História

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⁠Muitas pessoas não sabem, mas a primeira patrologia da história foi escrita por um protestante. O termo patrologia foi cunhado pelo Luterano Jhonannes Gerhard no livro - Patrology the lives and works of the fathers of the church.

Assim, fico estupefato quando vejo um protestante dizer que a patrística o fez retornar ao catolicismo ou se tornar católico, sendo que foram os protestantes que recuperaram o interesse pela patrologia.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Católicos e calvinistas preconizaram alguns dos fatos mais infames da história da humanidade. Perseguiram, difamaram, prenderam, mataram, incitaram o ódio entre os homens, tudo em nome de um “deus” que era o oposto do revelado por Jesus nos Evangelhos.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Natal, o Maior Milagre da História!
No Natal, quando Deus se fez carne e habitou entre os homens, foi revelado que Jesus era verdadeira e plenamente Deus e verdadeira e plenamente humano.
Poucos conseguem entender a singularidade desse evento na história da humanidade. Depois da queda, o mundo ficou relativizado, e os homens passaram a questionar o que seria mais fundamental: O absoluto ou o particular? Um ou muitos? O ideal ou eterno? O real ou concreto? Quem está certo, Platão ou Aristóteles? Mas, quando Deus se fez carne e habitou entre nós, essa revelação de um Deus verdadeira e plenamente Deus e verdadeira e plenamente humano, relativizou todas essas bipolaridades humanas.
“Emanuel” significa que o ideal se tornou real, que o absoluto se tornou particular e o invisível se tornou visível!
Assim, O Verbo que se fez carne foi o evento histórico que dividiu o universo, mudando os rumos da trajetória humana... transformando vidas e destruindo paradigmas.
Pense nisso e ótimo Natal!

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠A maior tristeza da história:
“Jesus morreu.”

A maior alegria da história:
“Jesus ressuscitou!”

A maior promessa da história:
“Jesus voltará!”

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Quando lhe contarem uma história tenha em mente o seguinte:
1. Toda história tem dois lados (Provérbios 18:17).
2. Toda história é seletiva (Gênesis 20:1-13).
3. Toda história é contada com um propósito (João 20:30-31).

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Muitos cristãos são populares como Sansão, mas não têm a integridade de José. A história de cada um ensina com qual final de vida queremos terminar.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠A história revela abundantemente que os esquerdistas e os muçulmanos odeiam e sempre odiaram os Cristãos; mas o que muitos Cristãos não percebem é que também há um grande numero de pessoas da DIREITA que também odeia os Cristãos. Os cristãos podem estar do lado da DIREITA por causa dos valores políticos, humanos e sociais; mas os da DIREITA que odeiam o cristianismo nunca estarão do lado dos Cristãos. Assim é prudente que os Cristãos fiquem cientes destes fatos.

Inserida por VerbosdoVerbo

-' E se você desistir, Vai ter história para contar?

Inserida por OrlenPessoa

⁠Momentos difíceis é um capítulo de nossa história que é complicado vivenciar, quando passa vira experiência, aprendizado, quando se ver já é passado dando lugar a uma vida com uma pitada de novas mudanças.

Inserida por joao_rubens_nunes

⁠⁠Há quem te conheça e pense que te viu nascer,
esquece tua história antes de te conhecer;
Recusa-se a enxergar evolução na tua caminhada,
e tenta te prender nas falhas de uma vida passada.

Inserida por LeonardoBrelaz

Eu mesmo não sei nada de mim, mas a historia poderia bem contar, cade os nossos registros, cade nosso museu onde se conta a nossa historia, precisamos de uma sala cultural, onde as fotografias, objeto e utensilio de nossos ancestrais que ao longo do tempo foram esquecidos por nos. Vamos resgatar a nossa historia e contar ao jovem com palestras e visitas a essa sala cultural, quem sabe algum jovem se interessa em não deixar morrer nossa historia...(Patife)

Inserida por SaulBelezza

O ladrão de sonhos também roubou tua lembrança, e me apagou da tua historia...(Patife)

Inserida por SaulBelezza

Me conta uma história, me faça acreditar, seja sincera e diga as coisas que quero ouvir e não as que preciso. Não quero viver que não seja de utopias... (Patife)

Inserida por SaulBelezza

Quando curvar a fronte, e tentar me procurar em tua historia! Não vai encontrar nem sequer um sorriso meu, e nem mais que um soluço teu. Aí sentirás um misto de saudade e de alivio, sabendo que tinha uma historia pra contar, e não contou..(Patife)

Inserida por SaulBelezza

Tentou desvendar o segredo do sol com asas de cera, se deu mal, e ficou na historia...
(Patife)

Inserida por SaulBelezza

Entre a História e o Mito: Teodora e o Concílio de Constantinopla

A história da Igreja e do Império Bizantino está repleta de episódios marcantes, nos quais fé, política e poder se entrelaçam. Um desses episódios envolve a Imperatriz Teodora e o II Concílio de Constantinopla (553 d.C.), cercado de interpretações populares que, ao longo dos séculos, deram origem a uma narrativa mítica.

