Hoje me Vi Sozinho

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JANELAS PARA Á MINHA PRIMAVERA
POESIA


Eu o vi no canto de lá,
Uma alma iluminada,
Tão iluminada quanto á minha áurea

Eu o vi ás verdes pastagens,
Sobre os meus vales de sonhos.
Eu o vi á sua alma de luz entrelaçar,
Sobre o ventre do meu rico solo.
E logo me surgiu, ás suas cortinas de cores.
Imponente,
Nostálgica,
Soberana e inspiradora.
Vinha-se ela com o seu olhar cintilante,
Como dona e deusa,
De minhas estações de anil.

Eu o vi atalhado em seu corpo,
Um mundo revestidos de pétalas,
Agregado á sensibilidade e á autenticidade da vida que me á.
Aos olhos de minha vaga imaginação,
Abracei-o. como se abraçastes á minha própria razão de ser.
Mas logo renomeie-lhe com um tema.
Cujo tema:
Janelas para á minha primavera.

No canto de lá,
Sobre o leito dos meus rios de sonhos,
Soavam-se entre ás sinuosas curvas,
de seu destino e do tempo que lhe á,
Cantos dos meus sabias,
Melodias dos brandos ventos de sua aurora,
E ás boas novas de suas aves migratórias.
Que sobre ás galhas de minhas doces roseiras,
E das copas dos meus verdes arbustos, vinha-se elas pousar.
Eu o vi o branco dos lírios anunciar,
a nobre chegada de minha imponente primavera.

Eu o vi em festa,
No canto de lá,
Toas ás almas da vida se renovarem,
sobre um inusitante cenário de cores.
Ilhas de flores,
Pomares frutíferos,
E inúmeras revoadas de andorinhas,
Entre um horizonte á outro, á proclamarem,
Ás boas novas da proa de minha primavera.

Eu o vi, o porto soberano de seus vastos canteiros,
A bailar entre ás asas dos sopros de sua nova aurora.
E assim,
Meus olhos o contemplavam, o inovo de cada vida,
A natureza em raras formosuras.
sobre á:
Janela de minha primavera



.

Inserida por jose_unias_silva

Amnésia Natural

Eu sou o que sempre fui e chamaste-me de senhor.
Com isso me vi ao chão, quando esperava amor.
No seu olhar vi desprezo, mas alguma atenção.
Disseste que velho sou, mas velho não se encontra não.
Tanto que ainda estou, na janela da espera.
E foi você que chegou tarde, ao encontro nesta era.
Com amnesia natural, da nova identidade.
Esqueceu-se das décadas, diferentes na idade.
Como almejo o parar, no tempo um pouco.
No escuro, no claro, estiagem ou na chuva.
Ser chamado de biruta, pândego ou louco.
Mas paciente te esperar, no aclive, declive,
reta ou numa acentuada e perigosa curva.

By. 2017
Por = Carlos Roberto Rocha Rodrigues

►O Amor Que Conheci Em Belo Horizonte

Foi naquela grande capital que a vi
Foi naquela grande cidade que me conheci
Não estávamos sozinhos,
Mas eu sentia que ela estava só comigo
Não fora algo comum de acontecer,
Mas me senti diferente quando nos conhecemos
Algo impossível, mas que aconteceu sem querer.

Parque municipal, meu lugar preferido de lá
Estava apenas observando os peixes
Acho que meu corpo só queria descansar
Descarregar o estresse que tenho às vezes
Eu estava procurando a paz, e encontrei algo mais.

Em um simples banco de madeira, nada especial
Poderia ter chovido, mas o dia fora normal
Não me era prometido nada, e eu estava tranquilo
Me sentei procurando meditar,
E encontrei o que eu nem mesmo estava a procurar
Não acordei aquele dia pensando que iria me apaixonar,
Mas aconteceu, rápido quanto o piscar
O meu coração disparou, como um tiro de uma ak
Eu só pensava quais eram as probabilidades,
Quando me dei conta, lá estava eu, a me declarar
Tudo o que consigo lembrar é dos textos que escrevi
Um deles eu até disse que meu amor era grande como o mar,
Como alguém entregado que já não enxergava mais nada
Tudo por conta daquele encontro, e da situação inusitada.

