História
"Você só conhece a si mesmo quando conheci a história dos seus pais! Você é 50% seu pai e 50% sua mãe, biologicamente (genética) e culturalmente (psicogenetica). Esquecer ou desconhecer as histórias deles, é ter um pseudo conhecimento sobre si!"
"Lembre-se de que o medo é uma história que nos contam ou que nós mesmos inventamos - em cima de nossas crenças limitantes - e tomamos como verdade. Mas que quando metemos o pé na porta do medo 😱, do outro lado tem uma vida memorável à nossa espera!" (CH²)
Espero uma nova historia
e um paradigma iluminados
por vaga-lumes em um caminho
de reconstrução do nosso mundo
onde no futuro não permitam
que continuem presos
injustamente o general, a tropa
ou qualquer pessoa
que pensa diferente,
E todos os povos não tenhamos
mais todos os diasque
nadar contraas correntes
de um mar valente.
De idílio em idílio
vou contando
a história do General
que está preso
injustamente
há dois anos sem
sequer ter tido
audiência preliminar,
Ninguém sabe
quando o pesadelo
dele e da tropa
(em situação
semelhante
de fato
irá terminar),
Do meu profundo
isolamento social
em rebelião
contra o inimigo
invisível que
quer nos devastar,
Estou lutando
com igual altivez
contra o fantasma
visível da fome
que quer o futuro
da minha Pátria
e da América Latina - exterminar;
De idílio em idílio
tenho passado
os dias em busca
de denunciar
o isolamento vertical
que querer forçar
a se espalhar,
Não esmoreço
como a Urbi et Orbi
em noite de Praça
de São Pedro
vazia em busca
de ser espalhada
por todo o lugar.
Não quero, não deixo,
não posso diante
disso tudo,
nada e nem ninguém
neste mundo me calar:
a minha missão é gritar.
Não adianta
se esforçar
para recontar
a história,
ficar ofendido
ou praguejar.
Disseram que
libertaram,
e trataram
o comandante
paramilitar
como ilustre,
E os irmãos
de causa
estão presos.
As regras para
todos não têm
de fato valido,
de cobrar deste
Judiciário muitos
têm esquecido.
Sem querer brigar
com ninguém,
Falando o quê
deve ser por
alguém dito
sobre mais de
um e o mal(dito),
Que colocou
na prisão
o General que
há mais de
um ano e meio
injustamente
vem sendo
por ele mantido.
Venho contando
em verso e prosa
a história da tropa
que aprisionada
ainda se encontra,
o quê se passa
no nosso hemisfério
e que neste ano
qualquer real valor
está sendo inverso.
Tenho buscado estar
na estação poética
como astronauta,
enquanto o regresso
da reconciliação
não tem sido possível.
O General continua
injustificadamente
(((aprisionado)))
desde o dia treze
de março do ano
de dois mil e dezoito,
o ar anda pesado
na boca o desgosto
e algo me diz que
tão cedo passará
está sensação de sufoco.
Uma história de injustiça brutal:
Até agora não há notícias do General,
Ele está em isolamento total.
Abelardo Luz
São dois os teus laços
originários na História
que serão honrados
na minha memória.
Foi Passo das Flores
e Velho Chapecó,
Não há como ali
se sentir na vida só,
E sem querer o melhor.
Todos se unem
na Querência Farroupilha,
no Poncho Verde
e no Lenço Branco,
Só de lembrar
o peito fica cantando.
Minha Abelardo Luz
que a tua gruta seduz
por detrás do véu
branco que abrigou
mais de cem soldados
da Revolução Federalista,
Eu te amo mais a cada dia.
A Portugal devemos tudo: o nosso sangue, a nossa história, a origem das nossas instituições livres, o espaço amplo que habitamos.
#Escrevo #assim #a #minha #história...
E conto ela ao vento...
Sob a lua cheia...
Na praia canta a sereia...
Escondido entre as ondas...
O tritão ...
Assim estou perante o mundo ...
Um grão de areia...
Um jardim florido...
