Hoje Ja Falei Qui Voce e Especial
Esse mundo já está cheio de tormentos,armadilhas, medo, sofrimento, dor e desespero. Em meio a esse caos todo, tente incentivaras pessoas a serem melhores do que elas jamais imaginaram poder ser, por vezes, você se torna a luz do fim do túnel na vida de alguém sem ao menos perceber
Há quem diga que o mundo é horrível.
Já eu lhes digo que horrível é o ser humano, desprovido de emoções, crueldade em forma de carne, ossos quebradiços e destruidor de prazeres.
Não atire pedras naquele que já está ferido.
Não silencie tua voz, quando te gritam.
Não chores na calada da madrugada.
Não deixes teu sono morrer por nada.
Não assassinas tua alma, por erros de terceiros.
Não venda ilusões a troco de desesperos.
Grita-te, cometa erros e tenha prazeres.
Viva para ser lembrado, mas jamais se esqueça de ti.
Renove-se.
As palavras vão e vem
Trocam de lugar
Quanta coisa já pensei
Sem considerar
Todas voltas do planeta
E os mistérios ancestrais
Tantas possibilidades
Esperando no sofá
Já faz alguns anos que venho participando de simpósios, seminários, escolas bíblicas, e conferências. Sempre que se abre um precedente, a localização geográfica do vale da sombra da morte descrito no salmo de Davi, desperta uma discussão acalourada e ninguém nunca tem certeza de nada. As descrições mais aceitas é que se tratava de um desfiladeiro ingrime, estreito e perigosíssimo, onde ladrões habitam as cavernas. Outros dizem que se tratava do vale dos leprosos. Mas, de fato, ninguém sabe se era um local ou uma situação que ele atravessou. De qualquer forma, para quem busca esta informação, a resposta está aí para todos. Nunca o vale da sombra da morte foi tão real, como os dias que nós atravessamos hoje. Afinal, a morte está literalmente no ar e cada um de nós trilhamos por este vale. Não temas, Deus está contigo. Creia!
Pelas minhas previsões, daqui por um ano já quase ninguém fala em covid. Atribuem-lhe outro nome, passa a ser mais um virus como tantos outros que circulam por este mundo afora, será tratado da mesma maneira que tratamos a gripe. Os sintomas são mais ou menos os mesmos e as consequências são muito parecidas. Foram estas as minhas primeiras palavras acerca deste virus, há quatro ou cinco meses atrás, depois de me informar sobre o vírus, depois de ler sobre os resultados do vírus na China, assim como acho que as primeiras palavras da senhora directora da Direcção Geral de Saúde sobre o vírus foram proferidas com base nessa mesma informação que eu colhi na altura. Com todo o respeito que eu tenho pelos idosos e pelas pessoas de maior risco perante este vírus, não poderei de ter menos respeito por todas as pessoas, principalmente crianças, que estão a passar e que irão passar dificuldades por causa desta enorme crise económica, motivada por esta onda de choque que os políticos intitularam de pandemia. Tudo bem... ou vai ficar tudo bem... como dizem muitos, mas o que é certo é que estamos perante um dilema que em muito me faz parecer o nosso comportamento quando estamos inseridos numa religião: Deus é o criador deste extenso Universo, com mais de duzentos biliões de galaxias, a nossa galáxia é das mais pequenas, o nosso Sol, como estrela-anã que é, tem mais de noventa por cento de estrelas maior do que ele, e Deus, da maneira como muita gente o arvora, além de ser o Criador deste Universo, tem obrigação de ter uma especial atenção ao nosso planeta, ao nosso país, à nossa região, à nossa rua e porventura à nossa casa, acompanhando- nos por toda a parte, no trabalho, no jogo e até onde as religiões dizem que Deus condena nós temos esperança que Deus atravessa todos esses biliões de galáxias para nos ajudar. Ou seja, muitas pessoas praticam o bem por interesse e só não praticam ainda mais o mal com medo que Deus lhes dê o merecido castigo. Por isso sou da opinião de que antes de praticarmos uma religião devemos praticar a nossa espiritualidade interior. E se pensam que eu não acredito em Deus, muito longe disso, visto que sou crente e um crente convicto, mas tenho o direito de absorver a minha própria imagem de Deus, à minha maneira, e longe de tentar convencer ou colonizar quem quer que seja, mesmo pertencendo à classe dos escravos (mas sem coleira) da democracia ateniense ou romana, ou ainda fazendo parte do povo sem couto da monarquia portuguesa da idade-média, acredito piamente num Deus que influencia os humanos à distância e que faz o que quer e lhe apetece aqui na Terra, capacitando os escolhidos de uma forma que será sempre de difícil compreensão para nós, humanos, enquanto nos comprtarmos do jeito que nos dá mais jeito, ou talvez de um modo mais animalesco do que propriamente racional. Sempre que nos metem uma frase à frente, por norma uma boa parte de nós acredita na frase como se fosse verdade, o que muitas vezes acontece na política e muitos políticos sabem isso, levando muitas dessas frases feitas a fazer das pessoas o que realmente não são, levando muitas vezes milhões e milhões de pessoas a acreditar em coisas que não são minimamente verdade. Como exemplo, estou- me a lembrar daquela célebre frase, que, em alemão, ainda diz, à entrada dos campos de concentração nazia: " o trabalho liberta." Mas como é do vírus que comecei a falar e como o vírus interfere com a justiça-social de todos nós, não seria correcto da minha parte se deixasse de dissertar um pouco sobre a justiça-social por causa do virus, sempre com Deus por companhia e como bom conselheiro.