Ela estava com as amigas, em uma mesinha de pedra
Um jovem estava no meio delas, com um violão
Ela parecia estar mais afastada, mais na dela,
Talvez em seu próprio mundo da imaginação
Sua distância com amigas foi aumentando,
E ao meu lado ela foi se aproximando
Eu, como um rapaz só, estava a sós com meus pensamentos
Preenchendo os vazios do caderno, sentindo o vento
Quando me virei, a vi próxima a mim, a pouco tempo
Um bom dia, educado, e, de repente, éramos conhecidos
Falas e mais falas foram depositadas em nossa conversa
Eu acabei por ficar um tanto quanto entretido,
Não só pelo sorriso, mas pelas suas ideias.

Com um pedido meigo, a deixei ler meus textos
Não consegui negar, creio que também não queria
Ela leu, um a um, com um olhar preciso
Percebi que, durante sua leitura, ela demonstrava alegria
Ou eu estava só querendo que ela gostasse deles, não sei
A cada página virada, ela me olhava e suspirava
Pensei que eu havia escrito uma fábula encantada,
Pois, no fim, eu a chamei de princesa, por quê?
Vai saber, talvez eu só estava a muito tempo no sol
No fim do dia, horas depois do meu elogio, ela me ligou
Me assustei, tinha me esquecido que havia passado meu número
Hoje ainda converso com ela, até escrevi um texto romântico
Claro que fora totalmente dedicado a quem eu conheci em BH
E que hoje compartilha minhas noites estreladas.