O infinito na palma da mão...
Eternidade...
Numa hora de vida...
Tarde tranquila...
Vida boa...
Sem relógio...
Lua prata...quiçá dourada...
Estrada clareia...
Estrelas cadentes...
Colho todas...
Tudo vive...
Para que eu viva...
Não preciso ir longe...
Já estou aqui...
Cedo ou tarde...
É tempo de construir...
Par de asas...
Diante de uma janela...
Nuvens tomam formas...
Me acho nelas...
O tempo é o meu palco...
O destino sou eu...
Caminharei eternamente...
Na espuma do mar...
Na curva do rio...
Me encontro por lá...
Em brincadeira de criança...
Barcos de papel...
Bolas de gude...
Banho de cascata...
Bolinhas de sabão...
Castelos construí...
De pique-esconde até de Deus me escondi...
Chorei muito...
Muito sorri...
O bem e o mal fiz por merecer...
Injustiçado...
Melhor esquecer...
O amor é o rei...
De perdido reinado...
Coração solto, liberto...
Ainda quer amar...
Pequenos gestos me conquistam...
Isso é fato...
Tanto escapou pelos dedos...
Tantos outros me prendi...
Bom ou malvado?
Entre os confusos...
Me confundi...
Buscar a Sabedoria ...
É viver de verdade...
No escuro que a luz mais se pronuncia...
Para aqueles que na noite tem morada...
No silêncio que algo irradia...
Quando o sonho é mais bonito...
É hora de acordar...
Se minha voz cala...
Mais minha alma fala...
Ainda que eu ande sozinho...
Com Deus estou...
Sandro Paschoal Nogueira
— em Conservatória, Rio De Janeiro, Brazil.
PELO AVESSO...
Tive que virar nossa história pelo avesso, pra descobrir que era lá que estava o começo…
AS MALAS...
Coloquei todas as mágoas, dissabores e emoções de uma história vivida contigo dentro das malas… Enquanto isso espero que o tempo as busque e acople em tua consciência essa história inacabada…
Que floresceu luz e se fez vida, mas que por ti foi renegada…
Onde está essa luz?
Pergunte ao teu coração, que dirá que essa luz pra ti agora é uma casa vazia e fechada!
Mar, luar e canção
(uma história em versos)
Assim, como para anunciar a chegada de alguém,
O mar cantava um hino.
Ambos sozinhos – eu e o mar,
Unimo-nos e esperamos que sua preferida
Se enfeitasse para nos ver.
Você fazia das ondas lindos saltos...
Estava contente, feliz!
Trazia algumas pérolas que tomara para si.
Estavam ali, na superfície, vindas de suas profundezas
Para ofertá-las à sua amada.
Enfeitava-se e compunha hinos,
Hinos ora alegres, ora tristes, serenos ou enfurecidos.
Estava impaciente, nem tudo preparado
Pois faltavam os pássaros...
Mas eis que surgem, assim, em bandos
De tenras nuvens calmas, diferentes do mar.
O sol se foi e seus raios vermelhos beijavam os céus,
Abraçavam as águas...
Então, ela se fez surgir!
Não era pura, mas singela...
Seu manto rosa dourado reluzia...
Tomando para si as pérolas
Que horas depois vestiu!
De seu rosa feminino tornou-se mais pura, prateada...
Surgindo sua imagem trepidante por entre as ondas do mar.
E o mar, apaixonado, tomou-a, beijando-a...
Mas não era ela... Somente seu reflexo, sua luz!
E mesmo assim ele se fez feliz!
Nisso, como num encanto,
Uma canção saltitante se fez ouvir...
Mais pássaros, eram eles, brancos... calmos.
Um grande bando...
Rezavam, como em prece suplicante
Para os que ali, embaixo de suas asas, descansavam...
Outros, brincalhões, trocando encontros com as águas,
Inspiravam-se naqueles que ali foram felizes,
Aos que ali admiraram o mar!
Ainda não era noite...