Debruçando-me um pouco sobre a justiça social, uma epígrafe que tem quase sempre lugar cativo nos diversos panfletos dos partidos e movimentos políticos da nossa sociedade, sempre que há eleições, na minha simples condição de escravo sem coleira, ou de elemento do povo fora do couto, ser-me-á fácil constatar que ainda há muito por fazer nesta importante matéria, ainda que muitas vezes tentemos disfarçar essas inumeráveis desigualdades gerais através de actos de solidariedade, de eventos com a chancela da bondade, ou mais fácil ainda, recorrendo a essas tais frases, à sombra dos nobres, dos burgueses e dos lacaios, para endrominar o povo que vota e quase todos os que as lêem. Os actos de solidariedade fazem-me lembrar sempre o Natal; os eventos com a chancela da bondade recordam-me muitas selfies no Facebook; e as frases feitas não deixam de me trazer sempre à memória esses tais letreiros que ainda são visíveis nas tristes memórias da segunda guerra mundial e que não convém esquecer. Actualmente, podemos até ser condenados a trabalhos forçados, por esta ou por aquela razão, mesmo até com o calor que faz hoje, contudo a austiça social é e continuará a ser sempre a forma de a sociedade viver em harmonia, de forma a que todos se respeitem a todos, independentemente da cor da sua pele, da sua ideologia política ou dos seus credos religiosos. É desta forma que vejo a justiça social e é desta forma que penso que a sociedade pode ser mais justa e de maneira a que ninguém fique mal. Pois se continuarmos a fazer um excesso de exposições de fotografias a preto e branco, continuamos a enverdar por caminhos sinuosos, onde uns tentam ser mais parentes de Viriato ou de dom Afonso Henriques do que outros, e o que tem sido construído de bom nas últimas décadas vai desabar e vai parar novamente aos confins da idade-média, sobrando sempre para mim o estatuto que antes referi e para a História um conjunto de ati@tudes e de propósitos que poderão, no futuro, envergonhar os nossos netos, se tiverem mais juízo do que nós, e até Deus, que nós tantas vezes evocamos nas nossas preces, se deve envergonhar de nos botar ao mundo em forma de humanos. A minha falta de coleira nunca me fez sentir superior mais ou menos português do que outro qualquer português, visto que essa história das fotografias a preto e branco não entra em mentalidades mais coloridas, nem tampouco esse tipo de segundas intenções deixam marcas a quem vê o horizonte até ao tempo de outros reis, de outras rainhas, de outros nobres, de outros burgueses, de outros lacaios, e de outros membros do povo sem couto e sem coleira. Nessa altura, apenas os cidadãos que eram admitidos no couto social podiam pertencer à administração pública, tudo era supervisionado pelos administradores do reino, e quase tudo passava de geração para geração como se apenas aqueles portugueses fossem feitos ou talhados para aquele tipo de trabalho, em prol da pátria e dos seus próprios benefícios, mas como o público naquela época era quase todo analfabeto, ou iletrado, como se diz agora, a justiça social desse tempo ia empalhando as coisas de um modo mais ou menos natural. Uns gozavam a vida com grande sobranceria, outros estavam incumbidos de gerir a máquina do reino, e os portugueses do povo trabalhavam para ganhar o pão de cada dia, curiosamente, quase da mesma forma que acontece hoje em dia, nomeadamente nos concelhos do interior e com menos população. Por esse mesmo motivo, já tenho dito algumas vezes que nunca teremos uma justiça social justa e equilibrada enquanto conservarmos na nossa sociedade esses costumes do tempo da monarquia. E para agravar mais as coisas, estamos cada vez mais excludentes e cada vez menos inclusivos, em relação ao português que consideramos menos português do que nós, ou porque mora fora do couto protegido, ou porque não nasceu dentro do castelo, ou ainda por uma questão que por vezes nem as pessoas sabem porque agem dessa forma. Ainda creio que as gerações vindouras possam vir a ter uma justiça social em harmonia com a cor da pele de todos, com as ideologias políticas de todos e com todos os credos religiosos, assim a Educação fomente e pratique de forma justa a igualdade de oportunidade para todos, e assim a Justiça funcione com todos da mesma forma para que todos possam ter uma vida digna e para que todas as crianças possam ser tratadas da forma que merecem, sem segregação e sem conceitos estereotipados, que não nos levam a nenhuma evolução e muito pouco contribuem para uma sociedade verdadeiramente multicultural, progressiva e democrática.