Inserida por AteopPensador

E eu não sei por onde começar, relembrando o dia que te vi passar pálida, de um olhar que não consegui saber se era de surpresa de me ver ou de assustada, mas se passando alguns segundos, tortuosos segundos pudes notar um impiedoso e penetrante olhar, serias melhor que me batesse, o meu medo nunca foi de apanhar, seria suficiente prazer, mas de encarar tal olhar sobre mim, isso sim, da sorte que me desprezas procurando outro ponto ao horizonte, satisfazendo meu desejo de ser recriminado, por pensar que mereço, do julgamento de ser livre, caindo por terra, diante de um olhar tão impiedoso ou eu diante de mim mesmo a cerca de minhas reflexões, engasgando elaborações ferrenhas do meu próprio ser, puderás eu te colocar no bolso, ledo engano, me colocaste de volta ao meu lugar com segundos de um olhar, de canto, sorrateiro.
Naquele entardecer, fiquei acompanhando seu caminhar até que sumisse, até que eu não te encontrasse mais pelos carros e prédios, onde se perdia diante dos meus olhos no meio da multidão, me fazendo reviver momentos juntos de ti, de como era lindo te ver sorrindo, do toque suave, das mil cartas que me escrevia, das duas mil que eu correspondia, eu que fingia não ter ciúmes de alguém com sotaque do interior, que agora ecoa sobre o silêncio em minha memoria, serás minha saudade gritando em voz alta? Que loucura, você nem me tocou, e meu peito dispara, tolo, uma agitação que não consigo conter.
Prometemos nos dar paz, que até hoje não encontrei, estou aprendendo a viver sem você, aprendendo a lidar com o meu pesar, em tantos pensamentos, a noite foi longa, eu não tinha uma canção para ninar, se nossos corações estão divididos, penso que tenho a solução, pego o telefone e disco seu número, escuto o primeiro toque, está chamando, mas em um ato de covardia desligo, com mãos tremulas, me sinto tolo, acendo um cigarro, já são três da manhã, que tolice, lembro agora do que você me dizendo que a pedra atirada não tem volta, confirmando pra mim mesmo que era o melhor que o fizera, desligar, fico atordoado pensando se você atende, o que eu iria dizer? Eu te amo? que loucura,
que ideia a minha, a essa altura do campeonato recitar pelas palavras de que adiantaria? De nada adiantaria, tinhas razão de me chamar de covarde, eu minto para mim mesmo, com tantas meias verdades, me perco, posso ouvir sua voz me dizendo, eu já sabia, me irrito, rangindo os dentes, por ter que te dar razão, razão essa que me faz te deixar em paz.
Sentado no sofá, ás cinco da manhã, caiu no sonho, de tanto que pensei em ti, sonho que bates a minha porta, a porta está emperrada e não consigo abrir, você chama meu nome, como quem sentes saudades, depois de uma luta travada com a porta que se atrevia não abrir, te vejo, sorrindo, sorrindo para mim, junto de um dia ensolarado, logo após acordo com o coração acelerado, naquele dia cinza de outono, ás nove da manhã, o telefone toca, corro pensando ser você, não é, volto os olhos a escrivaninha, pensando da onde tirei aquela ideia, que ingenuidade, aquele coração gelado era bem capaz de me fazer ouvir umas boas palavras duras, mas ouvir sua voz teria sido tão bom. Resolvo então escrever-lhe, assim conseguiria não sofrer nenhuma retaliação, fico devaneando horas sobre o que te escrevinhar, de como falarei desse sentimento do qual nem eu sei decifrar, olho no relógio são meio dia, o cheiro de comida invade a casa, que deve ser o da vizinha que ultimamente deu para ouvir as músicas que você gosta, se tivesse intimidade lhe agradeceria tamanha judiação.
Pareço um adolescente de quatorze anos, como quem nunca tinha o feito antes, começo a escrevendo remetendo ao apelido que costumava a chamar, me fazendo relembrar desses detalhes, tão sútil, entre nós, te vivendo em cada linha, em cada palavra, imaginando como será sua reação, do que sentirá, ansioso, vou descrevendo como sinto a sua falta, dos planos que tinha e que ainda tenho para nós, tão difícil vencer o orgulho e lhe falar de sentimentos que me escondo, de um querer que está deixando de ficar no meio do caminho, escolho a tinta azul, que é da sua preferência, tento agradar-lhe ao pouco que posso com palavras doces nas cores que tu gosta, que assim eu posso falar das minhas dores e de tudo que diz de nós, essa carta rendeu mais de uma folha frente e verso, porque falar de ti, querida é envolver o universo, você está em tudo, no fundo do copo que eu bebo, na música que ouço, de quando ouço falarem de você, fingindo não ouvir, nas fotos antigas, naquele moletom que você costumava usar, na falta que você faz para escolher o canal da televisão, ficou tão vazio, não conheço ninguém com os mesmos defeitos que você, não tem outra como tu, tão ingênua, foi tomando todos os espaços, eu só queria estar ali, com você implicando comigo no meio da sala, era tantos beijos e abraços, seu beijo tinha intensidade de alguém que ama pela primeira vez, estava entregue sem pedir permissão.
Não tem novidade, sou apenas um pobre diabo, no jardim da infância quando o assunto é amor, quando o assunto é você, sou apenas um menino, um pobre diabo que não sabe esquecer de ti, através de uma rede de mentiras eu me arrastei até aqui, emaranhado por seu amor, existe um véu do comodismo, que nós mantém de pé, permitindo a tolerância sobre si, é assim que os covardes fazem, mandam cartas, um dedo apontado me dizendo que é muito tarde para viver nossa verdade, quis me mostrar o paraíso, me revelando, talvez a mim mesmo, me trazendo a consciência de que nunca tinha estiveras antes ali, da sorte que meus olhos não foram tão bom assim, ficou muitas sombras, muitas duvidas no meio do caminho, da lama, da escuridão, das mentiras, das omissões, meias verdades, me desculpe por ser tão fraco assim, me esconder através de linhas de uma caneta azul, que a senhora sabichona sabe que diz muito mais de mim, não te encaro, mas te vejo quando fecho os olhos, tão linda olhando para mim, se faz melhor que um anjo, porque eu sei que es real, adeus lindo sonho ou até logo, nas esquinas da vida, prefiro assim, dizer-lhe adeus faz doer, preciso da esperança mesmo sendo uma ilusão errônea, que um dia talvez, possamos nos encontrar com um novo tipo de olhar, em uma bem melhor, quero me despedir, como costumávamos fazer, coisas que só nos dois eramos capazes de fazer, me deixe por também três pontinhos para assim dizer que não acabou, que não temos fim, deixa assim ser...

