Hipopotamo com Alma de Anjo
Deitado quase imóvel, no quarto escuro aonde ouvi musicas, que invadiam a minha alma e deixavam meu olhos aquecidos com lagrimas de choro da alma, e um desejo de te encontrar...hoje ouço essas musicas quase imóvel ao teu lado nesse quarto escuro, sinto seus beijos,o calor do seu corpo e o brilho dos teus olhos. Me sinto novamente com o desejo das lágrimas, dessa minha alma hoje feliz!
Obrigado senhor!
L e K
O brilho da minha alma hoje está mais forte, quando te encontrei me trouxe tanta sorte, aquela solidão se foi e o amor chegou, quando chegou meu coração sorriu, mas partiu e chorou, mas eu aprendi que amar é viver e ser feliz, ao seu lado se possível, que não possa ser impossível, pois o meu amor é grande o bastante para te ter comigo.
Onde as palavras se encontram.
E meu amor se encaixa.
É quando juntos estamos
ligações de alma.
É contigo que quero estar
Para toda eternidade.
Que essa chuva lave a nossa alma e purifique o nosso coração, que leve nossas inquietações para algum lugar distante e que o AMOR esteja sempre presente nas nossas escolhas! Amém!
Como é bom ser amado, querido e respeitado, massageia o ego da alma e renova as energias espirituais.
SOBREVIDA.
É com a alma ferida
sem praguejar contra a sorte
sentindo a terra ardida
e o sol batendo mais forte
não é difícil encarar a vida
difícil mesmo é encarar a morte.
O pior choro e aquele que não produz som, nem lágrimas, choro da alma que invade o coração, choro sem fim, choro sem perdão.
Amanhecer do sonho
É como se o sonho estendesse seus braços
Fazendo o pó d’alma refletir contra a luz
E inconscientemente soltasse os seus laços
Aconchegando-se naquilo que seduz.
O dia esperado insiste em não nascer,
O desejo jejuado desmaia sem solidez,
O galo não canta. O que o fez esquecer?
Duvido que não tenha sido a sua timidez.
Distante, no horizonte, surge escassa,
Uma réstia breve de luz matinal,
Trás bordado no colo do céu em lasca
A ponta da lua, brilhante como aurora boreal.
O sol distante levanta o sonho feliz
E o dia devolve ao poema a serenidade
E o verso, feito vertentes de águas em chafariz,
Espalha-se como luz fugaz de felicidade.
Não sou a mesma. Isso me dói até os pedaços da alma. Ser livre nunca me pareceu tão presa. Aspirei os últimos segundos de vida enquanto via a tua partida. Algo perfurou o meu pulmão, querido; mas só agora estou morrendo. Eu me guardei em ti. Fiquei vulnerável. Não espero nada mais que essa sensação mórbida de fim. Todavia, fico em paz. Um pedaço da minha vida viverá no teu caminho pela a eternidade. Nos encontraremos em outra vida, benzinho, se não nessa. É o que eu sempre digo.
A crença naquilo que esteja vibrando com mais intensidade, na própria alma. Tal como, uma grande inspiração que esteja diretamente ligada a um íntimo desejo, o qual tenha real possibilidade de concretizar-se, na matéria. Como a prova clara, de que a esperança jamais deverá morrer, mas ela deve estar sempre ativa.
O sentimento de leveza na alma faz-se presente, quando tudo ou em sua maioria segue um padrão estável e harmonioso, de modo equivalente.
Não se acontente com a casa suja, ela reflete a pureza de sua alma. Casa limpa Alma limpa, casa suja alma revoltada. Cuide de seu lar, cuide de sua vida e quem nela vive.
Minha alma transbordou de tristeza, de modo que eu não podia pegar na caneta sem sentir no peito uma dor excruciante. Mas se eu não escrever, aí sim que é uma tragédia, que não falo, não existo, estou muda, estou morta. Eu não posso me permitir morrer em palavras, a morte mais trágica para um escritor. Não posso deixar que aquele cara mate essa parte de mim, uma vez que ele já matou minha esperança e enterrou vivo o meu amor. Por isso estou escrevendo de novo, e me perdoe a demora, me perdoe a má caligrafia, me perdoe a dor.
Nas idas e vindas do tempo, a nossa alma está sempre em movimento.
No passado buscamos inspirações, no presente fazemos interpretações e no futuro imaginações...
Uma questão de viajar no tempo e viver todos os momentos.
Quebrar barreiras, buscar o novo mas sem esquecer as nossas raízes, e da originalidade transformar o óbvio no inesperado.