Estudos falam que o cérebro já nasce preparado para acreditar e uma vez acreditando é muito difícil demovê-lo desse conceito. Estudos também dizem que a crença em um ser divino é uma tendência biológica que se desenvolveu ao longo de milhares de anos de evolução. (...) "Se crianças fossem colocadas sozinhas para morar em uma ilha, sem informação externa, ainda assim se tornariam religiosas" - afirmam. As pessoas não escolhem acreditar ou não; elas já nascem acreditando. É como se você saísse de fábrica com um cérebro crédulo, e só conseguisse transformá-lo em cético depois de muito tempo. Supondo, apenas supondo que tudo isso é verdade, penso que eu, você, nós, perdemos grande parte de nossa vida tentando mudar conceitos de outras pessoas e vemos que isso sempre foi e parece que nunca terá uma solução, visto ser uma tendência biológica. Resumindo, melhor cuidarmos de nós e menos dos outros, quando o assunto é mudar alguém tipo assim, na marra, pois é isso que seu cérebro em algum momento definiu como verdade para você, o que não significa que o cérebro do outro definiu a mesma coisa que você. Penso talvez que a partir do momento que você compreende isso, muita discussão não vai passar por baixo dessa ponte. Como alguns sábios sempre dizem, a mudança vem de dentro para fora e nada pode mudar isso - ou seja: o cérebro das pessoas começaram a acreditar em outras coisas, sozinhas, sem ajuda, pois esse é o descobrimento e isso apenas pode ser incentivado e não lutar contra conceitos já adquiridos. Faça a mesma coisa e vá procurar pelas suas novas respostas também, mesmo não tendo respostas definitivas da ciência. Mal não fará.
A verdade é que eu já morri, eu aceitei minha morte de braços abertos porém ela nunca chegou. O que vivi depois de 01/07/2019, eu considero como lucro.
Já fizemos coisas rude mas nunca violar e roubar, bater sim mas não era bater qualquer pessoa, os carrascos eram os faltadores de respeito, a coisa fica feia se alguém de fora bate alguém do bairro, qualquer membro do grupo ou um familiar de uns dos membros do grupo....
Fazíamos da Kamaningã uma fortaleza, um autêntico tanque de Guerra que era fácil entrar mas bastante difícil sair. Não foi fácil viver aqueles momentos de bastante turbulência mas graças a Deus passou.
Na aquela altura fazer parte de um grupo de delinquência era moda e como na Kamaningã já existia Os Kebra Osso, era suposto normativo criarmos os Mini Kebra Osso, depois de um tempo achamos que tínhamos pernas e calibres suficientes para andarmos sozinhos, com ajuda do Tio K " Comi todas, claramente" criamos A Gang Kebra.
Dos amores que já viveu, de nenhum ela se arrependeu, pois com todos ela aprendeu, sorrindo ou chorando, continuou amando, vivendo e doando o melhor de si... No fim das contas, guardou o melhor de todos: dos bons, lindas memórias, dos ruins, algumas histórias.
São pequenos momentos, fragmentos guardados de cada amor já vivido, sonhado e partido, que se juntam, se colam e fazem dela esse emaranhado de amor, de loucura, liberdade, calor e doçura.
Ela decidiu: vai dormir tranquila, fez andar a fila, já era... Quem perdeu foi quem não soube enxergar seu valor e lhe dar o amor merecido. Então que ele seja mais um à ser esquecido... Agora ergue a cabeça, menina, sem penitência. Lembra que seu segundo nome é Resiliência!
De repente aqui
... a vida estava seguindo, da mesma forma leve e a frente. Já estava satisfeito aonde cheguei, o que já fiz, lugares vistos. Mas quando reencontrei uma antiga paixão meu mundo balançou e reiniciou o sistema. Os planos precisam incluir mais uma pessoa agora, alguém que voltou passando pelo tempo cheia de graça, mas já fazendo a diferença hoje, no meu agora...
Professores
Antes mesmo de começar a estudar eu já vivia em meio a professores e por isso sempre admirei o trabalho e o amor que eles têm por sua profissão, por seus alunos. Depois de adulta passei a admirar e valorizar muito mais meus professores e meus amigos e colegas que trabalham nessa área. É uma profissão tão linda e repleta de tanta dedicação e amor pelo que se faz! Orgulho-me de fazer parte desse meio e contribuir para formação de tantas pessoas.
Parabéns pelo dia, professores!
UM CASO DE IDADE
Vocês já analisaram o motivo das pessoas que tem uma idade mais avançada ficarem falando com os personagens fictícios, principalmente das novelas, etc?
A minha observação foi a seguinte, eles já tiveram muita experiência na vida. E não tem mais paciência pra historinhas e um monte de blá, blá, blá. Um tanto que compreensível na medida que vamos tendo as experiências mais que necessárias!
Em quanto aos Jovens, que já estão nessa mesma vibe de falar com os personagens fictícios... é apenas surto.
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