Inserida por Fernandadeabreuramos

Boa Tarde
Passei da época de acatar o que querem que diga, e não o que eu penso em falar.
✍️Ale Villela

Inserida por Alevillela

Nem vi
Desculpem minha falta de memória
Repito os velhos versos
Como a canção antiga
Que cantei na infância.

Desculpem minhas frágeis lembranças,
Vividas desde dos tempos de crianças
Que não querem se apagar.

Desculpem – me
Nem vi a vida passar.

Inserida por MoacirLuisAraldi

[...] Eu segurei minha respiração, pensei em tudo que me sufocava e me matava aos poucos; e só me vinha em mente, você.

Inserida por Momo56

Vi
Vi ainda ontem
Uma flor balançando
Com o vento suave
Levemente lhe tocando.

Inserida por MoacirLuisAraldi

" No momento em que eu te vi soube o real sentido da frase - Amor a primeira vista!
Meu coração quase saio do peito, meu mundo girou a vontade de saber mais de você me deixou inquieta e juro que sonhei com você, um sonho bom como se fosse realidade, e bem que poderia ser."

Inserida por desirreteixeira

"Então, vi-me ali, onde sempre desejei e lutei para estar. Não se trata de sorte, mas de recompensa".

Inserida por lavinialins

Consegui enchergar através da montanha, vi um mundo em caos, pessoas que se amam em guerras ocupando lados opostos, crianças chorando a perda do lar, pais desesperados ao perderem seus filhos. Clamei por ajuda, sem sucesso.

Inserida por Camila_A

Vida...

Vida, vida, vida.
Vida que quase não vive
Vida que procura uma vida
Uma vida que dê vida a vida.

A vida procura a vida,
Mas a vida que a vida encontra
Encontra-se quase sem vida.

A vida não desiste de procurar a vida.
De tanto procurar a vida, a vida encontra a vida.
A vida vive com a vida
As duas passam a viver.

Depois que as vidas vivem
As vidas vêm a morrer.
Vida, vida, vida.

Inserida por valderisso_alfredo

A sutileza de sentimento é um hábito que transforma os sabores da vergonha em delicadas lições de vida.

Inserida por carlos_silva_2

Por muito tempo observei o vôo livre de uma borboleta, vi que ela abusa do seu direito de ir e vir ,observei também que a força que ela utiliza é apenas um detalhe diante da determinação e também diante do seu poder de escolha.
Contudo, compreendi que precisamos ser ousados nas manobras da vida , e que ao invés de força tudo que realmente precisamos é ter um Objetivo ,uma meta pré-determinada para nós impulsionar na direção de onde queremos chegar .

Inserida por Jhommarco

Descedi dar ouvidos ao chamado que gritava dentro de mim, a partir daí vi na minha vida uma razão indispensável para viver .
Era um grito de alerta que em meio a multidões de sentimentos ,me dizia insistentemente ( se Ame e se valorize) então eu Aprendi me Amar.

Inserida por Jhommarco

E sempre acabamos escrevendo sobre a dor ou sobre o amor. Não importa como um livro, texto ou uma vida comece ou termine, vai chegar um ponto em que o amor vai estar nas suas frases ou a dor nas suas entrelinhas, não percebemos mas tudo o que se escreve e já se escreveu esta ligado a uma dessas duas palavras, esse próprio texto aqui pode ser pelo amor a escrita ou pela dor de escrever. Afinal quem ama sente-se grande, acredita ser capaz de escrever um livro sobre suas insanidades platônicas e quem sofre, crê ser um legítimo Bukowski ou a própria Tati Bernardi. Não os vejo, não julgo nem os desmereço, pois os conheço apenas pelo que sentem, explicito em suas entrelinhas.

