Histórias com Moral da História
A doma em tese aperenta algo de carrasco, no entanto domar é parte de evolução de nossa história evolutiva fundido forjado a domar o arcaico engessado mundo melhorado, o nosso mundo espiritual de cada dia.
Buscar conhecer a história do outro não vai mudar nem melhorar a sua, cada um tem uma história vivendo a história por trás da história vivida são todas diferentes, na verdade ninguém conhece ninguém passageiros do nesmo trem.
Quem conhece a história conta a história vivendo na história o personagem contado na própria consciência é uma grande história.
A triste insana vergonhosa história do soberbo, o soberbo na arrogância arcaico chuta o balde afrogenta sem limites até ele entender que precisa do outro.
Conta a tua história pausada para que todos possam te ouvir entender a tua trajetória, o que não pode acontecer é você esperar aplausos.
Na vida todos tiveram ou vão ter uma história triste, o que na verdade interessa não é a história e sim o progresso vivido.
A pessoa precisa de dois lados da história vivida para entender a situação, deixa o tolo pensar que é sábio folheando páginas perturbando a mente vazia, a situação em se mostra o resultado.
O começo ao desenrolar dos anos ainda assim será o começo, no entanto a história antiga ou nova não tem fim, sempre tem alguém mudando a linha da história portanto a história não tem fim.
Quando alguém aceita o valor por merecer a sua história será de vitória, porque quem tem medo de assumir o verdadeiro desafio não tem competência para vencer.
Um dia uma vida uma história uma verdade uma razão tudo é parte do hoje quando aprendi equilibrar duas medidas perder e ganhar.
É para ficar triste ou furioso? A nossa cultura e a história de nosso povo está literalmente morrendo, não só no Rio de Janeiro, e sim, no Brasil todo, mas como a ênfase do momento é o Museu que absurdamente foi abandonado pelos governantes incultos, vejam só o contraste: "Um par de brincos da ex-primeira Dama do Rio de Janeiro, custou mais que o repasse anual do então Museu" ... Alguém tem dúvidas de que estamos perdendo a nossa identidade cultural e histórica? Eu não!
Desde a criação do mundo esta história é contada, não é uma lenda, não é inventada, dizem que é a pura realidade, que acontece o tempo todo, na pequena e na grande cidade, faz parte do sentimento e da natureza, eu acredito e tenho absoluta certeza, digo isso com toda a minha sinceridade, apenas observando o comportamento das pessoas, da humanidade, dizem que mesmo delicada, a mulher tem o poder de matar o homem, não importando a sua virilidade, se ele é grande, se tem ou não maioridade, é a constatação de um fato, é muito simples, não é nada complicado, é um poder que somente a mulher possui, algo que no mesmo momento é ativado, isso se o homem estiver por ela apaixonado, diante desta fragilidade, ela não precisa usar a força e nem qualquer tipo de arma, basta o olhar e um sorriso de graça... Ah, se for exagero, me desminta se puder, pois acredito que todo homem apaixonado, sempre estará disposto a morrer por uma mulher!
Eu só queria mostrar o meu trabalho e contar um pouco da minha história, mas nunca imaginei que neste processo surgiriam tantos idiotas para me atrapalhar...
'VASTO...'
Neste vasto universo desconhecido, cada um carrega um pedaço de história. Vivemos nossas vidas entrelaçadas por fios invisíveis de momentos e memórias que se vão aos poucos, entre risos e lágrimas. A beleza e a tristeza de estarmos aqui reside na fragilidade de nossa existência, na incerteza do amanhã e na certeza de que, de alguma forma, deixaremos uma marca, mesmo que pequena...
No vasto amanhecer, um novo sol, uma nova forma violenta de se conectar com o que ainda é imenso, de entender e de não ser compreendido. Mas, também, a lembrança de que tudo se esvai no finito da alma. A impermanência é nossa companheira silenciosa, nos lembrando que, assim como as estações mudam, tudo e todos mudam brutalmente...
Talvez a verdadeira imensidão de estarmos aqui seja reconhecer a efemeridade da vida e, mesmo assim, encontrar coragem para amar, desamar, perder, encontrar, tentar, falhar e começar tudo novamente. Entre a vastidão e a finitude, somos poeira de estrelas já apagadas, navegando pelos lembretes da existência, buscando significado em cada passo e em cada universo não tocado...
Ah vasto, vasto mundo...
