Histórias com Moral da História
Viva sem esperas, sem saudades. Cada ciclo que se fecha e uma brecha que se abre para novas histórias, novas dores e novos amores. Renova teus sentimentos e emoções e vai viver a vida. Pois, ela não espera, simplesmente acontece, enquanto você envelhece.
"Quem não tem coragem para arriscar, não sai do lugar, não tem história pra contar, nem poderá aprender e ensinar!"
EU REPUDIO ESSA HISTÓRIA DE SERMOS TODOS MACACOS!
MACACOS É MACACOS E GENTE É GENTE!
INFELISMENTE ALGUNS NÃO SE COMPORTAM COMO TAL,
MAS QUE GENTE É GENTE, Á ISSO É!
À Madame Vírginia.
Toda história, a lenda, era um truque, o refúgio de meus anseios. Toda ação, das mais desvairadas e insanas, as inconsequentes, às mais sutis e febris, tomei por gosto. Enfim, o verbo, pautando em cada caminho morno, um tanto levou de meu valor. Querer cuspir no chão de cada dia pra refrescar o pisar, limando o certo, galgando cada degrau da culpa. Mas soltei as amarras, despi-me mais uma vez.
Noutro dia aquelas cinzas nuvens encheram meu dia de cor, porque estavam aqui dentro de meu íntimo dia mais bonito e o ontem já não incomodava.
Parto deixando as lembranças entocadas nos cantos que um dia pareceu-me feliz, a luz, os discos na vitrola embalando Choppin, a mesa de canto amparando toneladas de guimba de cigarros, uns do bem outros traiçoeiros deliberadamente, livros espalhados, uma doce bebida e teu rosto tranquilo sem nenhuma culpa
Tua casa fria Virgínia, apaguei dos folhetins!
Se um dia voltarmos a nos encontrar, não saberei pronunciar teu nome. Tua face rosada de certo irei apagar aos poucos, quando as rugas tomarão conta das lembranças, pouca memória conseguirei retirar de mim. Não costumo sofrer para sempre, o sempre acabará diluindo-se ao vento do tempo.
Assino-me: o resignado.
Tirarmos certas pessoas de nossa história, não quer dizer que às odiemos, mas que amamos muito mais a nós mesmos, o que nos faz com que não continuemos mais nesta relação problemática.
Eu sou a história que lhe vai parecer real
Um meio de saborear a noite
Oceanos calmos e melancólicos
Por desejos contemplo este sol
O cheiro do mar
Até a memória em azul
Acaricio os meus sonhos
Margens de um mar solar
Ohhhh,eu quero me pôr como o sol
A inocência dos sonhos de todo o haver
Eu sou a voz da terra do nunca
Perder a fé faz um crime
Adormecido.....
Chorando......
Contigo......
(Adonis silva)2020®
Essa história é nossa. E se você não chorar com ela em nenhuma parte, se você nao se emocionar com ela em nenhum momento, então eu assino o divórcio.
Depois de uma longa história de moda eis que surgem as máscaras. Mascaras?
Mas onde ficarão os lábios vermelhos, as bocas carnudas, os rosto plastificados pelo botox e outras substâncias? Estarão embaixo das mascaras que , como no passado, as roupas eram para cobrir a nudez, de inicio, as máscaras talvez fiquem para completar o modelito, uma multidão de cores e modelos, com estampas animal print e também rendadas com forros de seda. Mas chegará um dia em que as gerações tirarão as máscaras de seus rostos, e por certo gritarão: Liberdade contra qualquer tipo de máscaras, mas alguém haverá de contar-lhes que a moda das mascaras foi influência de uma terrível pandemia que ousara a varrer a terça parte da terra.
Então um capítulo deu errado e daí ?
Quem disse que a História acabou ?
Terminar com final feliz
Só depende de Você
E mais ninguém .
A sua distância.
Uma noite é pouco para mim.
Nossa história não termina assim,
Pois eu lhe amo muito
E de você estou afim,
Pena que você está tão longe assim.
Meu desejo agora é maior
Ficou mais forte
Acertou no fundo do meu coração,
Entrou na minha alma,
Mexeu com a minha emoção.
Eu saio pela rua buscando te encontrar,
Saio por todos os cantos a te procurar,
Mas não te avisto,
Não te encontro...
Vejo muitos sorrisos
Pessoas se abraçando,
Ouço palavras jogadas ao vento,
Corpos se apaixonando
E vidas a ceifar.
Mas onde está você?