As estrelas não se faziam todas presentes
Para constituir o grupo daquelas
Que, antes da amada do mar chegar,
Enfeitavam-na com vestes simples, femininas
Para, na terra, os seres se apaixonarem.
As nuvens estavam ligeiras, douradas,
Cobrindo muitos desses mitos infantis.
O mar, então, repleto de esplendores, deixou soltar um suspiro,
Suspiro de namorado que ama realmente alguém.
Cada vez mais se fazia noite...
A lua, muito mais feliz, atirou, de modo admirável,
Uma luz que se fez voar pelo espaço...
O seu prateado, às vezes modesto,
Deixava o mar louco e este se enfurecia.
Chegava, então, às praias com suas ondas de censuras amargas,
Amargas por não poder tê-la.
E foi assim que se fez noite.
Noite encantadora, repleta de esplendores.
Fiquei triste... tinha que partir.
Não podia ficar ali eternamente...
Lágrimas começaram a rolar.
Fiquei triste, tão triste que mal podia caminhar por entre a imensidão da noite.
Suas espumas, tão suaves, estavam sempre a me beijar...
Eu ia sorrindo, enquanto a tristeza me invadia.
Pensei:
E quando tudo terminar? O que será do mar?
Irá se enfurecer e com toda a sua força crescer para aos céus implorar
Por outras noites, assim, lhe acompanhar!
Mar, com suas canções...
Canções saltitantes e felizes
Acabará por chorar eternamente por não poder rever a lua novamente!
Não, você não tem um coração!
Não tem olhos, nem ilusões.
O amor pela lua acabará, pois tem outras coisas para amar...
Esta noite não mais se fará...
Foi a primeira e única; aproveitem-na.
Não se esqueçam de se amarem,
De se amarem a todo custo.
Então, deixei-os a sós.
E mesmo que meu coração doesse, eu já havia assistido ao espetáculo.
Sabia que iria ficar assim, noite adentro,
O mar cantando suas canções para se declarar à lua,
A lua, cheia de emoção, amaria por toda a noite o mar!
(junho de 1967)
Cada pessoa tem uma história para contar, uma experiência singular que a define e a torna quem é.
É importante lembrar que a bagagem que carregamos não define quem somos, mas sim como lidamos com ela. Podemos escolher transformar dificuldades em lições e construir uma versão mais forte e resiliente de nós mesmos.
Nossa bagagem é o que nos torna humanos, vulneráveis e corajosos. Sejamos compassivos, solidários e dispostos a ajudar. Unidos, podemos enfrentar qualquer desafio que a vida nos apresente, sabendo que nunca estamos sozinhos em nossa jornada.
- Edna Andrade
No final, minha jornada será uma história inspiradora, de superação e determinação. Pois, apesar das adversidades, nunca deixei que a desesperança tomasse conta de meu ser. E assim, erguendo-me dos fracassos, construirei um futuro brilhante e pleno de realizações...
- Edna Andrade
Deus nunca está inativo. Ele age silenciosamente, tecendo os fios da nossa história com sabedoria e amor. Sua ação é sutil, muitas vezes imperceptível aos nossos olhos viciados pela pressa do dia a dia. Mas essa ação é constante, como um rio que flui sereno em direção ao mar.
Deus fala através dos acontecimentos, dos encontros imprevisíveis, das palavras de encorajamento vindas de pessoas que nem sequer conhecemos. Ele fala através de um sorriso terno, de um abraço acolhedor, de uma canção que toca profundamente nossos corações. Deus fala através do silêncio que nos convida à reflexão, ao recolhimento, ao encontro com o nosso eu mais profundo.
E quando Deus cala, Ele nos convida a confiar. A confiar que mesmo no vazio aparente, Ele está trabalhando em nosso favor. Calar não é sinônimo de inatividade, mas de espera paciente e confiante. É um convite para que desprendamos nossas amarras e nos entreguemos à Sua vontade, sabendo que o seu tempo é perfeito e que "todas as coisas cooperam para o bem daqueles que O amam."
- Edna Andrade