Inserida por Leticia3Cordeiro

Passaram-se alguns dias desde que vi a borboleta pela ultima vez. Tal como achar uma nomenclatura para substituir poeta, gostar de alguém me parece inutil. Como ao calcular a porcentagem de um problema simples em matématica ''de'' me faria multiplicar a inutilidade e a estupidez da ação. Inutilidade de estupidez. A unica coisa que minha cabeça consegue fixar há dias é o ego espremido por uma parede de razão. Quando você passa a desprezar características em alguém, esse alguém se torna você. Vejo em mim tuas características desprezáveis. Ao contrário do que pensas, eu tenho mais amor por mim do que por qualquer coisa viva na terra. No entanto, tenho um ponto importante a ser exposto para que tudo fique claro. Não sei como explicar, então, peço que agora fique mais atento as minhas palavras: racionalizar um sentimento te faz vê as coisas de outra forma. Como eu racionalizo um sentimento? Nesse momento eu penso o quanto eu necessito da admiração de alguém, pois tenho um ego para alimentar, e julgo a mim mesma por sentir essa necessidade. Eu desprezo todos vocês porque eu conheço os segredos e isso nos tornam semelhantes. Eu sei o que você, poeta, sente ao escrever para alguém. Eu sinto o que você, cara inteligente que quer expor opiniões inteligentes sente, e você moça que busca ser aceita entre os amigos. Esta ultima não segue sendo incompatível comigo, embora siga a mesma premissa. As pessoas são uma farsa. Inevitavelmente o ego nos tornam falsos. Eu não sei muito sobre você, borboleta, mas hoje não tenho interesse de saber. Eu desejo apenas ficar só. Eu como marinheiro quero apenas não parar no porto de ninguém, não quero conhecer mais cidades. Todas moram em mim. Eu sou uma borboleta e tenho cidades. Eu odeio analogias e metáforas, ainda assim as uso. E não quero vender nenhuma imaginem sobre o que sou ou não sou. Quero não ser ninguém, que alguém ache normal eu ser azul. Os julgamentos nos tornam monstros. Infelizmente eu nasci com um péssimo hábito de escritor romancista: dramatizar as coisas. Isso me faz perder toda a credibilidade da minha ideia principal. Eu quero escrever cientificamente. Tudo uma merda até aqui.

Inserida por Mayklin

Quando a maré enche juro que vou te ver no lugar marcado quando a vi pela primeira vez...

Inserida por digao_santos

Eu vi dentre as suas íris, as cores mais bonitas que o infinito descobriu para si.

Inserida por douglas_gallagher

Perdoa Deus por todas as vezes que em meio as lutas eu me deixei levar pelo que vi e chorei...
Tirando os meus olhos de ti e não confiei...
Não compreendi que tudo que vivi,foi pra ver a sua gloria em mim refletir e seu amor cada dia mais eu sentir.
Como não confiar em um Deus que fez o sol parar...e o seu povo sofrido tirou do Egito e fez com pés enxutos atravessar no meio do mar...
Que deu seu único filho para morrer em meu lugar...
E para eu ter acesso ao seu trono ,sem nenhum cordeiro ter que sacrificar....
Somente com minha vida te agradar,sendo obediente e sem murmurar...
Erguer as mãos e com meus lábios te adorar.
Então a resposta do céu virá...no seu tempo me abençoará, e toda dor e tristeza passará...
E uma a uma nova historia me conduzirá com suas fortes mãos e e sua imensa compaixão.
E então transbordará de alegria o meu coração, que aprendeu antes de tudo Te amar, sem questionar e tão somente aceitar.

Inserida por LucimarGeorgetti