Não consigo te achar,
Eu não quero te esquecer,
Mas não posso te lembrar.
Diante de tudo isso:
Eu quero apenas viver.
Eu só vou te avisar,
Você precisa saber.
Que pra sempre vou te amar.
Pessoinhas das Letras
Estudamos a história das palavras,
da sociedade que delas utiliza,
dos povos e suas conquistas...
Romanos...
Gregos....
África, índios e português no Brasil...
Literature-se, meu amor!
Poemifíque-se também!
Analisamos textos antigos....
fonéticas, fones, alofones e psius...
A última flor do Lácio já mudou tanto
que já é também português brasileiro...
E olha ali aquela gente
que tem um sotaque diferente do nosso...
dialetos dentro dos dialetos...
Influências e interferências
dos povos e sua cultura
nas letras que produzimos
com seus sons, morfologia
e organizações sintáticas...
Olha ali como ele usa bem do discurso,
mas eu acho o discurso daquela moça melhor....
Interpretação,
cognição...
pragmática...
mas e como adquirimos a linguagem?
os animais também falam?
eles têm língua ou linguagem?
a criança está falando "papai" quando fala /papa/,
ou só testando os sons de sua língua materna?
O que faz o profissional de Letras?
Ciência
Estudamos,
pesquisamos,
analisamos,
ensinamos
o que há na história da língua,
na sua realização discursiva,
sintática,
morfológica,
fonética...
A representação literária dos falantes...
Linguagem e pensamento....
Textos, pré-textos, pós-textos....
"A morte do autor"... "A morte do Leitor"...
"O Mundo de Antoine Compagnon"
Somos poesia concreta aos olhos do leitor...
Realismos, barroquismos, trovadorismos da língua.
Língua,
Cultura,
Literatura,
Letras puras...
vivemos no mundo das palavras...
e com licença poética,
que não me faltem letras
para poesia representar... <3
Grande coisa você não querer que os outros saiba da sua história, viva a vida pois você não sabe se amanhã estará vivo.lembre eu e você somos apenas pó. E pra o pó voltaremos.
COMPULSÃO POR SOFRER (ou a história de Chiquita)
Chiquita era uma menina que amava muito a mãe: uma verdadeira heroína inspiradora aos seus olhinhos. Chiquita fazia questão de mostrar tudo que fazia para ela: desenhos, lições, comidinhas e tudo mais. Aonde quer que a mãe fosse, lá estava ela em seu encalço. Sentia quase como se ela e a mãe fossem uma coisa só.
Mas, em meio a essa maravilhosa vida, Chiquita começou a perceber algo estranho: existia sempre uma nuvenzinha sombria pairando por sobre a cabeça de sua mãe. Ninguém mais conseguia notar aquilo, apenas Chiquita. Incomodada com aquilo, chegou até a indagar a própria mãe a respeito, porém ela deu de ombros e a repreendeu por sua “imaginação fértil”. Pois é, aparentemente nem mesmo sua mãe conseguia enxergar a tal nuvenzinha desagradável.
Contrariada com essa situação, Chiquita teve uma ideia: “já que a nuvenzinha em cima da minha cabeça é alegre e cintilante, vou pegar uma parte da nuvenzinha feia da minha mãe pra mim!”. E assim ela fez.
Chiquita cresceu e virou uma adulta normal como todo mundo. Um dia, em meio a um turbilhão de problemas com doenças, dores, marido rude e chefe autoritário, ela se viu chorosa diante do espelho com um semblante triste e notou algo surpreendente: a nuvenzinha no topo de sua cabeça não era mais luminosa e resplandecente, estava sinistra e feia tal qual se recordava daquela que flutuava por sobre a cabeça de sua mãe na infância.
Num arroubo, correu para encontrar sua mãe e percebeu que a tal nuvenzinha dela continuava igual. Depois, ela saiu em disparada para ver sua filha. Olhou por sobre a cabecinha da pequena garota e viu uma nuvenzinha (que nunca havia reparado antes por cima dela): manchas sombrias começavam a tomar parte do fundo cintilante. Nesse exato instante ela entendeu tudo.
Hoje em dia, muitos notam a espetacular mudança de semblante de Chiquita: mais alegre e jovial. Quando perguntada qual é o “segredo”, ela costuma responder de um jeito muito estranho: ”todos os dias eu me olho no espelho e tento tirar um pequeno pedacinho obscuro de uma nuvenzinha que existe sobre a minha cabeça. Quando consigo, passa a resplandecer uma parte cintilante que estava escondida.”
