado me encontrei
A minha voz, embaracei
Hoje eu sei o meu amor
Já encontrei
Você é a causa do meu grande amor
Você é a música que me tocou
E fez, novamente o meu coração
Sorrir na batida mais tocante da emoção
Você é o vento que a nuvem levou
E fez novamente o céu ser azul
No ar, o arco-íris jamais se apagou
Você é o presente de Deus
Metade de mim.
quando cheguei ao fundo do poço,
ví uma luz no fim,
era o túnel de volta,
da viagem que seria só de ida,
era apenas o começo da vida.
Quantas dúvidas.
Já vi problemas tirar o sono, já vi medos camuflar vontades, mas nada é tão avassalador quanto dúvidas. Dúvidas de quem nós somos, por que viemos, como agir, para que lado correr. Dúvidas em quem confiar, em qual medo enfrentar primeiro, com quem falar, com quem pedir, com quem chorar. E assim, de dúvidas em dúvidas os momentos viram lembranças, escolhas consequências, cada sim, um não. Dúvidas se vale à pena lutar, sofrer, cair novamente, arriscar no amor. E com o tempo você entende que não adianta sofrer com dúvidas, mas sim sofrer por ter arriscado, se jogado, pulado de cabeça. Se o amor não for para a vida inteira, que seja até o fim do dia e amanhã damos um jeito. Não adianta sofrer por algo que não aconteceu, tenta, faça acontecer, caso não de certo, paciência. A dúvida corrói, mas não arriscar decepciona. A dúvida maltrata, mas deixar a oportunidade passar desespera. Durma com as lágrimas de quem errou a dormir com a incerteza de que deveria ter tentado.
Educar nada mais é do que facilitar para o ouvinte situações complexas e aplicar o aprendizado na vida cotidiana
se um dia alguem ti perguntar o que viste em aquele homem. voce responda o seguinte!
vi aquilo que em ti nao vi
Às vezes eu pensava que minha cama que era uma bagunça. Agora vi que Bagunça mesmo e aonde eu vivo em São Luis do Maranhão....
Quando me deparei, vi meu chão caindo, tudo desmoronando, e
aquela felicidade se esvaindo em prol do meu pranto.
Olhei no espelho e ví o horizonte de minhas rugas
sai para o Bar, a tarde era modorrenta
enchi o copo, tomei o primeiro gole, outro reflexo
os dentes estavam carcomidos, eram pura nicotina, álcool e drogas
os dedos cansados, fixavam firmemente o copo
vi cansado, uma moça e outra e outra
falou de seu crepúsculo e do ocaso
bebi mais um pouco enchi-lhe o copo
comê-la, devora-la
por alguma razão, aquilo me atordoou
voltei-me para a bebida, vi no líquido
o suor ardido da pélvis, exposta gratuitamente.
Oh formosa e delicada
Com sua sublime e silenciosa calma
Me bate um arrepio ao sentir teu sopro vindo do horizonte
E em teus brilhos eu enxego o céu
Céu escuro, terra escura...
Terra essa que é iluminada pelo reflexo daquela que me aquece
Doce brilho que me faz acordar
Nessa noite fria e serena, onde a lua é pequena
Perto do brilho do seu olhar.
Oh noite serena
Me deixa entrar em tua cena
Onde a lua pequena
Me faça sonhar.
Quatrocentas vezes fui,
outras tantas eu voltei.
Vi, revi, milvi
tudo.
E te digo:
nada há lá fora
senão o próprio umbigo.
Como parar no tempo?
tentando voltar o relógio?
tentar consertar
o que já não tem conserto...
viver em um passado
que não existe mais.
Como reabrir o espaço tempo
e em poucos momentos
chegar aonde você quer estar.
Como se fosse possível reviver
aquilo que já fez sentido,
que já foi a razão
pro seu coração....
como se fosse simplesmente normal
voltar e voltar e voltar
para reviver algo que não é feliz
no final...
Perder, acabar, terminar
faz parte da vida
e isso é um ciclo importante
pra você recomeçar...
nada acontece por acaso
e se terminou
é porque tinha que acabar
para algo novo começar .
Não te preocupe em achar
que o seu grande amor passou,
que foi você que errou,
não comece nisso acreditar...
a vida é um aprendizado
um dia você bate
e um dia começa apanhar.
não mude, não finja ser quem não é
não tente se transformar em vão,
não deixe de lado seu coração.
Se você é amor
procure o amor aonde quer que for
porque você merece amar
e ser amada
um ciclo que termina
para outro que começa
vai ser feliz
e encontrar o homem
que você sempre quis...
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