O poder de Teodora em vida

Nascida por volta do ano 500 d.C., Teodora ascendeu de origens humildes até tornar-se esposa do imperador Justiniano I. Inteligente, astuta e de personalidade firme, foi uma das mulheres mais influentes de sua época. Sua atuação durante a Revolta de Nika (532), quando convenceu Justiniano a não abandonar o trono, garantiu sua fama de estrategista e de figura essencial no governo.

Por isso, não é de estranhar que a memória de sua influência tenha sobrevivido muito além de sua morte. A tradição bizantina frequentemente a descreve como decisiva em assuntos de Estado e de fé, atributos que favoreceram o surgimento de lendas envolvendo seu nome.

Cronograma histórico

c. 500 d.C. – Nascimento de Teodora.

527 d.C. – Justiniano torna-se imperador, com Teodora ao seu lado como imperatriz.

532 d.C. – Revolta de Nika: Teodora impede a fuga do imperador, consolidando o poder do casal.

548 d.C. (28 de junho) – Morte de Teodora, em Constantinopla, provavelmente de câncer.

553 d.C. (5 de maio a 2 de junho) – Realização do II Concílio de Constantinopla, convocado por Justiniano. Teodora já havia falecido há quase cinco anos.

O Concílio e a questão da reencarnação

A reunião de 553 buscava reforçar a ortodoxia cristã e combater o chamado “origenismo” — doutrinas inspiradas em Orígenes de Alexandria (séc. III), que incluíam a ideia da preexistência das almas. Essa doutrina, ainda que não fosse uma formulação de “reencarnação” nos moldes conhecidos hoje, foi considerada perigosa para a unidade da Igreja.

Daí surgiu, em tradições populares posteriores, a versão de que Justiniano e Teodora proibiram a crença na reencarnação durante o concílio. No entanto, a realidade histórica desmonta essa narrativa: Teodora já havia morrido. Assim, qualquer menção à sua participação é fruto de lenda ou de interpretações simbólicas que perpetuaram sua memória como conselheira firme do imperador.

A permanência do mito

Por que, então, a ideia da participação de Teodora se perpetuou? A resposta pode estar no poder da memória coletiva. Teodora foi uma mulher de grande autoridade e presença histórica. Mesmo após sua morte, continuou sendo associada às grandes decisões do Império. Nesse sentido, o mito talvez traduza menos um erro histórico e mais uma forma de reconhecer a força de sua influência, como se sua sombra ainda pairasse sobre Justiniano e sobre os rumos da Igreja.

Reflexão final

Esse episódio nos convida a refletir sobre como a história é construída. Entre documentos, tradições e interpretações, os fatos podem ser distorcidos, e figuras históricas acabam envolvidas em narrativas que não lhes pertencem literalmente, mas que expressam algo de sua força simbólica.

Teodora não esteve fisicamente no II Concílio de Constantinopla — mas o mito de sua participação revela o quanto sua presença era sentida, mesmo após a morte. É a memória coletiva tentando manter viva a influência de uma das mulheres mais poderosas de Bizâncio.

Reflexão motivacional:
A história nos mostra que, ainda que o corpo pereça, a influência moral e espiritual de uma vida permanece. Aquilo que construímos em termos de coragem, justiça e dignidade pode ecoar além do tempo, moldando consciências e inspirando gerações.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Você conhece a história do "Cisne Negro", Elizabeth Taylor Greenfield?
Nascida na escravidão em algum momento entre 1818-1826 em Natchez, Mississippi, Elizabeth Taylor Greenfield tinha poucos motivos para sonhar com a vida que eventualmente se tornaria sua. Por causa de uma série de circunstâncias improváveis ​​e seus próprios esforços incansáveis, ela acabaria se tornando conhecida como a primeira cantora afro-americana a ganhar reconhecimento na Europa e nos Estados Unidos.
Elizabeth Taylor Greenfield foi chamada de "Cisne Negro" por causa da elegância de sua voz e da graça de sua presença. Nascida escrava em Natchez, MS, ela foi libertada quando sua amante se juntou à Sociedade dos Amigos, que era contra a escravidão.
Elizabeth começou a estudar música em 1846 e, em 1854, tornou-se a primeira cantora afro-americana a se apresentar para a família real britânica.
Ela faleceu em 1876.

