Mar azul sem fim Liberdade assim E o céu brilhando enfim.
No inverno a chuva Cai no chão sem parar Um frio congelante…
velho engenhão festa da natureza ao som do paredão
Entre pétalas Se dissolve ali o tempo Breve eternidade
Eterno É, Autor Eu sou, personagem foi Da Boa obra, presente está.
observo de “Dentro” a vida é como um sorvete escolho o sabor
Prece e poesia Remédios pra alma Prescritos por Deus
Queria ser o sol Para ser sua razão De acordar
Que eu seja árvore Que perde folhas Para renovar
imagine, sonhe deseje ardentemente ferva de vontade
da janela, azuis gravam memórias de outono - minha alma decora
matizando os dias singra em junho a eternidade derramando outono
a moça está triste por que em seu coração o amor já não existe
as folhas colorem o jardim verdes roxas e vermelhas depois amarelam
dentes de leão que sobrevoam a imensidão pelo céu azul da estação
Um rio calmo Folhas caem na margem Deixo-as passar.
A lua minguante Piscou por um instante Se encheu de sol
o amor quando grita é câimbra no coração ou um nó nas tripas
Desperte o sol, Passos firmes, terra chama, Vida em movimento.
Mova-se ao alvor, Levante-se, novo dia, Esperança renasce.
Ajude-nos a manter vivo este espaço de descoberta e reflexão, onde palavras tocam corações e provocam mudanças reais.