Hábitos Infelizes
Alguns tem o péssimo hábito de ficar falando mal da vida alheia, eles só esquecem que agindo assim, só revelam o quanto sua vida é infeliz e vazia, e precisam se alimentar da fofoca para se sentir melhores.
Quando vierem falar mal de alguém para você, não dê corda, não estimule, principalmente se a pessoa estiver ausente, e não pode se defender do seu mau-caratismo
Se você deseja ser uma pessoa melhor, não continue presa em atitudes ruins.
E antes de me julgar, tente saber as dores que carrego, as minhas tristezas que escondo atrás de cada sorriso, aí quem sabe.
Falar sempre é mais fácil, mas que tal ajudar?
Reflita sobre isso.
Há pessoas que tem o péssimo hábito de pensar com as vísceras ou invés de usar o cérebro.
São as pessoas chamadas de "enfezadas". Dizemos enfezadas, pois estão sempre no ponto de se esvaziar daquilo que as incomodam e, raramente tem tempo de escutar.
Se há algum sentido em envelhecer na vida é ganhar serenidade para refletir sobre os anos vividos.
Quanto mais, em paz ficamos, mais certeza temos, de ter feito um bom trabalho com o tempo vivido.
Infelizmente as pessoas encontraram um novo habito. O péssimo habito de falar mal dos outros. E não é só falar mal. É falar mal sem motivo. Não existe coisa pior do que pessoas se reunindo para falar mal de alguém que você gosta e quer bem. Deixa a vida dos outros e segue a sua.
A gente tem o péssimo hábito de se automutilar, de pegar um chicote e bater nas nossas costas para se punir. É bem verdade que em alguns momentos somos os anti-heróis na vida de outras pessoas. Isso não significa que somos vilões malvados e perversos, só não conseguimos ser na vida do outro, a poesia que esperavam e nem sequer verso, mas isso não fala só sobre a gente, é como a outra pessoa sente.
É preciso jogar o chicote e curar as feridas que alimentamos dentro de nossas cabeças, pois o endereço da felicidade mora na casa do perdão e do autoperdão, é seguir tirando as pedras do coração.
Nildinha Freitas
Não sei para onde vou
Mas vou
Estou sempre correndo, um péssimo hábito
Preciso aprender a arte de parar
Pensamentos inquietantes
Me fazem correr ainda mais
As emoções que não demonstro
Estão e permanecem aqui
São intensas e me rege
Como em uma orquestra
Manipulada pela tempestade
Agora me aproxima
Ora me afasta
Não sei para onde vai me levar
Mas está levando
O mercado de arte universal tem o péssimo habito de super valorizar, divagar sobre a grande importância e valor das criações geniais do artista morto.
Somos escravos de nossos hábitos e deixar de praticá-los nos faz, quase sempre, infelizes. É mais fácil interromper um hábito se o trocarmos por outro.
Infeliz é o prisioneiro de mentiras!
Que faz dela um hábito.
Fardo, inconsequente e destruidor de caráter.
Criando hábitos e desconstruindo-o.
Tirando as chances de se tornar melhor.
Infeliz daquele que faz disso uma prática
Natural e cotidiana.
E de maneira voraz e insana.
Vai lhe consumindo o ar e entrando em seus poros
Exalando e deixando o rastro descobertos por desenganados.