Inserida por marcelo_monteiro_4

O CONHECIMENTO E A SUA SAGA.

A história do conhecimento humano é, antes de tudo, uma história de inquietação interior. Pensar sempre foi um gesto de ruptura com a acomodação psíquica e com a passividade intelectual. Desde a Antiguidade até a modernidade, cada filósofo não apenas formulou uma teoria do conhecimento, mas também ofereceu uma leitura profunda da estrutura psicológica do ser humano diante da verdade.

Sócrates inaugurou essa saga ao afirmar que o primeiro passo do saber é o reconhecimento da ignorância. Quando declara “sei que nada sei”, ele não se rende ao vazio, mas funda uma ética intelectual. Psicologicamente, Sócrates compreende que a mente humana é dominada por ilusões de certeza e por defesas do ego. O método dialógico que emprega não visa humilhar, mas desestruturar falsas convicções, permitindo que o sujeito entre em contato com sua própria insuficiência cognitiva. O conhecimento, aqui, nasce como um processo terapêutico da consciência.

Platão, discípulo direto de Sócrates, eleva essa inquietação ao plano metafísico. Para ele, o mundo sensível não passa de aparência. O conhecimento verdadeiro reside no domínio das ideias. A célebre alegoria da caverna revela uma psicologia da alienação. O ser humano tende a confundir sombras com realidade porque sua mente busca segurança no familiar. Libertar-se exige dor, esforço e conversão interior. Conhecer, em Platão, é recordar, mas também é transformar-se. Trata-se de um movimento ascensional da alma, que abandona o imediato para alcançar o inteligível.

Aristóteles, por sua vez, desloca o eixo do conhecimento para a experiência concreta. Para ele, a mente humana possui potência racional, mas essa potência só se atualiza por meio dos sentidos. Psicologicamente, Aristóteles reconhece a importância da observação sistemática e da categorização. O intelecto não flutua no vazio das ideias, mas organiza aquilo que a experiência oferece. O conhecimento torna-se um processo de síntese entre percepção e razão, em que o sujeito aprende a discernir causas, finalidades e substâncias.

Com René Descartes, a modernidade inaugura uma nova angústia cognitiva. O filósofo parte da dúvida radical como método. Ao afirmar “penso, logo existo”, Descartes revela uma psicologia do recolhimento interior. Diante da incerteza do mundo externo, a mente busca um ponto indubitável em si mesma. O pensamento torna-se o fundamento da existência consciente. O conhecimento passa a ser construído a partir da razão clara e distinta, como resposta à instabilidade das crenças herdadas.

Immanuel Kant realiza uma síntese decisiva ao afirmar que o conhecimento nasce da interação entre sensibilidade e entendimento. Nem a razão pura nem a experiência isolada são suficientes. Psicologicamente, Kant reconhece os limites estruturais da mente humana. Há formas e categorias que organizam a experiência, mas existe um limite intransponível. A chamada coisa em si permanece inacessível. Essa concepção introduz uma ética da humildade intelectual, na qual saber também é reconhecer fronteiras.

John Locke enfatiza a mente como uma tábula rasa. O conhecimento resulta da experiência sensorial e da reflexão sobre essa experiência. Psicologicamente, Locke concebe o sujeito como um ser moldável, profundamente influenciado pelo ambiente. Não há ideias inatas plenamente formadas. O aprendizado é um processo gradual de associação e elaboração, no qual a consciência se constrói a partir do contato com o mundo.

Por fim, David Hume introduz uma postura cética que abala qualquer pretensão de certeza absoluta. Para ele, o que chamamos conhecimento é fruto do hábito e da repetição. Psicologicamente, Hume revela a fragilidade das inferências humanas. A mente cria expectativas de causalidade e permanência, mas essas expectativas não possuem fundamento racional necessário. O sujeito vive apoiado em crenças úteis, não em verdades definitivas.

Essa longa trajetória revela que o conhecimento não é apenas um acúmulo de informações, mas uma aventura interior que envolve razão, sensibilidade, limites e coragem. Conhecer é enfrentar as próprias ilusões, dialogar com a experiência e aceitar que toda certeza é sempre provisória. E é precisamente nessa tensão entre o que sabemos e o que jamais dominaremos por completo que o espírito humano encontra sua mais elevada dignidade intelectual.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠Pai, protegei-nos da bondade do amigo do nosso momento e da maldade do amigo da nossa história.

Inserida por ATeodoro72

⁠Ninguém precisa entrar para a história, todos precisam entrar para a Vida.

Inserida por ATeodoro72